Nesta quinta-feira, 12 de março de 2026, trabalhadores do setor elétrico realizaram ato na Praça do Patriarca, no centro de São Paulo, em defesa dos empregos.
Além disso, a mobilização também defendeu a continuidade do serviço de energia elétrica no estado de São Paulo, considerado essencial para a economia e para a população.
O Sindicato dos Eletricitários de São Paulo organizou o ato e, ao mesmo tempo, reuniu diversas entidades sindicais em apoio à mobilização dos trabalhadores.
Entre as entidades participantes estiveram o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes e a Força Sindical, que reforçaram a importância da unidade.
Durante o ato, dirigentes sindicais e trabalhadores destacaram a relevância estratégica do setor elétrico e, portanto, defenderam empregos, direitos e qualidade no serviço prestado à população.
Eduardo Annunciatto (Chicão), presidente do Sindicato dos Eletricitários de SP, ressaltou que o ato foi realizado para defender não apenas os trabalhadores eletricitários, mas também a qualidade do serviço prestado à população.
“Energia elétrica é um serviço essencial e precisa ser tratada com responsabilidade. Qualquer decisão sobre a concessão da Enel deve considerar os impactos no sistema elétrico, na segurança energética e, principalmente, nos empregos de milhares de profissionais do setor.”
Os eletricitários defenderam diálogo com autoridades, planejamento responsável e soluções que garantam segurança energética, manutenção dos postos de trabalho e atendimento adequado.
Jorge Carlos de Morais (Araken), secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi destacou que a categoria dos eletricitários é uma das mais importantes do Brasil e do mundo, porque sem energia nada funciona.
“Nós precisamos mostrar ao governo e às empresas que com trabalhador não se brinca. É preciso respeito pelos profissionais e pelas suas famílias. Os metalúrgicos de São Paulo estão juntos nessa luta e quantas vezes for necessário estaremos ao lado dos eletricitários, defendendo o trabalho, o sustento das famílias e os direitos da classe trabalhadora”, afirmou Araken.