Notícia - Porto Alegre une trabalhadores e servidores contra a escala 6×1

No Dia Nacional de Mobilização, centrais sindicais, sindicatos e movimentos populares ocuparam o Centro de Porto Alegre nesta terça-feira (30). Além disso, defenderam o fim da escala 6×1 e a redução da jornada para 40 horas semanais, sem redução salarial.

A manifestação começou nas proximidades da rodoviária da capital gaúcha e reuniu trabalhadores de diversas categorias. Posteriormente, os participantes seguiram em caminhada até o Palácio Piratini, fortalecendo a mobilização estadual antes da audiência pública marcada no Senado Federal.

Durante a concentração, Bruno Mattos, da União das Associações de Moradores de Porto Alegre (Uampa), convocou a população para fortalecer a mobilização.

De acordo com ele, “Não existe vitória sem luta” e o debate deve “chegar em cada canto” do país.

Além disso, Mattos reafirmou a importância da Consolidação das Leis do Trabalho. Para ele, a defesa da CLT representa “algo inegociável” diante das tentativas de retirada de direitos.

Marcha ao Palácio Piratini

Ao chegar ao Palácio Piratini, a marcha encontrou servidores públicos estaduais mobilizados. Dessa forma, trabalhadores da iniciativa privada e do serviço público unificaram reivindicações em defesa dos direitos sociais.

Os servidores partiram do prédio do Instituto de Previdência do Estado e reforçaram o protesto. Além da jornada menor, manifestaram oposição ao leilão de privatização de serviços nas escolas estaduais.

Representando a Força Sindical-RS, Cláudio Corrêa destacou a importância da unidade entre as centrais para garantir avanços concretos aos trabalhadores brasileiros em todo o país.

“A redução da jornada sem redução salarial e o fim da escala 6×1 representam uma conquista histórica para a classe trabalhadora. Nossa mobilização demonstra que os trabalhadores estão unidos e não vão recuar até que o Senado aprove essa mudança, garantindo mais qualidade de vida, geração de empregos e justiça social”, afirmou Cláudio Corrêa.

As manifestações ocorreram simultaneamente em diversos estados brasileiros. Dessa forma, as centrais ampliam a pressão sobre o Senado para votar a proposta de redução da jornada.


Fonte:  Força Sindical - 01/07/2026

 

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