Notícia - Diretor Nacional de Formação da NCST visita sede da Nova Central - SP

O Presidente da CNTI – Confederação Nacional dos Trabalhadores da Indústria e Diretor Nacional de Formação Sindical e Qualificação Profissional da NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores, José Reginaldo Inácio, visitou a sede da Nova Central – São Paulo e se reuniu com representantes dos trabalhadores em empresas de celulose, papel e papelão do Estado de São Paulo.

Na conversa com Eduardo Henrique Neves, presidente Sindicato dos Trabalhadores Papeleiros de Guarulhos e Região e Secretário Regional Sudeste da CNTI e o presidente da Federação do Papel dos Estados de SP e MS, José Roberto Vieira da Silva Campos Júnior (Betinho), foi apresentado a proposta de reativar o departamento da CNTI voltado as entidades deste setor produtivo.

Reginaldo ressaltou a importância da indústria de um dos produtos mais comercializados no mundo que além de sua ampla utilização em outras cadeias produtivas, também é amplamente utilizado na comunicação. E que seu crescimento contribui decisivamente na economia do País, que é segundo maior produtor da polpa de celulose do mundo.

“Temos que atuar de forma coesa frente a indústria de celulose e papel que tem uma importância gigantesca para a economia brasileira, só que os trabalhadores e trabalhadoras, responsáveis em movimentar maquinários e mercadorias neste setor, lamentavelmente, não são devidamente valorizados no plano geral. Por isso que devemos atuar unidos para mudar esta realidade”, disse Reginaldo.

Eduardo Henrique detalhou que livros, as caixas de papelão que armazena compras online, o papel-toalha, o papel higiênico, as fraldas descartáveis, dentre outros, são todos produtos considerados indispensáveis vindos da preciosa celulose que se tornou uma matéria-prima muito presente na vida cotidiana da maioria das pessoas.

Betinho aprovou a iniciativa de unificar cada vez mais a luta no setor, que deve estar em sintonia com a atual conjuntura econômica e política do país, que tem favorecido o seguimento que mais investe em suas indústrias, porém, tais investimentos não acompanham e nem contemplam a qualidade do emprego e renda da categoria.


Fonte:  Comunicação NCST/SP - 25/02/2025


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