Hoje, 2 de abril, servidores da Prefeitura de São Paulo entraram em greve para reivindicar reajuste salarial e mudanças no regime previdenciário do município. A paralisação foi aprovada em assembleia realizada pela Aprofem (Sindicato dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo).
Na segunda-feira (31) o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB) falou que a paralisação tem motivações políticas e mostrando porque está colado no bolsonarismo, ameaçou a punir os professores que aderirem ao ato com desconto no salário.
Os trabalhadores realizaram ato em frente a prefeitura na parte da manhã.
Outras entidades laborais que representam os trabalhadores da prefeitura como: Sinpeem (Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo), Sinesp (Sinesp Sindicato Especialistas Ensino Público São Paulo) e Sedin (Sindicato dos Educadores da Infância), aprovaram um outro cronograma de mobilização dos servidores.
Os servidores ligados à Aprofem reivindicam 12,9% de reajuste linear e as demais entidades pedem aumento real de 44% para servidores ativos e aposentados.