Notícia - Papeleiros e papeleiras de Mogi elegerão nova direção sindical nesta semana

Nos dias 28 e 29 de abril, os papeleiros e papeleiras de Mogi das Cruzes e região deverão ir às urnas para eleger a nova diretoria do sindicato.

A Chapa Única, encabeçada por Márcio Cruz, o Bob, é composta por 27 membros e conta com quase 30% de renovação. “As principais fábricas contam com representação na Chapa e isso é fruto de um intenso trabalho de base desenvolvido nos últimos anos”, destacou Bob.

Sob o slogan “Inovar, Lutar e Conquistar”, a Chapa 1 apresenta uma plataforma voltada para uma aproximação e interação ainda maiores da entidade com a base, destacando em seus compromissos questões como comunicação, ampliação de serviços, luta em defesa dos direitos já conquistados, renda, emprego, equidade de gênero, fortalecimento das redes de trabalhadores e outras formas de organização, dentre outras pautas.

A Chapa 1 conta com apoio de entidades como Central Única dos Trabalhadores, CUT, Confederação Nacional dos Químicos, CNQ, Sindicato Nacional dos Papeleiros, SINAP, Federação dos Trabalhadores/as Químicos do Estado de São Paulo, Fetquim, e Federação dos Papeleiros de São Paulo e Mato Grosso do Sul.

“Trata-se de um sindicato que é referência nacional e internacional na organização e luta dos papeleiros. A Chapa 1 tem a representatividade e a experiência necessárias para liderar a categoria frente aos enormes desafios do próximo período”, declarou Geralcino Teixeira, presidente da CNQ.

A IndustriALL Global Union, organização à qual o Sindicato dos Papeleiros de Mogi das Cruzes e região é filiado, também apoia a Chapa 1.

Desafios

Mesmo sendo um dos setores que mais cresceu durante a pandemia, a indústria de papel e papelão apresenta desafios imensos para a ação sindical. A organização em nível nacional em grandes empresas como Klabin e Suzano, por exemplo, é vista como uma ferramenta importante para alcançar igualdade nas relações de trabalho. Neste sentido, a consolidação das redes sindicais de trabalhadores é apontada como uma das prioridades da Chapa 1.

Outra questão chave se refere à conjuntura política do país. “Temos total compreensão que a vida dos trabalhadores e das trabalhadoras não vai melhorar se não elegermos Lula. Não adianta conquistarmos reajuste e benefícios para a categoria se a carestia, o desemprego, a destruição dos serviços públicos e do meio ambiente, dentre outras marcas do governo Bolsonaro, não forem derrotadas nas urnas em outubro desse ano”, aponta Bob.


Fonte:  João Andrade - Sindicato dos Papeleiros de Mogi das Cruzes e região - 26/04/2022


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