Nas eleições de outubro votaremos em duas candidaturas ao Senado em cada Estado.
A vida e as obras anteriores, bem como os partidos a que pertencem e suas atitudes são, como sempre, o mais importante elemento para determinação do voto. A sensibilidade às reivindicações sindicais e trabalhistas, comprovadas em conversas ou reuniões, é um elemento importante para o dirigente ou ativista sindical escolher o candidato(a) ao cargo.
Em geral, as candidaturas ao Senado fazem parte de uma “chapa” eleitoral que abrange o presidente da República e o governador do Estado (embora não necessariamente do mesmo partido).
Portanto, um elemento adicional para a escolha, para a campanha e para o voto é o juízo a respeito da “chapa”.
Cada candidatura ao Senado pode ter dois suplentes. A análise da chapa senatorial completa (titular + dois suplentes) é também um bom indicador para o apoio.
De todo modo, como serão renovados (com eleições novas ou reeleições) 54 das 81 cadeiras do Senado, as eleições de outubro têm um forte peso para determinar uma nova correlação de forças no Senado e para as potencialidades do novo governo.