Me parece que o clima mudou, sem eventos extremos. Um bom indicador disso foi o convite do presidente Lula a três importantes dirigentes sindicais (Miguel Torres, Sergio Nobre e Ricardo Patah) para acompanhá-lo na viagem ao Japão e ao Vietnã compondo uma forte delegação de ministros, de presidentes e ex-presidentes da Câmara e do Senado e de empresários interessados em ampliar os negócios.
É uma grande oportunidade, apesar das muitas peripécias da viagem, para que os três, os presidentes do Parlamento e o presidente Lula discutam seriamente os desafios a serem enfrentados pelo governo e pelo movimento sindical, fortalecendo a pauta efetiva, unitária e concentrada dos trabalhadores.
Os resultados podem ser muito positivos e compensariam, com folga, o desgosto de quem não foi convidado.
Ainda na semana passada participei de dois lançamentos de livros importantes para o movimento sindical.
Na segunda-feira, no sindicato dos engenheiros de São Paulo, após a posse concorrida da nova direção da Federação Nacional dos Engenheiros presidida por Murilo Pinheiro, ganhei um autógrafo do Toninho do DIAP em seu importante livro, já resenhado por mim em texto anterior.
E na sexta-feira, acompanhei a jornada cheia de acontecimentos no sindicato dos metalúrgicos de São Paulo: reunião de mulheres, reunião política de ativistas e dirigentes sindicais com vice-presidente Geraldo Alckmin e o próprio lançamento e distribuição gratuita do livro sobre a história dos 90 anos do sindicato e da categoria metalúrgica paulistana.
Ganhei também um livro autografado pela autora e organizadora, Carolina Maria Ruy, que se atarefou em assinar muitos e muitos exemplares.