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        <title>Portal Mundo Sindical - Noticias sobre Sindicalismo</title> 
        <link>https://mundosindical.com.br/</link> 
        <description>Sindicalismo levado a serio!</description> 
        <language>pt-br</language> 
        <copyright>MUNDO SINDICAL 2026</copyright>
        <generator>EMANAGER - EASYSYSTEM.COM.BR</generator>
        
        <lastBuildDate>Sat, 11 Apr 2026 09:46:37 GMT</lastBuildDate>
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            <title>Portal Mundo Sindical - Sindicalismo levado a serio!</title>
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                        <title>OIT pede maior proteção social diante das transformações no mundo do trabalho</title> 
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                    <title>OIT pede maior proteção social diante das transformações no mundo do trabalho</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68793</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Um novo relat&oacute;rio da Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT) defende um fortalecimento de forma decisiva dos sistemas de prote&ccedil;&atilde;o social em todo o mundo, alertando que as atuais lacunas em cobertura, adequa&ccedil;&atilde;o e financiamento est&atilde;o deixando milh&otilde;es de trabalhadores e trabalhadoras desprotegidos em uma economia global cada vez mais vol&aacute;til. O relat&oacute;rio,&nbsp;<em>Prote&ccedil;&atilde;o social universal em mercados de trabalho em transforma&ccedil;&atilde;o: protegendo trabalhadores em todos os tipos de emprego (</em><a href="https://www.ilo.org/publications/universal-social-protection-changing-labour-markets-protecting-workers-all"><em>Universal social protection in changing labour markets: Protecting workers in all types of employment</em></a>), destaca que o refor&ccedil;o dos sistemas de prote&ccedil;&atilde;o social &eacute; essencial para garantir que todos os trabalhadores e trabalhadoras&mdash; em todas as formas de emprego &mdash; estejam protegidos contra riscos sociais e sejam capazes de enfrentar profundas transforma&ccedil;&otilde;es no mercado de trabalho.</p>
<p><span><strong>Fechar lacunas cr&iacute;ticas na prote&ccedil;&atilde;o</strong></span></p>
<p>Para enfrentar lacunas persistentes de cobertura, o relat&oacute;rio pede uma amplia&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica da cobertura, com o objetivo de garantir que todos os trabalhadores e trabalhadoras, incluindo os tempor&aacute;rios, de meio per&iacute;odo e os trabalhadores por conta pr&oacute;pria, estejam adequadamente protegidos.</p>
<p>O estudo destaca experi&ecirc;ncias de diferentes pa&iacute;ses na amplia&ccedil;&atilde;o da cobertura de seguridade social para categorias de trabalhadores e trabalhadoras que frequentemente enfrentam lacunas de prote&ccedil;&atilde;o, como aqueles em micro e pequenas empresas, na agricultura, no trabalho dom&eacute;stico, em arranjos de trabalho complexos e no trabalho por conta pr&oacute;pria.</p>
<p>Garantir que trabalhadores em todos os tipos de emprego estejam adequadamente cobertos n&atilde;o apenas apoia objetivos sociais e econ&ocirc;micos, como tamb&eacute;m facilita as transi&ccedil;&otilde;es da economia informal para a economia formal.</p>
<p><span><strong>Fechar lacunas cr&iacute;ticas na prote&ccedil;&atilde;o</strong></span></p>
<p>Para enfrentar lacunas persistentes de cobertura, o relat&oacute;rio pede uma amplia&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica da cobertura, com o objetivo de garantir que todos os trabalhadores e trabalhadoras, incluindo os tempor&aacute;rios, de meio per&iacute;odo e os trabalhadores por conta pr&oacute;pria, estejam adequadamente protegidos.</p>
<p>O estudo destaca experi&ecirc;ncias de diferentes pa&iacute;ses na amplia&ccedil;&atilde;o da cobertura de seguridade social para categorias de trabalhadores e trabalhadoras que frequentemente enfrentam lacunas de prote&ccedil;&atilde;o, como aqueles em micro e pequenas empresas, na agricultura, no trabalho dom&eacute;stico, em arranjos de trabalho complexos e no trabalho por conta pr&oacute;pria.</p>
<p>Garantir que trabalhadores em todos os tipos de emprego estejam adequadamente cobertos n&atilde;o apenas apoia objetivos sociais e econ&ocirc;micos, como tamb&eacute;m facilita as transi&ccedil;&otilde;es da economia informal para a economia formal.</p>
<p><span><strong>Garantir um financiamento sustent&aacute;vel e equitativo</strong></span></p>
<p>Uma mensagem central do relat&oacute;rio &eacute; que o fortalecimento da prote&ccedil;&atilde;o social requer mecanismos de financiamento sustent&aacute;veis e equitativos. O estudo destaca o papel da mobiliza&ccedil;&atilde;o de recursos dom&eacute;sticos &mdash; incluindo contribui&ccedil;&otilde;es para a seguridade social e tributa&ccedil;&atilde;o progressiva &mdash; como elemento central das estrat&eacute;gias de financiamento, complementadas, quando necess&aacute;rio, por subs&iacute;dios p&uacute;blicos para incluir trabalhadores com limitada capacidade contributiva. Essa abordagem permite o compartilhamento de riscos, a redistribui&ccedil;&atilde;o e a sustentabilidade de longo prazo dos sistemas.</p>
<p>O relat&oacute;rio tamb&eacute;m reconhece que, para pa&iacute;ses com capacidade fiscal insuficiente, a solidariedade internacional continua sendo essencial para apoiar o desenvolvimento dos sistemas de prote&ccedil;&atilde;o social e para preparar-se ou responder a crises.</p>
<p><span><strong>Construir sistemas resilientes para o futuro do trabalho</strong></span></p>
<p>Em um contexto moldado pelas mudan&ccedil;a do clima, transforma&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica e mudan&ccedil;as demogr&aacute;ficas, o relat&oacute;rio ressalta que sistemas robustos de prote&ccedil;&atilde;o social s&atilde;o indispens&aacute;veis para a resili&ecirc;ncia. Eles ajudam trabalhadores e empresas a se adaptarem &agrave;s mudan&ccedil;as, apoiam transi&ccedil;&otilde;es para atividades econ&ocirc;micas mais sustent&aacute;veis e refor&ccedil;am a coes&atilde;o social.</p>
<blockquote>
<p>O fortalecimento dos sistemas de prote&ccedil;&atilde;o social n&atilde;o &eacute; mais opcional &mdash; &eacute; essencial. Precisamos de sistemas que cheguem a todas as pessoas, ofere&ccedil;am prote&ccedil;&atilde;o adequada e sejam financiados de forma justa e sustent&aacute;vel. Essa &eacute; a base para a resili&ecirc;ncia, a justi&ccedil;a social e uma transi&ccedil;&atilde;o justa em um mundo do trabalho em transforma&ccedil;&atilde;o.</p>
<cite class="quote">Shahra Razavi, Diretora do Departamento de Prote&ccedil;&atilde;o Social Universal da OIT</cite></blockquote>
<p><span><strong>Refer&ecirc;ncia</strong></span></p>
<ul>
<li>International Labour Organization (ILO). 2026.&nbsp;<a href="https://www.ilo.org/publications/universal-social-protection-changing-labour-markets-protecting-workers-all"><em>Universal social protection in changing labour markets: Protecting workers in all types of employment</em></a>. Geneva: ILO.&nbsp;</li>
</ul>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>OIT / Foto: Unsplash</author>
                </item>
            
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                        <title>Trabalhadores da USP aprovam greve a partir de 14/4 e estudantes também convocam paralisação</title> 
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                    <title>Trabalhadores da USP aprovam greve a partir de 14/4 e estudantes também convocam paralisação</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68792</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Com uma clima de forte indigna&ccedil;&atilde;o e disposi&ccedil;&atilde;o de luta, em assembleia nesta quinta-feira (9), os trabalhadores t&eacute;cnicos e administrativos da USP (Universidade de S&atilde;o Paulo) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado a partir do pr&oacute;ximo dia 14. Al&eacute;m da categoria, a mobiliza&ccedil;&atilde;o ter&aacute; o refor&ccedil;o dos estudantes que tamb&eacute;m aprovaram paralisa&ccedil;&atilde;o a partir da mesma data em, pelo menos, 13 cursos da universidade.</p>
<p>Na pauta de reivindica&ccedil;&otilde;es dos funcion&aacute;rios da USP est&atilde;o a exig&ecirc;ncia de reposi&ccedil;&atilde;o de perdas salariais e isonomia salarial com docentes, melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho a funcion&aacute;rios terceirizados e melhorias na pol&iacute;tica de perman&ecirc;ncia estudantil.</p>
<p><span><strong>Isonomia amea&ccedil;ada</strong></span></p>
<p>Em uma das principais pautas, os trabalhadores cobram a incorpora&ccedil;&atilde;o de um valor fixo de R$ 1.600 aos sal&aacute;rios, como forma de dividir o mesmo montante destinado a uma gratifica&ccedil;&atilde;o recentemente aprovada para docentes. O valor extra, aprovado pela reitoria somente para professores, no m&ecirc;s passado, ataca a isonomia e agrava a desigualdade na universidade, afirma o Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP), que &eacute; filiado &agrave; CSP-Conlutas.</p>
<p>A categoria tamb&eacute;m exige igualdade em rela&ccedil;&atilde;o aos professores no que diz respeito &agrave; compensa&ccedil;&atilde;o de horas de &ldquo;ponte&rdquo; e ao recesso de fim de ano.</p>
<p>Outro ponto central &eacute; o reajuste de 14,5% nos sal&aacute;rios, como reposi&ccedil;&atilde;o das perdas acumuladas desde 2012, pauta que tamb&eacute;m &eacute; reivindicada pelos funcion&aacute;rios da Unicamp e da Unesp, na campanha salarial conjunta das universidades estaduais.</p>
<p>Os trabalhadores da USP querem ainda discutir reivindica&ccedil;&otilde;es em defesa dos estudantes por perman&ecirc;ncia, melhorias nas condi&ccedil;&otilde;es de estudo e defesa da autonomia dos espa&ccedil;os estudantis, al&eacute;m da luta pelo bilhete &uacute;nico especial e contra a escala 6&times;1 para trabalhadores terceirizados.</p>
<p><span><strong>Mobiliza&ccedil;&atilde;o unificada com estudantes</strong></span></p>
<p>A greve tamb&eacute;m contar&aacute; com a mobiliza&ccedil;&atilde;o estudantil. O DCE da USP (Diret&oacute;rio Central dos Estudantes) divulgou uma nota conjunta com 75 entidades contra uma portaria da universidade que restringe o uso de espa&ccedil;os por centros acad&ecirc;micos.</p>
<p>Mais de 40 assembleias foram chamadas, e ao menos 13 cursos j&aacute; aprovaram ades&atilde;o. Entre as reivindica&ccedil;&otilde;es est&atilde;o melhorias na perman&ecirc;ncia estudantil, qualidade dos restaurantes universit&aacute;rios (que enfrentaram problemas recentes, como falta de &aacute;gua e presen&ccedil;a de larvas na comida) e a defesa dos espa&ccedil;os organizativos dentro da universidade.</p>
<p><span><strong>Todo apoio aos trabalhadores e estudantes da USP!</strong></span></p>
<p>No &uacute;ltimo dia 31 cerca de dois mil trabalhadores da USP realizaram uma paralisa&ccedil;&atilde;o e protestaram em frente &agrave; reitoria durante reuni&atilde;o do Conselho Universit&aacute;rio, mostrando n&atilde;o s&oacute; a indigna&ccedil;&atilde;o com os ataques na universidade, mas tamb&eacute;m a forte disposi&ccedil;&atilde;o de luta da categoria.</p>
<p>A CSP-Conlutas reafirma todo apoio aos trabalhadores/as e estudantes da USP. Unificar e mobilizar. Esse &eacute; o caminho que pode levar &agrave; conquista das reivindica&ccedil;&otilde;es.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CSP-CONLUTAS</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>SINJOR/AM e FENAJ repudiam agressão ao repórter João Lucas</title> 
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                    <title>SINJOR/AM e FENAJ repudiam agressão ao repórter João Lucas</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68791</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O <strong>Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Amazonas (SINJOR/AM)</strong> e a <strong>Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Jornalistas (FENAJ)</strong> v&ecirc;m a p&uacute;blico manifestar seu mais profundo e veemente rep&uacute;dio &agrave; agress&atilde;o f&iacute;sica praticada pelo perito criminal, identificado como Gl&aacute;ucio Gradela Gomes, contra o rep&oacute;rter Jo&atilde;o Lucas da Silva Mariano, da Rede Onda Digital, e demais profissionais de imprensa presentes no local e no exerc&iacute;cio de suas fun&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>O epis&oacute;dio, ocorrido durante uma cobertura jornal&iacute;stica, na manh&atilde; desta quinta-feira (09/04), no Distrito Industrial, zona Sul de Manaus, configura atentado grav&iacute;ssimo n&atilde;o apenas &agrave; integridade f&iacute;sica dos trabalhadores, mas ao Direito Constitucional de informar e ser informado. O rep&oacute;rter agredido realizou o Boletim de Ocorr&ecirc;ncia (BO), no 9&ordm; Distrito Integrado de Pol&iacute;cia. &Eacute; inadmiss&iacute;vel que um agente p&uacute;blico, cuja fun&ccedil;&atilde;o deveria ser pautada pela t&eacute;cnica e pelo cumprimento da lei, aja com viol&ecirc;ncia e trucul&ecirc;ncia contra profissionais que s&atilde;o o elo entre o fato e a sociedade.</p>
<p>Nada justifica o uso da for&ccedil;a f&iacute;sica contra jornalistas. O exerc&iacute;cio da profiss&atilde;o &eacute; essencial para a manuten&ccedil;&atilde;o da democracia. Espera-se que servidores das for&ccedil;as de seguran&ccedil;a e per&iacute;cia mantenham o decoro e o respeito &agrave;s garantias individuais e profissionais. Hostilizar os profissionais da imprensa no exerc&iacute;cio da atividade jornal&iacute;stica &eacute; uma tentativa de silenciar a fiscaliza&ccedil;&atilde;o social e o registro da realidade.</p>
<p>O SINJOR/AM e a FENAJ informam que est&atilde;o acompanhando o caso e exigem das autoridades competentes, em especial, da Secretaria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica e da Corregedoria de Pol&iacute;cia, a imediata apura&ccedil;&atilde;o dos fatos e medidas legais cab&iacute;veis. Solidarizamo-nos com o colega Jo&atilde;o Lucas da Silva Mariano e com todos os profissionais atingidos. N&atilde;o aceitaremos que a viol&ecirc;ncia se torne o &ldquo;novo normal&rdquo; no cotidiano da imprensa amazonense. Exigimos respeito e liberdade para trabalhar!</p>
<p>SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS NO ESTADO DO AMAZONAS (SINJOR/AM)</p>
<p>FEDERA&Ccedil;&Atilde;O NACIONAL DOS JORNALISTAS (FENAJ)</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Fenaj </author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Transportes e alimentação elevam o IPCA de março para 0,88%</title> 
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                    <title>Transportes e alimentação elevam o IPCA de março para 0,88%</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68790</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Em mar&ccedil;o, o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) foi a 0,88%, superando em 0,18 ponto percentual (p.p.) o &iacute;ndice de fevereiro (0,70%). Essa alta foi puxada pelos pre&ccedil;os dos grupos Transportes e Alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas que, juntos, responderam por 76% do IPCA de mar&ccedil;o.</p>
<p>Nos Transportes, a alta mais relevante foi a da Gasolina (4,59%), com impacto de 0,23 pontos percentuais na infla&ccedil;&atilde;o do m&ecirc;s. Outras altas ocorreram em Passagem a&eacute;rea (6,08%) e Diesel (13,90%), embora com menos impacto, devido aos menores pesos desses subitens no &iacute;ndice geral. J&aacute; em Alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, os subitens Leite longa vida (11,74%) e Tomate (20,31%) tiveram as eleva&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;os mais importantes, com impactos de 0,07 e 0,05 pontos percentuais sobre o IPCA do m&ecirc;s. Juntos, esses cinco subitens foram respons&aacute;veis por 0,43 pontos percentuais do IPCA de mar&ccedil;o (0,88%).</p>
<p>O gerente do IPCA, Fernando Gon&ccedil;alves, observa que &ldquo;em alguns subitens, especialmente nos combust&iacute;veis, j&aacute; se sente o efeito das incertezas no cen&aacute;rio internacional&rdquo;.</p>
<p>No ano, o IPCA acumula alta de 1,92% e, nos &uacute;ltimos 12 meses, de 4,14%, acima dos 3,81% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em mar&ccedil;o do ano passado, o IPCA fora de 0,56%.</p>
<p><span><strong>Todos os grupos do IPCA tiveram altas de pre&ccedil;o</strong></span></p>
<p>Os nove grupos de produtos e servi&ccedil;os do IPCA tiveram altas de pre&ccedil;os em mar&ccedil;o. O l&iacute;der foi Transportes, com alta de 1,64% e 0,34 p.p. de impacto, seguido por Alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas (1,56%, com impacto de 0,33 p.p. no &iacute;ndice do m&ecirc;s). Juntos, os dois grupos respondem por 76% do IPCA de mar&ccedil;o. As altas dos demais grupos oscilaram entre 0,02%, em Educa&ccedil;&atilde;o e 0,65%, em Despesas pessoais.</p>
<p>Para Fernando Gon&ccedil;alves, &ldquo;no grupo alimenta&ccedil;&atilde;o, em especial na alimenta&ccedil;&atilde;o em casa, a acelera&ccedil;&atilde;o no n&iacute;vel de pre&ccedil;os foi mais evidente, com a alta de 1,94%, a maior desde abril de 2022 (2,59%), combinando efeitos de redu&ccedil;&atilde;o de oferta de alguns produtos com altas do frete, em decorr&ecirc;ncia dos combust&iacute;veis mais caros&rdquo;</p>
<p><span><strong>Salvador, S&atilde;o Lu&iacute;s e Bel&eacute;m t&ecirc;m as maiores altas no IPCA de mar&ccedil;o</strong></span></p>
<p>Entre as 16 localidades onde o IBGE coleta pre&ccedil;os para o c&aacute;lculo do IPCA, a maior varia&ccedil;&atilde;o ocorreu em Salvador (1,47%), influenciada pela alta da gasolina (17,37%) e das carnes (3,56%). A menor varia&ccedil;&atilde;o ocorreu em Rio Branco (0,37%), por conta do recuo da energia el&eacute;trica residencial (-3,28%) e das frutas (-3,72%).</p>
<p>Tanto em S&atilde;o Paulo quanto no Rio de Janeiro, respectivamente as regi&otilde;es metropolitanas com o maior e o terceiro maior peso no IPCA, o &iacute;ndice de mar&ccedil;o foi de 0,78%, ficando abaixo da m&eacute;dia do pa&iacute;s (0,88%). J&aacute; em Belo Horizonte, a regi&atilde;o metropolitana com o segundo maior peso, o IPCA de mar&ccedil;o subiu para 0,93%.</p>
<p><span><strong>Em mar&ccedil;o, INPC sobe para 0,91%</strong></span></p>
<p>O &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor (INPC) chegou a 0,91% em mar&ccedil;o, ficando 0,35 p.p. acima do resultado de fevereiro (0,56%). No ano, o INPC acumula alta de 1,87% e, nos &uacute;ltimos 12 meses, de 3,77%, acima dos 3,36% acumulados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em mar&ccedil;o de 2025, o INPC havia chegado a 0,51%.</p>
<p>O grupo dos produtos aliment&iacute;cios no INPC acelerou de fevereiro (0,26%) para mar&ccedil;o (1,65%). J&aacute; a varia&ccedil;&atilde;o dos n&atilde;o aliment&iacute;cios passou de 0,66% em fevereiro para 0,67% em mar&ccedil;o. Fernando observa que &ldquo;a maior contribui&ccedil;&atilde;o nos alimentos se d&aacute; por conta do maior peso do grupo no INPC&rdquo;</p>
<p>A maior varia&ccedil;&atilde;o do INPC ocorreu em Salvador (1,52%), puxada pela gasolina (17,37%) e pelo tomate (49,25%). J&aacute; a menor varia&ccedil;&atilde;o ocorreu em Rio Branco (0,33%), com o recuo da energia el&eacute;trica residencial (-3,28%) e do &oacute;leo de soja (-6,46%).</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Luiz Bello - IBGE Notícias / Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil</author>
                </item>
            
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                        <title>Pesquisa revela que brasileiro prefere emprego com carteira assinada </title> 
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                    <title>Pesquisa revela que brasileiro prefere emprego com carteira assinada </title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68789</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI), o modelo formal, regido pela Consolida&ccedil;&atilde;o das Leis do Trabalho (CLT), foi apontado como o mais atrativo por mais de um ter&ccedil;o dos trabalhadores que procuraram emprego recentemente.<img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685485&amp;o=node" alt="" /><img src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685485&amp;o=node" alt="" /></p>
<p><strong>De acordo com o estudo, o acesso a direitos trabalhistas e &agrave; Previd&ecirc;ncia Social continua sendo um diferencial relevante, mesmo com o avan&ccedil;o de novas formas de trabalho.</strong></p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Embora novas modalidades de trabalho estejam crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e prote&ccedil;&atilde;o social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em contexto de maior flexibiliza&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho&rdquo;, diz Claudia Perdig&atilde;o, especialista em Pol&iacute;ticas e Ind&uacute;stria da CNI.&nbsp;</p>
</blockquote>
<p><strong>Principais n&uacute;meros da pesquisa</strong></p>
<p>36,3% preferem emprego com carteira assinada (CLT);</p>
<p>18,7% apontam o trabalho aut&ocirc;nomo como melhor op&ccedil;&atilde;o;</p>
<p>12,3% consideram o emprego informal mais atrativo;</p>
<p>10,3% t&ecirc;m interesse em trabalho por plataformas digitais;</p>
<p>9,3% preferem abrir o pr&oacute;prio neg&oacute;cio;</p>
<p>6,6% optam por atuar como pessoa jur&iacute;dica (PJ);</p>
<p>20% n&atilde;o encontraram oportunidades atrativas.</p>
<p><strong>Prefer&ecirc;ncia ente jovens</strong></p>
<p><strong>Entre os jovens, a escolha pelo emprego formal &eacute; ainda mais forte, refletindo a busca por seguran&ccedil;a no in&iacute;cio da carreira.</strong></p>
<p>41,4% dos trabalhadores de 25 a 34 anos preferem CLT;</p>
<p>38,1% dos jovens de 16 a 24 anos tamb&eacute;m priorizam o modelo.</p>
<p>Segundo Claudia Perdig&atilde;o, o emprego formal traz mais seguran&ccedil;a para os jovens, que procuram maior estabilidade no in&iacute;cio da carreira profissional.</p>
<p><strong>Renda complementar</strong></p>
<p><strong>O trabalho por meio de plataformas digitais, como motorista ou entregador de empresas de aplicativo, &eacute; visto majoritariamente como complemento de renda.</strong></p>
<p>Segundo o levantamento, apenas 30% consideram essa atividade como principal fonte de sustento.</p>
<p><strong>Alta satisfa&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p><strong>A pesquisa tamb&eacute;m aponta elevado n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o no mercado de trabalho, o que ajuda a explicar a baixa busca por novas oportunidades.</strong></p>
<p>95% est&atilde;o satisfeitos com o emprego atual;</p>
<p>70% se dizem muito satisfeitos;</p>
<p>4,6% est&atilde;o&nbsp;insatisfeitos;</p>
<p>1,6% muito insatisfeitos.</p>
<p><strong>A mobilidade no mercado &eacute; limitada</strong>:</p>
<p>20% buscaram outro emprego recentemente;</p>
<p>35% dos jovens (16 a 24 anos) procuraram nova vaga;</p>
<p>6% dos trabalhadores com mais de 60 anos fizeram o mesmo.</p>
<p><strong>O tempo no emprego tamb&eacute;m influencia:</strong></p>
<p>36,7% com menos de um ano no trabalho buscaram nova vaga;</p>
<p>9% com mais de cinco anos na mesma fun&ccedil;&atilde;o fizeram o mesmo.</p>
<p><strong>Realizado pelo Instituto Nexus, em parceria com a CNI, o levantamento ouviu 2.008 pessoas com 16 anos ou mais em todo o pa&iacute;s. A pesquisa foi realizada de 10 a 15 de outubro de 2025, mas s&oacute; foi divulgada agora.</strong></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Wellton Máximo , Agência Brasil (DF) | Editado por: Graça Adjuto, Agência Brasil / Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil - arquivo</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Presidente da CUT convoca sindicatos à Marcha da Classe Trabalhadora em Brasília</title> 
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                    <title>Presidente da CUT convoca sindicatos à Marcha da Classe Trabalhadora em Brasília</title> 
                    <description>Sérgio Nobre: no dia 15 de abril, vamos ocupar as ruas por empregos dignos, direitos, redução da jornada, fim da escala 6x1, combate à pejotização, valorização das negociações coletivas</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68788</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>&ldquo;Com unidade do movimento sindical, vamos a Bras&iacute;lia no dia 15 de abril com as nossas pautas hist&oacute;ricas e prioridades atuais para, mais uma vez, fazer uma grande marcha em defesa da classe trabalhadora, para pressionar e cobrar mais direitos, mais empregos, mais sa&uacute;de e mais educa&ccedil;&atilde;o. Todas as categorias estar&atilde;o representadas, para que cada uma leve a sua bandeira de luta e, juntos, defenderemos a Pauta da&nbsp;<strong>Classe Trabalhadora 2026</strong>.&rdquo;</p>
<p>A convoca&ccedil;&atilde;o &eacute; do presidente nacional da CUT, Sergio Nobre, para a&nbsp;<a href="https://www.cut.org.br/noticias/trabalhadores-ocuparao-brasilia-pela-reducao-da-jornada-e-fim-da-6x1-no-dia-15-0115"><strong>Marcha da Classe Trabalhadora</strong>, no dia 15 de abril, na capital federal.</a></p>
<p>A marcha ser&aacute; precedida de plen&aacute;ria da<strong>&nbsp;CONCLAT</strong>&nbsp;<strong>(Confer&ecirc;ncia da Classe Trabalhadora)</strong>, que aprovar&aacute; a&nbsp;<strong>Pauta da Classe Trabalhadora</strong>&nbsp;atualizada com as prioridades para o per&iacute;odo de 2026 a 2030.</p>
<p>O documento ser&aacute; entregue ao presidente da Rep&uacute;blica, Luiz In&aacute;cio Lula da Silva, a ministros, &agrave; C&acirc;mara dos Deputados e ao Senado. A concentra&ccedil;&atilde;o e a Confer&ecirc;ncia acontecer&atilde;o a partir das 8h, e o in&iacute;cio da marcha rumo &agrave; Esplanada dos Minist&eacute;rios ser&aacute; &agrave;s 10h30.</p>
<p><strong>Pauta</strong></p>
<p>A Pauta da&nbsp;<strong>Classe Trabalhadora</strong>&nbsp;&eacute; um documento elaborado de forma unit&aacute;ria pelas centrais sindicais. Resultado da&nbsp;<strong>CONCLAT</strong>&nbsp;realizada em abril de 2022, a pauta &eacute; atualizada todos os anos, com as reivindica&ccedil;&otilde;es e proposi&ccedil;&otilde;es priorit&aacute;rias para o per&iacute;odo.</p>
<p>Este ano, a pauta tem 68 itens, entre eles: a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho sem redu&ccedil;&atilde;o de sal&aacute;rio e o fim da escala 6x1; valoriza&ccedil;&atilde;o e fortalecimento da negocia&ccedil;&atilde;o coletiva; direito de negocia&ccedil;&atilde;o para servidores; regulamenta&ccedil;&atilde;o do trabalho por aplicativos; combate &agrave; pejotiza&ccedil;&atilde;o irrestrita; e enfrentamento ao feminic&iacute;dio.</p>
<p>O objetivo da Pauta da Classe Trabalhadora &eacute;, ao estabelecer prioridades para 2026, servir como referencial do movimento sindical para orientar mobiliza&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es, a&ccedil;&otilde;es e atua&ccedil;&otilde;es institucionais em n&iacute;veis nacional, regional e setorial.</p>
<p>Para Sergio Nobre, que refor&ccedil;a a import&acirc;ncia da participa&ccedil;&atilde;o de sindicatos e ramos da CUT na mobiliza&ccedil;&atilde;o, a marcha representa um passo importante para avan&ccedil;ar nas pautas da classe trabalhadora. &ldquo;Queremos uma sociedade na qual o trabalhador seja respeitado.&rdquo;</p>
<p>Em 2022, a Pauta da Classe Trabalhadora aprovada na CONCLAT apontou 63 diretrizes relativas ao mundo do trabalho, das quais muitas foram encaminhadas pelo governo federal, como: a pol&iacute;tica de valoriza&ccedil;&atilde;o do sal&aacute;rio m&iacute;nimo; a pol&iacute;tica de igualdade salarial entre mulheres e homens; a retomada e amplia&ccedil;&atilde;o do Bolsa Fam&iacute;lia; a recupera&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o sindical nos espa&ccedil;os institucionais; a pol&iacute;tica de combate &agrave; fome e &agrave; pobreza; a corre&ccedil;&atilde;o da tabela do Imposto de Renda; a reforma tribut&aacute;ria (isen&ccedil;&atilde;o de IR para quem ganha at&eacute; R$ 5 mil); medidas para reduzir o endividamento das fam&iacute;lias e o custo do cr&eacute;dito por meio do consignado; pol&iacute;tica de desenvolvimento produtivo e industrial; cr&eacute;dito &agrave;s pequenas empresas; proposta de regula&ccedil;&atilde;o da prote&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores e trabalhadoras mediados por aplicativos, entre outras.</p>
<p>A avalia&ccedil;&atilde;o &eacute; de que cerca de 70% dessa pauta foi implementada pelo governo desde 2022 ou foi encaminhada e est&aacute; em tramita&ccedil;&atilde;o/delibera&ccedil;&atilde;o no Congresso Nacional.</p>
<p><strong>Agendas do Legislativo e do Judici&aacute;rio</strong></p>
<p>Al&eacute;m da atualiza&ccedil;&atilde;o da Pauta da Classe Trabalhadora, as centrais sindicais tamb&eacute;m atualizaram a agenda sindical unit&aacute;ria no Congresso Nacional e no Judici&aacute;rio. Os dois documentos trazem os projetos priorit&aacute;rios e de interesse dos trabalhadores em 2026, que tramitam na C&acirc;mara dos Deputados e no Senado, e os processos relevantes &agrave; classe trabalhadora no Supremo Tribunal Federal e no Tribunal Superior Eleitoral. As agendas ser&atilde;o entregues aos presidentes da C&acirc;mara, do Senado, do STF e do TSE.</p>
<p>&ldquo;A agenda do Congresso Nacional precisa refletir as necessidades do povo, como o fim da escala 6 por 1 e a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho sem redu&ccedil;&atilde;o de sal&aacute;rio. Vamos entregar essas demandas ao deputado Hugo Mota [presidente da C&acirc;mara dos Deputados]&rdquo;, afirma Sergio Nobre.</p>
<p>Para o presidente nacional da CUT, &eacute; preciso refor&ccedil;ar o papel das institui&ccedil;&otilde;es na garantia de direitos. Ele exemplifica que o tema da pejotiza&ccedil;&atilde;o, hoje em debate no STF, deve ocorrer, na verdade, nas inst&acirc;ncias do trabalho e por meio de negocia&ccedil;&otilde;es coletivas, e n&atilde;o ser decidido de forma isolada pelo Judici&aacute;rio. &ldquo;Temas do mundo do trabalho, como esse, t&ecirc;m que ser tratados com negocia&ccedil;&atilde;o entre trabalhadores e empres&aacute;rios&rdquo;, afirma.</p>
<p>Sergio Nobre destacou que a marcha tamb&eacute;m se manifestar&aacute; contra a guerra e todos os desastres que ela causa n&atilde;o somente aos pa&iacute;ses envolvidos, mas a todo o mundo. &ldquo;O conflito acontece a 12 mil quil&ocirc;metros do Brasil, mas o povo &eacute; que paga a conta, porque aumentam os pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis, dos alimentos, de tudo.&rdquo;</p>
<p><strong>Programa&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>A concentra&ccedil;&atilde;o para a Marcha come&ccedil;a&nbsp;<strong>&agrave;s 8h,</strong>&nbsp;no estacionamento do Teatro Nacional, pr&oacute;ximo &agrave; Rodovi&aacute;ria e em frente &agrave; Catedral.&nbsp;<strong>&Agrave;s 9h</strong>, ser&aacute; realizada a Plen&aacute;ria da CONCLAT, reunindo lideran&ccedil;as sindicais, movimentos populares e delega&ccedil;&otilde;es de diversos estados.</p>
<p>A marcha sair&aacute;&nbsp;<strong>&agrave;s 10h30</strong>&nbsp;em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; Esplanada dos Minist&eacute;rios.</p>
<p><strong>&Agrave; tarde,</strong>&nbsp;dirigentes das centrais sindicais entregar&atilde;o a pauta de reivindica&ccedil;&otilde;es ao presidente Lula e a ministros.</p>
<p>A expectativa, de acordo com Renato Zulato, secret&aacute;rio-geral nacional da CUT, &eacute; de uma grande mobiliza&ccedil;&atilde;o: &ldquo;Estamos organizando caravanas de todo o pa&iacute;s, com participa&ccedil;&atilde;o das estaduais, sindicatos e movimentos sociais, para dar for&ccedil;a a esse processo.&rdquo;</p>
<p>A mobiliza&ccedil;&atilde;o integra a jornada nacional de lutas e se articula com as atividades do&nbsp;<strong>1&ordm; de Maio,</strong>&nbsp;Dia do Trabalhador e da Trabalhadora.</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author> Walber Pinto e André Accarini | Editado por: Vanilda Oliveira / Foto: Dino Santos - CUT</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Estudo do Ipea aponta viabilidade econômica para redução de jornada</title> 
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                    <title>Estudo do Ipea aponta viabilidade econômica para redução de jornada</title> 
                    <description>Estudo apresentado para direção da CNM/CUT indica viabilidade econômica da redução e destaca ganhos sociais da medida</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68787</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A redu&ccedil;&atilde;o da jornada semanal de trabalho no Brasil pode elevar o custo por hora trabalhada sem provocar impactos relevantes no custo total das empresas.&nbsp;A avalia&ccedil;&atilde;o foi apresentada nesta ter&ccedil;a-feira (7) &agrave; tarde por Felipe Vella Pateo, t&eacute;cnico do Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada (IPEA), durante o primeiro dia da reuni&atilde;o do Conselho Diretivo da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Metal&uacute;rgicos da CUT (CNM/CUT), realizada na sede da CUT, em S&atilde;o Paulo. O estudo refor&ccedil;a a viabilidade econ&ocirc;mica da medida em um cen&aacute;rio de mercado aquecido.</p>
<p>Com base em dados do emprego formal de 2023, o levantamento estima que a mudan&ccedil;a de 42 para 40 horas semanais resultaria em aumento m&eacute;dio de 7,8% no custo da hora trabalhada. Em um cen&aacute;rio mais amplo, com jornada reduzida para 36 horas, esse percentual poderia chegar a 17,6%. Ainda assim, a pesquisa aponta que o impacto final sobre os custos das empresas tende a ser limitado e varia conforme o perfil de cada setor da economia.</p>
<p>Para o presidente da CNM/CUT, Loricardo de Oliveira, a discuss&atilde;o sobre a redu&ccedil;&atilde;o da jornada precisa estar conectada com o futuro do trabalho e com o papel da organiza&ccedil;&atilde;o sindical.</p>
<p>&ldquo;A redu&ccedil;&atilde;o da jornada &eacute; uma pauta estrat&eacute;gica para a classe trabalhadora e est&aacute; diretamente ligada &agrave; qualidade de vida, &agrave; sa&uacute;de e &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o mais justa do tempo de trabalho. Os dados mostram que &eacute; poss&iacute;vel avan&ccedil;ar sem preju&iacute;zo para a economia. O desafio agora &eacute; transformar esse debate em mobiliza&ccedil;&atilde;o concreta, dialogando com a base e pressionando para que essa mudan&ccedil;a aconte&ccedil;a de fato no Brasil&rdquo;, disse.</p>
<p><strong>Contexto favor&aacute;vel</strong><br />O estudo avalia que o Brasil vive um momento prop&iacute;cio para discutir a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho. O mercado apresenta sinais de aquecimento e houve ganhos reais do sal&aacute;rio m&iacute;nimo nos &uacute;ltimos anos, criando condi&ccedil;&otilde;es mais favor&aacute;veis para mudan&ccedil;as estruturais nas rela&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>
<p>Al&eacute;m disso, experi&ecirc;ncias internacionais e hist&oacute;ricas analisadas indicam que redu&ccedil;&otilde;es de jornada n&atilde;o geraram impactos negativos relevantes sobre o emprego. Ao final da apresenta&ccedil;&atilde;o, Felipe refor&ccedil;ou a viabilidade da proposta. &ldquo;Os efeitos sobre os custos s&atilde;o relativamente baixos e podem ser absorvidos pelas empresas&rdquo;, afirmou.</p>
<p><strong>Quem mais se beneficia com a mudan&ccedil;a</strong><br />O estudo mostra que a redu&ccedil;&atilde;o da jornada atinge diretamente trabalhadoras e trabalhadores mais vulner&aacute;veis do mercado de trabalho. Em geral, s&atilde;o pessoas com menor renda, menor escolaridade e v&iacute;nculos mais inst&aacute;veis. Ao reduzir o tempo de trabalho, a medida contribui para melhorar as condi&ccedil;&otilde;es de vida e enfrentar desigualdades estruturais hist&oacute;ricas.</p>
<p>Felipe destacou que os dados permitem um diagn&oacute;stico mais preciso sobre os grupos beneficiados. &ldquo;Os trabalhadores com jornadas mais longas concentram piores indicadores de renda e estabilidade&rdquo;, falou. Segundo ele, a pol&iacute;tica tem potencial para corrigir distor&ccedil;&otilde;es persistentes no mercado de trabalho brasileiro.</p>
<p><strong>Impacto por setores</strong><br />Os efeitos da redu&ccedil;&atilde;o da jornada variam conforme a estrutura de cada atividade econ&ocirc;mica. Setores com menor incid&ecirc;ncia de jornadas longas, como servi&ccedil;os financeiros, sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o, tendem a apresentar aumentos mais modestos no custo da hora trabalhada, situados entre cerca de 2% e 4%, segundo o estudo.</p>
<p>J&aacute; setores com maior presen&ccedil;a de jornadas acima de 40 horas, como agropecu&aacute;ria, confec&ccedil;&atilde;o, fabrica&ccedil;&atilde;o de m&oacute;veis e constru&ccedil;&atilde;o civil, podem registrar aumentos pr&oacute;ximos de 10%. Ainda assim, o levantamento ressalta que esse impacto n&atilde;o se traduz automaticamente em aumento equivalente no custo total das empresas, devido &agrave; composi&ccedil;&atilde;o diversa das despesas em cada segmento.</p>
<p><strong>Custo total menor</strong><br />Um dos principais pontos do estudo &eacute; que o aumento do custo da hora trabalhada n&atilde;o implica, necessariamente, eleva&ccedil;&atilde;o proporcional dos custos operacionais. Isso ocorre porque a participa&ccedil;&atilde;o da m&atilde;o de obra varia entre os setores e, em muitos casos, n&atilde;o representa o principal componente das despesas.</p>
<p>Os dados indicam que, mesmo em atividades com aumento relevante no custo por hora, o impacto total costuma ficar abaixo de 5%. Em diversos casos, n&atilde;o ultrapassa 3%, o que demonstra capacidade de absor&ccedil;&atilde;o por parte das empresas, especialmente em um cen&aacute;rio de mercado de trabalho aquecido e com maior dinamismo econ&ocirc;mico.</p>
<p><strong>Pequenas empresas</strong><br />A pesquisa tamb&eacute;m aponta a necessidade de aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s pequenas empresas, que podem enfrentar mais dificuldades na adapta&ccedil;&atilde;o &agrave; nova jornada. Nesse sentido, o estudo indica que essas empresas precisam se adaptar &agrave; modernidade do trabalho, incorporando inova&ccedil;&atilde;o, tecnologia e novas formas de organiza&ccedil;&atilde;o produtiva.</p>
<p>A estimativa &eacute; que at&eacute; 4 milh&otilde;es de v&iacute;nculos estejam concentrados em segmentos que demandariam medidas espec&iacute;ficas de prote&ccedil;&atilde;o ou transi&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Entre as alternativas discutidas est&atilde;o pol&iacute;ticas de incentivo &agrave; digitaliza&ccedil;&atilde;o, acesso a cr&eacute;dito com juros mais baixos e iniciativas voltadas &agrave; moderniza&ccedil;&atilde;o produtiva. O objetivo &eacute; garantir que a redu&ccedil;&atilde;o da jornada ocorra de forma sustent&aacute;vel, sem comprometer a atividade econ&ocirc;mica e a gera&ccedil;&atilde;o de empregos.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Cadu Bazilevski | Editado por: Érica Aragão - CNM/CUT</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>México avança na redução da jornada, mas mantém limites e gradualismo, mostra estudo</title> 
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                    <title>México avança na redução da jornada, mas mantém limites e gradualismo, mostra estudo</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68786</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O trig&eacute;simo quinto artigo do dossi&ecirc; &ldquo;Fim da Escala 6&times;1 e Redu&ccedil;&atilde;o da Jornada de Trabalho&rdquo;, organizado pelo Organizado pelo&nbsp;<a href="https://pesquisa.ie.unicamp.br/centros-e-nucleos/cesit/">Cesit</a>&nbsp;(Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho) em parceria com as centrais sindicais aborda as&nbsp;<a href="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-35.pdf">&ldquo;&iquest;Reducci&oacute;n de la jornada laboral?: consensos posibles, cambios reales y nominales en M&eacute;xico&rdquo;</a>. O artigo &eacute; assinadpo por Leslie Noemi Lemus Barahona,</p>
<p>O estudo reconstr&oacute;i o debate recente no&nbsp;<a href="https://radiopeaobrasil.com.br/mexico-obrigara-empresas-a-pagarem-luz-e-internet-de-trabalhadores-em-home-office/">M&eacute;xico</a>&nbsp;e mostra que, apesar dos avan&ccedil;os, a redu&ccedil;&atilde;o da jornada resulta de um processo pol&iacute;tico complexo, marcado pela disputa entre trabalhadores, empres&aacute;rios e governo.</p>
<h2>Jornadas longas e alta informalidade</h2>
<p>O diagn&oacute;stico apresentado no artigo revela um cen&aacute;rio de forte press&atilde;o sobre a classe trabalhadora mexicana. O pa&iacute;s registra uma das maiores m&eacute;dias de horas trabalhadas entre os pa&iacute;ses da OCDE, com cerca de 2.193 horas por ano.</p>
<p>Embora a legisla&ccedil;&atilde;o estabele&ccedil;a jornada semanal de 48 horas, uma parcela significativa dos trabalhadores ultrapassa esse limite. Segundo o estudo, 26,1% trabalham mais de 50 horas por semana e 11,8% chegam a ultrapassar 60 horas. Ao mesmo tempo, a informalidade atinge mais da metade da for&ccedil;a de trabalho, chegando a 54,4% .</p>
<p>Para a autora, esse quadro evidencia a persist&ecirc;ncia de jornadas extensas e condi&ccedil;&otilde;es de trabalho prec&aacute;rias, refor&ccedil;ando a necessidade de mudan&ccedil;as estruturais.</p>
<h2>Disputa pol&iacute;tica travou avan&ccedil;o inicial</h2>
<p>O debate sobre a redu&ccedil;&atilde;o da jornada ganhou for&ccedil;a a partir de 2022, mas enfrentou forte resist&ecirc;ncia. De um lado, sindicatos e organiza&ccedil;&otilde;es de trabalhadores defenderam a redu&ccedil;&atilde;o imediata para 40 horas semanais, sem corte de sal&aacute;rios, destacando ganhos em sa&uacute;de, qualidade de vida e gera&ccedil;&atilde;o de empregos.</p>
<p>Do outro, entidades empresariais argumentaram que a medida poderia elevar custos, pressionar pequenas empresas, aumentar a informalidade e impactar a infla&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>A falta de consenso travou o avan&ccedil;o da proposta no Congresso durante os primeiros anos de discuss&atilde;o.</p>
<h2>Governo aposta em negocia&ccedil;&atilde;o e mudan&ccedil;a gradual</h2>
<p>A virada ocorreu a partir de 2025, j&aacute; sob o governo de Claudia Sheinbaum, quando o Executivo assumiu a condu&ccedil;&atilde;o do processo e promoveu uma rodada ampliada de di&aacute;logo social com empres&aacute;rios, sindicatos e especialistas.</p>
<p>O resultado foi uma proposta de reforma que busca conciliar interesses e viabilizar a mudan&ccedil;a.</p>
<p>A nova legisla&ccedil;&atilde;o prev&ecirc; a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de 48 para 40 horas semanais, mas de forma gradual, ao longo de v&aacute;rios anos. O cronograma estabelece a diminui&ccedil;&atilde;o progressiva at&eacute; 2030.</p>
<h2>Avan&ccedil;o parcial e limites da reforma</h2>
<p>Apesar de representar um avan&ccedil;o hist&oacute;rico, a proposta aprovada mant&eacute;m pontos considerados controversos. A semana de trabalho segue estruturada em seis dias, e h&aacute; amplia&ccedil;&atilde;o do limite de horas extras, o que, segundo cr&iacute;ticos, pode reduzir o impacto real da mudan&ccedil;a.</p>
<p>Para a autora, o resultado expressa os &ldquo;consensos poss&iacute;veis&rdquo; dentro de um cen&aacute;rio de disputa. Ou seja, a reforma combina mudan&ccedil;as concretas com ajustes que preservam interesses empresariais.</p>
<h2>Debate segue aberto</h2>
<p>O caso mexicano refor&ccedil;a que a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho n&atilde;o &eacute; apenas uma quest&atilde;o t&eacute;cnica, mas pol&iacute;tica. O avan&ccedil;o depende da correla&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as entre capital e trabalho e da capacidade de constru&ccedil;&atilde;o de acordos.</p>
<p>Mesmo com limites, a experi&ecirc;ncia aponta um caminho que volta a ganhar for&ccedil;a em v&aacute;rios pa&iacute;ses: reduzir o tempo de trabalho como forma de melhorar as condi&ccedil;&otilde;es de vida e enfrentar as desigualdades no mundo do trabalho.</p>
<h2>Leia aqui o artigo (em espanhol):</h2>
<h2><a href="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Artigo-35.pdf">&ldquo;&iquest;Reducci&oacute;n de la jornada laboral?: consensos posibles, cambios reales y nominales en M&eacute;xico&rdquo;</a></h2>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
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                        <title>Centrais serão recebidas por Lula após Marcha em Brasília</title> 
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                    <title>Centrais serão recebidas por Lula após Marcha em Brasília</title> 
                    <description>Marcha em Brasília reúne centrais, aprova pauta 2026-2030 e entrega documento a Lula com reivindicações por emprego, renda e direitos</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68785</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A Marcha da Classe Trabalhadora mobilizar&aacute; sindicatos em Bras&iacute;lia no dia 15 de abril, enquanto a CONCLAT aprovar&aacute; pauta unificada e definir&aacute; prioridades para 2026-2030.</p>
<p>A mobiliza&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ar&aacute; &agrave;s 8h no Teatro Nacional, com plen&aacute;ria, e seguir&aacute; &agrave;s 11h rumo &agrave; Esplanada, fortalecendo unidade e press&atilde;o pol&iacute;tica ampla.</p>
<p>Ao final, o presidente&nbsp;<span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline">Luiz In&aacute;cio Lula da Silva</span>&nbsp;receber&aacute; lideran&ccedil;as sindicais que ir&atilde;o entregar o documento aprovado, com 68 reivindica&ccedil;&otilde;es, incluindo jornada menor e fim da escala 6&times;1.</p>
<p>Entre os pontos, as centrais sindicais defendem valoriza&ccedil;&atilde;o da negocia&ccedil;&atilde;o coletiva, regulamenta&ccedil;&atilde;o do trabalho por aplicativos, combate &agrave; pejotiza&ccedil;&atilde;o e pol&iacute;ticas contra feminic&iacute;dio, al&eacute;m de igualdade salarial.</p>
<p><strong>PAUTA</strong></p>
<p>A Pauta da Classe Trabalhadora organiza as propostas das centrais e, al&eacute;m disso, recebe atualiza&ccedil;&otilde;es anuais com prioridades definidas coletivamente.</p>
<p>Neste ano, o documento re&uacute;ne 68 itens, incluindo redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem corte salarial, fim da escala 6&times;1, fortalecimento da negocia&ccedil;&atilde;o coletiva e regulamenta&ccedil;&atilde;o do trabalho por aplicativos.</p>
<p>Al&eacute;m disso, a pauta inclui combate &agrave; pejotiza&ccedil;&atilde;o irrestrita, enfrentamento ao feminic&iacute;dio e garantia do direito de negocia&ccedil;&atilde;o para servidores, ampliando a prote&ccedil;&atilde;o social e trabalhista.</p>
<p>O objetivo central estabelece prioridades para 2026, orientando mobiliza&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es e a&ccedil;&otilde;es institucionais, enquanto fortalece a atua&ccedil;&atilde;o sindical nos n&iacute;veis nacional, regional e setorial.</p>
<p>Em 2022, a pauta apresentou 63 diretrizes, e posteriormente muitas avan&ccedil;aram, incluindo valoriza&ccedil;&atilde;o do sal&aacute;rio m&iacute;nimo, igualdade salarial, amplia&ccedil;&atilde;o do Bolsa Fam&iacute;lia e corre&ccedil;&atilde;o da tabela do IR.</p>
<p>De acordo com a avalia&ccedil;&atilde;o das lideran&ccedil;as sindicais, 70% das propostas anteriores avan&ccedil;aram no governo, incluindo sal&aacute;rio m&iacute;nimo valorizado, Bolsa Fam&iacute;lia ampliado e corre&ccedil;&otilde;es no Imposto de Renda federal.</p>
<h3>Destaques: reivindica&ccedil;&otilde;es atendidas</h3>
<blockquote>
<p>? Retomada da pol&iacute;tica de valoriza&ccedil;&atilde;o do sal&aacute;rio m&iacute;nimo.<br />? Reforma tribut&aacute;ria: isen&ccedil;&atilde;o de Imposto de Renda para quem ganha at&eacute; R$ 5 mil reais<br />? Aprova&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica de igualdade salarial entre mulheres e homens.<br />? Manuten&ccedil;&atilde;o e amplia&ccedil;&atilde;o do Programa Bolsa Fam&iacute;lia e as regras de acesso e de inclus&atilde;o produtiva para os benefici&aacute;rios.<br />? Reativa&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o sindical e social nos espa&ccedil;os institucionais como conselhos, confer&ecirc;ncias e grupos de trabalho.<br />? Pol&iacute;tica de combate &agrave; fome e &agrave; pobreza.<br />? Corre&ccedil;&atilde;o da tabela do Imposto de Renda.<br />? Reforma tribut&aacute;ria aprovada no Congresso em 2024.<br />? Medidas para reduzir o endividamento das fam&iacute;lias e o custo do cr&eacute;dito por meio do consignado.<br />? Pol&iacute;tica de desenvolvimento produtivo e industrial materializada na Nova Industria Brasil e nos seus instrumentos de coordena&ccedil;&atilde;o e fomento.<br />? Retomada do papel estrat&eacute;gico do BNDES no financiamento do desenvolvimento produtivo, da inova&ccedil;&atilde;o e das frentes de expans&atilde;o da infraestrutura econ&ocirc;mica e social.<br />? Amplia&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito &agrave;s micro e pequenas empresas e &agrave; agricultura familiar.<br />? Retomada do Programa Minha Casa Minha Vida.</p>
</blockquote>
<h3>Agendas do Legislativo e do Judici&aacute;rio</h3>
<p>Al&eacute;m da atualiza&ccedil;&atilde;o da Pauta da Classe Trabalhadora, as centrais sindicais tamb&eacute;m atualizaram a agenda sindical unit&aacute;ria no Congresso Nacional e no Judici&aacute;rio.</p>
<p>Os dois documentos apresentam projetos priorit&aacute;rios dos trabalhadores em 2026, em tramita&ccedil;&atilde;o na C&acirc;mara e no Senado, al&eacute;m de processos relevantes no STF e TSE.</p>
<p>As lideran&ccedil;as sindicais entregar&atilde;o as agendas aos presidentes da C&acirc;mara, do Senado, do STF e do TSE em data que ainda ser&aacute; agendada.</p>
<blockquote>
<p><strong>AGENDA:&nbsp;</strong><strong>Plen&aacute;ria CONCLAT e Marcha da Classe Trabalhadora</strong><br /><strong>Estacionamento do Teatro Nacional</strong><br /><strong>15 abril, quarta-feira</strong><br /><strong>8h -in&iacute;cio da concentra&ccedil;&atilde;o</strong><br /><strong>9h &ndash; Plen&aacute;ria &ndash; CONCLAT</strong><br /><strong>11h &ndash; Sa&iacute;da da Marcha</strong><br /><strong>&Agrave; tarde &ndash; Reuni&atilde;o com presidente Lula</strong></p>
</blockquote>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Assembleia na Usina Iracema de Iracemápolis destaca pautas da Campanha Salarial 2026</title> 
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                    <title>Assembleia na Usina Iracema de Iracemápolis destaca pautas da Campanha Salarial 2026</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68784</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Convocada pelo STIAL (Sindicato dos Trabalhadores nas Ind&uacute;strias da Alimenta&ccedil;&atilde;o de Limeira e Regi&atilde;o), uma assembleia realizada com os trabalhadores da Usina Iracema (Grupo S&atilde;o Martinho) de Iracem&aacute;polis-SP nesta quinta-feira (2) &nbsp;destacou as pautas da Campanha Salarial 2026.</p>
<p>O ato teve participa&ccedil;&atilde;o da CNTA (Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores nas Ind&uacute;strias da Alimenta&ccedil;&atilde;o e Afins) e da FETIASP (Federa&ccedil;&atilde;o dos Trabalhadores nas Ind&uacute;strias da Alimenta&ccedil;&atilde;o do Estado de S&atilde;o Paulo), al&eacute;m de diversos sindicatos da categoria.</p>
<p>&ldquo;A palavra neste momento &eacute; uni&atilde;o. Uni&atilde;o dos trabalhadores com seu sindicato e uni&atilde;o das entidades companheiras em torno do objetivo da valoriza&ccedil;&atilde;o da nossa categoria&rdquo;, apontou o presidente do STIAL, Artur Bueno J&uacute;nior, presidente do Sindicato.</p>
<p>No dia 10 de abril, a Federa&ccedil;&atilde;o realizar&aacute; o &ldquo;1&ordm; Encontro Unificado dos Trabalhadores da Categoria do Setor Sucroalcooleiro do Estado de S&atilde;o Paulo&rdquo;, em Jales-SP. O evento re&uacute;ne representantes sindicais da Alimenta&ccedil;&atilde;o, Qu&iacute;micos, Transportes e Rurais &ndash; categorias com atua&ccedil;&atilde;o nas usinas de cana-de-a&ccedil;&uacute;car &ndash; e tem o objetivo de mudar a din&acirc;mica das negocia&ccedil;&otilde;es com os grandes grupos do setor.</p>
<p>&ldquo;S&atilde;o empresas de porte gigante, que tentam esmagar o trabalhador durante a Campanha Salarial. Desta vez, vamos com todas as categorias envolvidas unidas&rdquo;, disse Melqu&iacute;ades Ara&uacute;jo, o presidente da FETIASP.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ASSEMBLEIA</strong></p>
<p>Durante a assembleia em Iracem&aacute;polis, os trabalhadores e trabalhadoras receberam o material informativo do STIAL referente &agrave;s negocia&ccedil;&otilde;es deste ano, e se manifestaram com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pautas da Campanha. Al&eacute;m de ganho real de sal&aacute;rios, a categoria reivindica a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho com fim da escala 6X1 sem redu&ccedil;&atilde;o salarial, o respeito &agrave;s normas de sa&uacute;de e seguran&ccedil;a do trabalhador com destaque para a quest&atilde;o da sa&uacute;de mental (NR1), valoriza&ccedil;&atilde;o do piso salarial e aumento no Cart&atilde;o Alimenta&ccedil;&atilde;o/Cesta B&aacute;sica.</p>
<p>&ldquo;O setor &eacute; estrat&eacute;gico para o desenvolvimento nacional, e vetor da transi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica. At&eacute; por isto, e al&eacute;m do seu poderio econ&ocirc;mico, as empresas se unem contra o trabalhador. Este ano, daremos uma resposta ainda mais firme&rdquo;, analisou o presidente da CNTA, Artur Bueno de Camargo.</p>
<p>Os dirigentes sindicais destacaram o caso da Ra&iacute;zen, gigante do setor que se endividou e entrou em recupera&ccedil;&atilde;o extrajudicial. &ldquo;O trabalhador n&atilde;o pode e n&atilde;o vai pagar esta conta&rdquo;, finalizou Artur Bueno J&uacute;nior.</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Assessoria de Imprensa</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Construtora é condenada por descumprir normas de saúde e segurança em canteiro</title> 
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                    <title>Construtora é condenada por descumprir normas de saúde e segurança em canteiro</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68783</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A S&eacute;tima Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou o exame de um recurso da Conenge Engenharia Ltda. contra condena&ccedil;&atilde;o por danos morais coletivos no de R$ 200 mil reais por irregularidades na contrata&ccedil;&atilde;o e falhas nas normas de sa&uacute;de e seguran&ccedil;a de trabalhadores no canteiro de uma de suas obras. Segundo o colegiado, o descumprimento reiterado aos direitos trabalhistas n&atilde;o pode ser uma op&ccedil;&atilde;o nem pode ser tolerado pelo Poder Judici&aacute;rio.</p>
<h4>Andaimes e elevadores n&atilde;o tinham seguran&ccedil;a</h4>
<p>O Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho (MPT) ajuizou a&ccedil;&atilde;o civil p&uacute;blica ap&oacute;s receber den&uacute;ncia sobre a obra do Edif&iacute;cio Exclusivit&eacute;, em Campos dos Goytacazes (RJ), inclusive com um acidente grave causado pela aus&ecirc;ncia de equipamento de prote&ccedil;&atilde;o contra quedas em um andaime. Al&eacute;m da Conenge, a Cyrela Brazil Realty S.A. tamb&eacute;m era respons&aacute;vel pela obra.</p>
<p>As investiga&ccedil;&otilde;es constataram irregularidades na contrata&ccedil;&atilde;o de trabalhadores, jornada excessiva, atraso de sal&aacute;rios e aus&ecirc;ncia de controle de ponto. Tamb&eacute;m foram verificadas condi&ccedil;&otilde;es prec&aacute;rias de higiene e infraestrutura e falhas graves de seguran&ccedil;a. Andaimes irregulares e falta de prote&ccedil;&atilde;o contra quedas nos elevadores da obra, entre outros fatores, colocavam em risco a integridade dos trabalhadores.</p>
<p>O ju&iacute;zo de primeiro grau condenou as duas empresas a pagar indeniza&ccedil;&atilde;o por dano moral coletivo de R$ 500 mil, considerando que as irregularidades foram confirmadas nas dilig&ecirc;ncias realizadas.</p>
<p>O Tribunal Regional do Trabalho da 1&ordf; Regi&atilde;o, embora reconhecendo as irregularidades, reduziu a condena&ccedil;&atilde;o para R$ 10 mil.</p>
<h4>Empresa violou direitos transindividuais</h4>
<p>O ministro Cl&aacute;udio Brand&atilde;o, relator do recurso pelo qual a empresa tentava reverter a condena&ccedil;&atilde;o, destacou que a les&atilde;o ao patrim&ocirc;nio moral coletivo se configura pela pr&oacute;pria viola&ccedil;&atilde;o de direitos transindividuais, ou seja, que transcendem a esfera individual e envolvem um grupo, uma classe ou a coletividade como um todo. O descumprimento de normas de sa&uacute;de e seguran&ccedil;a dos empregados e a inobserv&acirc;ncia de prote&ccedil;&atilde;o dos riscos do trabalho se enquadram nessa defini&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>(Dirceu Arcoverde/CF. Foto: T&acirc;nia Rego/Ag&ecirc;ncia Brasil)</p>
<p><em>O TST tem oito Turmas, que julgam principalmente recursos de revista, agravos de instrumento e agravos contra decis&otilde;es individuais de relatores. Das decis&otilde;es das Turmas, pode caber recurso &agrave; Subse&ccedil;&atilde;o I Especializada em Diss&iacute;dios Individuais (SDI-1). Acompanhe o andamento do processo neste link:</em></p>
<p><em>Processo:&nbsp;<a tabindex="0" href="https://consultaprocessual.tst.jus.br/consultaProcessual/resumoForm.do?consulta=1&amp;numeroInt=330291&amp;anoInt=2018" target="_blank">AIRR-873-55.2012.5.01.0283</a></em></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Secretaria de Comunicação Social Tribunal Superior do Trabalho</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Sindicato se posiciona sobre investimentos de Joesley Batista na Avibras</title> 
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                    <title>Sindicato se posiciona sobre investimentos de Joesley Batista na Avibras</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68782</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos e Regi&atilde;o, filiado &agrave; CSP-Conlutas, tomou ci&ecirc;ncia dos investimentos do empres&aacute;rio Joesley Batista, controlador da J&amp;F, na Avibras Ind&uacute;stria Aeroespacial por meio da imprensa.</p>
<p>A entidade que, independentemente do investidor, seguir&aacute; cobrando o cumprimento do acordo celebrado com a Avibras &ndash; aprovado em assembleia pelos trabalhadores &ndash;, com o pagamento das d&iacute;vidas trabalhistas, o respeito &agrave; conven&ccedil;&atilde;o coletiva da categoria e a garantia dos direitos dos empregados.</p>
<p>O Sindicato segue defendendo a estatiza&ccedil;&atilde;o da Avibras e ressalta que, nesses quatro anos de crise, o governo federal n&atilde;o assinou novos contratos com a empresa nem fez aporte ou incentivo financeiro para socorrer os trabalhadores.</p>
<p><span>Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos e Regi&atilde;o (filiado &agrave; CSP-Conlutas)</span></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos / Foto: Roosevelt Cássio</author>
                </item>
            
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                        <title>MTE atualiza "Lista Suja" do trabalho análogo à escravidão com 169 novos empregadores</title> 
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                    <title>MTE atualiza "Lista Suja" do trabalho análogo à escravidão com 169 novos empregadores</title> 
                    <description>Cadastro passa a reunir 613 nomes e registra resgate de 2,2 mil trabalhadores em situações análogas à escravidão</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68781</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p dir="ltr"><span>O Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE) publicou, no dia 6 de abril, a atualiza&ccedil;&atilde;o do&nbsp;</span><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/areas-de-atuacao/cadastro_de_empregadores.pdf">Cadastro de Empregadores que tenham submetido trabalhadores a condi&ccedil;&otilde;es an&aacute;logas &agrave; escravid&atilde;o</a><span>, conhecido como &ldquo;Lista Suja&rdquo;.</span><span><br /></span><span><br /></span><span>A nova vers&atilde;o inclui 169 empregadores, sendo 102 pessoas f&iacute;sicas e 67 pessoas jur&iacute;dicas, um aumento de 6,28% em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; atualiza&ccedil;&atilde;o anterior. Com essa atualiza&ccedil;&atilde;o, a lista passa a conter um total de 613 empregadores. Ressalta-se ainda que, ap&oacute;s a inser&ccedil;&atilde;o no Cadastro, o nome de cada empregador permanece publicado pelo per&iacute;odo de dois anos, raz&atilde;o pela qual, nesta atualiza&ccedil;&atilde;o, foram exclu&iacute;dos 225 nomes que completaram esse tempo de publica&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p dir="ltr"><span>As atividades com maior n&uacute;mero de inclus&otilde;es nesta edi&ccedil;&atilde;o foram:</span><span>&nbsp;servi&ccedil;os dom&eacute;sticos (23); cria&ccedil;&atilde;o de bovinos para corte (18); cultivo de caf&eacute; (12); constru&ccedil;&atilde;o de edif&iacute;cios (10); e servi&ccedil;o de prepara&ccedil;&atilde;o de terreno, cultivo e colheita (6).</span></p>
<p dir="ltr"><span>No total, os novos casos inclu&iacute;dos no cadastro resultaram no resgate de 2.247 trabalhadores em situa&ccedil;&otilde;es de explora&ccedil;&atilde;o e de trabalho an&aacute;logo &agrave; escravid&atilde;o.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Os casos inclu&iacute;dos nesta atualiza&ccedil;&atilde;o ocorreram entre 2020 e 2025, em 21 unidades da Federa&ccedil;&atilde;o:&nbsp;</span>Minas Gerais (35); S&atilde;o Paulo (20); Bahia (17); Para&iacute;ba (17); Pernambuco (13); Goi&aacute;s (10); Mato Grosso do Sul (10); Rio Grande do Sul (9); Mato Grosso (7); Paran&aacute; (6); Par&aacute; (5); Santa Catarina (4); Maranh&atilde;o (4); Acre (2); Distrito Federal (2); Esp&iacute;rito Santo (2); Rio de Janeiro (2); Amazonas (1);</p>
<p dir="ltr"><span>Cear&aacute; (1); Rond&ocirc;nia (1); Sergipe (1).</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Cadastro de empregadores</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O&nbsp;</span><a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/areas-de-atuacao/cadastro_de_empregadores.pdf">Cadastro de Empregadores</a><span>&nbsp;&eacute; publicado semestralmente e tem como objetivo dar transpar&ecirc;ncia aos resultados das a&ccedil;&otilde;es fiscais de combate ao trabalho escravo, que envolvem a atua&ccedil;&atilde;o da Auditoria Fiscal do Trabalho (AFT), da Pol&iacute;cia Federal (PF), do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho (MPT), do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal (MPF), da Defensoria P&uacute;blica da Uni&atilde;o (DPU) e, eventualmente, de outras for&ccedil;as policiais.</span></p>
<p dir="ltr"><span>No curso das a&ccedil;&otilde;es fiscais da Inspe&ccedil;&atilde;o do Trabalho, quando s&atilde;o encontrados trabalhadores em condi&ccedil;&atilde;o an&aacute;loga &agrave; de escravo, s&atilde;o lavrados autos de infra&ccedil;&atilde;o para cada irregularidade trabalhista identificada, os quais demonstram a exist&ecirc;ncia de graves viola&ccedil;&otilde;es de direitos, al&eacute;m de auto de infra&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fico que caracteriza a submiss&atilde;o de trabalhadores a essas condi&ccedil;&otilde;es.</span></p>
<p dir="ltr"><span>A inclus&atilde;o no Cadastro s&oacute; ocorre ap&oacute;s a conclus&atilde;o de processos administrativos, nos quais s&atilde;o assegurados aos autuados o contradit&oacute;rio e a ampla defesa. Os nomes permanecem publicados por dois anos.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Criada em 2003, a &ldquo;Lista Suja&rdquo; &eacute; atualmente regulamentada pela Portaria Interministerial n&ordm; 18, de 2024. Em 2020, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu sua constitucionalidade, afirmando que n&atilde;o se trata de san&ccedil;&atilde;o, mas de medida de transpar&ecirc;ncia ativa, em conson&acirc;ncia com a Lei de Acesso &agrave; Informa&ccedil;&atilde;o (Lei n&ordm; 12.527/2011), que prev&ecirc; expressamente o direito de acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o, estabelecendo como dever dos &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos a divulga&ccedil;&atilde;o, independentemente de requerimento, em local de f&aacute;cil acesso, de informa&ccedil;&otilde;es de interesse coletivo ou geral.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Grupo M&oacute;vel e Fluxo Nacional</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>O Grupo Especial de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o M&oacute;vel (GEFM), que atua em todo o territ&oacute;rio nacional, completou 30 anos em 15 de maio de 2025. Desde sua cria&ccedil;&atilde;o, em 1995, mais de 68 mil trabalhadores foram resgatados de condi&ccedil;&otilde;es an&aacute;logas &agrave; escravid&atilde;o, e mais de R$ 156 milh&otilde;es foram pagos em verbas salariais e rescis&oacute;rias diretamente &agrave;s v&iacute;timas durante as opera&ccedil;&otilde;es.</span></p>
<p dir="ltr"><span>Esse resultado expressivo &eacute; fruto da atua&ccedil;&atilde;o da Auditoria Fiscal do Trabalho (AFT), respons&aacute;vel pela coordena&ccedil;&atilde;o do grupo, em parceria com diversas institui&ccedil;&otilde;es. As a&ccedil;&otilde;es de campo seguem o Fluxo Nacional de Atendimento &agrave;s V&iacute;timas do Trabalho Escravo e contam, al&eacute;m da Auditoria Fiscal, com a participa&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;cia Federal, do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho, do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal e da Defensoria P&uacute;blica da Uni&atilde;o.</span></p>
<p dir="ltr"><span><strong>Den&uacute;ncias</strong></span></p>
<p dir="ltr"><span>Den&uacute;ncias de trabalho an&aacute;logo &agrave; escravid&atilde;o podem ser feitas de forma remota e sigilosa por meio do Sistema Ip&ecirc;, lan&ccedil;ado em 15 de maio de 2020 pela Secretaria de Inspe&ccedil;&atilde;o do Trabalho (SIT), em parceria com a Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho (OIT). O&nbsp;</span><a href="https://ipe.sit.trabalho.gov.br/#!/">Sistema Ip&ecirc;</a><span>&nbsp;&eacute; a &uacute;nica plataforma exclusiva para o recebimento de den&uacute;ncias relacionadas a condi&ccedil;&otilde;es an&aacute;logas &agrave; escravid&atilde;o e est&aacute; totalmente integrado ao Fluxo Nacional de Atendimento &agrave;s V&iacute;timas do Trabalho Escravo.</span></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Ministério do Trabalho e Emprego</author>
                </item>
            
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                        <title>Campanha pela taxação dos super-ricos é lançada na Câmara dos Deputados</title> 
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                    <title>Campanha pela taxação dos super-ricos é lançada na Câmara dos Deputados</title> 
                    <description>Mobilização conta com o apoio da CNTE também exige a revisão de benefícios fiscais e o fortalecimento da seguridade social</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68780</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A campanha nacional pela taxa&ccedil;&atilde;o dos super-ricos, contra as desigualdades e um sistema tribut&aacute;rio mais justo no pa&iacute;s, foi lan&ccedil;ada nesta quarta-feira (8). O evento foi realizado no Audit&oacute;rio Nereu Ramos da C&acirc;mara dos Deputados, em Bras&iacute;lia (DF), e contou com a participa&ccedil;&atilde;o da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores em Educa&ccedil;&atilde;o (CNTE) e de representantes de mais de 80 organiza&ccedil;&otilde;es dos movimentos populares, centrais sindicais e entidades estudantis.</p>
<p>Al&eacute;m da taxa&ccedil;&atilde;o dos super-ricos, s&atilde;o eixos centrais da campanha a revis&atilde;o de benef&iacute;cios fiscais; fortalecimento da seguridade social; redu&ccedil;&atilde;o da desigualdade de renda, de ra&ccedil;a e de g&ecirc;nero; e a redu&ccedil;&atilde;o da taxa de juros do Banco Central.</p>
<p>Durante o encontro, foi apresentado o estudo &ldquo;<a href="https://inesc.org.br/um-seculo-de-imposto-de-renda-no-brasil/">Um s&eacute;culo do Imposto de Renda no Brasil</a>&rdquo;, que analisa a trajet&oacute;ria do tributo e aponta distor&ccedil;&otilde;es que contribuem para a concentra&ccedil;&atilde;o de renda no pa&iacute;s.</p>
<p>O professor Roberto Franklin de Le&atilde;o, membro da diretoria executiva da CNTE, ressalta a import&acirc;ncia dessa campanha ter sido lan&ccedil;ada no Congresso Nacional. &ldquo;&Eacute; o espa&ccedil;o onde as leis s&atilde;o votadas, &eacute; o espa&ccedil;o onde existe uma presen&ccedil;a muito grande de representantes do setor financeiro, do setor do grande capital e do agroneg&oacute;cio. Essas pessoas precisam ser convencidas e pressionadas a abrir m&atilde;o um pouco do quinh&atilde;o que eles t&ecirc;m para que a gente possa ter pol&iacute;tica p&uacute;blica nesse pa&iacute;s, que fa&ccedil;a justi&ccedil;a social e diminua essa desigualdade enorme que existe&rdquo; destacou Le&atilde;o.<br /><br />O dirigente acrescenta que hoje quem paga mais imposto nesse pa&iacute;s &eacute; o trabalhador: &ldquo;S&atilde;o os trabalhadores, aqueles que t&ecirc;m descontos nos holerites, s&atilde;o eles que ganham menos e t&ecirc;m que gastar muito mais proporcionalmente do seu ganho do que quem ganha muito&rdquo;. Na avalia&ccedil;&atilde;o de Le&atilde;o, &ldquo;Essa campanha precisa se estender nacionalmente. O povo brasileiro precisa discutir, se inteirar disso, ele n&atilde;o pode ficar &agrave; margem desse debate, ele precisa exigir que a reforma tribut&aacute;ria seja justa&rdquo;, concluiu.</p>
<p><strong>Desigualdades</strong><br /><br />Relat&oacute;rio elaborado em parceria entre Inesc e Plataforma Justa, com apoio do Observat&oacute;rio Social da Pol&iacute;tica Fiscal da Unilab, mostra que, de 1924 a 2024, o Imposto de Renda da Pessoa F&iacute;sica (IRPF) perdeu progressividade e se afastou dos princ&iacute;pios constitucionais da tributa&ccedil;&atilde;o brasileira. O estudo destaca que o IRPF perdeu sua capacidade de reduzir desigualdades e passou a onerar de forma crescente os rendimentos do trabalho, enquanto preserva, em grande medida, as rendas do capital.&nbsp;<a href="https://inesc.org.br/um-seculo-de-imposto-de-renda-no-brasil/">Acesse o estudo completo no portal do Inesc</a>.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CNTE | Editado por: CNTE</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Prefeitura de SP entrega 1º Espaço Motoboy com estrutura gratuita para descanso, alimentação e apoio para motoboys, entregadores e cicloboys</title> 
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                    <title>Prefeitura de SP entrega 1º Espaço Motoboy com estrutura gratuita para descanso, alimentação e apoio para motoboys, entregadores e cicloboys</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68779</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Iniciativa, que tamb&eacute;m tem banheiros exclusivos para motogirls, reconhece papel essencial dessa categoria, que tem mais de 350 mil profissionais na cidade. A Prefeitura de S&atilde;o Paulo inaugurou oficialmente nesta quarta-feira (8), na regi&atilde;o da Avenida Paulista &ndash; Pra&ccedil;a Jos&eacute; Molina, o primeiro Espa&ccedil;o Motoboy da capital. Com investimento superior a R$ 2,2 milh&otilde;es, o equipamento oferece estrutura gratuita para descanso e alimenta&ccedil;&atilde;o para motoboys e motogirls &ndash; com banheiros exclusivos para elas.</p>
<p>O espa&ccedil;o funcionar&aacute; diariamente, das 5h &agrave; 0h, sem limite de tempo de perman&ecirc;ncia, e marca um avan&ccedil;o nas pol&iacute;ticas p&uacute;blicas voltadas &agrave; valoriza&ccedil;&atilde;o da categoria ao transformar uma &aacute;rea antes degradada em um ponto de acolhimento e servi&ccedil;o. Cerca de 350 mil profissionais atuam como motoboys e motogirls ou entregadores na capital, desempenhando papel essencial na din&acirc;mica econ&ocirc;mica da cidade, onde 1,3 milh&atilde;o de motos circulam diariamente, sendo que aproximadamente 700 mil s&atilde;o utilizadas para trabalho.</p>
<p>Ao inaugurar o espa&ccedil;o, o prefeito Ricardo Nunes lembrou que a estrutura foi constru&iacute;da em uma &aacute;rea que estava degradada e foi transformado em um servi&ccedil;o para dar dignidade a esses profissionais.</p>
<p>&ldquo;Conseguimos recuperar esse espa&ccedil;o e implantar aqui uma estrutura de qualidade, pensada para voc&ecirc;s&rdquo;, afirmou o prefeito. &ldquo;&Eacute; um espa&ccedil;o super importante. Al&eacute;m da quest&atilde;o do conforto, isso contribui para algo fundamental: permitir que os motociclistas tenham um momento de descanso para continuar a jornada de trabalho, que &eacute; muito estressante&rdquo;.</p>
<p>O espa&ccedil;o &eacute; resultado do di&aacute;logo direto com o SindimotoSP, presidido por Gilberto Almeida dos Santos, o Gil, representante da categoria na capital paulista e foi concebido para garantir melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>
<p>&ldquo;O senhor est&aacute; de parab&eacute;ns prefeito Ricardo Nunes porque foi o primeiro desde que iniciamos nossa luta em prol da categoria, a criar pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para os trabalhadores do motofrete. O Espa&ccedil;o Motoboy e a Faixa Azul s&atilde;o trabalhos de um prefeito que n&atilde;o fica s&oacute; na palavra ou promessa, mas age. Nossa categoria tem enorme gratid&atilde;o pelo o que faz para n&oacute;s&rdquo;, frisou Gil, presidente do SindimotoSP.</p>
<p>A estrutura conta com &aacute;rea coberta de descanso e alimenta&ccedil;&atilde;o, equipada com mesas, micro-ondas e refrigeradores, al&eacute;m de sanit&aacute;rios, tomadas para recarga de celular, Wi-Fi, televis&atilde;o e arm&aacute;rios para capacetes e bags. O local tamb&eacute;m disp&otilde;e de estacionamento gratuito com 58 vagas para motocicletas e 28 para bicicletas.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>SindimotoSP</author>
                </item>
            
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                        <title>FENTEC 5.0 começa com debates sobre inovação e fortalecimento do sindicalismo</title> 
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                    <title>FENTEC 5.0 começa com debates sobre inovação e fortalecimento do sindicalismo</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68778</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Teve in&iacute;cio nesta quarta-feira (9) o Encontro Nacional da Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos T&eacute;cnicos Industriais (FENTEC) 5.0, que segue at&eacute; o dia 11 de abril, na sede da entidade, localizada na Rua 24 de Maio. Com o tema &ldquo;Sindicalismo Exponencial: Estrat&eacute;gia, Sustentabilidade e Fortalecimento Institucional&rdquo;, o evento re&uacute;ne lideran&ccedil;as sindicais representantes institucionais para debater os desafios e caminhos do movimento sindical frente &agrave;s transforma&ccedil;&otilde;es do mundo do trabalho.</p>
<p>A abertura contou com a presen&ccedil;a de importantes lideran&ccedil;as, entre elas o presidente da Uni&atilde;o Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, e o secret&aacute;rio-geral da entidade, Francisco Canind&eacute; Pegado do Nascimento, refor&ccedil;ando o apoio e o endosso da UGT &agrave; iniciativa e &agrave; import&acirc;ncia do fortalecimento institucional das entidades sindicais.</p>
<p>A programa&ccedil;&atilde;o do primeiro dia teve in&iacute;cio &agrave;s 9h com o Painel 1, intitulado &ldquo;Sindicalismo e o Fortalecimento da Representa&ccedil;&atilde;o Coletiva&rdquo;, ministrado pelo procurador regional do trabalho Francisco G&eacute;rson Marques de Lima, que tamb&eacute;m &eacute; professor adjunto da Universidade Federal do Cear&aacute; (UFC). O palestrante, que &eacute; organizador da obra &ldquo;Redu&ccedil;&atilde;o da Jornada de Trabalho 6x1&rdquo;, trouxe reflex&otilde;es aprofundadas sobre os impactos da redu&ccedil;&atilde;o da jornada no Direito do Trabalho, na economia e na sociedade.</p>
<p>Na sequ&ecirc;ncia, o Painel 2, com a advogada especialista em direito coletivo dra. Zilmara Alencar, abordou inova&ccedil;&atilde;o e sustentabilidade, destacando novos modelos de servi&ccedil;os, estrat&eacute;gias jur&iacute;dicas e o uso de instrumentos coletivos para fortalecer as negocia&ccedil;&otilde;es e as entidades sindicais. &Agrave; tarde, o Painel 3 tratou de comunica&ccedil;&atilde;o e transforma&ccedil;&atilde;o digital, com foco no uso de tecnologia, redes sociais e intelig&ecirc;ncia artificial para ampliar o engajamento e modernizar a atua&ccedil;&atilde;o sindical.</p>
<p>O encontro segue at&eacute; o dia 11 de abril, consolidando-se como um espa&ccedil;o estrat&eacute;gico de reflex&atilde;o, troca de experi&ecirc;ncias e constru&ccedil;&atilde;o de caminhos para um sindicalismo mais inovador e conectado com as novas demandas da sociedade.</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>UGT</author>
                </item>
            
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                        <title>Pressão funciona, prefeitura negocia e servidores de Curitiba suspendem paralisação</title> 
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                    <title>Pressão funciona, prefeitura negocia e servidores de Curitiba suspendem paralisação</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68777</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A&ccedil;&otilde;es na base, bra&ccedil;os cruzados nos postos de trabalho e milhares de trabalhadoras e trabalhadores nas ruas no centro de Curitiba. O resultado desta equa&ccedil;&atilde;o de luta foi que a press&atilde;o funcionou e obrigou o prefeito Eduardo Pimentel (PSD) a abrir negocia&ccedil;&atilde;o com os sindicatos que representam a categoria.</p>
<p>&ldquo;S&oacute; a luta garante e abre caminhos para vencer a intransig&ecirc;ncia. Foi o que as servidoras e servidores p&uacute;blicos de Curitiba fizeram nesta quarta-feira. Sua grande mobiliza&ccedil;&atilde;o, a unidade entre os sindicatos e a uni&atilde;o de todas as categorias fez o prefeito recuar e abrir a negocia&ccedil;&atilde;o. Parab&eacute;ns para o SISMUC, para o SISMAC e, principalmente, para toda a categoria que participou desta hist&oacute;rica organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, apontou o presidente da CUT Paran&aacute;, Marcio Kieller.</p>
<p>Os representantes da categoria foram recebidos ainda durante a quarta-feira pela secret&aacute;ria de gest&atilde;o de pessoal, Daniele Regina dos Santos e pelo secret&aacute;rio de educa&ccedil;&atilde;o, Paulo Schmidt. Na pauta central a universaliza&ccedil;&atilde;o do crescimento vertical, a amplia&ccedil;&atilde;o do recebimento do aux&iacute;lio-alimenta&ccedil;&atilde;o e o fim do confisco de 14% na aposentadoria.&nbsp;</p>
<p><a href="https://sismuc.org.br/2026/04/08/greve-dos-servidores-publicos-garante-conquistas-e-assembleia-aprova-a-suspensao-da-paralisacao/"><strong>Confira a situa&ccedil;&atilde;o de cada item da pauta de negocia&ccedil;&atilde;o na nota do SISMUC:</strong></a></p>
<p><strong>Aux&iacute;lio-alimenta&ccedil;&atilde;o&nbsp;</strong></p>
<p>A gest&atilde;o apresentou a proposta de reaver o pagamento do aux&iacute;lio-alimenta&ccedil;&atilde;o para a parcela de servidoras e servidores que perderam o direito ao ultrapassar o teto ap&oacute;s a data-base, a isen&ccedil;&atilde;o do Imposto de Renda e tamb&eacute;m nos casos em que houver pagamento de valores retroativos do descongelamento do tempo de servi&ccedil;o.</p>
<p>Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; amplia&ccedil;&atilde;o do aux&iacute;lio-alimenta&ccedil;&atilde;o para as demais categorias, a SMGP afirmou que acontecer&aacute; na folha de pagamento de mar&ccedil;o do pr&oacute;ximo ano. O SISMUC&nbsp;cobrou a apresenta&ccedil;&atilde;o do impacto financeiro que justifique a espera para 2027, uma vez que o munic&iacute;pio possui recursos dispon&iacute;veis. A secretaria n&atilde;o apresentou os n&uacute;meros, apenas pontuou que seria &ldquo;Imposs&iacute;vel colocar mais este peso no or&ccedil;amento de 2026.&rdquo;</p>
<p>Por&eacute;m, a administra&ccedil;&atilde;o se comprometeu a realizar, ainda no primeiro semestre deste ano, um estudo para reformular os crit&eacute;rios para pagamento do benef&iacute;cio, de forma que servidoras e servidores n&atilde;o percam o direito ao receber crescimento ou outras gratifica&ccedil;&otilde;es.&nbsp;A secret&aacute;ria tamb&eacute;m afirmou que a gest&atilde;o de Eduardo Pimentel ir&aacute; ampliar o pagamento para todo o funcionalismo at&eacute; o fim do mandato.&nbsp;</p>
<p><strong>Crescimento vertical e horizontal</strong></p>
<p>A gest&atilde;o indicou que at&eacute; setembro ser&aacute; finalizado o procedimento do crescimento vertical, j&aacute; com o reflexo na folha de pagamento. A proposta foi de ampliar em at&eacute; 30% o n&uacute;mero de vagas para algumas categorias que possuem poucas vagas. Segundo a secretaria de gest&atilde;o de pessoal, a medida garantiria que, em at&eacute; tr&ecirc;s giros do crescimento vertical, 100% dos profissionais alcancem o crescimento na carreira, com ganho salarial real.</p>
<p>&nbsp;A secret&aacute;ria tamb&eacute;m afirmou que ainda neste ano, conforme legisla&ccedil;&atilde;o municipal,&nbsp; haver&aacute; abertura de edital para crescimento horizontal.</p>
<p><strong>Desconto de 14% na aposentadoria&nbsp;</strong></p>
<p>Sobre o desconto de 14% nas aposentadorias, a administra&ccedil;&atilde;o informou que ir&aacute; retomar o di&aacute;logo com o IPMC at&eacute; o m&ecirc;s de maio para discutir a quest&atilde;o.</p>
<p><strong>Reestrutura&ccedil;&atilde;o das carreiras da educa&ccedil;&atilde;o&nbsp;</strong></p>
<p>A dire&ccedil;&atilde;o do Sindicato voltou a cobrar isonomia entre professoras da educa&ccedil;&atilde;o infantil e do magist&eacute;rio municipal. &ldquo;Ainda n&atilde;o temos os 33% de hora-atividade respeitados, n&atilde;o h&aacute; pagamento do piso salarial do magist&eacute;rio na tabela, al&eacute;m de termos servidores h&aacute; mais de 10 anos no cargo recebendo o mesmo sal&aacute;rio de quem entrou agora na rede&rdquo;, levantou Juliana Mildemberg, coordenadora geral.</p>
<p>A gest&atilde;o se comprometeu a ainda neste m&ecirc;s apresentar uma agenda para o debate e a constru&ccedil;&atilde;o da reestrutura&ccedil;&atilde;o das carreiras da educa&ccedil;&atilde;o com o SISMUC, reestrutura&ccedil;&atilde;o essa que vai garantir o pagamento integral do piso nacional do magist&eacute;rio na tabela e a implementa&ccedil;&atilde;o dos 33% de hora atividade.&nbsp;</p>
<p>Assim como a reestrutura&ccedil;&atilde;o da carreira dos Auxiliares de servi&ccedil;os escolares em seu n&iacute;vel de entrada, passando de n&iacute;vel fundamental para m&eacute;dio.&nbsp;</p>
<p><strong>Assembleia da categoria</strong></p>
<p>Ao final da negocia&ccedil;&atilde;o, o sindicato convocou as trabalhadoras e os trabalhadores presentes na greve para uma sess&atilde;o da assembleia permanente, com o objetivo de deliberar sobre as propostas apresentadas pela gest&atilde;o municipal e definir os pr&oacute;ximos encaminhamentos do movimento.</p>
<p>A categoria aprovou as propostas apresentadas pela Prefeitura, com a suspens&atilde;o da greve. Por&eacute;m, a paralisa&ccedil;&atilde;o ser&aacute; retomada na falta de cumprimento de qualquer quest&atilde;o deliberada na reuni&atilde;o de hoje.&nbsp;</p>
<p><strong>Reposi&ccedil;&atilde;o do dia da Greve&nbsp;</strong></p>
<p>Conquistamos a reposi&ccedil;&atilde;o do dia da greve para os servidores que participam no dia de hoje, que deve acontecer at&eacute; o dia 25 de abril para n&atilde;o sofrer desconto na ficha funcional.&nbsp;</p>
<p>Os avan&ccedil;os s&atilde;o fruto da coragem, da for&ccedil;a e uni&atilde;o das servidoras e servidores que foram &agrave;s ruas no dia de hoje! Mostramos que&nbsp;a organiza&ccedil;&atilde;o coletiva &eacute; capaz de garantir condi&ccedil;&otilde;es dignas de trabalho para quem constr&oacute;i o servi&ccedil;o p&uacute;blico de Curitiba.&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CUT-PR com informações de Ana Carolina Pacifico / SISMUC / Foto: Gibran Mendes</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Insper convida Antonio Neto para ministrar aula de Direito do Trabalho</title> 
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                    <title>Insper convida Antonio Neto para ministrar aula de Direito do Trabalho</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68776</link>
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                        <![CDATA[<p>Na &uacute;ltima segunda-feira (06), o presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e do Sindpd-SP, Antonio Neto, ministrou uma aula sobre &ldquo;Sindicalismo na Era da IA&rdquo; para alunos do curso de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o de Direito do Trabalho do Insper Instituto de Ensino e Pesquisa.</p>
<p>Convidado pelo professor Dr. Rodrigo Chagas, Neto promoveu uma palestra sobre os desafios enfrentados por institui&ccedil;&otilde;es sindicais de todo o pa&iacute;s ap&oacute;s a Reforma Trabalhista de 2017, incluindo a necessidade de moderniza&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua para adequa&ccedil;&atilde;o &agrave; modelos trabalhistas atuais e do futuro.</p>
<p>A exposi&ccedil;&atilde;o teve como base o modelo adotado pelo Sindpd-SP (Sindicato dos Trabalhadores em Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o de S&atilde;o Paulo), entidade que Antonio Neto tamb&eacute;m preside, e pela Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores em Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o (Fenati), que em seu processo de expans&atilde;o, j&aacute; consolidou o mesmo padr&atilde;o em sindicatos de TI de 11 onze estados do Pa&iacute;s.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;O sindicato, apesar de todos os pr&eacute;-conceitos, &eacute; a &uacute;nica ferramenta de equil&iacute;brio entre o capital e o trabalho, entre o patr&atilde;o e o trabalhador. O sindicato n&atilde;o cria conflitos, como muitos dizem por a&iacute;. Ele media os conflitos que j&aacute; existem e que se agravam quando n&atilde;o h&aacute; interven&ccedil;&atilde;o sindical adequada&rdquo;, ponderou.</p>
</blockquote>
<p>Entre os maiores desafios atuais para sindicatos de trabalhadores, diante da r&aacute;pida evolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica e o advento da Intelig&ecirc;ncia Artificial, est&atilde;o a pejotiza&ccedil;&atilde;o, v&iacute;nculos &ldquo;h&iacute;bridos&rdquo; trabalhistas, a &lsquo;uberiza&ccedil;&atilde;o&rsquo; e a necessidade de n&atilde;o permitir que o processo acelerado de automa&ccedil;&atilde;o de processos cause um cen&aacute;rio de desemprego em massa.</p>
<p>Para Antonio Neto, esses desafios indicam uma transforma&ccedil;&atilde;o profunda no mercado de trabalho, podendo apresentar riscos de fragmenta&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es, a individualiza&ccedil;&atilde;o extrema do trabalhador e a perda de prote&ccedil;&atilde;o coletiva. Nesse contexto, cabe as entidades sindicais qualificarem o debate coordenando as novas formas de trabalho, regulando o trabalho digital, ampliando a negocia&ccedil;&atilde;o coletiva e protegendo para al&eacute;m do v&iacute;nculo formal.</p>
<p><span><strong>Modernizar para reestruturar</strong></span></p>
<p>O l&iacute;der sindical compartilhou a experi&ecirc;ncia do processo adotado pelo Sindpd, em S&atilde;o Paulo, que se reestruturou a partir de uma s&eacute;rie de medidas modernizantes, como a cria&ccedil;&atilde;o de diversos canais de den&uacute;ncias e o uso das redes sociais para informar sobre a&ccedil;&otilde;es sindicais.</p>
<p>Entre outras inciativas, destaca-se a ado&ccedil;&atilde;o de ferramentas de Business Intelligence (BI), utilizando a intelig&ecirc;ncia de dados para levantar informa&ccedil;&otilde;es sobre empresas que possam estar cometendo irregularidades trabalhistas, bem como para auxiliar a busca por ind&iacute;cios de poss&iacute;veis descumprimentos da Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria de TI em S&atilde;o Paulo, como rege a legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista, tem peso de lei.</p>
<p>Antonio Neto apontou que a&ccedil;&otilde;es adotadas, como as j&aacute; citadas, impulsionaram a arrecada&ccedil;&atilde;o do Sindpd-SP, atrav&eacute;s de novas associa&ccedil;&otilde;es e de novos contribuintes, permitindo &agrave; entidade resistir &agrave; tentativa de asfixiamento econ&ocirc;mico dos sindicatos de trabalhadores a partir da Reforma Trabalhista de 2017, que acabou com a contribui&ccedil;&atilde;o compuls&oacute;ria dos trabalhadores, chamado pela imprensa como &ldquo;imposto sindical&rdquo;.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;Quando me encontro com outros l&iacute;deres sindicais, em minhas andan&ccedil;as pelo Pa&iacute;s, seja em Bras&iacute;lia (DF), seja em outros estados, eles me perguntam: &lsquo;P&ocirc;, Neto, quando vai voltar a contribui&ccedil;&atilde;o que a reforma derrubou?&rsquo;. &Eacute; preciso entender que o passado n&atilde;o volta, e &eacute; por isso que desenvolvemos, com muito trabalho e dedica&ccedil;&atilde;o, diversas maneiras que suprir esse &lsquo;buraco financeiro&rsquo; que a reforma deixou no or&ccedil;amento das entidades&rdquo;, explicou Neto.</p>
</blockquote>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CSB</author>
                </item>
            
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                        <title>Eletricitários repudiam decisão da Aneel e alertam para riscos à categoria</title> 
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                    <title>Eletricitários repudiam decisão da Aneel e alertam para riscos à categoria</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68773</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O&nbsp;<a href="https://eletricitarios.org.br/">Sindicato dos Eletricit&aacute;rios de S&atilde;o Paulo</a>&nbsp;manifestou nesta quarta (8) rep&uacute;dio &agrave; decis&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) de instaurar o processo de caducidade da concess&atilde;o da Enel S&atilde;o Paulo.</p>
<p>Para a entidade, a medida representa uma mudan&ccedil;a de posi&ccedil;&atilde;o injustificada da ag&ecirc;ncia reguladora e desconsidera os impactos imediatos sobre milhares de trabalhadores, aposentados e suas fam&iacute;lias. O sindicato afirma que a decis&atilde;o foi conduzida sem a devida seguran&ccedil;a jur&iacute;dica e sem garantias concretas quanto &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o dos direitos da categoria.</p>
<h2>Cen&aacute;rio de incerteza para os trabalhadores</h2>
<p>Segundo o sindicato, a forma como o processo vem sendo encaminhado coloca em risco empregos, direitos hist&oacute;ricos e a pr&oacute;pria estabilidade do setor el&eacute;trico. A falta de clareza sobre os desdobramentos da caducidade, avalia a entidade, cria um cen&aacute;rio de incerteza e inseguran&ccedil;a para os trabalhadores.</p>
<p><em><strong>Leia tamb&eacute;m:</strong></em></p>
<p><a href="https://radiopeaobrasil.com.br/eletricitarios-pressionam-aneel-contra-caducidade/">Eletricit&aacute;rios protestam contra a caducidade em Bras&iacute;lia</a></p>
<p>O presidente do sindicato, Eduardo Annunciato, o Chic&atilde;o, j&aacute; havia alertado para os riscos da medida, inclusive em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; continuidade do servi&ccedil;o prestado &agrave; popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;A caducidade, se aplicada sem garantias e sem planejamento, pode piorar ainda mais o servi&ccedil;o e levar &agrave; perda de milhares de empregos&rdquo;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p>Ele tamb&eacute;m destacou o impacto social da decis&atilde;o:</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;S&atilde;o milhares de trabalhadores, terceirizados e aposentados que podem levar um grande calote. N&atilde;o estamos defendendo a empresa, mas alertando para as consequ&ecirc;ncias dessa decis&atilde;o.&rdquo;</p>
</blockquote>
<h2>Possibilidade de paralisa&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>Chic&atilde;o criticou ainda a condu&ccedil;&atilde;o do processo pela Aneel e n&atilde;o descartou medidas mais duras por parte da categoria.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;A vota&ccedil;&atilde;o da Aneel chega a beirar a irresponsabilidade. Os trabalhadores analisam questionar essa decis&atilde;o no STF e n&atilde;o descartamos uma paralisa&ccedil;&atilde;o das atividades&rdquo;, disse.</p>
</blockquote>
<p>Diante do cen&aacute;rio, o sindicato informou que ir&aacute; convocar a categoria para mobiliza&ccedil;&atilde;o e ampliar o debate sobre os impactos da caducidade e a inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica gerada pela medida. A entidade tamb&eacute;m avalia a possibilidade de paralisa&ccedil;&atilde;o como instrumento de press&atilde;o, caso os direitos dos trabalhadores continuem amea&ccedil;ados.</p>
<h2>Medidas jur&iacute;dicas</h2>
<p>Al&eacute;m disso, o sindicato articula, junto &agrave; Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores na Ind&uacute;stria (CNTI), medidas jur&iacute;dicas, incluindo a constru&ccedil;&atilde;o de uma Argui&ccedil;&atilde;o de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), para contestar os efeitos e fundamentos do processo.</p>
<p>O Sindicato reafirma que os trabalhadores n&atilde;o podem ser penalizados por decis&otilde;es que desconsideram seus impactos sociais e jur&iacute;dicos e afirma que seguir&aacute; mobilizado na defesa do emprego, dos direitos e da dignidade da categoria.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Redução da jornada de enfermeiros para 36 horas semanais vai ao Plenário</title> 
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                    <title>Redução da jornada de enfermeiros para 36 horas semanais vai ao Plenário</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=68772</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a (CCJ) aprovou nesta quarta-feira (8) proposta de emenda constitucional que reduz a jornada dos profissionais de enfermagem para 36 horas semanais, sem impactar o piso salarial da categoria. A mat&eacute;ria vai a Plen&aacute;rio.</p>
<p>Al&eacute;m de&nbsp;determinar que o piso salarial de enfermeiros, t&eacute;cnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras corresponder&aacute; a uma jornada m&aacute;xima de trabalho de 36 horas semanais, a&nbsp;<a rel="noopener" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/163673" target="_blank">PEC 19/2024</a> define que o percentual de reajuste anual do piso n&atilde;o ser&aacute; inferior ao &iacute;ndice que melhor reflita a varia&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o acumulada no ano anterior.</p>
<p>A proposta, da senadora Eliziane Gama (PSD-MA), recebeu parecer favor&aacute;vel do senador Fabiano Contarato (PT-ES), com emendas. Foi aprovado ainda requerimento, do senador Weverton (PDT-MA), para tramita&ccedil;&atilde;o em calend&aacute;rio especial no Senado.</p>
<h3><strong>Jornada</strong></h3>
<p>Eliziane&nbsp; justificou a proposta ressaltando que os profissionais da &aacute;rea devem ter a jornada reduzida por estarem no rol de categorias expostas a jornadas de trabalho &aacute;rduas, desgastantes e com riscos. Al&eacute;m disso, a autora destaca que a maioria das leis estaduais e municipais j&aacute; adotam a jornada reduzida, diferentemente das 44 horas semanais previstas na jornada geral.</p>
<p>&mdash; Hoje &eacute; um dia hist&oacute;rico para o Brasil em rela&ccedil;&atilde;o aos profissionais de enfermagem. N&oacute;s perdemos centenas de profissionais para a covid no Brasil. O reconhecimento de voc&ecirc;s &eacute; uma repara&ccedil;&atilde;o que a sociedade brasileira precisa fazer &mdash; disse a senadora.</p>
<p>Contarato, que tamb&eacute;m lembrou os profissionais mortos durante a pandemia da covid, argumentou que a medida &eacute; essencial para a preserva&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de f&iacute;sica e mental dos profissionais, contribuindo para a redu&ccedil;&atilde;o do risco de doen&ccedil;as ocupacionais, abandono de trabalho e para melhores condi&ccedil;&otilde;es de vida e bem-estar. O relator apresentou emenda que altera a proposta inicial de jornada m&aacute;xima de 30 horas semanais.&nbsp;</p>
<p>&mdash; Ressalto que essa adequa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o decorre de obje&ccedil;&atilde;o de natureza t&eacute;cnica ou jur&iacute;dica ao par&acirc;metro originalmente proposto, mas de uma avalia&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica respons&aacute;vel, em di&aacute;logo e com a concord&acirc;ncia dos representantes da categoria, orientada a ampliar a viabilidade de aprova&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria no Congresso Nacional e assegurar a efetiva produ&ccedil;&atilde;o de seus efeitos &mdash; afirmou o relator.</p>
<p>A proposta tramita em conjunto com a&nbsp;<a rel="noopener" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/157219" target="_blank">PEC 21/2023</a>, de autoria da senadora Ana Paula Lobato, que trata da fixa&ccedil;&atilde;o de pisos salariais nacionais para essas categorias. No entanto, o relator rejeitou o texto ao considerar que o tema j&aacute; foi contemplado pela&nbsp;<a rel="noopener" href="https://legis.senado.leg.br/norma/36089282" target="_blank">Emenda Constitucional 124</a>, que instituiu o piso salarial para enfermeiros, t&eacute;cnicos e auxiliares de enfermagem, al&eacute;m de parteiras.</p>
<h3><strong>Reconhecimento</strong></h3>
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<p>Senadores registraram manifesta&ccedil;&otilde;es sobre a atua&ccedil;&atilde;o dos profissionais de enfermagem no pa&iacute;s. Esperidi&atilde;o Amin (PP-SC) e Jorge Seif (PL-SC) mencionaram o tempo de tramita&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria no Senado e fizeram refer&ecirc;ncia &agrave; relev&acirc;ncia do trabalho da categoria.</p>
<p>A senadora Roberta Acioly (Republicanos-RR), enfermeira com atua&ccedil;&atilde;o em obstetr&iacute;cia e educa&ccedil;&atilde;o, afirmou que a proposta reconhece os profissionais de enfermagem. O senador Oriovisto Guimar&atilde;es tamb&eacute;m se manifestou em defesa dos enfermeiros.</p>
</div>
</div>
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</div>
</div>
<p>&mdash; Se h&aacute; uma categoria que merece prote&ccedil;&atilde;o &eacute; a dos enfermeiros e enfermeiras do nosso pa&iacute;s, que tanto bem fazem &mdash; afirmou o senador Oriovisto Guimar&atilde;es (PSDB-PR).</p>
<p>O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), destacou o trabalho dos enfermeiros, que sempre atuam ao lado dos m&eacute;dicos no atendimento &agrave; popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Agência Senado / Foto: Andressa Anholete/Agência Senado</author>
                </item>
            
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