Mais de 300 eletricitários protestaram, nesta segunda-feira (23), em Brasília, em frente à ANEEL, contra a caducidade da Enel SP, reforçando pressão política.
A mobilização reuniu eletricitários que saíram de São Paulo de ônibus e marcou um dia de forte pressão política, articulação institucional e defesa dos empregos no setor.
O ato cobrou transparência da ANEEL e, ao mesmo tempo, alertou sobre impactos da caducidade, especialmente nos empregos, na segurança jurídica e na qualidade dos serviços.
Agenda institucional com Ministros
Durante a agenda, dirigentes reuniram-se com os ministros Luiz Marinho e Alexandre Silveira, apresentando preocupações da categoria e, assim, reforçando a articulação institucional em Brasília.
Na reunião, Chicão entregou a cartilha da categoria e destacou o Plano Verão; além disso, Marinho acionou Silveira para garantir diálogo direto com trabalhadores.
Posteriormente, dirigentes alertaram Alexandre Silveira sobre riscos de decisões precipitadas e, ainda, destacaram impactos negativos para trabalhadores e para o setor elétrico nacional.
Também participaram José Reginaldo e Nelson Bonardi, reforçando a articulação nacional; além disso, o Sindicato protocolou ofício à AGU solicitando audiência com Jorge Messias.
Pela manhã, dirigentes cumpriram agenda institucional e reuniões ministeriais; à tarde, realizaram ato em frente à ANEEL, com palavras de ordem e presença de lideranças sindicais.
Além disso, o Sindicato protocolou ofício solicitando reunião com o ministro Jorge Messias, da Advocacia-Geral da União (AGU), para aprofundar o debate e buscar alternativas responsáveis para o setor elétrico.
A mobilização deu continuidade aos atos anteriores e, dessa forma, fortaleceu a pressão nacional iniciada em São Paulo, onde mais de cinco mil trabalhadores participaram.
Eduardo Annunciato afirmou:
“Foi um dia produtivo em Brasília, com diálogo e mobilização firme; seguimos pressionando a ANEEL e fortalecendo a organização nas bases”.
Após o ato, surgiu informação de encaminhamentos contrários à caducidade por órgão ligado à AGU; assim, o cenário passou a indicar possibilidade de revisão.
Por fim, o Sindicato afirmou que seguirá atuando politicamente e institucionalmente e, portanto, manterá mobilização para garantir decisões responsáveis no setor elétrico brasileiro.