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        <title>Portal Mundo Sindical - Noticias sobre Sindicalismo</title> 
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        <description>Sindicalismo levado a serio!</description> 
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        <copyright>MUNDO SINDICAL 2026</copyright>
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            <title>Portal Mundo Sindical - Sindicalismo levado a serio!</title>
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                        <title>SINTRANOREG-MG filia-se à Fesmig e à Central dos Sindicatos Brasileiros</title> 
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                    <title>SINTRANOREG-MG filia-se à Fesmig e à Central dos Sindicatos Brasileiros</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69464</link>
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                        <![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Nesta segunda-feira (6), o Sindicato dos Trabalhadores dos Servi&ccedil;os Notariais e de Registros de Minas Gerais (SINTRANOREG-MG) oficializou sua filia&ccedil;&atilde;o &agrave; Federa&ccedil;&atilde;o dos Servidores P&uacute;blicos de Minas Gerais (Fesmig) e sua ades&atilde;o &agrave; Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB). A decis&atilde;o marca uma nova etapa na organiza&ccedil;&atilde;o sindical da categoria e refor&ccedil;a a busca por maior representatividade nos &acirc;mbitos estadual e nacional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A reuni&atilde;o contou com a presen&ccedil;a do vice-presidente da CSB e presidente da Fesmig, Hely Aires da Silva, e do diretor Paulo Soares, que acompanharam a formaliza&ccedil;&atilde;o da parceria.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para o SINTRANOREG/MG, a aproxima&ccedil;&atilde;o com a Federa&ccedil;&atilde;o e com a Central amplia as possibilidades de articula&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e sindical em defesa dos trabalhadores dos servi&ccedil;os notariais e de registros. Durante o encontro, o presidente da entidade, Nilo Furtado, destacou que a filia&ccedil;&atilde;o representa um passo estrat&eacute;gico para o fortalecimento da entidade.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&ldquo;Acreditamos que a uni&atilde;o com a Fesmig ser&aacute; fundamental para o crescimento da nossa entidade e para a defesa dos direitos dos trabalhadores&rdquo;, afirmou</p>
</blockquote>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CSB</author>
                </item>
            
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                        <title>Dia da Luta Operária: com música e casa cheia, sindicalismo homenageia seus lutadores</title> 
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                    <title>Dia da Luta Operária: com música e casa cheia, sindicalismo homenageia seus lutadores</title> 
                    <description>O Dia da Luta Operária é marcado por um ato político em São Paulo. Conheça os acontecimentos e as personalidades envolvidas</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69463</link>
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                        <![CDATA[<p>Centrais sindicais e entidades promoveram, nesta quinta-feira, 9 de julho, ato pol&iacute;tico em S&atilde;o Paulo para celebrar o Dia da Luta Oper&aacute;ria nacional e internacional.</p>
<p>Realizada no SINPDP, localizado na Avenida Ang&eacute;lica, 35, em Santa Cec&iacute;lia, a atividade come&ccedil;ou &agrave;s 9 horas, com m&uacute;sica de Paulinho, Luiz e Bruno do MPB Show.</p>
<p>&Agrave;s 10 horas come&ccedil;ou a atividade pol&iacute;tica que foi apresentada por M&ocirc;nica Veloso, diretora do Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de Osasco, e V&iacute;tor Imafuku, assessor da Central dos Sindicatos Brasileiros (<a href="https://csb.org.br/">CSB</a>)</p>
<p>O primeiro a fazer a sauda&ccedil;&atilde;o foi o deputado estadual do PT, Ant&ocirc;nio Donato. Autor da lei que instituiu o Dia da Luta Oper&aacute;ria, Donato agradeceu e fez um retrospecto das comemora&ccedil;&otilde;es, que come&ccedil;aram em 2017.</p>
<p>Emocionado, Ant&ocirc;nio Neto, presidente da CSB e anfitri&atilde;o neste ano, tamb&eacute;m fez sua sauda&ccedil;&atilde;o ressaltando que a casa estava cheia e que isso &eacute; importante para a valoriza&ccedil;&atilde;o da luta oper&aacute;ria. Tamb&eacute;m participou da abertura, o jornalista e especialista em hist&oacute;ria oper&aacute;ria e sobre a Greve de 1917, Jos&eacute; Luiz Del Roio.</p>
<p>A celebra&ccedil;&atilde;o deste ano marca os 140 anos da greve de 1886, em Chicago, mobiliza&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica que deu origem &agrave;s comemora&ccedil;&otilde;es do Primeiro de Maio.</p>
<h2>Homenagens</h2>
<p>A partir de ent&atilde;o, seguiram-se as premia&ccedil;&otilde;es. Em mem&oacute;ria foram premiados:</p>
<p>Nair Goulart (ex-diretora do Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de S&atilde;o Paulo). Ricardo Patah, presidente da <a href="https://www.ugt.org.br/">UGT</a>, entregou placa para Tiago Goulart, filho de Nair.</p>
<p>Rubens Romano (Ex-presidente do Sindicato dos Comerci&aacute;rios de S&atilde;o Paulo). Seus familiares receberam a placa das m&atilde;os de Renato Zulato, secret&aacute;rio geral da <a href="https://www.cut.org.br/">CUT</a>.</p>
<p>Waldemar Rossi e C&eacute;lia Rossi (Ele foi uma importante lideran&ccedil;a da Pastoral Oper&aacute;ria e da Oposi&ccedil;&atilde;o Sindical Metal&uacute;rgica de SP, e ela foi uma importante educadora popular, que atuou no movimento de sa&uacute;de da Zona Leste da capital). Filhos do casal receberam a homenagem de Luiz Carlos Prates, Mancha (da dire&ccedil;&atilde;o nacional do <a href="https://cspconlutas.org.br/">Conlutas</a>).</p>
<p>Paulo Frateschi, (Professor e sindicalista, fundador do PT e ex-deputado estadual. Seus familiares receberam a homenagem das m&atilde;os de Rene Vicente, presidente da <a href="https://www.ctb.org.br/">CTB</a>-SP, e Antonio Donato, deputado estadual e autor da Lei do Dia da Luta Oper&aacute;ria. Na ocasi&atilde;o, o ativista pelos direitos humanos, Adriano Diogo, tamb&eacute;m lembrou da luta pol&iacute;tica e da resist&ecirc;ncia sob a repress&atilde;o da ditadura ao lado de Frateschi.</p>
<p>Idibal Piveta (Advogado, jornalista e dramaturgo, conhecido como C&eacute;sar Vieira. Defensor de presos pol&iacute;ticos durante a ditadura). Maricler Real, secretaria geral da <a href="https://www.publica.org.br/noticias/reforma/publica-e-entidades-representativas-de-servidores-publicos-lancam-nota-publica-contra-a-pec-662023/">P&uacute;blica Central do Servidor</a>, entregou a placa para seus familiares.</p>
<h2>Homenagens especiais</h2>
<p><a href="https://radiopeaobrasil.com.br/condenacao-de-ze-maria-do-pstu-e-vista-como-censura-e-ataque-a-liberdade-de-expressao/">Jos&eacute; Maria de Almeida</a> (metal&uacute;rgico, do Conlutas e PSTU, e lideran&ccedil;a sindical e pol&iacute;tica) recebeu a placa em sua homenagem das m&atilde;os de Antonio de Sousa Ramalho, presidente do Sindicato da Constru&ccedil;&atilde;o Civil de SP e vice-presidente da For&ccedil;a Sindical. Em seu discurso, Z&eacute; Maria agradeceu e tamb&eacute;m lembrou da persegui&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica que sobre por sua luta em defesa da Palestina.</p>
<p>O hist&oacute;rico jornalista Paulo Cannabrava, um ativo combatente contra a repress&atilde;o e pelos direitos humanos, recebeu a placa de reconhecimento do presidente da <a href="https://www.ncst.org.br/">Nova Central Sindical</a> S&atilde;o Paulo, Nailton Porreta.</p>
<h2>Trof&eacute;u Jos&eacute; Martinez</h2>
<p>Os homenageados principais deste ano, que receberam o Trof&eacute;u Jos&eacute; Martinez foram a cartunista Laerte Coutinho, uma das maiores refer&ecirc;ncias da cultura brasileira, e Aur&eacute;lio Peres, metal&uacute;rgico, fil&oacute;sofo e ex-deputado federal, destacou-se na Pastoral Oper&aacute;ria, no Movimento do Custo de Vida e na luta contra a ditadura militar.</p>
<p>Por motivo de sa&uacute;de eles n&atilde;o puderam comparecer ao evento.</p>
<p>Nilza Pereira, secret&aacute;ria geral da Interssindical central de trabalhadores, entregou o Trof&eacute;u de Laerte para o diretor do Iiep, Sebasti&atilde;o Neto, e para a secret&aacute;ria da mulher da For&ccedil;a Sindical, Maria Auxiliadora.</p>
<p>Ant&ocirc;nio Neto, presidente da CSB, entregou o Trof&eacute;u para os familiares de Aur&eacute;lio Peres.</p>
<p>Criado para celebrar o Dia da Luta Oper&aacute;ria, o Trof&eacute;u Jos&eacute; Martinez &eacute; um busto em bronze concebido pelo artista pl&aacute;stico Enio Squeff, em mem&oacute;ria ao sapateiro anarco-sindicalista Jos&eacute; Martinez morto no dia 9 de julho de 1917, por soldados da antiga For&ccedil;a P&uacute;blica na Greve Geral de 1917.</p>
<h2>A internacional</h2>
<p>No final do evento os m&uacute;sicos voltaram ao palco e foram chamados tamb&eacute;m os organizadores para cantar A Internacional. &Eacute; tradi&ccedil;&atilde;o do Dia da Luta Oper&aacute;ria encerrar os eventos com o hino comunista.</p>
<p>A programa&ccedil;&atilde;o reuniu dirigentes, trabalhadores e representantes de diferentes organiza&ccedil;&otilde;es para preservar a mem&oacute;ria das lutas oper&aacute;rias e fortalecer a unidade do movimento sindical.</p>
<p>O p&uacute;blico poder&aacute; acompanhar a grava&ccedil;&atilde;o pelo canal <a href="https://www.youtube.com/TvComerciarios">TV Comerci&aacute;rios</a> no YouTube, ampliando o alcance das homenagens e da celebra&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica nacional.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
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                        <title>Professores de SP e RS travam lutas contra a privatização da educação pública. Todo apoio!</title> 
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                    <title>Professores de SP e RS travam lutas contra a privatização da educação pública. Todo apoio!</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69462</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Os professores da rede estadual em S&atilde;o Paulo reuniram-se em frente &agrave; Alesp (Assembleia Legislativa de SP), nesta ter&ccedil;a-feira (7), em protesto contra o Projeto de Lei 1316. A proposta, que promove uma reforma administrativa para atacar os docentes, tiinha previs&atilde;o para ser votada na Casa, por&eacute;m com a manifesta&ccedil;&atilde;o da categoria, a vota&ccedil;&atilde;o foi suspensa. Ainda n&atilde;o h&aacute; uma nova data, mas os companheiros e companheiras seguir&atilde;o mobilizados.</p>
<p>&ldquo;Mesmo em nosso primeiro dia de f&eacute;rias, a categoria se mobilizou e conseguiu tirar da vota&ccedil;&atilde;o o PL1316&rdquo;, explica a Professora Cris Banhol, do coletivo Reviravolta na Educa&ccedil;&atilde;o, filiado &agrave; CSP-Conlutas. &ldquo;Esta &eacute; uma conquista que mostra que essa reforma pode ser derrotada&rdquo;, disse.</p>
<p>&ldquo;Temos que seguir na luta para dar um basta nos ataques de Tarc&iacute;sio de Freitas e para pressionar a dire&ccedil;&atilde;o da Apeoesp a avan&ccedil;ar nessa luta sem ter a ilus&atilde;o nos acordos com a Alesp ou com o governo que nos ataca&rdquo;, afirmou.&nbsp;</p>
<p><span><strong>Reforma para aprofundar ataques</strong></span></p>
<p>O PL1316 altera oito leis ao mesmo tempo, retirando direitos e tamb&eacute;m reorganizando a rede estadual de ensino. O objetivo &eacute; dar car&aacute;ter de lei ao modelo de gest&atilde;o catastr&oacute;fico que est&aacute; sendo utilizado em S&atilde;o Paulo atrav&eacute;s de portarias e resolu&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Os crit&eacute;rios da evolu&ccedil;&atilde;o funcional, por exemplo, estariam submetidos &agrave;s metas estabelecidas pelo governo de Tarc&iacute;sio e pelo secret&aacute;rio de Educa&ccedil;&atilde;o Renato Feder.</p>
<p>Apesar deles venderem a ideia de que o mecanismo serve para a valoriza&ccedil;&atilde;o profissional, o que se v&ecirc; &eacute; a abertura para remo&ccedil;&otilde;es compuls&oacute;rias de diretores, professores e supervisores de suas escolas.</p>
<p>Na pr&aacute;tica &eacute; a institucionaliza&ccedil;&atilde;o do ass&eacute;dio como pol&iacute;tica de gest&atilde;o. Quem n&atilde;o cumpre metas pode perder sua escola, sua estabilidade e at&eacute; mesmo a possibilidade de progress&atilde;o na carreira.</p>
<p><span><strong>Tudo em nome da privatiza&ccedil;&atilde;o</strong></span></p>
<p>A destrui&ccedil;&atilde;o da carreira e da autonomia pedag&oacute;gica dos professores, que ficam cada vez mais amarrados &agrave;s metas e &agrave;s plataformas digitais, &eacute; um projeto do governo para levar &agrave; privatiza&ccedil;&atilde;o do ensino p&uacute;blico.</p>
<p>Como explica a professora Cris: &ldquo;Para colocar a educa&ccedil;&atilde;o a servi&ccedil;o dos interesses do mercado cada vez mais precarizado, &eacute; preciso transformar profissionais com estabilidade, forma&ccedil;&atilde;o e autonomia em trabalhadores submetidos a metas, plataformas, avalia&ccedil;&otilde;es permanentes e constante inseguran&ccedil;a funcional&rdquo;, disse.</p>
<p>Tarc&iacute;sio de Freitas deixa de lado a qualifica&ccedil;&atilde;o dos professores e melhorias na estrutura da Educa&ccedil;&atilde;o para ter profissionais cada vez mais adaptados ao modelo pedag&oacute;gico que pretende impor &agrave; rede.</p>
<p><span><strong>Rio Grande do Sul: N&atilde;o venda minha escola!</strong></span></p>
<p>No Rio Grande do Sul, os professores da rede estadual est&atilde;o com a campanha "N&atilde;o venda minha escola!". A mobiliza&ccedil;&atilde;o ocorre diante da possibilidade de 98 escolas p&uacute;blicas irem a leil&atilde;o no pr&oacute;ximo dia 23 de julho.&nbsp;</p>
<p>A luta come&ccedil;ou ainda em junho, quando uma greve geral da educa&ccedil;&atilde;o, no &uacute;ltimo dia 26, fez com que o leil&atilde;o fosse remarcado. No estado ga&uacute;cho, o projeto de privatiza&ccedil;&atilde;o &eacute; capitaneado pelo governo de Eduardo Leite (PSD).</p>
<p>Na sexta-feira (10), a categoria ir&aacute; realizar uma assembleia geral para definir novos dias de greve. A expectativa &eacute; que as companheiras e companheiros aprovem paralisa&ccedil;&otilde;es nos dias 16 e 23, quando deve ocorrer o leil&atilde;o.</p>
<p><span><strong>Todo apoio</strong></span></p>
<p>A CSP-Conlutas est&aacute; na linha de frente da luta contra a privatiza&ccedil;&atilde;o da Educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica em todo o pa&iacute;s. &Eacute; fundamental fortalecer as manifesta&ccedil;&otilde;es e dialogar sobre a import&acirc;ncia de barrar esse processo com a popula&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>H&aacute; tamb&eacute;m projetos que atacam o servi&ccedil;o p&uacute;blico desde Bras&iacute;lia, sob a batuta do governo Lula, que mant&eacute;m o dom&iacute;nio das funda&ccedil;&otilde;es privadas, como a funda&ccedil;&atilde;o Lemman, no MEC, financia a privatiza&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do BNDES e negocia no andar de cima diferentes projetos de Reforma Administrativa, a servi&ccedil;o do Arcabou&ccedil;o Fiscal. Por isso, &eacute; urgente unificar as lutas contra o desmonte do servi&ccedil;o e da educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica em todo o pa&iacute;s.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CSP-CONLUTAS</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>A 10 dias do recesso, Alcolumbre trava fim da escala 6x1 e empurra debate para depois das eleições</title> 
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                    <title>A 10 dias do recesso, Alcolumbre trava fim da escala 6x1 e empurra debate para depois das eleições</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69461</link>
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                        <![CDATA[<p>Faltando menos de dez dias para o in&iacute;cio do recesso parlamentar, previsto para 18 de julho, a PEC do fim da escala 6x1 e da redu&ccedil;&atilde;o da jornada segue engavetada pelo presidente do Senado Davi Alcolumbre. A proposta sequer foi enviada &agrave; CCJ (Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o de Justi&ccedil;a) e n&atilde;o tem relator, nem calend&aacute;rio de vota&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A situa&ccedil;&atilde;o &eacute; express&atilde;o da t&aacute;tica de Alcolumbre, em conluio com setores patronais, de jogar o debate e uma eventual vota&ccedil;&atilde;o da PEC apenas para depois das elei&ccedil;&otilde;es, abrindo espa&ccedil;o para altera&ccedil;&otilde;es que podem reduzir o alcance da medida ou at&eacute; inviabilizar sua aprova&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Sem a press&atilde;o eleitoral, os parlamentares da direita e do Centr&atilde;o poder&atilde;o votar contra a PEC ou defender abertamente propostas das empresas, sem o risco de perder voto dos trabalhadores.</p>
<p>Acusado de ser inimigo da classe trabalhadora e cobrado a encaminhar a PEC para a CCJ, Alcolumbre reagiu com irrita&ccedil;&atilde;o e, em nota divulgada nesta ter&ccedil;a-feira (7), afirmou que n&atilde;o aceitar&aacute; "amea&ccedil;as" ou "tentativas de intimida&ccedil;&atilde;o" e refor&ccedil;ou que a defini&ccedil;&atilde;o da pauta legislativa &eacute; prerrogativa da Presid&ecirc;ncia da Casa.</p>
<p><span><strong>Levantamento do Minist&eacute;rio abre caminho para exce&ccedil;&otilde;es</strong></span></p>
<p>Outro elemento que acende o alerta &eacute; o estudo elaborado pelo Minist&eacute;rio do Trabalho que identificou 17 atividades profissionais que exigiriam regulamenta&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica caso a PEC seja aprovada. A informa&ccedil;&atilde;o foi divulgada pelo jornal O Globo. Entre as categorias listadas est&atilde;o radialistas, atletas, m&atilde;es sociais, aeronautas, vigilantes, trabalhadores avulsos, rurais, trabalhadores em turnos de revezamento, motoristas, jornalistas, trabalhadores de minas subterr&acirc;neas e empregados submetidos &agrave; escala 12x36.</p>
<p>Embora algumas dessas atividades, de fato, possuam caracter&iacute;sticas espec&iacute;ficas que demandam regras pr&oacute;prias, tamb&eacute;m est&atilde;o na lista categorias como comerci&aacute;rios, trabalhadores rurais, motoristas, operadores de telemarketing e trabalhadores dom&eacute;sticos, ou seja, justamente setores que mais sofrem com a escala 6x1 e que estiveram na linha de frente pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, o levantamento do governo abre espa&ccedil;o para negocia&ccedil;&otilde;es sobre quem ter&aacute; acesso integral ao novo direito, quem ter&aacute; acesso parcial e quem poder&aacute; permanecer submetido a jornadas exaustivas.</p>
<p><span><strong>Elite sonha com volta do trabalho escravo</strong></span></p>
<p>A audi&ecirc;ncia p&uacute;blica no Senado realizada na semana passada (1/7) mostrou que a disputa em torno do fim da escala 6x1 contrap&otilde;e interesses completamente opostos: de um lado, empres&aacute;rios que se negam a abrir m&atilde;o da explora&ccedil;&atilde;o e garantir condi&ccedil;&otilde;es dignas de trabalho; de outro, trabalhadores que querem o fim dessa escala desumana e a redu&ccedil;&atilde;o da jornada para ter o direito a uma vida al&eacute;m do trabalho.</p>
<p>Representantes empresariais voltaram a atacar o fim da escala 6x1 e defender mecanismos de flexibiliza&ccedil;&atilde;o, alegando supostos impactos econ&ocirc;micos e dificuldades de adapta&ccedil;&atilde;o. Uma das cenas inusitadas do evento foi protagonizado por Luciana Freire, diretora jur&iacute;dica da Fiesp (Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado de S&atilde;o Paulo), que afirmou ser contra o fim da escala 6x1, pois &ldquo;aos s&aacute;bados gosta de ir ao sal&atilde;o de beleza&rdquo;.</p>
<p>Pura burrice ou m&aacute; f&eacute;, o argumento ignora o fato de que existem escalas de trabalho e turnos e que garantir o merecido descanso de dois dias aos trabalhadores n&atilde;o vai impedir que o com&eacute;rcio funcione no final de semana. Mais do que isso, expressa o cinismo da elite que sonha com a volta do trabalho escravo.</p>
<p><span><strong>Concilia&ccedil;&atilde;o vai levar &agrave; derrota. &Eacute; preciso luta</strong></span></p>
<p>A luta pelo fim da escala 6x1 tornou-se uma das principais bandeiras da classe trabalhadora brasileira nos &uacute;ltimos anos e isso &eacute; que levou &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o da PEC na C&acirc;mara dos Deputados. Essa primeira conquista n&atilde;o foi resultado de acordos de gabinete, mas da press&atilde;o nas redes sociais e nas ruas exercida pelos trabalhadores.</p>
<p>Por isso, privilegiar a via das negocia&ccedil;&otilde;es institucionais sem apostar na mobiliza&ccedil;&atilde;o direta &eacute; um erro que poder&aacute; custar caro aos trabalhadores.Na semana passada, ap&oacute;s reuni&atilde;o realizada a portas fechadas com Alcolumbre, integrantes da base governista e dirigentes sindicais chegaram a elogiar uma suposta disposi&ccedil;&atilde;o do Senado em aprovar a pauta.</p>
<p>&ldquo;As centrais sindicais, Frentes e o VAT precisam romper com a estrat&eacute;gia de limitar a luta &agrave; press&atilde;o parlamentar e colocar toda sua for&ccedil;a na organiza&ccedil;&atilde;o de assembleias, paralisa&ccedil;&otilde;es e mobiliza&ccedil;&otilde;es nacionais. &Eacute; preciso preparar uma greve geral capaz de impor ao Senado aquilo que ele n&atilde;o pretende conceder de boa vontade&rdquo;, afirma Renata Fran&ccedil;a, ativista da CSP-Conlutas e da luta pelo fim da escala 6x1.</p>
<p>Com o recesso parlamentar se aproximando e sem qualquer garantia de vota&ccedil;&atilde;o no Senado, o fato &eacute; cresce o risco de que a proposta seja empurrada para depois das elei&ccedil;&otilde;es ou retorne ao debate j&aacute; desfigurada por exce&ccedil;&otilde;es e concess&otilde;es aos interesses empresariais.</p>
<p>A CSP-Conlutas segue defendendo que o caminho para o fim da escala 6x1 e a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho para 40h semanais para j&aacute;, sem transi&ccedil;&atilde;o - rumo &agrave;s 36h semanais e escala 4x3 - , &eacute; com mobiliza&ccedil;&atilde;o nas ruas e nos locais de trabalho em todo o pa&iacute;s.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CSP-CONLUTAS</author>
                </item>
            
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                        <title>Nova CTB Maranhão recebe secretário-geral da CTB para fortalecer organização sindical e debater o fim da escala 6×1</title> 
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                    <title>Nova CTB Maranhão recebe secretário-geral da CTB para fortalecer organização sindical e debater o fim da escala 6×1</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69460</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A Nova CTB Maranh&atilde;o recebeu a visita do secret&aacute;rio-geral da CTB Nacional, Ronaldo Leite, em um importante momento de di&aacute;logo e fortalecimento da atua&ccedil;&atilde;o da Central no estado. O encontro discutiu o alinhamento das a&ccedil;&otilde;es locais &agrave;s diretrizes nacionais e amplia&ccedil;&atilde;o da mobiliza&ccedil;&atilde;o em defesa dos direitos da classe trabalhadora.</p>
<p>Entre os principais temas debatidos esteve a campanha pelo fim da escala 6&times;1, pauta que vem ganhando for&ccedil;a em todo o pa&iacute;s e que busca garantir melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, mais qualidade de vida e valoriza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores.</p>
<p>A reuni&atilde;o tamb&eacute;m refor&ccedil;ou o compromisso da Nova CTB Maranh&atilde;o com a unidade do movimento sindical e com a constru&ccedil;&atilde;o de uma atua&ccedil;&atilde;o cada vez mais articulada &agrave;s orienta&ccedil;&otilde;es da CTB Nacional, fortalecendo as lutas em defesa do emprego, dos direitos trabalhistas e da democracia.</p>
<p>Para o presidente da Nova CTB Maranh&atilde;o, F&aacute;bio Orlan, o encontro representa um passo importante para consolidar a atua&ccedil;&atilde;o da Nova CTB.</p>
<p>&ldquo;Receber o companheiro Ronaldo Leite &eacute; motivo de grande satisfa&ccedil;&atilde;o. Esse di&aacute;logo fortalece a nossa organiza&ccedil;&atilde;o e reafirma o compromisso da Nova CTB Maranh&atilde;o com as diretrizes da CTB Nacional. Sa&iacute;mos deste encontro ainda mais unidos para ampliar a mobiliza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores maranhenses e defender pautas fundamentais, como o fim da escala 6&times;1, que representa mais dignidade, sa&uacute;de e qualidade de vida para a classe trabalhadora&rdquo;, pontuou F&aacute;bio Orlan.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CTB</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Metalúrgicos da BYD em Camaçari-BA não se intimidam e exigem 15% de reajuste</title> 
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                    <title>Metalúrgicos da BYD em Camaçari-BA não se intimidam e exigem 15% de reajuste</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69459</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de Cama&ccedil;ari realizou, nesta quinta-feira (9), uma assembleia com os trabalhadores e as trabalhadoras da BYD para discutir a campanha salarial e os rumos da negocia&ccedil;&atilde;o com a empresa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mesmo diante da presen&ccedil;a de tr&ecirc;s viaturas da Pol&iacute;cia Militar, policiais armados e representantes da empresa circulando entre a categoria durante a atividade, a mobiliza&ccedil;&atilde;o foi mantida. Na assembleia, os trabalhadores aprovaram a pauta que ser&aacute; apresentada &agrave; dire&ccedil;&atilde;o da BYD, reivindicando reajuste salarial de 15% e vale-alimenta&ccedil;&atilde;o no valor de R$ 850.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os funcion&aacute;rios do primeiro turno decidiram encerrar as atividades e retornar para casa em protesto contra a postura adotada pela empresa durante a mobiliza&ccedil;&atilde;o. A categoria permanece mobilizada e aguarda a continuidade das negocia&ccedil;&otilde;es.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o vice-presidente da CTB Bahia e dirigente do Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de Cama&ccedil;ari, J&uacute;lio Bonfim, a tentativa de intimida&ccedil;&atilde;o n&atilde;o enfraquecer&aacute; a organiza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">&ldquo;A entidade repudia qualquer tentativa de intimida&ccedil;&atilde;o e reafirma que continuar&aacute; defendendo a liberdade sindical, o direito de organiza&ccedil;&atilde;o da categoria e uma negocia&ccedil;&atilde;o s&eacute;ria, respeitosa e compat&iacute;vel com a import&acirc;ncia dos trabalhadores para o desenvolvimento da BYD em Cama&ccedil;ari&rdquo;, afirmou o dirigente.</p>
</blockquote>
<p>A CTB Bahia manifesta solidariedade aos trabalhadores da BYD e reafirma seu compromisso com a defesa da liberdade de organiza&ccedil;&atilde;o sindical, do direito &agrave; negocia&ccedil;&atilde;o coletiva e da valoriza&ccedil;&atilde;o da categoria metal&uacute;rgica.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CTB</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Comissão de Constituição e Justiça aprova redução da jornada de trabalho de pais de pessoas com deficiência</title> 
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                    <title>Comissão de Constituição e Justiça aprova redução da jornada de trabalho de pais de pessoas com deficiência</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69458</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a e de Cidadania (CCJ) da C&acirc;mara dos Deputados aprovou, em <span id="4322" class="termoGlossario">car&aacute;ter conclusivo</span>, proposta que prev&ecirc; a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho, sem preju&iacute;zo salarial, para pais de pessoas com defici&ecirc;ncia.&nbsp;</p>
<p>O texto poder&aacute; seguir diretamente para an&aacute;lise do Senado, a menos que haja recurso para vota&ccedil;&atilde;o, antes, pelo Plen&aacute;rio da C&acirc;mara.</p>
<p><strong>Parecer favor&aacute;vel</strong><br /> O relator, deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), apresentou parecer favor&aacute;vel ao Projeto de Lei 2458/25, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), e &agrave;s <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1221963-comissao-aprova-reducao-de-jornada-para-pais-de-pessoas-com-deficiencia/">altera&ccedil;&otilde;es feitas pela Comiss&atilde;o de Defesa dos Direitos das Pessoas com Defici&ecirc;ncia</a>.</p>
<p>A principal mudan&ccedil;a foi a amplia&ccedil;&atilde;o do benef&iacute;cio. Na vers&atilde;o original, o direito era destinado apenas a empregados que tivessem dependentes com transtorno do espectro autista (TEA) ou s&iacute;ndrome de Down. O texto aprovado estende a medida para todos os dependentes com defici&ecirc;ncia.</p>
<p>"O projeto promove a prote&ccedil;&atilde;o integral de crian&ccedil;as e adolescentes com defici&ecirc;ncia, na medida em que seus respons&aacute;veis legais ter&atilde;o garantido mais tempo para o exerc&iacute;cio do cuidado, sem preju&iacute;zo da remunera&ccedil;&atilde;o pelo trabalho externo necess&aacute;rio para o sustento familiar", afirmou.</p>
<p><strong>Avalia&ccedil;&atilde;o biopsicossocial</strong><br /> O texto aprovado altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-5452-1-maio-1943-415500-norma-pe.html">Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho (CLT)</a> para assegurar aos empregados que cuidam de dependentes com defici&ecirc;ncia o direito &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem corte no sal&aacute;rio.</p>
<p>A necessidade e o percentual da redu&ccedil;&atilde;o da jornada ser&atilde;o definidos por avalia&ccedil;&atilde;o biopsicossocial, realizada pelo menos a cada dois anos. Conforme o resultado, o benef&iacute;cio poder&aacute; ser ampliado, mantido, reduzido ou suspenso.</p>
<p><strong>Debate<br /> </strong>Durante a discuss&atilde;o da proposta, a deputada Soraya Santos (PL-RJ) defendeu crit&eacute;rios para a concess&atilde;o do benef&iacute;cio.</p>
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer">"Esse projeto &eacute; important&iacute;ssimo para as m&atilde;es at&iacute;picas, que precisam ter mais tempo dentro de casa, mas me cabe aqui fazer um alerta. Esse tipo de benef&iacute;cio deveria sempre vir com um crit&eacute;rio de avalia&ccedil;&atilde;o [para evitar fraudes]", disse.</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Agência Câmara de Notícias / Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados </author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Receita libera consulta a lote especial de cashback do IR nesta quarta</title> 
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                    <title>Receita libera consulta a lote especial de cashback do IR nesta quarta</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69457</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><strong>A Receita Federal abre &agrave;s 9h desta quarta-feira (8) a consulta ao primeiro lote especial de restitui&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica do Imposto de Renda da Pessoa F&iacute;sica (IRPF), modalidade chamada pelo &oacute;rg&atilde;o de "<em>cashback</em>". Ao todo, 3.551.101 contribuintes ser&atilde;o beneficiados nesta etapa, que soma cerca de R$ 460 milh&otilde;es em restitui&ccedil;&otilde;es.</strong></p>
<p>O pagamento ser&aacute; realizado em 15 de julho, diretamente na conta vinculada &agrave; chave Pix do tipo CPF do contribuinte.</p>
<h2>Quem recebe</h2>
<p>O lote contempla pessoas n&atilde;o obrigadas a apresentar a declara&ccedil;&atilde;o do Imposto de Renda de 2025 e, por isso, n&atilde;o enviaram o documento. Ainda assim, tiveram imposto retido na fonte ao longo de 2024 e passaram a ter direito &agrave; restitui&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Para identificar esses casos, a Receita utiliza informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis em suas bases de dados para gerar automaticamente uma declara&ccedil;&atilde;o simplificada, sem necessidade de pedido pr&eacute;vio pelo contribuinte.</p>
<p><strong>O valor da restitui&ccedil;&atilde;o &eacute; limitado a R$ 1 mil por pessoa.</strong></p>
<p>Al&eacute;m de n&atilde;o estar obrigada a declarar o IR em 2025, a pessoa precisa ter mantido o CPF em situa&ccedil;&atilde;o regular e possuir uma chave Pix vinculada ao CPF at&eacute; o fim de junho deste ano. <strong>Segundo a Receita, cerca de 500 mil contribuintes deixaram de receber o <em>cashback</em> este ano por n&atilde;o cumprir um desses requisitos.</strong></p>
<h2>Como consultar</h2>
<p>A consulta poder&aacute; ser feita no portal da Receita Federal, por meio da p&aacute;gina Consulta <em>cashback</em>, criada para o servi&ccedil;o de restitui&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica, ou pelo aplicativo oficial da Receita.</p>
<p>Tamb&eacute;m ser&aacute; poss&iacute;vel acessar a declara&ccedil;&atilde;o gerada automaticamente na &aacute;rea "Meu Imposto de Renda". O documento poder&aacute; ser conferido, complementado ou retificado antes da conclus&atilde;o do processamento, caso o contribuinte identifique alguma informa&ccedil;&atilde;o que precise ser ajustada.</p>
<h2>Pagamento</h2>
<p><strong>A restitui&ccedil;&atilde;o ser&aacute; depositada exclusivamente em conta vinculada &agrave; chave Pix do tipo CPF. N&atilde;o haver&aacute; dep&oacute;sito em contas banc&aacute;rias comuns nem emiss&atilde;o de ordem de pagamento.</strong></p>
<p>Quem tiver direito &agrave; restitui&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o atender aos requisitos do lote autom&aacute;tico, como n&atilde;o possuir chave Pix cadastrada at&eacute; o prazo estabelecido, estar com o CPF irregular ou ter valor superior a R$ 1 mil para receber, poder&aacute; apresentar declara&ccedil;&atilde;o de Imposto de Renda de exerc&iacute;cios anteriores para pedir a restitui&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A p&aacute;gina <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/download/pgd/dirpf" target="_blank"><em>Download</em> do Programa de Imposto de Renda</a> &ndash; Receita Federal traz instru&ccedil;&otilde;es para o preenchimento <em>online</em> ou atrav&eacute;s dos programas geradores de declara&ccedil;&atilde;o dos anos anteriores.</p>
<h2>Lote separado</h2>
<p>A Receita destaca que esse pagamento n&atilde;o faz parte do calend&aacute;rio regular de restitui&ccedil;&otilde;es do Imposto de Renda 2026. O lote especial foi criado exclusivamente para contribuintes que n&atilde;o entregaram declara&ccedil;&atilde;o por n&atilde;o serem obrigados.</p>
<p><strong>Os contribuintes que apresentaram a declara&ccedil;&atilde;o dentro do prazo continuam seguindo o cronograma tradicional de restitui&ccedil;&otilde;es. O pr&oacute;ximo lote regular est&aacute; previsto para 31 de julho.</strong></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Agência Brasil / Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Comerciários de São Paulo prestigiam Festival das Tradições Regionais da Fecomerciários em Avaré</title> 
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                    <title>Comerciários de São Paulo prestigiam Festival das Tradições Regionais da Fecomerciários em Avaré</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69456</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O Sindicato dos Comerci&aacute;rios de S&atilde;o Paulo marcou presen&ccedil;a no Festival das Tradi&ccedil;&otilde;es Regionais Brasileiras, promovido pela Fecomerci&aacute;rios no &uacute;ltimo s&aacute;bado (4), em Avar&eacute; (SP), levando dois &ocirc;nibus com diretores, funcion&aacute;rios e seus familiares para participar de um dos maiores encontros de integra&ccedil;&atilde;o do movimento sindical paulista. A festa reuniu cerca de 1.800 pessoas, representando os 72 sindicatos filiados &agrave; Federa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Idealizado para fortalecer os la&ccedil;os entre dirigentes, trabalhadores e colaboradores das entidades sindicais, o evento celebrou a diversidade cultural brasileira por meio da gastronomia, da m&uacute;sica, das manifesta&ccedil;&otilde;es populares e de um ambiente de confraterniza&ccedil;&atilde;o voltado para toda a fam&iacute;lia.</p>
<p>Segundo Milton de Ara&uacute;jo, diretor Cultural da Fecomerci&aacute;rios, o Festival foi planejado especialmente para proporcionar um momento de integra&ccedil;&atilde;o entre diretores e funcion&aacute;rios dos sindicatos filiados. "A conviv&ecirc;ncia fortalece o movimento sindical. Quando promovemos espa&ccedil;os de encontro como este, aproximamos pessoas, compartilhamos experi&ecirc;ncias e valorizamos a cultura brasileira, que &eacute; um patrim&ocirc;nio de todos n&oacute;s", destacou.</p>
<p>Durante o ato pol&iacute;tico realizado no evento, um dos temas centrais foi a mobiliza&ccedil;&atilde;o pelo fim da escala de trabalho 6x1. Dirigentes sindicais refor&ccedil;aram a import&acirc;ncia da redu&ccedil;&atilde;o da jornada como instrumento para garantir mais qualidade de vida aos trabalhadores, ampliar a conviv&ecirc;ncia familiar e promover melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>
<p>Representando o Sindicato dos Comerci&aacute;rios de S&atilde;o Paulo, a secret&aacute;ria da Mulher, Isabel Kausz, ressaltou que iniciativas como essa fortalecem n&atilde;o apenas o movimento sindical, mas tamb&eacute;m os v&iacute;nculos humanos entre os participantes.</p>
<p>"Eventos de confraterniza&ccedil;&atilde;o s&atilde;o fundamentais porque aproximam as pessoas, fortalecem o sentimento de pertencimento e mostram que o sindicato tamb&eacute;m &eacute; um espa&ccedil;o de conviv&ecirc;ncia, cultura e valoriza&ccedil;&atilde;o das fam&iacute;lias trabalhadoras. &Eacute; uma oportunidade de celebrar nossas ra&iacute;zes e renovar as energias para continuar a luta em defesa dos direitos da categoria", afirmou.</p>
<p>Pensado para atender p&uacute;blicos de todas as idades, o Festival contou com uma ampla estrutura de lazer. As crian&ccedil;as tiveram &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o uma &aacute;rea kids equipada com brinquedos infl&aacute;veis, pula-pula, futebol, mesas para atividades com massinha e pintura, tudo acompanhado por monitores especializados. Tamb&eacute;m foram oferecidos lanches especiais, como pipoca e cachorro-quente.</p>
<p>No sal&atilde;o principal, os participantes desfrutaram de um amplo espa&ccedil;o de conviv&ecirc;ncia, onde foram servidos almo&ccedil;o, lanches, refrigerantes, cerveja sem &aacute;lcool, caldo de cana, chope e sobremesas. A anima&ccedil;&atilde;o ficou por conta da banda Opera Soul, que embalou o p&uacute;blico com um repert&oacute;rio repleto de sucessos nacionais e internacionais de diferentes &eacute;pocas e estilos musicais, encerrando o encontro em clima de celebra&ccedil;&atilde;o, alegria e integra&ccedil;&atilde;o entre os sindicatos.</p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o expressiva do Sindicato dos Comerci&aacute;rios de S&atilde;o Paulo reafirma o compromisso da entidade em incentivar momentos de uni&atilde;o, valoriza&ccedil;&atilde;o da cultura brasileira e fortalecimento da atua&ccedil;&atilde;o sindical, sempre colocando os trabalhadores e suas fam&iacute;lias no centro das a&ccedil;&otilde;es desenvolvidas pelo movimento sindical.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Comerciários de São Paulo</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>69º CONAD encerra em São Luís (MA) com reafirmação da luta contra a extrema direita e o imperialismo</title> 
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                    <title>69º CONAD encerra em São Luís (MA) com reafirmação da luta contra a extrema direita e o imperialismo</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69455</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><span><span>Sob o tema "Guarnic&ecirc; a luta pela educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica na terra da Balaiada: contra o imperialismo e a extrema direita", o 69&ordm; Conad do ANDES-SN encerrou suas atividades nesse domingo (5), em S&atilde;o Lu&iacute;s (MA). Realizado no Centro Pedag&oacute;gico Paulo Freire da Universidade Federal do Maranh&atilde;o (UFMA), o evento reuniu mais de 300 docentes para atualizar os planos de luta da categoria e reafirmar o compromisso com a defesa da universidade p&uacute;blica e dos direitos da classe trabalhadora.</span></span></p>
<p><span><span>A mesa da Plen&aacute;ria de Encerramento foi composta pelo presidente do ANDES-SN, Cl&aacute;udio Mendon&ccedil;a, pelo 1&ordm; tesoureiro, S&eacute;rgio Barroso, a secret&aacute;ria-geral Fernanda Maria Vieira, a&nbsp; 1&ordf; secret&aacute;ria Jacqueline Lima, a 1&ordf; vice-presidenta da Regional Nordeste, Lila Luz, e o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o de Professores da UFMA (Apruma Se&ccedil;&atilde;o Sindical), Luiz Eduardo Neves. O 69&ordm; Conad contou com a presen&ccedil;a de 81 se&ccedil;&otilde;es sindicais, representadas por 78 delegadas e delegados e 167 observadores e observadoras. Tamb&eacute;m participaram do evento 3 convidadas e convidados, 3 acompanhantes de docentes e 34 diretores nacionais do ANDES-SN.</span></span></p>
<p><span><span><span><strong>Mo&ccedil;&otilde;es aprovadas refor&ccedil;am pautas sociais e pol&iacute;ticas</strong><br /></span><br />Os delegados e as delegadas do 69&ordm; Conad aprovaram, por aclama&ccedil;&atilde;o, um bloco de 16 mo&ccedil;&otilde;es que expressam as lutas do movimento docente e o car&aacute;ter classista do Sindicato Nacional. Entre os destaques est&atilde;o o rep&uacute;dio &agrave; privatiza&ccedil;&atilde;o de escolas estaduais no Rio Grande do Sul e ao projeto de lei que fragiliza o ensino de filosofia e sociologia na educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica.</span></span></p>
<p><span><span>A plen&aacute;ria tamb&eacute;m manifestou a urg&ecirc;ncia da mobiliza&ccedil;&atilde;o pela aprova&ccedil;&atilde;o, no Senado, da redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho para 30 horas sem redu&ccedil;&atilde;o salarial e ao fim da escala 6x1, al&eacute;m de exigir celeridade no julgamento de a&ccedil;&otilde;es em defesa da popula&ccedil;&atilde;o trans no STF. As e os participantes tamb&eacute;m declararam apoio &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o do projeto de lei estadual de Minas Gerais 5365/2026, em defesa da democracia e autonomia nas universidades estaduais mineiras.</span></span></p>
<p><span><span>Outras mo&ccedil;&otilde;es inclu&iacute;ram manifesta&ccedil;&atilde;o de apoio ao docente da Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo, Vitor Cei, que se tornou alvo de ataques e amea&ccedil;as, devido ao seu projeto de pesquisa que aborda o conceito de "cristofascismo bolsonarista" na literatura e na pol&iacute;tica; o rep&uacute;dio &agrave; regulamenta&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o domiciliar e &agrave; presen&ccedil;a da empresa Palantir no Brasil. As e os docentes tamb&eacute;m repudiaram veementemente os adiamentos sucessivos no calend&aacute;rio eleitoral para diretorias de centros na UFMA, cujas elei&ccedil;&otilde;es deveriam ter ocorrido em mar&ccedil;o de 2026.</span></span></p>
<p><span><span><span><strong>Carta de S&atilde;o Lu&iacute;s: um manifesto de resist&ecirc;ncia</strong><br /></span><br />Um dos momentos marcantes do encerramento foi a leitura da Carta de S&atilde;o Lu&iacute;s, realizada pela secret&aacute;ria-geral Fernanda Maria Vieira. O documento resgata as mem&oacute;rias de luta do Maranh&atilde;o, como a Balaiada, para inspirar a resist&ecirc;ncia atual contra o avan&ccedil;o da extrema direita na Am&eacute;rica Latina.</span></span></p>
<p><span><span>A carta define como prioridade pol&iacute;tica a derrota das candidaturas de direita e extrema direita j&aacute; no primeiro turno das pr&oacute;ximas elei&ccedil;&otilde;es e reafirma a campanha "Lutar n&atilde;o &eacute; crime", em resposta &agrave; criminaliza&ccedil;&atilde;o da categoria docente e os recorrentes ataques &agrave;s universidades p&uacute;blicas. O texto tamb&eacute;m sa&uacute;da a entrada do ANDES-SN no F&oacute;rum Nacional de Educa&ccedil;&atilde;o (FNE) e a ado&ccedil;&atilde;o do ecossocialismo como uma bandeira central do sindicato frente &agrave; crise ambiental. O documento ser&aacute; divulgado posteriormente &agrave; categoria.</span></span></p>
<p><span><span><span><strong>Balan&ccedil;o da organiza&ccedil;&atilde;o local</strong><br /></span><br />O presidente da Apruma SSind, Luiz Eduardo Neves, expressou sua emo&ccedil;&atilde;o ao sediar o evento em S&atilde;o Lu&iacute;s coincidindo com sua gest&atilde;o. Ele classificou o saldo do encontro como muito positivo, destacando que, apesar de "modesto", o evento foi organizado com zelo e funcionou perfeitamente dentro das realidades financeiras da se&ccedil;&atilde;o sindical.</span></span></p>
<p><span><span>Lila Luz, 1&ordf; vice-presidenta da Regional Nordeste 1, tamb&eacute;m manifestou felicidade pelo trabalho realizado nos &uacute;ltimos meses. Ela enfatizou que o encontro foi uma express&atilde;o da diversidade brasileira e uma oportunidade para a categoria docente se reencontrar e celebrar a cultura nordestina, enquanto constr&oacute;i pautas de luta fundamentais.<br /></span></span><br /><strong>Avalia&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e encerramento</strong></p>
<p><span><span>Em sua fala final, o presidente do ANDES-SN, Cl&aacute;udio Mendon&ccedil;a, agradeceu nominalmente &agrave;s equipes de funcion&aacute;rios, monitores e &agrave;s comiss&otilde;es nacional e local pelo esfor&ccedil;o na realiza&ccedil;&atilde;o do Conad. Mendon&ccedil;a destacou que as diverg&ecirc;ncias internas, longe de enfraquecer o Sindicato Nacional, s&atilde;o elementos que o fortalecem, desde que o debate seja democr&aacute;tico e franco.</span></span></p>
<p><span><span>"N&atilde;o h&aacute; inimigos de classe nesta sala; h&aacute; companheiros, companheiras e camaradas que constroem a luta", afirmou o presidente, lembrando que a unidade foi o que permitiu as conquistas da greve de 2024. Ele refor&ccedil;ou a necessidade de solidariedade internacional aos povos de Cuba e Venezuela e a urg&ecirc;ncia de ocupar as ruas para derrotar o fascismo.</span></span></p>
<p><span><span>Ao encerrar o 69&ordm; Conad, Cl&aacute;udio Mendon&ccedil;a mencionou a poesia &ldquo;Quem Matou a Aparecida&rdquo;, de Ferreira Gullar. O texto conta a triste hist&oacute;ria de uma mulher favelada, cuja vida de pobreza e abandono termina com o suic&iacute;dio. &ldquo;Se n&atilde;o descobres te digo?para que possas saber:?o mundo assim dividido?n&atilde;o pode permanecer.?Foi esse mundo que mata?tanta crian&ccedil;a ao nascer,?que negou &agrave; Aparecida?o direito de viver.??Quem ateou fogo &agrave;s vestes?dessa menina infeliz?foi esse mundo sinistro?que ela nem fez nem quis?&mdash; que deve ser destru&iacute;do?pro povo viver feliz&rdquo;, diz o &uacute;ltimo verso de Gullar.</span></span></p>
<p><span><span>Para o presidente do ANDES-SN, o poema pol&iacute;tico sintetiza o que &eacute; o capitalismo: para alguns poucos, a riqueza. Para a maioria, principalmente, pobres, negros e ind&iacute;genas a situa&ccedil;&atilde;o de precariedade humana e social. &ldquo;&Eacute; com a esperan&ccedil;a que n&oacute;s iremos sair desse Conad, com muito &acirc;nimo e muita alegria para derrotarmos esses ataques. E que a mem&oacute;ria de Aparecida n&atilde;o seja esquecida, para que a gente lembre que, quem matou a Aparecida, est&aacute;, a todo momento, tentando matar os nossos sonhos, as nossas esperan&ccedil;as e as nossas universidades. N&oacute;s iremos resistir, como estamos resistindo at&eacute; hoje&rdquo;, conclamou, declarando encerrado o 69&ordm; Conad.</span></span></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Andes - Sindicato / Foto: Eline Luz / Imprensa ANDES-SN</author>
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                        <title>FEM-CUT/SP reforça mobilização da Campanha Salarial em Cajamar, Salto e Sorocaba</title> 
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                    <title>FEM-CUT/SP reforça mobilização da Campanha Salarial em Cajamar, Salto e Sorocaba</title> 
                    <description>Presidente Erick Silva e o secretário Claudião Batista debateram a valorização dos metalúrgicos, a redução da jornada sem corte de salários e o fim da escala 6×1 durante agenda com dirigentes sindicais</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69454</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A dire&ccedil;&atilde;o da FEM-CUT/SP segue o di&aacute;logo sobre a Campanha Salarial 2026 com os sindicatos da base. Nesta ter&ccedil;a-feira (7), o presidente da entidade, Erick Silva, e o secret&aacute;rio de Administra&ccedil;&atilde;o, Claudi&atilde;o Batista, cumpriram agenda nos Sindicatos dos Metal&uacute;rgicos de Cajamar, Salto e Sorocaba para discutir as principais pautas da categoria.</p>
<p>Durante os encontros, as lideran&ccedil;as destacaram a import&acirc;ncia da mobiliza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores para fortalecer a Campanha Salarial 2026 e ampliar a press&atilde;o sobre as bancadas patronais durante as negocia&ccedil;&otilde;es. O objetivo &eacute; garantir acordos que assegurem a valoriza&ccedil;&atilde;o dos metal&uacute;rgicos, com avan&ccedil;os nos sal&aacute;rios, direitos e condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>
<p>Outro tema debatido foi a defesa da redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho sem redu&ccedil;&atilde;o de sal&aacute;rios e a luta pelo fim da escala 6&times;1, bandeiras consideradas priorit&aacute;rias pelo movimento sindical por contribu&iacute;rem para melhorar a qualidade de vida da classe trabalhadora.</p>
<p>&ldquo;O fortalecimento da nossa campanha passa pela organiza&ccedil;&atilde;o e mobiliza&ccedil;&atilde;o da categoria. Quanto maior a participa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores, maior ser&aacute; a nossa capacidade de pressionar as bancadas patronais e conquistar acordos que valorizem os metal&uacute;rgicos. Tamb&eacute;m seguimos firmes na defesa da redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem redu&ccedil;&atilde;o de sal&aacute;rios e pelo fim da escala 6&times;1, que s&atilde;o reivindica&ccedil;&otilde;es cada vez mais necess&aacute;rias para garantir melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e de vida&rdquo;, afirmou Erick Silva.</p>
<p>Para Claudi&atilde;o Batista, a unidade entre a federa&ccedil;&atilde;o e os sindicatos &eacute; fundamental para o sucesso da campanha. &ldquo;Essas visitas refor&ccedil;am a integra&ccedil;&atilde;o entre a FEM-CUT/SP e os sindicatos da base. Estamos alinhando estrat&eacute;gias para fortalecer a mobiliza&ccedil;&atilde;o em todas as regi&otilde;es do estado, porque as conquistas da categoria dependem da participa&ccedil;&atilde;o ativa dos trabalhadores e da unidade do movimento sindical&rdquo;, destacou.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>FEM-CUT</author>
                </item>
            
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                        <title>FENAJ solicita novamente ao MTE participação no Grupo de Trabalho que regulamentará a Lei do Trabalhador Multimídia</title> 
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                    <title>FENAJ solicita novamente ao MTE participação no Grupo de Trabalho que regulamentará a Lei do Trabalhador Multimídia</title> 
                    <description>Ausência da Federação no GT compromete a participação da principal entidade representativa da categoria em uma discussão que afeta diretamente o exercício profissional do jornalismo</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69453</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A <strong>Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Jornalistas (FENAJ) </strong>encaminhou, nesta ter&ccedil;a-feira (7/07), novo of&iacute;cio ao Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE) solicitando sua inclus&atilde;o no Grupo de Trabalho criado para discutir a regulamenta&ccedil;&atilde;o da Lei n&ordm; 15.325/2026, que instituiu a profiss&atilde;o de trabalhador multim&iacute;dia.</p>
<p>O documento foi dirigido ao ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, e &agrave; secret&aacute;ria-executiva adjunta do MTE, Luciana Vasconcelos Nakamura. No of&iacute;cio, a Federa&ccedil;&atilde;o relembra que j&aacute; havia solicitado, em janeiro deste ano, uma audi&ecirc;ncia com o Minist&eacute;rio para debater os impactos da nova legisla&ccedil;&atilde;o sobre o exerc&iacute;cio profissional do jornalismo e sobre os direitos da categoria.</p>
<p>A FENAJ informa que, durante visita institucional ao Minist&eacute;rio, tomou conhecimento, por meio de outra secretaria da Pasta, da cria&ccedil;&atilde;o do Grupo de Trabalho respons&aacute;vel pela elabora&ccedil;&atilde;o da proposta de regulamenta&ccedil;&atilde;o da lei. Diante disso, reiterou o pedido para integrar oficialmente esse espa&ccedil;o de discuss&atilde;o.</p>
<p>Como entidade m&aacute;xima de representa&ccedil;&atilde;o sindical dos jornalistas brasileiros, a Federa&ccedil;&atilde;o defende que sua participa&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental para garantir que a regulamenta&ccedil;&atilde;o preserve as atribui&ccedil;&otilde;es da profiss&atilde;o de jornalista, respeite os direitos trabalhistas conquistados pela categoria e assegure seguran&ccedil;a jur&iacute;dica nas rela&ccedil;&otilde;es de trabalho no setor da comunica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>No documento, a entidade destaca que acompanha permanentemente as transforma&ccedil;&otilde;es no mundo do trabalho e possui ac&uacute;mulo t&eacute;cnico e jur&iacute;dico para contribuir com a constru&ccedil;&atilde;o de uma regulamenta&ccedil;&atilde;o que considere as especificidades das profiss&otilde;es j&aacute; regulamentadas e fortale&ccedil;a a qualidade da informa&ccedil;&atilde;o de interesse p&uacute;blico.</p>
<p>A FENAJ reafirma que a regulamenta&ccedil;&atilde;o da Lei n&ordm; 15.325/2026 poder&aacute; produzir impactos significativos na organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho nas empresas de comunica&ccedil;&atilde;o e, por isso, deve ser constru&iacute;da por meio do di&aacute;logo social, com a participa&ccedil;&atilde;o das entidades representativas dos trabalhadores.</p>
<p>A Federa&ccedil;&atilde;o colocou-se &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio para colaborar com os debates e apresentar as contribui&ccedil;&otilde;es da categoria dos jornalistas ao processo de regulamenta&ccedil;&atilde;o da lei.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Fenaj </author>
                </item>
            
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                        <title>Seminário fortalece sindicatos para negociar os desafios da reestruturação produtiva</title> 
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                    <title>Seminário fortalece sindicatos para negociar os desafios da reestruturação produtiva</title> 
                    <description>Encontro reuniu dirigentes do Sudeste para debater formação sindical, organização e negociação coletiva diante das mudanças na indústria</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69452</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Entre os dias 30 de junho e 2 de julho, dirigentes sindicais de diferentes categorias participaram do II Semin&aacute;rio Regional Sudeste &ldquo;Educa&ccedil;&atilde;o e Organiza&ccedil;&atilde;o para a Negocia&ccedil;&atilde;o Coletiva da Reestrutura&ccedil;&atilde;o Produtiva&rdquo;, realizado em Santo Andr&eacute;, no ABC Paulista.</p>
<p>A atividade integra o Projeto Fortalecimento Sindical, desenvolvido pela IndustriALL em parceria com a Union to Union (UtoU) e a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Metal&uacute;rgicos da CUT (CNM/CUT), e tem como objetivo preparar lideran&ccedil;as para enfrentar os impactos das transforma&ccedil;&otilde;es tecnol&oacute;gicas e organizacionais sobre o trabalho, e fortalecer a negocia&ccedil;&atilde;o coletiva como instrumento de prote&ccedil;&atilde;o dos direitos da classe trabalhadora.</p>
<p>Ao longo desses tr&ecirc;s dias, os participantes debateram os efeitos da reestrutura&ccedil;&atilde;o produtiva na ind&uacute;stria, a incorpora&ccedil;&atilde;o de novas tecnologias, os desafios impostos pela digitaliza&ccedil;&atilde;o dos processos e a necessidade de ampliar a presen&ccedil;a sindical nos locais de trabalho.</p>
<p>A programa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m priorizou a troca de experi&ecirc;ncias entre dirigentes de diferentes ramos industriais, estimulando a constru&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias comuns para ampliar a capacidade de organiza&ccedil;&atilde;o das entidades e fortalecer a atua&ccedil;&atilde;o diante das mudan&ccedil;as em curso no setor produtivo.</p>
<p><strong>Forma&ccedil;&atilde;o como estrat&eacute;gia<br /></strong><br />O projeto apresentado durante o encontro estabelece um horizonte de atua&ccedil;&atilde;o para o per&iacute;odo de 2026 e 2028, refor&ccedil;ando a import&acirc;ncia da forma&ccedil;&atilde;o permanente como base para a constru&ccedil;&atilde;o de sindicatos mais preparados para negociar temas cada vez mais complexos, como automa&ccedil;&atilde;o, inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, reorganiza&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o e transi&ccedil;&atilde;o industrial.</p>
<p>Para a secret&aacute;ria de Forma&ccedil;&atilde;o da CNM/CUT, Maria do Amparo, iniciativas como o semin&aacute;rio representam um passo importante para fortalecer a atua&ccedil;&atilde;o sindical em um cen&aacute;rio de profundas transforma&ccedil;&otilde;es. Na avalia&ccedil;&atilde;o da dirigente, investir na qualifica&ccedil;&atilde;o das lideran&ccedil;as significa ampliar a capacidade de defesa dos trabalhadores e tornar a negocia&ccedil;&atilde;o coletiva mais preparada para responder aos desafios impostos pela nova organiza&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria.</p>
<p>&ldquo;Estamos vivendo um momento de profundas transforma&ccedil;&otilde;es na ind&uacute;stria e os sindicatos precisam estar preparados para compreender esse cen&aacute;rio e atuar de forma estrat&eacute;gica na defesa dos direitos da classe trabalhadora. Este semin&aacute;rio demonstra que investir na forma&ccedil;&atilde;o &eacute; investir tamb&eacute;m no futuro da representa&ccedil;&atilde;o sindical&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Amparo ressaltou que a integra&ccedil;&atilde;o entre dirigentes amplia a constru&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es coletivas para problemas que s&atilde;o comuns em todo o setor industrial.</p>
<p>&ldquo;Quando compartilhamos experi&ecirc;ncias e constru&iacute;mos propostas coletivamente, ampliamos nossa capacidade de resposta. A negocia&ccedil;&atilde;o coletiva precisa acompanhar essas mudan&ccedil;as para garantir que a inova&ccedil;&atilde;o e o desenvolvimento industrial caminhem lado a lado com trabalho decente, direitos e valoriza&ccedil;&atilde;o das trabalhadoras e dos trabalhadores&rdquo;, destacou.</p>
<p><strong>Constru&ccedil;&atilde;o coletiva<br /></strong><br />Al&eacute;m dos debates e das exposi&ccedil;&otilde;es, o semin&aacute;rio promoveu atividades em grupo voltadas &agrave; elabora&ccedil;&atilde;o de propostas e ao interc&acirc;mbio de experi&ecirc;ncias entre as entidades participantes. A iniciativa buscou consolidar uma agenda comum para fortalecer a organiza&ccedil;&atilde;o sindical na Regi&atilde;o Sudeste e ampliar a capacidade de negocia&ccedil;&atilde;o diante das mudan&ccedil;as que impactam a ind&uacute;stria brasileira.</p>
<p>&ldquo;O II Semin&aacute;rio Regional Sudeste reafirmou a import&acirc;ncia da forma&ccedil;&atilde;o como elemento estrat&eacute;gico para o fortalecimento da a&ccedil;&atilde;o sindical e contribuiu para a constru&ccedil;&atilde;o de uma atua&ccedil;&atilde;o mais integrada entre as entidades, refor&ccedil;ando o compromisso com uma negocia&ccedil;&atilde;o coletiva capaz de responder &agrave;s transforma&ccedil;&otilde;es do mundo do trabalho&rdquo;, explicou Amparo.</p>
<p><strong>Organiza&ccedil;&atilde;o na base<br /></strong><br />A experi&ecirc;ncia dos participantes tamb&eacute;m refor&ccedil;ou que a forma&ccedil;&atilde;o sindical precisa estar diretamente ligada &agrave; realidade vivida nas f&aacute;bricas. Durante o semin&aacute;rio, dirigentes de diferentes empresas compartilharam experi&ecirc;ncias sobre negocia&ccedil;&atilde;o coletiva, organiza&ccedil;&atilde;o nos locais de trabalho e os desafios impostos pela reestrutura&ccedil;&atilde;o produtiva.</p>
<p>Entre eles estavam Jorge Lima, secret&aacute;rio de Forma&ccedil;&atilde;o da Federa&ccedil;&atilde;o Estadual dos Metal&uacute;rgicos da CUT de S&atilde;o Paulo, diretor do Sindicato dos Metal&uacute;rgicos do ABC e integrante da Comiss&atilde;o Sindical de Empresa da Volkswagen; Rosivania de Souza, trabalhadora da Arteb e diretora do Sindicato dos Metal&uacute;rgicos do ABC; Regis Sene, trabalhador da Mercedes-Benz e diretor da entidade; Lucicleide Rodrigues, do Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de Cajamar e trabalhadora da Impacta; e Beatriz Batan, integrante da CSE da Volkswagen Anchieta.</p>
<p><strong>Amplia&ccedil;&atilde;o dos direitos<br /></strong><br />Para Jorge, um dos principais resultados do encontro foi a constru&ccedil;&atilde;o de propostas concretas para fortalecer a organiza&ccedil;&atilde;o sindical a partir da realidade das categorias representadas. O dirigente destacou que os debates foram al&eacute;m da an&aacute;lise dos impactos da digitaliza&ccedil;&atilde;o e da automa&ccedil;&atilde;o, permitindo a elabora&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias capazes de ampliar a capacidade de negocia&ccedil;&atilde;o e a presen&ccedil;a dos sindicatos nos locais de trabalho.</p>
<p>&ldquo;Realizamos um amplo diagn&oacute;stico das nossas bases, identificando o perfil dos trabalhadores e trabalhadoras, a participa&ccedil;&atilde;o de mulheres, pessoas com defici&ecirc;ncia, jovens, popula&ccedil;&atilde;o negra e comunidade LGBTQIAP+, al&eacute;m do &iacute;ndice de sindicaliza&ccedil;&atilde;o. Debatemos a realidade das mulheres negras nas empresas e elaboramos planos de a&ccedil;&atilde;o para fortalecer a organiza&ccedil;&atilde;o nos locais de trabalho. Diante da reestrutura&ccedil;&atilde;o produtiva, da digitaliza&ccedil;&atilde;o e da automa&ccedil;&atilde;o, investir na forma&ccedil;&atilde;o sindical &eacute; fundamental para ampliar nossa capacidade de negocia&ccedil;&atilde;o, defender direitos e enfrentar as desigualdades&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Na avalia&ccedil;&atilde;o de Beatriz, integrante da CSE da Volkswagen Anchieta, a programa&ccedil;&atilde;o ampliou o debate sobre a reestrutura&ccedil;&atilde;o produtiva ao incorporar temas ligados &agrave; diversidade, &agrave; inclus&atilde;o e &agrave; igualdade de oportunidades.</p>
<p>Segundo ela, as atividades tamb&eacute;m estimularam a troca de experi&ecirc;ncias entre dirigentes e contribu&iacute;ram para transformar o conhecimento adquirido em a&ccedil;&otilde;es que poder&atilde;o ser desenvolvidas nas bases sindicais.</p>
<p>&ldquo;O segundo semin&aacute;rio sobre reestrutura&ccedil;&atilde;o produtiva foi muito importante porque, al&eacute;m de retomarmos os conceitos que envolvem esse processo, tamb&eacute;m debatemos a hist&oacute;ria e os dados da desigualdade racial no mercado de trabalho brasileiro. Tivemos muitos di&aacute;logos e trocas de experi&ecirc;ncias, observando cl&aacute;usulas de acordos coletivos que incentivam e, muitas vezes, garantem oportunidades para que grupos historicamente menorizados tenham acesso a melhores postos de trabalho&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Por fim, Beatriz falou que tamb&eacute;m houve um interc&acirc;mbio no Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de Santo Andr&eacute;. A dirigente explicou que todas e todos os participantes sa&iacute;ram do semin&aacute;rio com um plano de a&ccedil;&atilde;o e com a miss&atilde;o de colocar em pr&aacute;tica tudo o que foi aprendido.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Cadu Bazilevski | Editado por: Érica Aragão - CNM/CUT</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Anamatra orienta trabalhador a não esperar decisão final do STF sobre pejotização</title> 
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                    <title>Anamatra orienta trabalhador a não esperar decisão final do STF sobre pejotização</title> 
                    <description>Juiz da Anamatra recomenda ajuizar ação imediatamente para evitar prescrição e preservar provas, sem aguardar o julgamento definitivo do STF sobre a competência para analisar casos de pejotização</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69451</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O crescimento do n&uacute;mero de contratos de trabalho no modelo Pessoa Jur&iacute;dica (PJ) em que o trabalhador abre uma empresa para &ldquo;prestar&rdquo; servi&ccedil;os para outra empresa, mas tem hor&aacute;rios a cumprir e &eacute; subordinado &agrave; uma chefia, tem levado cada vez trabalhadores a procurar o reconhecimento de v&iacute;nculo empregat&iacute;cio por meio de a&ccedil;&otilde;es na Justi&ccedil;a do Trabalho. <a rel="noopener" href="https://www.cut.org.br/noticias/procurador-do-mpt-aponta-os-riscos-para-o-trabalhador-e-economia-com-aumento-de-b93f" target="_blank">Somente de 2020 a 2024 houve um aumento de 156% no n&uacute;mero desse tipo de a&ccedil;&otilde;es, segundo o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho (MPT).</a></p>
<p>Apesar do reconhecimento favor&aacute;vel, em muitos casos, pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) do v&iacute;nculo empregat&iacute;cio, o Supremo Tribunal Federal (STF) passou a analisar um recurso com repercuss&atilde;o geral que dever&aacute; definir os limites da contrata&ccedil;&atilde;o de trabalhadores por meio do modelo pessoas jur&iacute;dicas e ainda estabelecer qual justi&ccedil;a &eacute; competente para julgar a&ccedil;&otilde;es que discutem fraude na contrata&ccedil;&atilde;o, o que pode levar a&ccedil;&otilde;es de reconhecimento de v&iacute;nculo empregat&iacute;cio serem julgadas pela Justi&ccedil;a C&iacute;vel j&aacute; que, em tese, seria um contrato comercial entre empresas.</p>
<p>A decis&atilde;o sobre a pejotiza&ccedil;&atilde;o est&aacute; parada no STF. Em 14 de abril de 2025, o ministro Gilmar Mendes decidiu suspender nacionalmente todos os processos que discutiam o reconhecimento de v&iacute;nculo empregat&iacute;cio relacionados &agrave; pejotiza&ccedil;&atilde;o, mas em junho deste ano ele autorizou que essas a&ccedil;&otilde;es voltassem a tramitar at&eacute; as decis&otilde;es de primeira e segunda inst&acirc;ncias, mas se uma empresa recorrer, a a&ccedil;&atilde;o n&atilde;o dar&aacute; prosseguimento at&eacute; a decis&atilde;o final do Supremo.</p>
<p><strong>Diante disso o que os trabalhadores devem fazer?</strong></p>
<p>Para o diretor de Comunica&ccedil;&atilde;o Social da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional das Magistradas e dos Magistrados da Justi&ccedil;a do Trabalho (Anamatra) a decis&atilde;o do ministro Gilmar Mendes de liberar a retomada da tramita&ccedil;&atilde;o dos processos nas varas do Trabalho e nos Tribunais Regionais representa um avan&ccedil;o justamente porque permite que essa fase de produ&ccedil;&atilde;o de provas seja conclu&iacute;da, mesmo que o STF ainda n&atilde;o tenha decidido definitivamente qual Justi&ccedil;a ser&aacute; respons&aacute;vel por julgar essas a&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Ele orienta que quem pretende pedir o reconhecimento do v&iacute;nculo de emprego n&atilde;o espere a decis&atilde;o definitiva do Supremo.<strong> A recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; ingressar com a a&ccedil;&atilde;o o quanto antes para evitar a perda de direitos e garantir a preserva&ccedil;&atilde;o das provas.</strong></p>
<p>"O trabalhador n&atilde;o pode ficar esperando essa defini&ccedil;&atilde;o do Supremo. <strong>Existe a quest&atilde;o do prazo prescricional de dois anos</strong>. Quanto mais pr&oacute;xima do contrato a prova for colhida, &eacute; melhor, porque a testemunha vai poder lembrar melhor o que aconteceu. Os documentos v&atilde;o estar ali ainda dispon&iacute;veis. O tempo vai passando. Os fatos v&atilde;o se diluindo", afirma.</p>
<p>Mesmo que o STF decida retirar da Justi&ccedil;a do Trabalho a compet&ecirc;ncia para julgar essas a&ccedil;&otilde;es, Callado avalia que a retomada dos processos n&atilde;o ser&aacute; in&uacute;til para os trabalhadores.</p>
<p>"Pelo menos a prova j&aacute; vai ter sido produzida. J&aacute; vai ter uma decis&atilde;o do juiz do Trabalho e talvez at&eacute; do Tribunal. Isso poder&aacute; eventualmente balizar a decis&atilde;o do juiz c&iacute;vel", diz. "Em &uacute;ltima an&aacute;lise, para o trabalhador, acho interessante que esses processos voltem a andar."</p>
<p>Na avalia&ccedil;&atilde;o do magistrado, deixar os processos completamente parados seria muito mais prejudicial do que permitir o andamento at&eacute; as inst&acirc;ncias ordin&aacute;rias.</p>
<p><strong>Preocupa&ccedil;&atilde;o com mudan&ccedil;a de compet&ecirc;ncia</strong></p>
<p>A preocupa&ccedil;&atilde;o da Anamatra continua sendo a possibilidade de o STF definir que a Justi&ccedil;a comum passe a julgar as a&ccedil;&otilde;es que discutem fraude na contrata&ccedil;&atilde;o por meio de pessoas jur&iacute;dicas.</p>
<p>Callado destaca que o reconhecimento ou n&atilde;o da exist&ecirc;ncia de v&iacute;nculo de emprego sempre fez parte da atividade da Justi&ccedil;a do Trabalho.</p>
<p>"N&oacute;s sempre julgamos essa mat&eacute;ria. Os ju&iacute;zes do Trabalho sempre decidiram se determinada rela&ccedil;&atilde;o era ou n&atilde;o de emprego. Isso &eacute; o n&uacute;cleo do Direito do Trabalho."</p>
<p>Ele explica que, quando a Justi&ccedil;a identifica que uma empresa utilizou a contrata&ccedil;&atilde;o por pessoa jur&iacute;dica apenas para mascarar uma rela&ccedil;&atilde;o de emprego, cabe ao Judici&aacute;rio reconhecer a fraude.</p>
<p>&nbsp;"Se fosse uma rela&ccedil;&atilde;o de emprego, reconhecer&iacute;amos uma suposta fraude que vinha sendo adotada num outro modelo, como a pejotiza&ccedil;&atilde;o, e declarar&iacute;amos ali a rela&ccedil;&atilde;o de emprego. Se entend&ecirc;ssemos que n&atilde;o havia fraude, que de fato o trabalhador era aut&ocirc;nomo ou havia uma empresa independente, esse pedido seria julgado improcedente".</p>
<p>Para Callado, caso isso aconte&ccedil;a, haver&aacute; um impacto significativo para os trabalhadores.</p>
<p>"Esse juiz da Justi&ccedil;a c&iacute;vel n&atilde;o tem a forma&ccedil;&atilde;o do juiz do Trabalho que se dedica desde que a CLT existe a essa mat&eacute;ria. N&atilde;o digo nem que seja uma incapacidade, mas um desconhecimento mesmo dos meandros das rela&ccedil;&otilde;es trabalhistas".</p>
<p>Entenda <a rel="noopener" href="https://www.cut.org.br/noticias/entidades-alertam-para-os-riscos-de-retirada-da-competencia-da-justica-do-trabal-ee54" target="_blank"><strong>Entidades alertam para os riscos de retirada da compet&ecirc;ncia da Justi&ccedil;a do Trabalho</strong></a></p>
<p>O diretor da Anamatra tamb&eacute;m considera que uma legisla&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica poderia contribuir para reduzir a inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica em torno da pejotiza&ccedil;&atilde;o. Para ele, uma lei poderia refor&ccedil;ar expressamente a compet&ecirc;ncia da Justi&ccedil;a do Trabalho para julgar esses casos e estabelecer crit&eacute;rios mais objetivos para distinguir a contrata&ccedil;&atilde;o aut&ocirc;noma leg&iacute;tima da fraude trabalhista. No entanto, ressalta que qualquer mudan&ccedil;a legislativa precisaria ser "muito bem articulada, muito bem constru&iacute;da, para que n&atilde;o haja preju&iacute;zos ao trabalhador", conclui Ronaldo Callado.</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rosely Rocha - CUT</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Greves de metalúrgicos na Alemanha e Coreia do Sul precisam de solidariedade</title> 
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                    <title>Greves de metalúrgicos na Alemanha e Coreia do Sul precisam de solidariedade</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69450</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A onda de reestrutura&ccedil;&atilde;o do capital e a gan&acirc;ncia das grandes corpora&ccedil;&otilde;es transnacionais est&atilde;o se deparando com forte resist&ecirc;ncia dos trabalhadores. Da Europa &agrave; &Aacute;sia, oper&aacute;rios metal&uacute;rgicos est&atilde;o cruzando os bra&ccedil;os e enfrentando a repress&atilde;o do Estado burgu&ecirc;s para defender seus empregos, sal&aacute;rios e direitos.</p>
<p>A CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular) e sua Secretaria Nacional de Metal&uacute;rgicos manifestam seu total e irrestrito apoio &agrave;s lutas que ocorrem na ind&uacute;stria automotiva europeia e preparam uma Greve Geral na Coreia do Sul. Como defendemos historicamente: nenhuma luta deve ficar sozinha!</p>
<p><strong>Europa: Resist&ecirc;ncia oper&aacute;ria contra demiss&otilde;es em massa e repress&atilde;o policial</strong></p>
<p>Na Europa, os trabalhadores da Volkswagen, Audi, Mercedes, MAN, Porsche e de toda a cadeia automotiva enfrentam planos brutais de fechamento de f&aacute;bricas e demiss&otilde;es em massa. As empresas tentam descarregar a crise do capitalismo e os custos da transi&ccedil;&atilde;o industrial nas costas de quem de fato produz a riqueza, destruindo plantas hist&oacute;ricas para blindar os superlucros dos acionistas.</p>
<p>Para garantir a explora&ccedil;&atilde;o, os governos europeus mostram sua verdadeira face autorit&aacute;ria. Na Alemanha, a pol&iacute;cia do Estado burgu&ecirc;s chegou ao absurdo de prender trabalhadores que panfletavam pacificamente um jornal oper&aacute;rio em frente &agrave; f&aacute;brica da Audi, em Ingolstadt. Um ataque inaceit&aacute;vel &agrave;s liberdades democr&aacute;ticas e sindicais mais b&aacute;sicas!</p>
<p>Frente a essa ofensiva, os metal&uacute;rgicos da CSP-Conlutas somam-se aos companheiros europeus e exigem:</p>
<p>Nenhum corte de emprego: Cancelamento imediato de todas as demiss&otilde;es.</p>
<p>Nenhuma f&aacute;brica fechada: Defesa integral dos postos de trabalho e estatiza&ccedil;&atilde;o sob controle oper&aacute;rio das plantas amea&ccedil;adas.</p>
<p>Fim da repress&atilde;o estatal: Liberdade imediata e retirada dos processos contra os ativistas presos.</p>
<p>Redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho sem redu&ccedil;&atilde;o salarial: Para que todos trabalhem e tenham emprego digno.</p>
<p>Acesse a mo&ccedil;&atilde;o de apoio da CSP-Conlutas &agrave; mobiliza&ccedil;&atilde;o na Europa</p>
<p><span>Coreia do Sul: 180 mil metal&uacute;rgicos podem cruzar os bra&ccedil;os em Greve Geral em 15 de julho</span></p>
<p>Do outro lado do globo, a mobiliza&ccedil;&atilde;o oper&aacute;ria n&atilde;o &eacute; menor. No dia 15 de julho de 2026, cerca de 180.000 trabalhadores e trabalhadoras do Korean Metal Workers&nbsp;Union (KMWU) pretendem realizar uma Greve Geral.</p>
<p>Os metal&uacute;rgicos coreanos enfrentam o boicote dos grandes conglomerados econ&ocirc;micos, que se recusam a cumprir a legisla&ccedil;&atilde;o aprovada em agosto de 2025 que obriga as contratantes principais a negociarem diretamente com os trabalhadores. At&eacute; o momento, 73 bases sindicais exigiram negocia&ccedil;&atilde;o com 23 grandes empresas, e a resposta patronal foi o sil&ecirc;ncio e o ataque &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o sindical.</p>
<p>A Greve Geral coreana levanta tr&ecirc;s eixos centrais que dialogam com os trabalhadores de todo o mundo:</p>
<p>Direito &agrave; negocia&ccedil;&atilde;o com as contratantes principais: Chega de precariza&ccedil;&atilde;o e terceiriza&ccedil;&atilde;o; a responsabilidade &eacute; de quem controla o topo da cadeia produtiva.</p>
<p>Prote&ccedil;&atilde;o do emprego frente &agrave; Intelig&ecirc;ncia Artificial (IA) e automa&ccedil;&atilde;o: Quem deve decidir sobre a entrada da tecnologia na f&aacute;brica &eacute; o trabalhador, e n&atilde;o o capital para gerar mais desemprego.</p>
<p>Negocia&ccedil;&atilde;o por ramo/setor: Pela valoriza&ccedil;&atilde;o real do sal&aacute;rio m&iacute;nimo da categoria e pelo fim da desigualdade salarial.</p>
<p>Acesse a mo&ccedil;&atilde;o de apoio da CSP-Conlutas &agrave; mobiliza&ccedil;&atilde;o na Coreia do Sul.</p>
<p>A nossa resposta precisa ser global: Trabalhadores do mundo, uni-vos!</p>
<p>A mesma receita de explora&ccedil;&atilde;o, reestrutura&ccedil;&atilde;o e retirada de direitos aplicada pela Volkswagen ou pela Mercedes na Europa &eacute; repetida contra a classe trabalhadora na Coreia do Sul, na Am&eacute;rica Latina e no Brasil. O capital n&atilde;o tem fronteiras, e a nossa resposta tamb&eacute;m n&atilde;o pode ter. A dor de um oper&aacute;rio em Wolfsburg ou em Seul &eacute; a mesma dor de um trabalhador metal&uacute;rgico brasileiro.</p>
<p>"N&atilde;o aceitaremos que os patr&otilde;es nos dividam por nacionalidades ou nos coloquem em concorr&ecirc;ncia uns contra os outros. A unidade da classe trabalhadora &eacute; internacional", afirma o dirigente metal&uacute;rgico Luiz Calors Prates, o Mancha, da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas.</p>
<p>A CSP-Conlutas exige a negocia&ccedil;&atilde;o imediata dos governos e patr&otilde;es com os sindicatos leg&iacute;timos, o respeito irrestrito ao direito de greve e a garantia de emprego.</p>
<p>Todo apoio &agrave; Greve Geral de 15 de julho na Coreia!</p>
<p>Todo apoio &agrave;s greves e ocupa&ccedil;&otilde;es na Europa!</p>
<p>Viva a luta internacional da classe trabalhadora!</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CSP-CONLUTAS</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>CNTI fortalece representação sindical em Pernambuco e Nova Central amplia sua base de representação no estado</title> 
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                    <title>CNTI fortalece representação sindical em Pernambuco e Nova Central amplia sua base de representação no estado</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69449</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><span>A Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores na Ind&uacute;stria (CNTI) ampliou sua atua&ccedil;&atilde;o em Pernambuco com a participa&ccedil;&atilde;o do secret&aacute;rio da entidade, Israel Ferreira de Torres, na cerim&ocirc;nia de posse da nova diretoria do Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores nas Ind&uacute;strias de Confec&ccedil;&atilde;o, Roupas, Vestu&aacute;rio, Costureiras(os), Estampadores e Bordadores(as) do Munic&iacute;pio de Santa Cruz do Capibaribe e Regi&atilde;o. O evento foi realizado no dia 26 de junho de 2026, em Santa Cruz do Capibaribe (PE). A nova gest&atilde;o &eacute; presidida pelo dirigente sindical Ivanildo, conhecido como "Soldado", e assume o compromisso de fortalecer a representa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores do setor no Agreste pernambucano.</span><br /><br /><span>Um dos momentos mais importantes da solenidade foi a oficializa&ccedil;&atilde;o da filia&ccedil;&atilde;o do sindicato &agrave; Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), &agrave; Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores na Ind&uacute;stria (CNTI) e &agrave; Federa&ccedil;&atilde;o dos Trabalhadores na Ind&uacute;stria do Estado de Pernambuco (FETIEPE). A ades&atilde;o refor&ccedil;a a unidade do movimento sindical e amplia a capacidade de atua&ccedil;&atilde;o da entidade na defesa dos direitos da categoria, fortalecendo sua inser&ccedil;&atilde;o nas principais estruturas de representa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores.</span><br /><br /><span>A filia&ccedil;&atilde;o &agrave; Nova Central representa mais um passo no fortalecimento da base sindical da Central em Pernambuco, ampliando sua representatividade e consolidando seu compromisso com a organiza&ccedil;&atilde;o, a valoriza&ccedil;&atilde;o do di&aacute;logo social e a defesa dos direitos da classe trabalhadora.</span><br /><br /><span>Nesse processo, a CNTI desempenha papel fundamental ao fortalecer a organiza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores da ind&uacute;stria em &acirc;mbito nacional, oferecendo suporte institucional, articula&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e atua&ccedil;&atilde;o permanente em defesa dos interesses da categoria. A integra&ccedil;&atilde;o entre CNTI, NCST e FETIEPE proporciona ao sindicato maior capacidade de mobiliza&ccedil;&atilde;o e participa&ccedil;&atilde;o nas principais pautas do movimento sindical brasileiro.</span><br /><br /><span>Al&eacute;m da agenda em Pernambuco, Israel Ferreira de Torres representou os trabalhadores da ind&uacute;stria pernambucana, entre os dias 28 de junho e 2 de julho, em Bras&iacute;lia, durante a reuni&atilde;o do Conselho Nacional do Servi&ccedil;o Social da Ind&uacute;stria (SESI). No encontro, os conselheiros debateram temas relacionados ao fortalecimento da atua&ccedil;&atilde;o dos representantes dos trabalhadores nos Conselhos Estaduais da institui&ccedil;&atilde;o, buscando ampliar a participa&ccedil;&atilde;o e a efetividade das a&ccedil;&otilde;es desenvolvidas em todo o pa&iacute;s.</span><br /><br /><span>Na ocasi&atilde;o, o secret&aacute;rio da CNTI tamb&eacute;m participou da solenidade em comemora&ccedil;&atilde;o aos 80 anos do Servi&ccedil;o Social da Ind&uacute;stria (SESI), evento que reuniu autoridades, lideran&ccedil;as empresariais, representantes sindicais e trabalhadores para celebrar a trajet&oacute;ria de uma das mais importantes institui&ccedil;&otilde;es voltadas &agrave; promo&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o, da sa&uacute;de, da qualidade de vida e da seguran&ccedil;a dos industri&aacute;rios brasileiros.</span></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CNTI</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>United Auto Workers denuncia o "livre" comércio e exige um acordo pró-trabalhador</title> 
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                    <title>United Auto Workers denuncia o "livre" comércio e exige um acordo pró-trabalhador</title> 
                    <description>O sindicato United Auto Workers protesta em Detroit contra práticas que prejudicam a indústria e as comunidades trabalhadoras.</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69448</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><strong>Por Cameron Harrison</strong></p>
<p>O sindicato United Auto Workers (UAW) est&aacute; desafiando as grandes pol&iacute;ticas de com&eacute;rcio impulsionadas pelo capitalismo que devastaram a ind&uacute;stria manufatureira dos Estados Unidos e destru&iacute;ram comunidades da classe trabalhadora em todo o pa&iacute;s.</p>
<p>Em um novo documento intitulado &ldquo;<a href="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/USMCA_whitepaper_26-06-12-final.pdf">Trade and the American Dream: NAFTA, the USMCA, and the Future of the Working Class</a>&rdquo; (&ldquo;Com&eacute;rcio e o Sonho Americano: o NAFTA, o USMCA e o Futuro da Classe Trabalhadora&rdquo;), o sindicato apresenta sua den&uacute;ncia contra as pol&iacute;ticas de &ldquo;livre com&eacute;rcio&rdquo; e prop&otilde;e uma alternativa.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;O NAFTA e acordos semelhantes representam o contrato social escrito pelas corpora&ccedil;&otilde;es multinacionais&rdquo;, afirmou o presidente do UAW, Shawn Fain. &ldquo;&Eacute; hora de rasgarmos esse contrato e come&ccedil;armos de novo.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>O documento de 36 p&aacute;ginas, divulgado &agrave;s v&eacute;speras da revis&atilde;o de seis anos do Acordo Estados Unidos-M&eacute;xico-Canad&aacute; (USMCA), sustenta que o Acordo de Livre Com&eacute;rcio da Am&eacute;rica do Norte (NAFTA), firmado em 1994, foi &ldquo;uma das leis mais antissindicais desde a not&oacute;ria Lei Taft-Hartley de 1947&rdquo;, e que seu sucessor, o USMCA, tamb&eacute;m fracassou em atender &agrave;s necessidades das comunidades da classe trabalhadora.</p>
<h2>O desastre do &ldquo;livre com&eacute;rcio&rdquo;</h2>
<p>Desde a aprova&ccedil;&atilde;o do NAFTA, no in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1990, os Estados Unidos perderam mais de 4,2 milh&otilde;es de empregos na ind&uacute;stria de transforma&ccedil;&atilde;o. Segundo o documento, cada fechamento de f&aacute;brica &ldquo;&eacute; uma bomba lan&ccedil;ada sobre uma comunidade oper&aacute;ria&rdquo;.</p>
<p>Estudos mostram que os &iacute;ndices de alcoolismo, depend&ecirc;ncia de drogas, div&oacute;rcios e suic&iacute;dios aumentam significativamente ap&oacute;s o fechamento de f&aacute;bricas. Um estudo recente, intitulado &ldquo;Trading Goods for Lives&rdquo; (&ldquo;Trocando Mercadorias por Vidas&rdquo;), concluiu que as comunidades &ldquo;mais expostas ao NAFTA registraram aumentos persistentes na mortalidade&rdquo;.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;A realidade &eacute; que o NAFTA esvaziou a ind&uacute;stria manufatureira dos Estados Unidos, promovendo uma &lsquo;corrida para o fundo do po&ccedil;o&rsquo;, ao facilitar a transfer&ecirc;ncia da produ&ccedil;&atilde;o destinada ao mercado norte-americano para o M&eacute;xico, onde as empresas podem manter os sal&aacute;rios reprimidos e violar os direitos dos trabalhadores com total impunidade&rdquo;, afirma o documento.</p>
</blockquote>
<p>Os trabalhadores mexicanos tamb&eacute;m n&atilde;o obtiveram melhores resultados, tampouco o problema pode ser atribu&iacute;do ao fato de trabalhadores de outros pa&iacute;ses terem conquistado empregos. Apesar dos bilh&otilde;es de d&oacute;lares investidos em novas f&aacute;bricas no M&eacute;xico, os sal&aacute;rios no pa&iacute;s permaneceram praticamente estagnados desde a entrada em vigor do acordo, em 1&ordm; de janeiro de 1994. Corrigidos pela infla&ccedil;&atilde;o, os sal&aacute;rios dos trabalhadores da ind&uacute;stria automobil&iacute;stica mexicana foram reduzidos pela metade.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Em termos simples, os trabalhadores mexicanos s&atilde;o pobres demais para comprar os carros que produzem&rdquo;, afirma o sindicato.</p>
</blockquote>
<p>A realidade enfrentada pelos trabalhadores do Canad&aacute;, o terceiro pa&iacute;s integrante do acordo, foi semelhante &agrave; dos trabalhadores norte-americanos. Na primeira d&eacute;cada de vig&ecirc;ncia do tratado, o Canad&aacute; sofreu um forte desmonte de sua base industrial, perdendo centenas de milhares de empregos industriais est&aacute;veis e de tempo integral.</p>
<p>De acordo com dados compilados pelo Centro Canadense de Pol&iacute;ticas Alternativas (Canadian Centre for Policy Alternatives), a ado&ccedil;&atilde;o de regras comerciais voltadas prioritariamente aos interesses das grandes corpora&ccedil;&otilde;es enfraqueceu severamente o poder de negocia&ccedil;&atilde;o dos sindicatos, reduziu a renda mediana e inaugurou uma era de empregos prec&aacute;rios e de meio per&iacute;odo no setor de servi&ccedil;os, deixando desproporcionalmente as fam&iacute;lias da classe trabalhadora em situa&ccedil;&atilde;o de inseguran&ccedil;a econ&ocirc;mica.</p>
<p>O setor automobil&iacute;stico &mdash; outrora a joia da coroa da classe trabalhadora sindicalizada do Canad&aacute; &mdash; foi um dos mais atingidos pela estrutura do NAFTA, moldada para favorecer as grandes corpora&ccedil;&otilde;es. O acordo, na pr&aacute;tica, incentivou as tr&ecirc;s grandes montadoras norte-americanas a abandonar as f&aacute;bricas sindicalizadas de Ont&aacute;rio, onde os sal&aacute;rios eram relativamente elevados, em favor de locais com m&atilde;o de obra barata e direitos trabalhistas legalmente reprimidos.</p>
<p>O Conselho dos Canadenses (Council of Canadians) destacou o profundo desequil&iacute;brio estrutural provocado pelo acordo, observando, em 2022, que nove das onze f&aacute;bricas de montagem de autom&oacute;veis constru&iacute;das na Am&eacute;rica do Norte nas d&eacute;cadas seguintes &agrave; entrada em vigor do NAFTA foram instaladas no M&eacute;xico, onde, na &eacute;poca, o sal&aacute;rio m&eacute;dio nas montadoras girava em torno de apenas US$ 4 por hora.</p>
<p>&Agrave; medida que os investimentos migravam para o sul, os trabalhadores canadenses da ind&uacute;stria automobil&iacute;stica, assim como seus colegas norte-americanos, passaram a enfrentar demiss&otilde;es, redu&ccedil;&otilde;es de produ&ccedil;&atilde;o e fechamentos definitivos de f&aacute;bricas, transformando de forma permanente comunidades que dependiam do setor automotivo para garantir sua estabilidade econ&ocirc;mica ao longo de gera&ccedil;&otilde;es.</p>
<h2>A gan&acirc;ncia capitalista em a&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>O documento do UAW apresenta estudos de caso detalhados mostrando como monop&oacute;lios da ind&uacute;stria automobil&iacute;stica utilizaram os acordos comerciais para atacar os trabalhadores em todo o mundo e coloc&aacute;-los uns contra os outros.</p>
<p>Na Stellantis (antiga Chrysler), a empresa fechou, vendeu ou paralisou 18 unidades industriais nos Estados Unidos desde 2002, enquanto expandia significativamente suas opera&ccedil;&otilde;es em outros pa&iacute;ses. Apesar de ter recebido bilh&otilde;es de d&oacute;lares em resgates financeiros custeados pelos contribuintes ao longo de v&aacute;rias d&eacute;cadas, sua for&ccedil;a de trabalho nos Estados Unidos hoje corresponde a cerca de um ter&ccedil;o do que era na &eacute;poca do primeiro socorro governamental, em 1979.</p>
<p>Na Mack Trucks, os trabalhadores conquistaram uma greve vitoriosa em 2023, apenas para ver a empresa anunciar planos de construir sua primeira f&aacute;brica no M&eacute;xico menos de seis meses depois. &ldquo;Voc&ecirc; acaba sendo, basicamente, um dano colateral provocado por um simples tra&ccedil;o de caneta de algu&eacute;m&rdquo;, afirmou a trabalhadora da Mack, Nicole DeFuso.</p>
<p>A John Deere eliminou mais de 2 mil postos de trabalho nos estados de Illinois e Iowa desde 2021, ao mesmo tempo em que investiu dezenas de milh&otilde;es de d&oacute;lares em f&aacute;bricas no M&eacute;xico.</p>
<p>J&aacute; a CNH Industrial encerrou, em mar&ccedil;o deste ano, as atividades de sua f&aacute;brica em Burlington, Iowa &mdash; que funcionava havia quase um s&eacute;culo &mdash; eliminando centenas de empregos e transferindo a produ&ccedil;&atilde;o para o exterior.</p>
<h2>O USMCA fracassa para os trabalhadores</h2>
<p>Quando o USMCA substituiu o NAFTA, em 2020, o novo acordo passou a incluir um cap&iacute;tulo trabalhista que obrigava o M&eacute;xico a fortalecer sua legisla&ccedil;&atilde;o, criou um &ldquo;Mecanismo de Resposta R&aacute;pida&rdquo; para lidar com viola&ccedil;&otilde;es trabalhistas e estabeleceu novas regras destinadas a trazer de volta parte da produ&ccedil;&atilde;o automobil&iacute;stica para os Estados Unidos e o Canad&aacute;. No entanto, segundo o ponto de vista do UAW, essas medidas, embora bem-intencionadas, deixam de enfrentar o problema central.</p>
<p>Embora o UAW nunca tenha apoiado o acordo, a central sindical AFL-CIO manifestou seu respaldo ao USMCA em 2019. Mas, sob a perspectiva da classe trabalhadora, a estrutura do tratado continua profundamente falha &mdash; n&atilde;o porque inclua normas trabalhistas, mas porque preserva intacta a estrutura b&aacute;sica do poder dos monop&oacute;lios.</p>
<p>Obrigar outros pa&iacute;ses a cumprir regras elaboradas pelos Estados Unidos, ainda que essas normas sejam consideradas &ldquo;progressistas&rdquo; no papel, n&atilde;o desafia a l&oacute;gica imperialista que orienta a pol&iacute;tica comercial. Apenas imp&otilde;e um conjunto de regras &mdash; escrito pela pot&ecirc;ncia mais forte &mdash; sobre um pa&iacute;s mais fraco. A soberania do M&eacute;xico &eacute; comprometida n&atilde;o pelas normas trabalhistas em si, mas pelo fato de que sua economia foi remodelada para servir aos interesses do capitalismo norte-americano.</p>
<p>Assim, os sal&aacute;rios e os padr&otilde;es trabalhistas no M&eacute;xico permaneceram baixos. Al&eacute;m disso, as novas regras de &ldquo;Conte&uacute;do de Valor do Trabalho&rdquo; (Labor Value Content) eram &ldquo;t&atilde;o complicadas que as cumprir se tornou um pesadelo&rdquo;, afirmou o sindicato. Como a penalidade pelo descumprimento era de apenas uma tarifa de 2,5%, os grandes monop&oacute;lios simplesmente ignoraram a maior parte dessas exig&ecirc;ncias.</p>
<p>O pr&oacute;prio Conselho Independente de Especialistas em Trabalho do M&eacute;xico, criado pelo USMCA, admitiu que o mecanismo n&atilde;o funcionou.</p>
<p>&ldquo;Se o crit&eacute;rio de sucesso for a redu&ccedil;&atilde;o da diferen&ccedil;a salarial entre os trabalhadores mexicanos e seus colegas da Am&eacute;rica do Norte, o USMCA fracassou&rdquo;, concluiu o conselho.</p>
<h2>O UAW prop&otilde;e uma alternativa</h2>
<p>O UAW defende uma nova vis&atilde;o para um acordo comercial norte-americano, baseada em tr&ecirc;s objetivos centrais:</p>
<ol>
<li>
<h3>Produzir <span>aqui para vender aqui</span></h3>
</li>
</ol>
<p>&ldquo;As empresas devem ser obrigadas a criar e manter bons empregos nos Estados Unidos se quiserem vender no mercado norte-americano.&rdquo;</p>
<p>O sindicato prop&otilde;e um sistema de cotas inspirado no Pacto Automotivo Canad&aacute;-Estados Unidos de 1965, que exigia uma propor&ccedil;&atilde;o de um para um entre produ&ccedil;&atilde;o e vendas. A proposta abrange ve&iacute;culos completos, componentes principais e a produ&ccedil;&atilde;o total de pe&ccedil;as.</p>
<p>&ldquo;Se a rela&ccedil;&atilde;o entre produ&ccedil;&atilde;o e vendas nos Estados Unidos fosse de um para um, fabricar&iacute;amos quase seis milh&otilde;es de carros a mais por ano&rdquo;, afirma o documento.</p>
<p>Embora essa reivindica&ccedil;&atilde;o seja compreens&iacute;vel do ponto de vista dos trabalhadores norte-americanos, uma abordagem verdadeiramente internacionalista exigiria que trabalhadores dos tr&ecirc;s pa&iacute;ses tivessem direito a empregos de qualidade &mdash; e n&atilde;o apenas os dos Estados Unidos.</p>
<ol>
<li>
<h3>Direitos trabalhistas efetivos</h3>
</li>
</ol>
<p>Os trabalhadores dos tr&ecirc;s pa&iacute;ses da Am&eacute;rica do Norte devem ter garantias efetivas para formar sindicatos, com consequ&ecirc;ncias s&eacute;rias para as viola&ccedil;&otilde;es dos direitos trabalhistas, incluindo a imposi&ccedil;&atilde;o de tarifas direcionadas.</p>
<p>No entanto, como mencionado anteriormente, a estrat&eacute;gia adotada pelo USMCA de utilizar o poder do Estado norte-americano para impor normas trabalhistas ao Canad&aacute; e ao M&eacute;xico &eacute; contradit&oacute;ria. Ela corre o risco de legitimar as mesmas institui&ccedil;&otilde;es imperialistas que, historicamente, reprimiram os trabalhadores latino-americanos.</p>
<p>Ainda assim, no curto prazo, os trabalhadores precisam utilizar todas as ferramentas dispon&iacute;veis para se defender. O desafio consiste em empreg&aacute;-las de maneira eficaz, guiados pelo princ&iacute;pio do internacionalismo da classe trabalhadora, evitando ao mesmo tempo cair na armadilha de se tornarem dependentes desses mecanismos.</p>
<ol>
<li>
<h3>Padr&otilde;es salariais robustos</h3>
</li>
</ol>
<p>Um novo &ldquo;Piso Salarial para a Ind&uacute;stria de Transforma&ccedil;&atilde;o da Am&eacute;rica do Norte&rdquo; substituiria as complexas e pouco aplicadas regras de Conte&uacute;do de Valor do Trabalho.</p>
<p>Atualmente, os trabalhadores mexicanos da ind&uacute;stria automobil&iacute;stica recebem, em m&eacute;dia, apenas US$ 5,70 por hora, o equivalente a 16% dos US$ 35,30 por hora pagos, em m&eacute;dia, aos trabalhadores norte-americanos do setor. Segundo o sindicato, um piso salarial elevaria os sal&aacute;rios no M&eacute;xico, eliminaria a press&atilde;o para baixo sobre os sal&aacute;rios nos Estados Unidos e fortaleceria toda a economia regional.</p>
<p>&ldquo;A vis&atilde;o moral de uma sociedade na qual a classe trabalhadora recupera sua dignidade depende de conter o avan&ccedil;o da crescente ditadura dos bilion&aacute;rios&rdquo;, afirmou Shawn Fain.</p>
<h2>Padr&otilde;es internacionais</h2>
<p>O documento do UAW deixa claro que os trabalhadores do Canad&aacute; e do M&eacute;xico n&atilde;o s&atilde;o os inimigos. O verdadeiro problema, segundo o sindicato, s&atilde;o os &ldquo;padr&otilde;es internacionais impostos pelas corpora&ccedil;&otilde;es, que est&atilde;o rebaixando as condi&ccedil;&otilde;es dos trabalhadores em toda parte&rdquo;.</p>
<p>As mesmas for&ccedil;as corporativas que destru&iacute;ram a ind&uacute;stria manufatureira norte-americana tamb&eacute;m mantiveram os trabalhadores mexicanos na pobreza, criando uma &ldquo;corrida para o fundo do po&ccedil;o&rdquo; que beneficia apenas a classe dos bilion&aacute;rios, afirma o sindicato.</p>
<p>O UAW defende ainda a negocia&ccedil;&atilde;o coletiva por setor em toda a Am&eacute;rica do Norte, a aplica&ccedil;&atilde;o trinacional dos direitos trabalhistas e a cria&ccedil;&atilde;o de uma comiss&atilde;o encarregada de submeter as decis&otilde;es de investimento das grandes corpora&ccedil;&otilde;es &agrave; supervis&atilde;o p&uacute;blica.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;O livre com&eacute;rcio n&atilde;o &eacute; gratuito&rdquo;, afirma o sindicato. &ldquo;Ele tem um custo enorme para os trabalhadores de todos os pa&iacute;ses, para suas fam&iacute;lias, para suas comunidades e para as democracias em todo o mundo.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p>O momento da divulga&ccedil;&atilde;o deste documento &eacute; considerado crucial porque a revis&atilde;o prevista para os seis anos de vig&ecirc;ncia do USMCA se aproxima, e os tr&ecirc;s pa&iacute;ses ter&atilde;o de decidir se renovar&atilde;o ou n&atilde;o o acordo.</p>
<p><strong>Cameron Harrison &eacute; ativista sindical e organizador da Comiss&atilde;o do Trabalho do Partido Comunista dos Estados Unidos (CPUSA). Escreve de Detroit, no estado de Michigan.</strong></p>
<p><strong>Texto traduzido do <a href="https://www.peoplesworld.org/article/united-auto-workers-indict-free-trade-demand-pro-worker-deal-or-none-at-all/">People&acute;s World</a> por Luciana Cristina Ruy</strong></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 07 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Começa a segunda mesa de negociação da Campanha Nacional dos Bancários 2026</title> 
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                    <title>Começa a segunda mesa de negociação da Campanha Nacional dos Bancários 2026</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69447</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Teve in&iacute;cio na manh&atilde; desta ter&ccedil;a-feira, 7 de julho, em S&atilde;o Paulo, a segunda mesa de negocia&ccedil;&atilde;o entre o Comando Nacional dos Banc&aacute;rios e a Fenaban (Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Bancos), dando continuidade &agrave;s tratativas da Campanha Nacional Unificada dos Banc&aacute;rios 2026. O tema da reuni&atilde;o &eacute; o emprego banc&aacute;rio, uma das prioridades apontadas pela categoria na Consulta Nacional deste ano.</p>
<p>A negocia&ccedil;&atilde;o &eacute; conduzida pela presidenta do Sindicato dos Banc&aacute;rios de S&atilde;o Paulo, Osasco e Regi&atilde;o e coordenadora do Comando Nacional dos Banc&aacute;rios, <a rel="noreferrer noopener" href="https://spbancarios.com.br/neiva-ribeiro" target="_blank">Neiva Ribeiro</a>, ao lado da presidenta da Contraf-CUT e tamb&eacute;m coordenadora do Comando Nacional, Juvandia Moreira.</p>
<p>Nesta etapa da campanha, o Comando Nacional busca avan&ccedil;ar nas discuss&otilde;es sobre a prote&ccedil;&atilde;o e amplia&ccedil;&atilde;o dos postos de trabalho, diante das transforma&ccedil;&otilde;es no setor financeiro, do avan&ccedil;o da digitaliza&ccedil;&atilde;o e das reestrutura&ccedil;&otilde;es promovidas pelos bancos.</p>
<p>Assim que a reuni&atilde;o for encerrada, o Sindicato divulgar&aacute; um balan&ccedil;o completo das negocia&ccedil;&otilde;es aqui no site e nas redes sociais. Acompanhe a cobertura para ficar por dentro dos principais desdobramentos da Campanha Nacional dos Banc&aacute;rios 2026.</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 07 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Bancários de São Paulo</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Metalúrgicos da Gespi entram em greve por PLR e vale-alimentação maiores</title> 
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                    <title>Metalúrgicos da Gespi entram em greve por PLR e vale-alimentação maiores</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69446</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Os trabalhadores da Modirum Gespi, f&aacute;brica do setor de Defesa localizada em S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos, entraram em greve por tempo indeterminado, nesta ter&ccedil;a-feira (7), por PLR (Participa&ccedil;&atilde;o nos Lucros e Resultados) e vale-alimenta&ccedil;&atilde;o maiores. A paralisa&ccedil;&atilde;o foi aprovada em assembleia.&nbsp;</p>
<p>A empresa manteve a &uacute;ltima proposta de PLR, no valor de R$ 2.000, j&aacute; rejeitada pelos trabalhadores, mas com uma mudan&ccedil;a: antecipa&ccedil;&atilde;o da primeira parcela, de R$ 1.000, para 30 de julho. Antes, o pagamento estava previsto para o fim de outubro. Os tempor&aacute;rios com mais de 90 dias de contrato tamb&eacute;m receberiam a PLR proporcional.&nbsp;</p>
<p>Para o vale-alimenta&ccedil;&atilde;o, a empresa prop&ocirc;s reajuste dos atuais R$ 200 para R$ 350 em setembro e R$ 400 a partir de fevereiro de 2027.&nbsp;</p>
<p>A proposta foi considerada insuficiente pelos metal&uacute;rgicos, que exigem:</p>
<ul>
<li>PLR de R$ 5 mil;</li>
<li>vale-alimenta&ccedil;&atilde;o de R$ 800;</li>
<li>fim do banco de horas e pagamento de horas extras;</li>
<li>efetiva&ccedil;&atilde;o imediata de todos os tempor&aacute;rios.&nbsp;</li>
</ul>
<p>&ldquo;Os trabalhadores chegaram no limite e cruzaram os bra&ccedil;os. Enquanto a empresa n&atilde;o apresentar uma proposta que satisfa&ccedil;a &agrave;s reivindica&ccedil;&otilde;es, as m&aacute;quinas v&atilde;o continuar paradas!&rdquo;, afirma o diretor do Sindicato Arthur Cez&aacute;rio dos Santos.&nbsp;</p>
<p>A mobiliza&ccedil;&atilde;o na Gespi come&ccedil;ou em 19 de junho, quando os metal&uacute;rgicos aprovaram aviso de greve. No dia 29, eles cruzaram os bra&ccedil;os por 1h30, contra a intransig&ecirc;ncia da f&aacute;brica.</p>
<p>A Gespi emprega cerca de 300 trabalhadores e produz embarca&ccedil;&otilde;es militares e artefatos explosivos.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 07 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos / Foto: Roosevelt Cássio</author>
                </item>
            
                <item>
                    <image>
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                        <title>Colapso dos empregos em jornais e revistas coincide com avanço da assessoria de imprensa e explosão de MEIs no setor</title> 
                    </image>
                    <title>Colapso dos empregos em jornais e revistas coincide com avanço da assessoria de imprensa e explosão de MEIs no setor</title> 
                    <description>Na segunda matéria da série especial "O trabalho de jornalistas no Brasil", dados do Dieese mostram que, em 2025, assessor(a) de imprensa foi a função responsável por 25,2% dos postos de trabalho formais</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69445</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Os empregos formais em jornais e revistas encolheram mais da metade na &uacute;ltima d&eacute;cada, enquanto outras &aacute;reas passaram a absorver uma parcela crescente dos profissionais do jornalismo. Dados do Departamento Intersindical de Estat&iacute;stica e Estudos Socioecon&ocirc;micos (Dieese), elaborados a partir da Rela&ccedil;&atilde;o Anual de Informa&ccedil;&otilde;es Sociais (RAIS), mostram que o n&uacute;mero de trabalhadores formais em fun&ccedil;&otilde;es do jornalismo no segmento caiu de 9.870, em 2015, para 4.709 em 2025 &mdash; retra&ccedil;&atilde;o de 52,3%. A perda foi de 5.161 postos de trabalho.</p>
<p>A segunda mat&eacute;ria da s&eacute;rie &ldquo;O trabalho de jornalistas no Brasil&rdquo; mostra que a redu&ccedil;&atilde;o de algumas fun&ccedil;&otilde;es ajuda a explicar uma mudan&ccedil;a importante no perfil do mercado de trabalho da categoria: as reda&ccedil;&otilde;es tradicionais perderam espa&ccedil;o, enquanto atividades fora dos ve&iacute;culos impressos passaram a concentrar maior n&uacute;mero de trabalhadores.</p>
<p>Em 2025, entre os 50,3 mil v&iacute;nculos formais registrados no jornalismo, a principal fun&ccedil;&atilde;o empregadora j&aacute; n&atilde;o era a de rep&oacute;rter ou editor, mas a de assessor(a) de imprensa, respons&aacute;vel por 25,2% dos postos de trabalho, o equivalente a 12.664 profissionais. Em seguida aparecem Jornalista, com 10.438 v&iacute;nculos (20,7%), Editor, com 7.648 (15,2%), Rep&oacute;rter &ndash; exceto r&aacute;dio e TV &ndash; com 4.422 (8,8%), Revisor de Texto com 3.137 (6,2%) e Rep&oacute;rter de R&aacute;dio e TV, com 2.810 trabalhadores (5,6%).</p>
<p>Os n&uacute;meros sugerem uma reorganiza&ccedil;&atilde;o profunda do mercado de trabalho da profiss&atilde;o. Enquanto os postos ligados &agrave; produ&ccedil;&atilde;o jornal&iacute;stica tradicional perderam for&ccedil;a, &aacute;reas relacionadas &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o institucional e estrat&eacute;gica passaram a ampliar participa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Para a presidenta da Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Samira de Castro, os dados mostram uma migra&ccedil;&atilde;o importante da categoria, mas n&atilde;o necessariamente significam expans&atilde;o das oportunidades de trabalho em condi&ccedil;&otilde;es mais est&aacute;veis.</p>
<p>&ldquo;Os n&uacute;meros mostram que os jornalistas continuam sendo demandados pelo mercado, mas essa demanda est&aacute; se deslocando. Hoje vemos a assessoria de imprensa assumindo um papel cada vez mais relevante na absor&ccedil;&atilde;o desses profissionais, algo que acompanha mudan&ccedil;as econ&ocirc;micas e tecnol&oacute;gicas importantes&rdquo;, afirma.</p>
<p>Segundo ela, o crescimento das assessorias n&atilde;o deve ser analisado isoladamente, sobretudo diante do esvaziamento das estruturas tradicionais das reda&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>&ldquo;O problema n&atilde;o &eacute; a amplia&ccedil;&atilde;o da assessoria de imprensa, que &eacute; uma atividade leg&iacute;tima e historicamente importante para a profiss&atilde;o. A preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; quando esse crescimento acontece ao mesmo tempo em que vemos fechamento de reda&ccedil;&otilde;es, redu&ccedil;&atilde;o de equipes e formas mais precarizadas de contrata&ccedil;&atilde;o&rdquo;, diz.</p>
<p>Outro dado refor&ccedil;a essa mudan&ccedil;a estrutural no mercado. Enquanto os empregos formais em jornais e revistas somam hoje 4.709 v&iacute;nculos, registros da Receita Federal apontam um contingente expressivo de Microempreendedores Individuais (MEIs) em atividades relacionadas ao setor editorial. At&eacute; maio deste ano, eram 14.269 registros na atividade de edi&ccedil;&atilde;o de revistas, 19.051 em edi&ccedil;&atilde;o de jornal di&aacute;rio e 12.758 em edi&ccedil;&atilde;o de jornal n&atilde;o di&aacute;rio, totalizando 46.078 MEIs.</p>
<p>O n&uacute;mero chama aten&ccedil;&atilde;o porque praticamente equivale ao total de v&iacute;nculos formais existentes hoje em toda a &aacute;rea do jornalismo no pa&iacute;s. Embora os dados n&atilde;o permitam afirmar que todos os registros correspondam a jornalistas, especialistas apontam que o avan&ccedil;o do modelo pode indicar fraude nas formas de contrata&ccedil;&atilde;o e no funcionamento do setor.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;O elevado n&uacute;mero de MEis, pelas den&uacute;ncias que recebemos nos sindicatos, indica crescimento de uma fraude trabalhista que &eacute; obrigar o trabalhador a abrir um MEI para contrat&aacute;-lo como empresa, embora ele esteja sujeito a todas as caracter&iacute;sticas do v&iacute;nculo formal&rdquo;, pontua a presidenta da FENAJ.</p>
</blockquote>
<p>Para Samira de Castro, a compara&ccedil;&atilde;o ajuda a revelar uma transforma&ccedil;&atilde;o que vai al&eacute;m da simples migra&ccedil;&atilde;o entre &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;Precisamos olhar com aten&ccedil;&atilde;o para o crescimento de modalidades que transferem custos e riscos para os trabalhadores. Muitas vezes a substitui&ccedil;&atilde;o do v&iacute;nculo formal pela pejotiza&ccedil;&atilde;o aparece como moderniza&ccedil;&atilde;o, mas pode representar perda de direitos e fragiliza&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho&rdquo;, afirma.</p>
<p>O pr&oacute;prio estudo faz uma ressalva importante: os dados da RAIS abrangem apenas trabalhadores com carteira assinada e n&atilde;o contabilizam profissionais contratados como pessoa jur&iacute;dica, aut&ocirc;nomos ou outras modalidades sem v&iacute;nculo formal &mdash; realidade cada vez mais presente na comunica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 07 Jul 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Fenaj </author>
                </item>
            
    </channel>
</rss>
