Em novo artigo sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1, tem como autores sindicalistas e presidentes de centrais sindicais a defesa do sindicato como instrumento para fazer valer os direitos dos trabalhadores.
No artigo é enfatizada a luta histórica do movimento sindical brasileiro pela redução da jornada de trabalho, sem redução de salários.
O texto argumenta que o atual momento que o trabalhador brasileiro vive é reflexo da precarização e desregulamentação intensificadas pela Reforma Trabalhista de 2017.
Os autores defendem a valorização dos sindicatos e das negociações coletivas como ferramentas essenciais para garantir o bem-estar e a dignidade da classe trabalhadora. Além disso, destacam que o tempo livre é um direito fundamental para o desenvolvimento humano e a superação da exploração capitalista.
O artigo tem como autores: Miguel Eduardo Torres (presidente da Força Sindical), Ricardo Patah (presidente da UGT), Antonio Neto (presidente da CSB), João Carlos Gonçalves (Juruna) (secretário-geral da Força Sindical), Francisco Canindé Pegado (secretário-geral da UGT), Álvaro Egea (secretário-geral da CSB).
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