Com aprovação massiva em todo o Brasil, a greve nacional petroleira começa nesta segunda-feira, 15, com os trabalhadores e as trabalhadoras do Sistema Petrobrás mobilizados por um Acordo Coletivo de Trabalho forte e uma justa distribuição da riqueza gerada, pelo fim dos equacionamentos da Petros (PEDs) e pelo reconhecimento da Pauta pelo Brasil Soberano, com suspensão dos desimplantes forçados e das demissões sem justificativas no E&P. A luta é para conquistar esses três eixos de luta aprovados pela categoria e por um basta aos ataques e às ações unilaterais da gestão Magda.
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Para organizar o início do movimento paredista, a FUP está realizando nesta sexta-feira, 12, reuniões com as direções sindicais dos diversos segmentos da empresa. Pela manhã, os sindicatos discutiram orientações e encaminhamentos para a greve nas unidades de refino e, ao longo, do dia, o Sindipetro Norte Fluminense realiza em Macaé o seminário de qualificação de greve, definindo estratégias para as plataformas e as unidades de terra.
A FUP recomenda aos trabalhadores que permaneçam atentos e informados, seguindo, exclusivamente, as orientações de seus sindicatos. Lembrem-se de que quem informa a categoria são as entidades sindicais. A FUP divulgará ainda hoje orientações sobre como agir durante a greve, reforçando que esse é um direito constitucional e que deve ser respeitado pelos gestores.
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É importante ressaltar que todos os 14 sindicatos da FUP estão em plena preparação para a deflagração da greve, cumprindo rigorosamente as determinações legais (Lei de Greve 7.783/89). A unidade, o companheirismo e a solidariedade darão o tom da luta, como ocorreu em tantos outros momentos de enfrentamento que marcam a história da categoria petroleira.
Vamos à luta, conscientes dos nossos direitos e da força que cada petroleiro e cada petroleira representa nessa construção coletiva. Juntos e juntas, somos mais fortes! Rumo à luta, agora é greve!