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        <title>Portal Mundo Sindical - Noticias sobre Sindicalismo</title> 
        <link>https://mundosindical.com.br/</link> 
        <description>Sindicalismo levado a serio!</description> 
        <language>pt-br</language> 
        <copyright>MUNDO SINDICAL 2026</copyright>
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        <lastBuildDate>Mon, 24 Aug 2026 14:32:40 GMT</lastBuildDate>
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            <title>Portal Mundo Sindical - Sindicalismo levado a serio!</title>
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                        <title>SinSaúdeSP conquista vitórias na Justiça e fortalece luta dos trabalhadores da saúde</title> 
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                    <title>SinSaúdeSP conquista vitórias na Justiça e fortalece luta dos trabalhadores da saúde</title> 
                    <description>Descubra como o SinSaúdeSP defende os trabalhadores da saúde com mobilização e ações jurídicas em São Paulo.</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69780</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><span>O Sindicato da Sa&uacute;de de S&atilde;o Paulo (</span><a href="https://sinsaudesp.org.br/">SinSa&uacute;deSP</a><span>) intensificou, nos &uacute;ltimos dias, sua atua&ccedil;&atilde;o em defesa da valoriza&ccedil;&atilde;o dos profissionais da sa&uacute;de, com a&ccedil;&otilde;es que passam pela mobiliza&ccedil;&atilde;o sindical, forma&ccedil;&atilde;o profissional e atua&ccedil;&atilde;o jur&iacute;dica para garantir direitos da categoria.</span></p>
<p class="isSelectedEnd">Entre as iniciativas recentes est&atilde;o duas decis&otilde;es judiciais favor&aacute;veis aos trabalhadores, envolvendo a Funda&ccedil;&atilde;o Ant&ocirc;nio Prudente e funcion&aacute;rios da Rede Am&eacute;ricas e Dasa, al&eacute;m da participa&ccedil;&atilde;o na realiza&ccedil;&atilde;o do 2&ordm; Semin&aacute;rio Nacional de Conselheiros, Auxiliares e T&eacute;cnicos de Enfermagem (SENCATENF), que reuniu representantes de todo o pa&iacute;s em Peru&iacute;be, no litoral paulista.</p>
<h2>Vit&oacute;ria para trabalhadores da Funda&ccedil;&atilde;o Ant&ocirc;nio Prudente</h2>
<p class="isSelectedEnd">Uma das conquistas foi obtida em a&ccedil;&atilde;o civil p&uacute;blica apresentada pelo SinSa&uacute;deSP em favor dos trabalhadores da Funda&ccedil;&atilde;o Ant&ocirc;nio Prudente.</p>
<p class="isSelectedEnd">A 62&ordf; Vara do Trabalho de S&atilde;o Paulo acolheu a reclama&ccedil;&atilde;o referente aos profissionais que, a partir de 16 de mar&ccedil;o de 2021, foram submetidos &agrave;s jornadas 5&times;2 e 6&times;1 sem que fossem respeitados, segundo a a&ccedil;&atilde;o, o direito &agrave; folga ou a devida compensa&ccedil;&atilde;o no banco de horas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com a decis&atilde;o, a Funda&ccedil;&atilde;o Ant&ocirc;nio Prudente foi condenada a pagar em dobro os feriados trabalhados pelos funcion&aacute;rios abrangidos pela a&ccedil;&atilde;o.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decis&atilde;o refor&ccedil;a a atua&ccedil;&atilde;o do Departamento Jur&iacute;dico do sindicato na fiscaliza&ccedil;&atilde;o e defesa dos direitos previstos para os trabalhadores da sa&uacute;de.</p>
<h2>Limite de 20% nos descontos dos planos de sa&uacute;de</h2>
<p class="isSelectedEnd">Outra vit&oacute;ria judicial beneficia funcion&aacute;rios da Rede Am&eacute;ricas e Dasa e envolve os valores cobrados dos trabalhadores pela utiliza&ccedil;&atilde;o dos planos de sa&uacute;de fornecidos pelas empresas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A 44&ordf; Vara do Trabalho de S&atilde;o Paulo acatou a defesa apresentada pelo Departamento Jur&iacute;dico do SinSa&uacute;deSP e confirmou que os trabalhadores titulares dos planos poder&atilde;o ser descontados em, no m&aacute;ximo, 20% do custo de cada procedimento realizado.</p>
<p class="isSelectedEnd">A decis&atilde;o alcan&ccedil;a trabalhadores da Rede Am&eacute;ricas, Impar Servi&ccedil;os Hospitalares, Hospital Leforte Liberdade, Hospital Leforte AS, Esho Empresa de Servi&ccedil;os Hospitalares e Hospital Alvorada Taguatinga. A medida vale para os planos de sa&uacute;de em vigor em 2026, a partir de 1&ordm; de abril.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o sindicato, garantir acesso a um plano de sa&uacute;de de qualidade e com custos que n&atilde;o comprometam excessivamente a renda tamb&eacute;m faz parte da valoriza&ccedil;&atilde;o de quem trabalha diariamente cuidando da popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p class="isSelectedEnd">As duas decis&otilde;es integram a atua&ccedil;&atilde;o da gest&atilde;o do presidente Jefferson Caproni e demonstram a import&acirc;ncia da organiza&ccedil;&atilde;o sindical tamb&eacute;m no campo jur&iacute;dico, especialmente diante de situa&ccedil;&otilde;es em que direitos trabalhistas e benef&iacute;cios da categoria est&atilde;o em discuss&atilde;o.</p>
<h2>Enfermagem reunida em Peru&iacute;be</h2>
<p class="isSelectedEnd">A atua&ccedil;&atilde;o do SinSa&uacute;deSP tamb&eacute;m esteve voltada &agrave; forma&ccedil;&atilde;o e &agrave; valoriza&ccedil;&atilde;o profissional. O sindicato participou da realiza&ccedil;&atilde;o do 2&ordm; SENCATENF, promovido pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), com participa&ccedil;&atilde;o do Conselho Regional de Enfermagem de S&atilde;o Paulo (Coren-SP).</p>
<p class="isSelectedEnd">Realizado no Resort Sa&uacute;de Premium do SinSa&uacute;deSP, em Peru&iacute;be, o encontro reuniu durante tr&ecirc;s dias conselheiros, auxiliares e t&eacute;cnicos de Enfermagem, dirigentes e especialistas de diferentes regi&otilde;es do Brasil.</p>
<p class="isSelectedEnd">A participa&ccedil;&atilde;o de representantes dos Conselhos Regionais de Enfermagem dos 26 estados e do Distrito Federal deu dimens&atilde;o nacional ao encontro, que promoveu palestras, debates, troca de experi&ecirc;ncias e atividades de integra&ccedil;&atilde;o.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um dos principais objetivos foi ampliar a participa&ccedil;&atilde;o dos profissionais de n&iacute;vel m&eacute;dio nas discuss&otilde;es sobre os desafios e o futuro da Enfermagem brasileira.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente do SinSa&uacute;deSP, Jefferson Caproni, destacou a import&acirc;ncia de abrir espa&ccedil;o para que auxiliares e t&eacute;cnicos apresentem suas reivindica&ccedil;&otilde;es e participem diretamente das discuss&otilde;es sobre a profiss&atilde;o.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">&ldquo;&Eacute; muito importante promover momentos como este, em que auxiliares e t&eacute;cnicos possam discutir diretamente os desafios da profiss&atilde;o e apresentar suas demandas. O fortalecimento da Enfermagem passa necessariamente pelo reconhecimento e pela valoriza&ccedil;&atilde;o desses trabalhadores, que est&atilde;o diariamente na linha de frente da assist&ecirc;ncia&rdquo;, afirmou.</p>
</blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Al&eacute;m de Caproni, participaram da abertura o presidente do Cofen, Manoel Neri, e o presidente do Coren-SP, S&eacute;rgio Cleto. O SinSa&uacute;deSP tamb&eacute;m esteve representado pelo vice-presidente Reinaldo Andrade, pela tesoureira Rumi Nagai, pela secret&aacute;ria-geral Irenilda dos Santos e por outros integrantes da diretoria.</p>
<h2>Mobiliza&ccedil;&atilde;o nas OSSs e na Rede Filantr&oacute;pica</h2>
<p class="isSelectedEnd">As iniciativas se somam &agrave; mobiliza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores das Organiza&ccedil;&otilde;es Sociais de Sa&uacute;de (OSSs) e da Rede Filantr&oacute;pica. Ap&oacute;s a rejei&ccedil;&atilde;o de proposta patronal considerada insuficiente, o SinSa&uacute;deSP intensificou a organiza&ccedil;&atilde;o da categoria em defesa das reivindica&ccedil;&otilde;es da campanha salarial.</p>
<p class="isSelectedEnd">O sindicato cobra avan&ccedil;os em pontos como reajuste salarial, vale-alimenta&ccedil;&atilde;o e vale-refei&ccedil;&atilde;o, aux&iacute;lio-creche e melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>
<p class="isSelectedEnd">As a&ccedil;&otilde;es realizadas nas &uacute;ltimas semanas mostram uma atua&ccedil;&atilde;o em diferentes frentes. Enquanto mobiliza a categoria por melhores sal&aacute;rios, benef&iacute;cios e condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, o SinSa&uacute;deSP recorre &agrave; Justi&ccedil;a para garantir direitos e investe em espa&ccedil;os de forma&ccedil;&atilde;o e valoriza&ccedil;&atilde;o profissional.</p>
<p>As vit&oacute;rias envolvendo a Funda&ccedil;&atilde;o Ant&ocirc;nio Prudente e os trabalhadores da Rede Am&eacute;ricas e Dasa, a mobiliza&ccedil;&atilde;o das OSSs e da Rede Filantr&oacute;pica e a realiza&ccedil;&atilde;o do encontro nacional da Enfermagem fazem parte dessa estrat&eacute;gia de ampliar a prote&ccedil;&atilde;o e a representa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores da sa&uacute;de.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>"Momento é decisivo para acabar com escala 6×1", diz Juruna à JovemPan</title> 
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                    <title>"Momento é decisivo para acabar com escala 6×1", diz Juruna à JovemPan</title> 
                    <description>Juruna defende mobilização sindical para acelerar no Senado a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69779</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Em entrevista &agrave; Jovem Pan, o secret&aacute;rio-geral da For&ccedil;a Sindical, Jo&atilde;o Carlos Gon&ccedil;alves, Juruna, defendeu que o Congresso aproveite o atual momento pol&iacute;tico para votar.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Juruna, a proximidade das elei&ccedil;&otilde;es amplia a press&atilde;o popular sobre deputados e senadores, tornando este per&iacute;odo estrat&eacute;gico para avan&ccedil;ar com a redu&ccedil;&atilde;o da jornada.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd"><em>&ldquo;Eu creio que &eacute; fundamental aproveitar esse momento pol&iacute;tico porque est&aacute; em debate uma quest&atilde;o important&iacute;ssima no Senado&rdquo;, afirmou o dirigente durante a entrevista concedida.</em></p>
</blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Al&eacute;m disso, Juruna ressaltou que parlamentares considerar&atilde;o a opini&atilde;o dos trabalhadores e da sociedade ao definirem seus votos sobre uma pauta com forte repercuss&atilde;o popular.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd"><em>&ldquo;Se ele vota contra, isso pode prejudicar na elei&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m. Ent&atilde;o esse momento &eacute; o momento exato onde n&oacute;s devemos entrar em debate no Congresso Nacional.&rdquo;</em></p>
</blockquote>
<h2>Sindicatos ampliam press&atilde;o sobre senadores</h2>
<p class="isSelectedEnd">Nesse sentido, a For&ccedil;a Sindical orientou seus sindicatos em todo o Pa&iacute;s a procurarem senadores e senadoras para defender diretamente a aprova&ccedil;&atilde;o da proposta no Senado.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd"><em>&ldquo;N&oacute;s temos orientado nossos sindicatos em todo o Brasil, em cada cidade, em cada estado a telefonarem, a mandarem e-mail&rdquo;, explicou Juruna durante a entrevista.</em></p>
</blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Al&eacute;m disso, os dirigentes sindicais utilizam WhatsApp e outros canais para dialogar diretamente com parlamentares e ampliar a press&atilde;o pela vota&ccedil;&atilde;o antes das elei&ccedil;&otilde;es deste ano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Juruna, a mobiliza&ccedil;&atilde;o busca garantir que a redu&ccedil;&atilde;o da jornada e o fim da escala 6&times;1 avancem efetivamente no Senado Federal durante este per&iacute;odo decisivo.</p>
<p class="isSelectedEnd">O dirigente tamb&eacute;m defendeu a participa&ccedil;&atilde;o popular no processo pol&iacute;tico e afirmou que a proximidade das elei&ccedil;&otilde;es cria condi&ccedil;&otilde;es favor&aacute;veis para intensificar essa press&atilde;o democr&aacute;tica.</p>
<blockquote>
<h2 class="isSelectedEnd"><em>&ldquo;Onde h&aacute; elei&ccedil;&atilde;o, h&aacute; press&atilde;o, n&eacute;? S&oacute; numa ditadura que voc&ecirc; n&atilde;o pode fazer press&atilde;o, n&atilde;o pode usar os meios legais para isso.&rdquo;</em></h2>
<div><em><br /></em></div>
</blockquote>
<h2>Juruna rebate cr&iacute;ticas do setor empresarial</h2>
<p class="isSelectedEnd">Durante a entrevista, Juruna tamb&eacute;m respondeu &agrave;s cr&iacute;ticas empresariais sobre poss&iacute;veis impactos econ&ocirc;micos provocados pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada e pelas mudan&ccedil;as relacionadas &agrave; escala 6&times;1.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd"><em>&ldquo;Eu creio que o empresariado t&aacute; puxando a sardinha pro seu lado. Sempre que houve mudan&ccedil;a sobre quest&otilde;es sociais, sempre houve cr&iacute;tica como se o mundo fosse acabar.&rdquo;</em></p>
</blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Nesse contexto, Juruna lembrou resist&ecirc;ncias empresariais enfrentadas anteriormente durante debates envolvendo d&eacute;cimo terceiro sal&aacute;rio, f&eacute;rias, participa&ccedil;&atilde;o nos lucros e redu&ccedil;&atilde;o da jornada semanal brasileira.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd"><em>&ldquo;Assim foi o d&eacute;cimo terceiro, assim foi a f&eacute;rias, assim foi a participa&ccedil;&atilde;o nos lucros e resultados, assim foi quando reduzimos a jornada de quarenta e oito pra quarenta e quatro.&rdquo;</em></p>
</blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Por outro lado, o sindicalista ressaltou que milhares de trabalhadores brasileiros j&aacute; cumprem jornadas reduzidas estabelecidas atrav&eacute;s de acordos e conven&ccedil;&otilde;es coletivas negociados pelos sindicatos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Juruna, setores metal&uacute;rgicos, sider&uacute;rgicos, petroleiros e banc&aacute;rios acumularam experi&ecirc;ncias com jornadas diferenciadas, enquanto com&eacute;rcio e servi&ccedil;os ainda precisam avan&ccedil;ar significativamente nessa discuss&atilde;o nacional.</p>
<h2>Negocia&ccedil;&atilde;o coletiva adaptar&aacute; novas regras</h2>
<p class="isSelectedEnd">Al&eacute;m disso, Juruna afirmou que acordos e conven&ccedil;&otilde;es coletivas ter&atilde;o papel fundamental para adaptar as mudan&ccedil;as &agrave;s caracter&iacute;sticas espec&iacute;ficas existentes em cada atividade econ&ocirc;mica do Pa&iacute;s.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd"><em>&ldquo;&Eacute; claro que a legisla&ccedil;&atilde;o fala da redu&ccedil;&atilde;o de jornada, fala da seis por um, mas o que vai determinar mesmo a maneira de ser, ser&atilde;o as conven&ccedil;&otilde;es ou acordos coletivos com o sindicato.&rdquo;</em></p>
</blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Dessa forma, cada segmento poder&aacute; negociar mecanismos compat&iacute;veis com suas condi&ccedil;&otilde;es de funcionamento, considerando diferen&ccedil;as existentes entre ind&uacute;stria, com&eacute;rcio, servi&ccedil;os, sa&uacute;de, bancos e demais atividades.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">&ldquo;Ent&atilde;o nada vai ser imposto, tudo vai ser, digamos assim, feito de uma maneira que n&atilde;o prejudique o trabalho, n&atilde;o prejudique o empresariado e nem prejudique a popula&ccedil;&atilde;o.&rdquo;</p>
</blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Juruna destacou ainda que sindicatos conhecem as particularidades das empresas e dos trabalhadores, permitindo construir solu&ccedil;&otilde;es adequadas para diferentes portes, setores econ&ocirc;micos e realidades regionais.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd"><em>&ldquo;O movimento sindical tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; burro de colocar uma proposta de uma maneira que prejudique a popula&ccedil;&atilde;o ou que prejudique a empresa, porque prejudicando a empresa com certeza prejudicar&aacute; os trabalhadores.&rdquo;</em></p>
</blockquote>
<h2>For&ccedil;a Sindical cobra vota&ccedil;&atilde;o antes das elei&ccedil;&otilde;es</h2>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Juruna, representantes sindicais j&aacute; conversaram com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, enquanto entidades empresariais tamb&eacute;m apresentaram suas posi&ccedil;&otilde;es sobre a proposta em discuss&atilde;o.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para o dirigente, o di&aacute;logo institucional pode sensibilizar senadores e senadoras para que coloquem a mat&eacute;ria em vota&ccedil;&atilde;o antes da realiza&ccedil;&atilde;o das elei&ccedil;&otilde;es deste ano.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd">&ldquo;Como eu disse, os sindicatos de todas as cidades est&atilde;o ligando aos senadores, s&atilde;o tr&ecirc;s senadores por estado&rdquo;, destacou Juruna ao explicar a mobiliza&ccedil;&atilde;o nacional.</p>
</blockquote>
<p class="isSelectedEnd">Por fim, o secret&aacute;rio-geral refor&ccedil;ou que a For&ccedil;a Sindical espera uma decis&atilde;o ainda antes das elei&ccedil;&otilde;es, enquanto sindicatos dever&atilde;o posteriormente negociar adapta&ccedil;&otilde;es para diferentes setores econ&ocirc;micos.</p>
<blockquote>
<p><em>&ldquo;N&oacute;s esperamos que seja antes das elei&ccedil;&otilde;es, &eacute; fundamental&rdquo;, afirmou Juruna, refor&ccedil;ando a import&acirc;ncia da vota&ccedil;&atilde;o da redu&ccedil;&atilde;o da jornada e do fim da escala 6&times;1.</em></p>
<div><em><br /></em></div>
</blockquote>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Após grande paralisação dos bancários, tem início a nona negociação com os banqueiros</title> 
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                    <title>Após grande paralisação dos bancários, tem início a nona negociação com os banqueiros</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69778</link>
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                        <![CDATA[<p>Teve in&iacute;cio na manh&atilde; desta segunda-feira, 24 de agosto, a nona negocia&ccedil;&atilde;o entre o Comando Nacional dos Banc&aacute;rios e a Fenaban (federa&ccedil;&atilde;o dos bancos), no &acirc;mbito da <a href="https://spbancarios.com.br/tag/campanha-dos-bancarios-2026-0">Campanha Nacional Unificada dos Banc&aacute;rios 2026</a>. A mesa de negocia&ccedil;&atilde;o &eacute; a primeira ap&oacute;s a <a href="https://spbancarios.com.br/08/2026/bancarios-cobram-proposta-da-fenaban-em-paralisacao-nesta-quinta-20">grande paralisa&ccedil;&atilde;o nacional da categoria, realizada no dia 20 de agosto</a>.</p>
<ul>
<li><a href="https://spbancarios.com.br/08/2026/uniao-dos-bancarios-e-resposta-para-os-bancos-queremos-aumento-real">Uni&atilde;o dos banc&aacute;rios &eacute; resposta para os bancos: queremos aumento real</a></li>
</ul>
<p>Os banc&aacute;rios e banc&aacute;rias de todo o Brasil, de bancos p&uacute;blicos e privados, cobram dos bancos a apresenta&ccedil;&atilde;o de uma proposta global que contemple, entre outros pontos, aumento real para sal&aacute;rios e demais verbas; valoriza&ccedil;&atilde;o da PLR; aumento do piso; e reajuste maior para os vales alimenta&ccedil;&atilde;o e refei&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Na<a href="https://spbancarios.com.br/08/2026/mobilizacao-dos-bancarios-fez-bancos-retirarem-proposta-de-reajuste-por-faixas-salariais"> negocia&ccedil;&atilde;o anterior, em 18 de agosto</a>, os banqueiros recuaram da proposta de um novo modelo de reajuste por faixas salariais, que seria v&aacute;lido tamb&eacute;m para o VA e VR, e congelamento do piso de ingresso na categoria.</p>
<p>O recuo ocorreu ap&oacute;s o Comando Nacional dos Banc&aacute;rios apresentar os<a href="https://spbancarios.com.br/08/2026/bancarios-rejeitam-proposta-da-fenaban-e-aprovam-paralisacao-na-quinta-feira-20"> resultados de assembleias em todo Brasil, realizadas em 17 de agosto</a>, quando a categoria rejeitou de forma quase un&acirc;nime a proposta da Fenaban e aprovou a paralisa&ccedil;&atilde;o ocorrida em 20 de agosto.</p>
<p>Fique atento ao site e redes sociais do Sindicato para atualiza&ccedil;&otilde;es e encaminhamentos sobre as negocia&ccedil;&otilde;es com os banqueiros.</p>
<h2>Negocia&ccedil;&otilde;es anteriores</h2>
<ul>
<li>Mesa 8: <a href="https://spbancarios.com.br/08/2026/mobilizacao-dos-bancarios-fez-bancos-retirarem-proposta-de-reajuste-por-faixas-salariais">Mobiliza&ccedil;&atilde;o dos banc&aacute;rios fez bancos retirarem proposta de reajuste por faixas salariais</a></li>
<li>Mesa 7:<a href="https://spbancarios.com.br/08/2026/banqueiros-apostam-na-divisao-da-categoria-e-nao-apresentam-indice-assembleia-dia-17"> Banqueiros apostam na divis&atilde;o da categoria e n&atilde;o apresentam &iacute;ndice. Assembleia dia 17</a></li>
<li>Mesa 6: <a href="https://spbancarios.com.br/08/2026/banqueiros-mais-uma-vez-nao-apresentam-proposta-bancarios-cobram-aumento-real">Banqueiros, mais uma vez, n&atilde;o apresentam proposta. Banc&aacute;rios cobram aumento real!</a></li>
<li>Mesa 5: <a href="https://spbancarios.com.br/07/2026/diante-dos-lucros-bilionarios-dos-bancos-bancarios-cobram-aumento-real-para-salarios-e">Diante dos lucros bilion&aacute;rios dos bancos, banc&aacute;rios cobram aumento real para sal&aacute;rios e demais verbas</a></li>
<li>Mesa 4: <a href="https://spbancarios.com.br/07/2026/fenaban-ameaca-mesa-unica-e-comando-nacional-reforca-unidade-na-defesa-da-categoria">Fenaban amea&ccedil;a mesa &uacute;nica e Comando Nacional refor&ccedil;a unidade na defesa da categoria</a></li>
<li>Mesa 3: <a href="https://spbancarios.com.br/07/2026/comando-nacional-cobra-igualdade-de-oportunidades-e-medidas-para-combater-discriminacao">Comando Nacional cobra igualdade de oportunidades e medidas para combater discrimina&ccedil;&atilde;o, diferen&ccedil;as salariais e endividamento da categoria</a></li>
<li>Mesa 2: <a href="https://spbancarios.com.br/07/2026/comando-nacional-exige-suspensao-das-demissoes-e-do-fechamento-de-agencias">Comando Nacional exige suspens&atilde;o das demiss&otilde;es e do fechamento de ag&ecirc;ncias</a></li>
<li>Mesa 1: <a href="https://spbancarios.com.br/07/2026/em-1a-negociacao-da-campanha-nacional-sindicato-pleiteia-mais-vagas-para-pcds-jornada-4x3-e">Em 1&ordf; negocia&ccedil;&atilde;o da Campanha Nacional, Sindicato pleiteia mais vagas para PCDs, jornada 4x3 e garantia do direito &agrave; desconex&atilde;o</a></li>
</ul>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Bancários de São Paulo</author>
                </item>
            
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                        <title>Mobilização ganha força nas fábricas e Sindicato dos Metalúrgicos do ABC convoca Assembleia Geral dia 27</title> 
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                    <title>Mobilização ganha força nas fábricas e Sindicato dos Metalúrgicos do ABC convoca Assembleia Geral dia 27</title> 
                    <description>Com mobilização intensa no chão de fábrica, Metalúrgicos do ABC exigem reposição do INPC, aumento real e novos direitos</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69777</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A mobiliza&ccedil;&atilde;o da Campanha Salarial 2026 segue em ritmo acelerado na base e entra em fase decisiva. Entre ter&ccedil;a (18) e quarta-feira (19), mais seis f&aacute;bricas aprovaram a disposi&ccedil;&atilde;o para a luta. Com a data-base fixada em 1&ordm; de setembro, a categoria exige a reposi&ccedil;&atilde;o integral do INPC &mdash; que acumula 4,32% nos &uacute;ltimos 11 meses &mdash;, aumento real e renova&ccedil;&atilde;o das cl&aacute;usulas sociais.</p>
<p>Toda a categoria est&aacute; convocada para participar da Assembleia Geral nesta quinta-feira (27), &agrave;s 18h, na Regional Diadema (Av. Encarna&ccedil;&atilde;o, 290, Piraporinha). Sua presen&ccedil;a &eacute; fundamental!</p>
<p>O presidente do Sindicato, Wellington Damasceno, alertou sobre as t&aacute;ticas patronais e refor&ccedil;ou que a resist&ecirc;ncia das empresas exige organiza&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Estamos negociando com v&aacute;rios grupos, como autope&ccedil;as e m&aacute;quinas. As empresas alegam dificuldades externas, citando tarifas e concorr&ecirc;ncia para negar avan&ccedil;os. Se n&atilde;o houver proposta, haver&aacute; aviso de greve e paralisa&ccedil;&otilde;es. A companheirada trabalha duro e o esfor&ccedil;o precisa ser valorizado com ganho real&rdquo;.</p>
<p>Ant&ocirc;nio Claudiano da Silva, o Da Lua, coordenador da Regional Diadema, cobrou agilidade nas mesas de negocia&ccedil;&atilde;o diante dos n&uacute;meros favor&aacute;veis da economia. &ldquo;As bancadas precisam parar de enrola&ccedil;&atilde;o. Temos crescimento econ&ocirc;mico, alta na produtividade e o setor automotivo aquecido. O recado das assembleias precisa ecoar nos patronais. Os trabalhadores est&atilde;o preparados para a luta necess&aacute;ria para garantir a renova&ccedil;&atilde;o das Conven&ccedil;&otilde;es Coletivas e um reajuste digno&rdquo;.</p>
<p><strong>Na press&atilde;o<br /></strong><br />Coordenador de S&atilde;o Bernardo, Jonas Brito ressaltou que a press&atilde;o na base &eacute; a &uacute;nica linguagem que os empres&aacute;rios entendem. &ldquo;Iniciamos assembleias de mobiliza&ccedil;&atilde;o porque a proposta do patronal at&eacute; agora &eacute; zero. Se n&atilde;o tiver proposta at&eacute; a assembleia, vamos parar a produ&ccedil;&atilde;o. A pauta da Campanha Salarial foi entregue pela FEM-CUT/SP [Federa&ccedil;&atilde;o Estadual dos Metal&uacute;rgicos] ainda em abril e, at&eacute; agora, n&atilde;o tivemos avan&ccedil;os. Intensificar essa press&atilde;o at&eacute; o fim do m&ecirc;s &eacute; vital para for&ccedil;ar uma resposta&rdquo;, explicou.</p>
<p>J&aacute; Marcos Paulo Louren&ccedil;o, o Marquinhos, diretor executivo do Sindicato, lembrou a import&acirc;ncia da uni&atilde;o em n&iacute;vel estadual e da salvaguarda dos direitos negociados. &ldquo;A Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva n&atilde;o &eacute; permanente; ap&oacute;s o fim da ultratividade, precisa ser renovada anualmente, sen&atilde;o a categoria perde garantias hist&oacute;ricas a partir de 1&ordm; de setembro. Nada vem de gra&ccedil;a. A FEM negocia em conjunto para proteger todos os 13 sindicatos filiados&rdquo;, pontuou.</p>
<p>A diretoria refor&ccedil;a que, caso os grupos patronais n&atilde;o apresentem uma proposta significativa at&eacute; a Assembleia Geral, vai haver paralisa&ccedil;&atilde;o das atividades na base. O recado est&aacute; dado.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Metalúrgicos do ABC / Foto: Adonis Guerra</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Projeto cria regras para proteger trabalhadores contra superendividamento e assédio financeiro </title> 
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                    <title>Projeto cria regras para proteger trabalhadores contra superendividamento e assédio financeiro </title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69776</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O Projeto de Lei 3150/26 institui a Lei de Defesa do Trabalhador Endividado, para proteger a renda salarial contra pr&aacute;ticas abusivas de cr&eacute;dito, renova&ccedil;&otilde;es n&atilde;o consentidas, ass&eacute;dio financeiro e descontos indevidos em folha de pagamento.</p>
<p>A proposta exige autoriza&ccedil;&atilde;o expressa, individualizada e verific&aacute;vel para cada opera&ccedil;&atilde;o de cr&eacute;dito. Tamb&eacute;m imp&otilde;e regras para contrata&ccedil;&otilde;es digitais, como um prazo de 48 horas para reflex&atilde;o entre a apresenta&ccedil;&atilde;o da oferta e a confirma&ccedil;&atilde;o do contrato.</p>
<p>Segundo o autor, deputado Marcos Tavares (PDT-RJ), &ldquo;o sal&aacute;rio, a aposentadoria, a pens&atilde;o e demais verbas de subsist&ecirc;ncia n&atilde;o podem ser tratados apenas como garantia de mercado, pois s&atilde;o a base material da dignidade da pessoa humana&rdquo;.</p>
<h3 class="ds-titulo-subsecao">Pr&aacute;ticas proibidas</h3>
<p>O projeto em an&aacute;lise na C&acirc;mara dos Deputados pro&iacute;be ofertas de empr&eacute;stimos em ambientes de trabalho ou por meio de canais corporativos sem autoriza&ccedil;&atilde;o. Tamb&eacute;m ficam vedadas a renova&ccedil;&atilde;o autom&aacute;tica de contratos, a portabilidade sem confirma&ccedil;&atilde;o e a cobran&ccedil;a de tarifas ou seguros n&atilde;o solicitados.</p>
<p>O texto considera ass&eacute;dio financeiro a abordagem abusiva baseada em press&atilde;o psicol&oacute;gica, urg&ecirc;ncia artificial, promessa enganosa ou explora&ccedil;&atilde;o da vulnerabilidade do trabalhador. Tamb&eacute;m pro&iacute;be o uso de dados obtidos na rela&ccedil;&atilde;o de trabalho para fins de oferta de empr&eacute;stimos sem base legal.</p>
<p>A proposta fixa ainda o dever de transpar&ecirc;ncia detalhada antes da assinatura do contrato. Em casos de suspeita de fraude ou de desconto indevido, o trabalhador poder&aacute; contestar a cobran&ccedil;a perante a institui&ccedil;&atilde;o financeira ou o empregador.</p>
<h3 class="ds-titulo-subsecao">Consignado em folha</h3>
<p>A proposta altera o <a class="linkLegislacao" rel="noopener noreferrer" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/1990/lei-8078-11-setembro-1990-365086-norma-pl.html" target="_blank">C&oacute;digo de Defesa do Consumidor</a> e a <a class="linkLegislacao" rel="noopener noreferrer" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/lei/2003/lei-10820-17-dezembro-2003-497441-norma-pl.html" target="_blank">Lei 10.820/03</a>, que trata do cr&eacute;dito consignado em folha de pagamento, para incluir as novas obriga&ccedil;&otilde;es de transpar&ecirc;ncia e os deveres de prote&ccedil;&atilde;o aos tomadores de cr&eacute;dito.</p>
<p>Empregadores e gestores dever&atilde;o disponibilizar demonstrativos claros com a identifica&ccedil;&atilde;o do credor, o valor da parcela e o saldo devedor. O empregador, no entanto, n&atilde;o responder&aacute; como garantidor da d&iacute;vida nem ser&aacute; responsabilizado pela contrata&ccedil;&atilde;o, salvo se comprovada participa&ccedil;&atilde;o ou omiss&atilde;o dolosa.</p>
<p>Segundo a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional do Com&eacute;rcio de Bens, Servi&ccedil;os e Turismo (CNC), as fam&iacute;lias endividadas representavam quase 82% do total em julho. Cerca de 30% tinham d&iacute;vidas em atraso, e mais de 12% n&atilde;o conseguiriam quit&aacute;-las.</p>
<h3 class="ds-titulo-subsecao">Pr&oacute;ximos passos</h3>
<p>O projeto ser&aacute; analisado, em <span id="4322" class="termoGlossario materia__glossario">car&aacute;ter conclusivo</span>, pelas comiss&otilde;es de Trabalho; de Defesa do Consumidor; de Finan&ccedil;as e Tributa&ccedil;&atilde;o; e de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto ter&aacute; de ser aprovado pela C&acirc;mara e pelo Senado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Agência Câmara de Notícias</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Fórum NEGRAT reverencia Creuza Oliveira como símbolo da resistência e luta das trabalhadoras domésticas</title> 
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                    <title>Fórum NEGRAT reverencia Creuza Oliveira como símbolo da resistência e luta das trabalhadoras domésticas</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69775</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>No primeiro dia do II F&oacute;rum NEGRAT: Trabalho, G&ecirc;nero e Movimentos Sociais, realizado no &uacute;ltimo dia 20, na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), na Bahia, a hist&oacute;ria e a luta das trabalhadoras dom&eacute;sticas estiveram no centro do debate.</p>
<p>Segundo a organiza&ccedil;&atilde;o do F&oacute;rum NEGRAT,<br /><br />representando a for&ccedil;a e a mem&oacute;ria de tantas mulheres que constru&iacute;ram essa caminhada, Creuza Maria de Oliveira, fundadora do SINDOM&Eacute;STICO/BA, atual secret&aacute;ria de Forma&ccedil;&atilde;o Sindical e de estudos do sindicato e presidenta de Honra da FENATRAD, participou da mesa &ldquo;O trabalho dom&eacute;stico em debate: g&ecirc;nero, cuidado e resist&ecirc;ncia&rdquo;, ao lado da soci&oacute;loga Amanda Alves.</p>
<p>Trabalhadora dom&eacute;stica desde a inf&acirc;ncia, Creuza transformou sua pr&oacute;pria trajet&oacute;ria em luta coletiva. Sua atua&ccedil;&atilde;o foi fundamental para a organiza&ccedil;&atilde;o sindical da categoria na Bahia e para a defesa dos direitos das trabalhadoras dom&eacute;sticas em todo o pa&iacute;s. Em 2023, recebeu da UFBA o t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa &mdash; a primeira lideran&ccedil;a sindical da categoria no Brasil a receber essa homenagem.</p>
<p>Sua presen&ccedil;a no II F&oacute;rum NEGRAT reafirma a import&acirc;ncia de manter viva a mem&oacute;ria de quem abriu caminhos, fortaleceu a organiza&ccedil;&atilde;o das trabalhadoras e ajudou a colocar o trabalho dom&eacute;stico no centro do debate sobre direitos, g&ecirc;nero e ra&ccedil;a.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Fenatrad</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>SIEMACO-SP promove treinamento para fortalecer trabalho de base com participação de sindicato internacional</title> 
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                    <title>SIEMACO-SP promove treinamento para fortalecer trabalho de base com participação de sindicato internacional</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69774</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O <strong>SIEMACO S&atilde;o Paulo</strong> realizou, na &uacute;ltima quarta-feira (19), um treinamento para preparar os assessores para a nova estrat&eacute;gia de trabalho de base do sindicato. A mudan&ccedil;a reorganiza a atua&ccedil;&atilde;o das sete equipes por regi&otilde;es da cidade, substituindo o modelo anterior, que dividia os profissionais de acordo com os setores econ&ocirc;micos atendidos.</p>
<p>At&eacute; ent&atilde;o, as equipes eram organizadas por &aacute;reas como com&eacute;rcio; transportes; educa&ccedil;&atilde;o, esporte e lazer; sa&uacute;de; &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos e pra&ccedil;as; condom&iacute;nios; e &aacute;reas verdes. Com a regionaliza&ccedil;&atilde;o, o objetivo &eacute; aproximar ainda mais o sindicato dos trabalhadores e considerar as caracter&iacute;sticas e necessidades de cada regi&atilde;o.</p>
<p>Para Andr&eacute; Santos Filho, presidente do SIEMACO-SP, a mudan&ccedil;a vai al&eacute;m da reorganiza&ccedil;&atilde;o das equipes. &Eacute; preciso adequar a atua&ccedil;&atilde;o do sindicato &agrave; realidade encontrada em cada regi&atilde;o e &agrave;s especificidades dos trabalhadores.</p>
<p>&ldquo;Todo mudan&ccedil;a gera d&uacute;vidas no in&iacute;cio, e nosso papel &eacute; preparar as equipes para que essa transi&ccedil;&atilde;o aconte&ccedil;a da melhor forma poss&iacute;vel, sempre com a preocupa&ccedil;&atilde;o de manter a qualidade do atendimento aos trabalhadores. Temos uma das maiores taxas de filia&ccedil;&atilde;o do Brasil, pois planejamos muito nosso trabalho de base&rdquo;, explica o dirigente.</p>
<p>Foi justamente para preparar os profissionais para essa nova din&acirc;mica que o treinamento foi realizado. Na manh&atilde; desta quarta-feira (19), Moacyr Pereira, tesoureiro do SIEMACO-SP e coordenador do projeto Sem&aacute;foro, conduziu a atividade com os novos assessores.</p>
<p>Al&eacute;m de esclarecer d&uacute;vidas, o encontro serviu para discutir as primeiras experi&ecirc;ncias das equipes com o modelo regionalizado, identificar dificuldades e avaliar ajustes necess&aacute;rios para que a nova estrat&eacute;gia funcione na pr&aacute;tica.</p>
<p>&ldquo;Esse momento &eacute; importante para ouvir quem est&aacute; na ponta, entender as d&uacute;vidas e as dificuldades que est&atilde;o surgindo e buscar solu&ccedil;&otilde;es. A mudan&ccedil;a precisa ser constru&iacute;da com as equipes, para que os ajustes necess&aacute;rios sejam feitos e o trabalho de base possa avan&ccedil;ar de forma cada vez mais efetiva&rdquo;, afirma Moacyr.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>UGT</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Julgamento marcado: Vamos fortalecer a campanha com vídeos e moções pela absolvição de Zé Maria</title> 
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                    <title>Julgamento marcado: Vamos fortalecer a campanha com vídeos e moções pela absolvição de Zé Maria</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69773</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O julgamento em 2&ordf; inst&acirc;ncia de Z&eacute; Maria est&aacute; agendado para dia 24 de setembro pela 11&ordf; Turma do Tribunal Regional Federal da 3&ordf; Regi&atilde;o (TRF-3), em S&atilde;o Paulo.</p>
<p>Por isso, a campanha pela sua absolvi&ccedil;&atilde;o ganha ainda mais import&acirc;ncia e urg&ecirc;ncia.</p>
<p>Grave v&iacute;deo ou assine a mo&ccedil;&atilde;o (se j&aacute; o fez, fa&ccedil;a novamente) e envie urgentemente para o e-mail secretaria@cspconlutas.org.br</p>
<p>Acesse ao final dessa mat&eacute;ria o modelo de mo&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><span>Hist&oacute;rico de Luta</span></p>
<p>Jos&eacute; Maria de Almeida, dirigente hist&oacute;rico do movimento sindical e popular, foi condenado em 1&ordf; inst&acirc;ncia por se posicionar em defesa do povo palestino e denunciar o genoc&iacute;dio praticado pelo Estado de Israel, ultrapassa o &acirc;mbito de uma quest&atilde;o individual. O que est&aacute; em debate &eacute; o direito de expressar solidariedade internacional, denunciar crimes contra povos oprimidos e participar livremente do debate pol&iacute;tico sem sofrer persegui&ccedil;&atilde;o ou criminaliza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><span>Defesa das liberdades democr&aacute;ticas</span></p>
<p>A defesa das liberdades democr&aacute;ticas, da liberdade de express&atilde;o e do direito de manifesta&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica constitui um patrim&ocirc;nio de toda a classe trabalhadora e do conjunto da sociedade brasileira.</p>
<p>Diante disso, a CSP-Conlutas orienta os sindicatos, oposi&ccedil;&otilde;es, movimentos populares e demais entidades de sua base a aprovarem e encaminharem mo&ccedil;&otilde;es ao Col&eacute;gio de Desembargadores do Tribunal Regional Federal da 3&ordf; Regi&atilde;o, manifestando preocupa&ccedil;&atilde;o com a condena&ccedil;&atilde;o e defendendo a absolvi&ccedil;&atilde;o de Z&eacute; Maria.</p>
<p>Essas manifesta&ccedil;&otilde;es t&ecirc;m grande import&acirc;ncia pol&iacute;tica para demonstrar que amplos setores da classe trabalhadora rejeitam qualquer tentativa de criminalizar a solidariedade ao povo palestino e a den&uacute;ncia do genoc&iacute;dio em curso na Faixa de Gaza.</p>
<p>Apresentamos abaixo uma proposta de mo&ccedil;&atilde;o com car&aacute;ter exclusivamente orientativo. Cada entidade poder&aacute; adapt&aacute;-la livremente, alterando sua reda&ccedil;&atilde;o, acrescentando ou retirando trechos, de acordo com sua identidade, linguagem e tradi&ccedil;&atilde;o de luta.</p>
<p>Quanto maior o n&uacute;mero e a diversidade de mo&ccedil;&otilde;es encaminhadas, mais forte ser&aacute; a demonstra&ccedil;&atilde;o de que a defesa das liberdades democr&aacute;ticas, da solidariedade internacional entre os povos e do direito de denunciar crimes cometidos pelo Estado de Israel &eacute; uma causa compartilhada por amplos setores do movimento sindical, popular, estudantil, acad&ecirc;mico, cultural e de direitos humanos.</p>
<p><span>Como enviar a mo&ccedil;&atilde;o</span></p>
<p>Recomenda-se:</p>
<p>? utilizar papel timbrado da entidade, quando houver;</p>
<p>? endere&ccedil;ar a mensagem nominalmente ao Desembargador;</p>
<p>? assinar a manifesta&ccedil;&atilde;o em nome da institui&ccedil;&atilde;o ou de seus representantes;</p>
<p>? encaminhar a mesma manifesta&ccedil;&atilde;o a cada um dos quatro integrantes da 11&ordf; Turma do Tribunal Regional Federal da 3&ordf; Regi&atilde;o.</p>
<p>Destinat&aacute;rios</p>
<p>? Desembargador Federal Helio Edydio de Matos Nogueira</p>
<p>gab12410@trf3.jus.br</p>
<p>? Desembargador Federal Jos&eacute; Marcos Lunardeli</p>
<p>gabjl@trf3.jus.br</p>
<p>? Desembargador Federal Fausto Martins De Sanctis</p>
<p>gabfs@trf3.jus.br</p>
<p>? Desembargador Federal Nino Oliveira Toldo</p>
<p>gabnt@trf3.jus.br</p>
<p><span>Centraliza&ccedil;&atilde;o</span></p>
<p>Cada entidade, ap&oacute;s encaminhar sua manifesta&ccedil;&atilde;o aos 4 Desembargadores Federais, deve enviar c&oacute;pia para o endere&ccedil;o eletr&ocirc;nico da coordena&ccedil;&atilde;o da campanha. Isso permitir&aacute; registrar as ades&otilde;es, organizar a divulga&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica das entidades participantes e acompanhar o alcance da iniciativa, preservando sempre a autonomia de cada organiza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><span>Com c&oacute;pia para:</span></p>
<p>secretaria@cspconlutas.org.br</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span>Proposta de Mo&ccedil;&atilde;o</span></p>
<p><span>MANIFESTA&Ccedil;&Atilde;O INSTITUCIONAL EM DEFESA DAS LIBERDADES DEMOCR&Aacute;TICAS</span></p>
<p>&Agrave; Sua Excel&ecirc;ncia o Senhor</p>
<p>Desembargador Federal [Nome do Desembargador]</p>
<p>11&ordf; Turma do Tribunal Regional Federal da 3&ordf; Regi&atilde;o</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Excelent&iacute;ssimo Senhor Desembargador,</p>
<p>A [nome da entidade], comprometida com a defesa do Estado Democr&aacute;tico de Direito, vem respeitosamente manifestar sua preocupa&ccedil;&atilde;o diante da condena&ccedil;&atilde;o imposta ao dirigente pol&iacute;tico Jos&eacute; Maria de Almeida, atualmente submetida &agrave; aprecia&ccedil;&atilde;o dessa Egr&eacute;gia Turma.</p>
<p>A defesa das liberdades democr&aacute;ticas, da liberdade de express&atilde;o, da livre manifesta&ccedil;&atilde;o do pensamento e do pluralismo pol&iacute;tico constitui fundamento indispens&aacute;vel do Estado Democr&aacute;tico de Direito.</p>
<p>Independentemente das diferentes opini&otilde;es existentes sobre temas pol&iacute;ticos e internacionais, entendemos que o debate p&uacute;blico deve permanecer protegido pelas garantias asseguradas pela Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, evitando-se que manifesta&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas sejam objeto de criminaliza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Com absoluto respeito &agrave; independ&ecirc;ncia do Poder Judici&aacute;rio, confiamos que, no julgamento do presente recurso, essa Egr&eacute;gia Turma reafirmar&aacute; os princ&iacute;pios constitucionais da liberdade de express&atilde;o, do pluralismo pol&iacute;tico e das garantias fundamentais que sustentam a democracia brasileira.</p>
<p>Renovamos nossos protestos de elevada considera&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>[Nome da Entidade]</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CSP-CONLUTAS</author>
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                        <title>CGTP denuncia Keiko por alta de combustíveis e tentativa de assalto a direitos</title> 
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                    <title>CGTP denuncia Keiko por alta de combustíveis e tentativa de assalto a direitos</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69772</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><em>Por Leonardo Wexell Severo&nbsp;</em></p>
<p>O secret&aacute;rio-geral da Confedera&ccedil;&atilde;o Geral dos Trabalhadores do Peru (CGTP), Ger&oacute;nimo L&oacute;pez, denuncia que &ldquo;representantes do imperialismo estadunidense est&atilde;o avan&ccedil;ando criminosamente em nossos pa&iacute;ses com uma agenda neoliberal que aprofunda a desigualdade social, precariza o trabalho e amea&ccedil;a direitos conquistados ao longo de d&eacute;cadas de luta sindical&rdquo;. &ldquo;Este &eacute; um momento crucial em que elevamos a voz contra a privatiza&ccedil;&atilde;o da Petroperu por Keiko Fujimori, que traz como consequ&ecirc;ncia daninha a perda da soberania e o aumento dos combust&iacute;veis. A eleva&ccedil;&atilde;o de 38% para a gasolina e 52% para o diesel impactar&aacute; negativamente o conjunto da economia. Com unidade e mobiliza&ccedil;&atilde;o, vamos impedir que tamanho disparate continue&rdquo;, enfatiza.</p>
<p>Em entrevista exclusiva, L&oacute;pez destaca que o desprop&oacute;sito peruano &eacute; gritante: um territ&oacute;rio abundante em recursos naturais convive com um dos povos mais pobres da regi&atilde;o. &ldquo;O Peru &eacute; um pa&iacute;s riqu&iacute;ssimo em agricultura, em recursos naturais, com ouro, cobre, bronze, l&iacute;tio&hellip; Temos importantes reservas de g&aacute;s natural e, sem d&uacute;vida, somos o pa&iacute;s mais pobre da Am&eacute;rica Latina&rdquo;, assinala o dirigente, protestando contra um panorama social extremamente cruel, que se traduz em fome e mis&eacute;ria. &ldquo;A informalidade trabalhista no Peru atinge 72% da for&ccedil;a de trabalho &ndash; ou seja, apenas 28% dos trabalhadores peruanos t&ecirc;m acesso pleno a direitos laborais &ndash; e para completar o sal&aacute;rio m&iacute;nimo mais baixo da Am&eacute;rica Latina&rdquo;, acrescenta.</p>
<p>Tamanho contraste, afirma Ger&oacute;nimo L&oacute;pez, &ldquo;&eacute; resultado de um modelo econ&ocirc;mico altamente excludente, que beneficia grandes grupos transnacionais em detrimento da popula&ccedil;&atilde;o trabalhadora, que aprofunda a exclus&atilde;o social, a explora&ccedil;&atilde;o laboral e a deteriora&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os de sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o&rdquo;. Infelizmente, os grandes meios de comunica&ccedil;&atilde;o est&atilde;o a&iacute; para reproduzir, &ldquo;nutridos com centenas de milh&otilde;es de d&oacute;lares&rdquo;, a domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e ideol&oacute;gica desta parasit&aacute;ria elite, &ldquo;tornando fundamental o investimento nas nossas redes e na m&iacute;dia popular para fazer o necess&aacute;rio contraponto&rdquo;.</p>
<p>Desde Alberto Fujimori (1990-2000) esta for&ccedil;a fascista vem sendo imposta &ldquo;mais do que como projeto pol&iacute;tico, como um m&eacute;todo de repress&atilde;o e submiss&atilde;o aos interesses do grande capital&rdquo;. &ldquo;O fujimorismo na hist&oacute;ria do Peru significa um governo ditatorial que n&atilde;o somente agravou a solu&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, mas tamb&eacute;m &agrave; nega&ccedil;&atilde;o de direitos laborais e constitucionais dos trabalhadores&rdquo;, sintetiza.</p>
<p><strong>&ldquo;NEOLIBERALISMO TOMOU DE ASSALTO O PODER PELA FRAUDE&rdquo;</strong></p>
<p>&ldquo;O atual governo neoliberal tomou de assalto o aparato estatal por meio de elei&ccedil;&otilde;es fraudadas, como todos sabemos, e visa agora, atrav&eacute;s do poder econ&ocirc;mico, controlar o Poder Judici&aacute;rio, os Tribunais e a Procuradoria para impor o retrocesso e os desmandos&rdquo;, adverte L&oacute;pez, frisando a necessidade de ampliar a coaliz&atilde;o entre os diferentes setores &ldquo;para impedir o retorno da repress&atilde;o, do assassinato e da persegui&ccedil;&atilde;o de agentes sindicais, porque sempre o fujimorismo foi assim&rdquo;.</p>
<p>E a situa&ccedil;&atilde;o de confronto j&aacute; vem sendo desenhada. Entre outros abusos, Ger&oacute;nimo L&oacute;pez acusa Keiko Fujimori de anunciar um reajuste do sal&aacute;rio m&iacute;nimo de 1.000 para 1.300 soles. O valor &ndash; um magro 15% &ndash; seria parcelado para novembro e o restante t&atilde;o somente apenas depois do fen&ocirc;meno El Ni&ntilde;o, &ldquo;esvaziando a sua promessa em discurso de 28 de julho&rdquo;. &ldquo;Estamos falando de 2028, mais ou menos&rdquo;, protesta o sindicalista, cobrando que o governo &ldquo;decrete o reajuste integral de uma vez por todas&rdquo;.</p>
<p>O dirigente tamb&eacute;m condena a pr&aacute;tica de uma &ldquo;reforma disfar&ccedil;ada&rdquo;: a cria&ccedil;&atilde;o de um regime de &ldquo;emprego juvenil&rdquo; com direitos reduzidos. Afinal, explica, enquanto um trabalhador com v&iacute;nculo pleno tem direito a 30 dias de f&eacute;rias, Compensa&ccedil;&atilde;o por Tempo de Servi&ccedil;o (CTS) &ndash; equivalente ao nosso FGTS &ndash; e gratifica&ccedil;&atilde;o integrais, o novo modelo destinado aos jovens preveria apenas 15 dias em cada um desses direitos. &ldquo;A juventude n&atilde;o teria os 30 dias, como pode ser isso? N&atilde;o &eacute; correto&rdquo;, critica.</p>
<p>Diante desse cen&aacute;rio, a CGTP tem investido na mobiliza&ccedil;&atilde;o direta, seja das diferentes categorias &ndash; como os trabalhadores da constru&ccedil;&atilde;o civil, professores, t&ecirc;xteis e servidores &ndash; ou nas ruas, como no &uacute;ltimo 13 de agosto, que reuniu cerca de 15 mil trabalhadores em Lima. &ldquo;Apesar de convocada com poucos dias de anteced&ecirc;ncia, a&iacute; est&aacute; a nossa resposta&rdquo;, comemora Ger&oacute;nimo L&oacute;pez, destacando o &acirc;nimo da base sindical.</p>
<p>A entidade tamb&eacute;m prepara um novo momento de defini&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica: o 16&ordm; Congresso Nacional da CGTP, marcado para os dias 11 a 14 de novembro, quando ser&aacute; eleito o novo Conselho Nacional e tra&ccedil;ada sua agenda laboral e seu plano de a&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Estamos convencidos de que acumulamos for&ccedil;a e experi&ecirc;ncia para barrar qualquer investida contra os nossos direitos e em defesa do nosso pa&iacute;s&rdquo;, declara L&oacute;pez, lembrando o enorme impacto de desmonte deixado pelas &ldquo;reformas&rdquo; trabalhistas dos anos 1990.</p>
<p>Mirando o sistema de sa&uacute;de p&uacute;blica, L&oacute;pez salienta &ldquo;a crueldade das longas esperas e do desabastecimento de equipamentos e medicamentos, enquanto recursos da Seguridade Social (EsSalud) s&atilde;o desviados por gestores indicados pelo pr&oacute;prio governo&rdquo;. No campo previdenci&aacute;rio, reclama, a distor&ccedil;&atilde;o &eacute; evidenciada por um contraste num&eacute;rico: &ldquo;um aposentado do setor p&uacute;blico, ap&oacute;s 30 anos de contribui&ccedil;&atilde;o, recebe entre 600 (R$ 926,00) e 1.000 s&oacute;is (R$ 1.544,00)- enquanto o Instituto Nacional de Estat&iacute;stica calcula a cesta b&aacute;sica familiar em 1.860 s&oacute;is (R$ 2.872,00)&rdquo;. &ldquo;Como um pai ou uma m&atilde;e que ganham t&atilde;o pouco v&atilde;o educar seus filhos, como v&atilde;o alimentar, garantir sa&uacute;de, se n&atilde;o alcan&ccedil;a para nada?&rdquo;, questiona.</p>
<p><strong>&ldquo;AMEA&Ccedil;AS AOS DIREITOS TRABALHISTAS N&Atilde;O PREVALECER&Atilde;O!&rdquo;</strong></p>
<p>Al&eacute;m dos pontos levantados na conversa, a CGTP formalizou suas cr&iacute;ticas em um comunicado, sob o t&iacute;tulo &ldquo;As amea&ccedil;as aos direitos trabalhistas n&atilde;o prevalecer&atilde;o!&rdquo;. O documento aponta contradi&ccedil;&otilde;es entre o discurso de Keiko Fujimori &ndash; que reconheceu a &ldquo;crise de seguran&ccedil;a, corrup&ccedil;&atilde;o e desigualdade social do pa&iacute;s&rdquo; &ndash; e o projeto de lei que pede ao Congresso a delega&ccedil;&atilde;o de poderes legislativos ao Executivo.</p>
<p>A entidade registra que embora o governo tenha garantido publicamente que direitos trabalhistas n&atilde;o seriam restringidos, o texto do projeto, vazado &agrave; imprensa, &ldquo;autorizaria a flexibiliza&ccedil;&atilde;o de normas sobre Compensa&ccedil;&atilde;o por Tempo de Servi&ccedil;o, gratifica&ccedil;&otilde;es obrigat&oacute;rias, f&eacute;rias, jornada de trabalho, horas extras, participa&ccedil;&atilde;o nos lucros, contribui&ccedil;&otilde;es ao EsSalud e &agrave; Previd&ecirc;ncia, estabilidade no emprego e prote&ccedil;&atilde;o contra demiss&atilde;o arbitr&aacute;ria &ndash; al&eacute;m de abrir caminho para regimes trabalhistas com direitos reduzidos&rdquo;.</p>
<p>A CGTP tamb&eacute;m contesta o encaminhamento do reajuste do sal&aacute;rio m&iacute;nimo ao Conselho Nacional de Trabalho e Promo&ccedil;&atilde;o do Emprego (Cntpe), inst&acirc;ncia na qual, segundo a confedera&ccedil;&atilde;o, &ldquo;o veto do setor empresarial historicamente trava qualquer acordo&rdquo;.</p>
<p>Convocando a base a se &ldquo;manter mobilizada para refor&ccedil;ar a press&atilde;o&rdquo;, a entidade exige &ldquo;a exclus&atilde;o de qualquer reforma que afete direitos trabalhistas fundamentais&rdquo; e defende &ldquo;que se impe&ccedil;a a cria&ccedil;&atilde;o de regimes especiais com menos direitos para jovens, trabalhadores de micro e pequenas empresas e outros setores&rdquo;. Para a CGTP, &eacute; &ldquo;imperioso uma pol&iacute;tica que garanta a sustentabilidade financeira do EsSalud e do sistema previdenci&aacute;rio; fortale&ccedil;a a Superintend&ecirc;ncia Nacional de Fiscaliza&ccedil;&atilde;o Trabalhista; institucionalize o di&aacute;logo social por meio da reativa&ccedil;&atilde;o efetiva do Conselho Nacional de Trabalho e Promo&ccedil;&atilde;o do Emprego (Cntpe) &ndash; &oacute;rg&atilde;o tripartite do Minist&eacute;rio do Trabalho; aprove os crit&eacute;rios t&eacute;cnicos pendentes para o reajuste peri&oacute;dico do sal&aacute;rio m&iacute;nimo e das pens&otilde;es; promova uma reforma tribut&aacute;ria progressiva para combater a evas&atilde;o fiscal; e que se construa uma verdadeira Agenda Nacional de Trabalho Decente, com emprego digno, negocia&ccedil;&atilde;o coletiva setorial, prote&ccedil;&atilde;o social universal e sa&uacute;de e seguran&ccedil;a no trabalho&rdquo;.</p>
<p>Para Ger&oacute;nimo L&oacute;pez, o momento exige uni&atilde;o. Entre a mobiliza&ccedil;&atilde;o nas ruas, a articula&ccedil;&atilde;o de uma frente latino-americana e a prepara&ccedil;&atilde;o do 16&ordm; Congresso Nacional da CGTP em novembro, a mensagem precisa ser objetiva e direta: &ldquo;os trabalhadores peruanos n&atilde;o aceitar&atilde;o retroceder aos anos de repress&atilde;o e desmonte de direitos vividos sob o fujimorismo&rdquo;.</p>
<p><strong>POR UMA FRENTE LATINO-AMERICANA</strong></p>
<p>A resposta ao avan&ccedil;o de governos alinhados a interesses do &ldquo;imp&eacute;rio ianque&rdquo; n&atilde;o pode se limitar &agrave;s fronteiras nacionais, analisa L&oacute;pez. Da&iacute; a relev&acirc;ncia da constru&ccedil;&atilde;o de uma frente ampla que congregue diferentes movimentos sociais, partidos, sindicatos e movimentos populares que recomponha for&ccedil;as, citando casos como o da Argentina, Bol&iacute;via e Col&ocirc;mbia, &ldquo;para, ao lado de governos como o Brasil e do M&eacute;xico, combater e derrotar o retrocesso&rdquo;.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Hora do Povo </author>
                </item>
            
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                        <title>Empresa de Joesley e Wesley Batista, anuncia transação para compra da Avibras</title> 
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                    <title>Empresa de Joesley e Wesley Batista, anuncia transação para compra da Avibras</title> 
                    <description>Sindicato foi comunicado na sexta-feira (21) pelo Brasil Crédito</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69771</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<div class="editor">
<p>A J&amp;F, empresa dos irm&atilde;os Joesley e Wesley Batista, est&aacute; prestes a adquirir 100% da Avibras Aeroco, f&aacute;brica do setor de Defesa localizada em Jacare&iacute;. O Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de S&atilde;o Jos&eacute; dos Campos e Regi&atilde;o, filiado &agrave; CSP-Conlutas, foi comunicado na tarde desta sexta-feira (21) pelo fundo de investimentos Brasil Cr&eacute;dito.</p>
<p>Segundo o Brasil Cr&eacute;dito e nota publicada pela Avibras Aeroco, a transa&ccedil;&atilde;o, embora confirmada, ainda n&atilde;o foi conclu&iacute;da e depende de aprova&ccedil;&atilde;o do Conselho Administrativo de Defesa Econ&ocirc;mica (CADE). O valor da transa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi informado.</p>
<p>O Sindicato reitera que, independentemente de quem sejam os investidores ou detentores das a&ccedil;&otilde;es da fabricante de produtos b&eacute;licos, preza pela manuten&ccedil;&atilde;o dos empregos em Jacare&iacute;, garantia de direitos dos trabalhadores, bem como pelo cumprimento do acordo de retomada assinado entre a entidade e a Avibras Aeroco e homologado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 15&ordf; Regi&atilde;o e pelo Tribunal Superior do Trabalho.</p>
<p>Para a entidade, &eacute; primordial que o cronograma de pagamento das d&iacute;vidas trabalhistas seja cumprido, assim como seja respeitada a conven&ccedil;&atilde;o coletiva da categoria metal&uacute;rgica.</p>
<p>&ldquo;O acordo de retomada da Avibras &eacute; p&uacute;blico e foi aprovado pelos trabalhadores em assembleia. O Sindicato seguir&aacute; acompanhando de perto o cronograma de pagamentos e o cumprimento do acordo vigente, que tem de ser respeitado pelos propriet&aacute;rios da empresa, independentemente de quem sejam. Os metal&uacute;rgicos da Avibras fizeram uma greve hist&oacute;rica e sabem que o caminho para garantir empregos e direitos &eacute; a luta&rdquo;, afirma o presidente do Sindicato, Weller Gon&ccedil;alves.</p>
<p>&ldquo;No sistema capitalista, em nome do lucro, &eacute; comum que holdings e grandes empres&aacute;rios invistam, fa&ccedil;am aquisi&ccedil;&otilde;es e fus&otilde;es para ampliar seu patrim&ocirc;nio. O papel do Sindicato &eacute; garantir condi&ccedil;&otilde;es de trabalho melhores, e isso se faz por meio da luta&rdquo;, complementa.</p>
<p>O Sindicato tamb&eacute;m permanece defendendo a estatiza&ccedil;&atilde;o da Avibras. Em julho, durante a visita do presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva &agrave; empresa, a entidade entregou a ele tr&ecirc;s cartas com reivindica&ccedil;&otilde;es relativas aos setores de Defesa e aeron&aacute;utico. Em um dos of&iacute;cios, prop&ocirc;s a estatiza&ccedil;&atilde;o da Avibras, da Embraer e de todas as empresas estrat&eacute;gicas para a soberania nacional.</p>
<p><span><strong>Hist&oacute;rico</strong><br /></span><br />A crise da Avibras come&ccedil;ou em mar&ccedil;o de 2022, quando a empresa entrou com pedido de recupera&ccedil;&atilde;o judicial e demitiu 420 trabalhadores. Os cortes foram cancelados pela Justi&ccedil;a, atendendo &agrave; a&ccedil;&atilde;o do Sindicato.</p>
<p>Ainda em 2022, os sal&aacute;rios passaram a ser pagos com atraso. Em 9 de setembro daquele ano, em protesto contra a falta de pagamento, os trabalhadores iniciaram a greve que se estendeu por 1.280 dias. Em 11 de mar&ccedil;o de 2026, foi aprovado em assembleia o acordo de retomada vigente.</p>
<p>Al&eacute;m do pagamento da d&iacute;vida, tamb&eacute;m ficou garantida a recontrata&ccedil;&atilde;o de 510 trabalhadores. Hoje, a Avibras j&aacute; opera com cerca de 600 empregados.</p>
</div>
<ul class="tags">
</ul>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos / Foto: Roosevelt Cássio</author>
                </item>
            
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                        <title>Em Parobé, primeira rodada de negociação termina sem acordo entre Sindicato e setor patronal</title> 
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                    <title>Em Parobé, primeira rodada de negociação termina sem acordo entre Sindicato e setor patronal</title> 
                    <description>Sindicato dos Sapateiros de Parobé reivindica inflação acumulada em 12 meses mais 50% sobre o índice, além da manutenção das cláusulas que protegem os trabalhadores</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69770</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A primeira rodada de negocia&ccedil;&atilde;o da campanha salarial 2026 dos trabalhadores do setor cal&ccedil;adista de Parob&eacute; terminou sem acordo. O encontro foi realizado na quarta-feira, dia 19, na sede do Sindicato dos Sapateiros de Parob&eacute;, reunindo representantes dos trabalhadores e do setor patronal. Durante a reuni&atilde;o, uma das principais reivindica&ccedil;&otilde;es apresentadas pelo Sindicato &eacute; a reposi&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o acumulada nos &uacute;ltimos 12 meses, acrescida de 50% sobre esse &iacute;ndice, garantindo n&atilde;o apenas a recupera&ccedil;&atilde;o das perdas provocadas pelo aumento do custo de vida, mas tamb&eacute;m a valoriza&ccedil;&atilde;o real dos sal&aacute;rios da categoria.&nbsp;Al&eacute;m do reajuste salarial, o Sindicato defende a manuten&ccedil;&atilde;o de todas as mais de 35 cl&aacute;usulas da Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva que garantem a prote&ccedil;&atilde;o e direitos aos trabalhadores.</p>
<p>Para o presidente do Sindicato dos Sapateiros de Parob&eacute;, Jo&atilde;o Pires, a primeira reuni&atilde;o contou com muitos embates e deixou evidente a dist&acirc;ncia entre aquilo que a categoria considera justo e o que o setor patronal est&aacute; disposto a oferecer. &ldquo;Foi uma negocia&ccedil;&atilde;o com muitos embates. O patronal coloca na mesa uma s&eacute;rie de argumentos, fala da redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho, das medidas do governo Trump e das dificuldades do mercado. Mas n&oacute;s tamb&eacute;m acompanhamos a realidade. Enquanto vemos not&iacute;cias positivas na imprensa, empresas divulgando bons resultados, lucros e acionistas satisfeitos, na hora de dividir um pouco desse resultado com quem produz, o que oferecem ao trabalhador &eacute; muito pouco&rdquo;, afirma Pires.&nbsp;</p>
<p>O Sindicato argumenta que a reivindica&ccedil;&atilde;o apresentada n&atilde;o busca apenas recompor aquilo que foi perdido para a infla&ccedil;&atilde;o. A entidade considera necess&aacute;rio que os trabalhadores tenham aumento real diante da produtividade, da qualifica&ccedil;&atilde;o da m&atilde;o de obra e dos resultados alcan&ccedil;ados pelas empresas.&nbsp; &ldquo;Nossa proposta &eacute; clara, n&oacute;s queremos a infla&ccedil;&atilde;o dos &uacute;ltimos 12 meses mais 50% sobre esse &iacute;ndice. O trabalhador n&atilde;o pode passar mais um ano apenas correndo atr&aacute;s do que perdeu no supermercado, na luz, no aluguel e nas contas de casa, &eacute; preciso avan&ccedil;ar. Temos uma m&atilde;o de obra altamente qualificada e, mesmo assim, vemos o patronal insistindo num caminho de cada vez mais explora&ccedil;&atilde;o e pouca valoriza&ccedil;&atilde;o de quem realmente produz&rdquo;, destaca Jo&atilde;o Pires.</p>
<p>Para a dire&ccedil;&atilde;o do Sindicato, o cen&aacute;rio apresentado pelo setor empresarial nas negocia&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m precisa ser confrontado com as informa&ccedil;&otilde;es positivas divulgadas pelo pr&oacute;prio setor cal&ccedil;adista. O crescimento de empresas, os resultados financeiros e a satisfa&ccedil;&atilde;o de investidores, segundo a entidade, precisam chegar tamb&eacute;m &agrave;queles que est&atilde;o diariamente nas linhas de produ&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O vice-presidente do Sindicato, Sidnei de Quadros, refor&ccedil;a que nenhum resultado empresarial surge sozinho. &ldquo;Lucro n&atilde;o &eacute; m&aacute;gica e o resultado que aparece no balan&ccedil;o das empresas come&ccedil;a l&aacute; dentro da f&aacute;brica, na m&atilde;o do povo parobeense que acorda cedo e est&aacute; todos os dias produzindo. S&atilde;o esses trabalhadores e trabalhadoras que colocam o cal&ccedil;ado na rua e ajudam as empresas a crescer. Se existe resultado para comemorar, quem produz essa riqueza tamb&eacute;m precisa ter sua parte reconhecida&rdquo;, afirma Sidnei.</p>
<p><strong>Sindicato chama trabalhadores &agrave; mobiliza&ccedil;&atilde;o - </strong>Sem acordo na primeira rodada, as negocia&ccedil;&otilde;es ter&atilde;o continuidade. Para Jo&atilde;o Pires, o momento exige ainda mais uni&atilde;o e participa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores dentro das f&aacute;bricas. &ldquo;Agora &eacute; a hora de a categoria se mobilizar ainda mais, conversar com o colega, acompanhar as negocia&ccedil;&otilde;es e mostrar dentro das f&aacute;bricas que quer valoriza&ccedil;&atilde;o. Quanto mais unida estiver a categoria, mais for&ccedil;a n&oacute;s teremos na mesa de negocia&ccedil;&atilde;o. O patronal precisa entender que n&atilde;o estamos falando de n&uacute;meros numa folha de papel. Estamos falando do sal&aacute;rio e da vida de milhares de fam&iacute;lias de Parob&eacute;&rdquo;, afirma o presidente.</p>
<p>Como n&atilde;o houve acordo neste primeiro encontro, o sindicato deve divulgar nos pr&oacute;ximos dias a data para a nova rodada&nbsp; de negocia&ccedil;&atilde;o para a campanha salarial deste ano. Os trabalhadores podem acompanhar todas as informa&ccedil;&otilde;es e atualiza&ccedil;&otilde;es da campanha salarial pelas redes sociais oficiais da entidade, no perfil @sindiparobe.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Sapateiros de Parobé  / Foto: Divulgação/Sindicato dos Sapateiros de Parobé </author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Mulheres que mudaram a CUT: congressos abriram caminho para conquistas </title> 
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                    <title>Mulheres que mudaram a CUT: congressos abriram caminho para conquistas </title> 
                    <description>Da criação da comissão à paridade, decisões dos CONCUTs mostram como dirigentes e militantes transformaram a estrutura e as políticas da CUT</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69769</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Durante muito tempo, a hist&oacute;ria do movimento sindical foi &ldquo;aprendida e relatada quase sempre s&oacute; no masculino&rdquo;. A reflex&atilde;o de D&iacute;dice Godinho Delgado, primeira coordenadora da Comiss&atilde;o Nacional sobre a Quest&atilde;o da Mulher Trabalhadora da CUT e quadro hist&oacute;rico da central regasta a participa&ccedil;&atilde;o das trabalhadoras no enfrentamento a esse apagamento. Tamb&eacute;m permite compreender que as pol&iacute;ticas para as mulheres n&atilde;o surgiram prontas. Elas foram constru&iacute;das nos sindicatos, encontros, plen&aacute;rias e congressos da CUT.</p>
<p>Nesta segunda mat&eacute;ria da s&eacute;rie especial sobre os 40 anos das pol&iacute;ticas para as mulheres na CUT, mostramos como essa organiza&ccedil;&atilde;o interferiu nas decis&otilde;es da Central. A cada per&iacute;odo, novas propostas foram apresentadas. Algumas demoraram anos para serem aprovadas. Outras precisaram de novas decis&otilde;es para sair do papel.</p>
<p><strong>Os CONCUTs registram parte desse caminho.</strong></p>
<p>Foi nesses espa&ccedil;os que as mulheres conquistaram uma organiza&ccedil;&atilde;o nacional, abriram o debate sobre a&ccedil;&otilde;es afirmativas, institu&iacute;ram as cotas, criaram a Secretaria Nacional da Mulher Trabalhadora e chegaram &agrave; paridade.</p>
<p>Tamb&eacute;m foi nos congressos que pautas como igualdade salarial, creches, cuidado, prote&ccedil;&atilde;o &agrave; maternidade, direitos das trabalhadoras dom&eacute;sticas, direitos reprodutivos e enfrentamento &agrave; viol&ecirc;ncia ganharam espa&ccedil;o nas resolu&ccedil;&otilde;es da CUT.</p>
<p>Por tr&aacute;s de cada decis&atilde;o estavam mulheres concretas. Dirigentes e militantes que formularam propostas, enfrentaram resist&ecirc;ncias e fizeram a CUT olhar para desigualdades que tamb&eacute;m existiam dentro do movimento sindical.</p>
<p><strong>1986: D&iacute;dice e o nascimento da organiza&ccedil;&atilde;o nacional</strong></p>
<p>A trajet&oacute;ria ganhou forma institucional no 2&ordm; CONCUT, realizado em 1986.</p>
<p>D&iacute;dice presidia o Sindicato dos Assistentes Sociais do Estado de S&atilde;o Paulo quando foi chamada por outras sindicalistas para participar da elabora&ccedil;&atilde;o de uma proposta destinada ao congresso.</p>
<p>&ldquo;Minha milit&acirc;ncia no campo das rela&ccedil;&otilde;es de g&ecirc;nero e do feminismo come&ccedil;ou dentro do movimento sindical&rdquo;, relata D&iacute;dice na publica&ccedil;&atilde;o <em>Mulheres na CUT: uma hist&oacute;ria de muitas faces</em>.</p>
<p>A proposta defendia a cria&ccedil;&atilde;o de uma comiss&atilde;o nacional voltada &agrave;s quest&otilde;es das trabalhadoras. A aprova&ccedil;&atilde;o deu origem &agrave; Comiss&atilde;o Nacional sobre a Quest&atilde;o da Mulher Trabalhadora, implementada em mar&ccedil;o de 1987.</p>
<p>A decis&atilde;o garantiu um espa&ccedil;o permanente de articula&ccedil;&atilde;o. A comiss&atilde;o passou a organizar demandas, realizar encontros e pressionar para que as reivindica&ccedil;&otilde;es das mulheres chegassem &agrave;s decis&otilde;es gerais da Central.</p>
<p>D&iacute;dice coordenou a comiss&atilde;o entre 1987 e 1993. Seu per&iacute;odo &agrave; frente da organiza&ccedil;&atilde;o coincidiu com os primeiros esfor&ccedil;os para consolidar uma pol&iacute;tica nacional e ampliar a presen&ccedil;a das mulheres nos estados e nas categorias.</p>
<p>O desafio era duplo. As sindicalistas precisavam enfrentar a desigualdade no mercado de trabalho e na sociedade. Ao mesmo tempo, tinham de questionar a baixa participa&ccedil;&atilde;o feminina nas dire&ccedil;&otilde;es e nos espa&ccedil;os de poder do pr&oacute;prio sindicalismo.</p>
<p><span class="dd-label"><span class="fa fa-camera">&nbsp;</span></span></p>
<p><strong>1988: combater a discrimina&ccedil;&atilde;o passou a ser tarefa da CUT</strong></p>
<p>Dois anos depois, o 3&ordm; CONCUT ampliou o alcance da decis&atilde;o tomada em 1986.</p>
<p>O enfrentamento &agrave;s diferentes formas de opress&atilde;o e discrimina&ccedil;&atilde;o passou a integrar a concep&ccedil;&atilde;o e a pr&aacute;tica sindical da CUT. A pol&iacute;tica para as mulheres deixava de ser responsabilidade apenas da comiss&atilde;o.</p>
<p>Naquele mesmo per&iacute;odo, o 1&ordm; Encontro Nacional sobre a Quest&atilde;o da Mulher Trabalhadora aprovou o dia 12 de outubro como Dia Nacional de Luta por Creche.</p>
<p>A campanha &ldquo;Creche para todos&rdquo; mostrou como a organiza&ccedil;&atilde;o das mulheres mudou o conte&uacute;do das reivindica&ccedil;&otilde;es sindicais.</p>
<p>A aus&ecirc;ncia de creches n&atilde;o era somente um problema familiar. Ela dificultava o acesso ao emprego, limitava a autonomia econ&ocirc;mica e impedia muitas mulheres de participar de assembleias, reuni&otilde;es e dire&ccedil;&otilde;es sindicais.</p>
<p>Ao levar o cuidado para a agenda da CUT, as trabalhadoras mostraram a liga&ccedil;&atilde;o entre a vida dentro e fora dos locais de trabalho.</p>
<p><span class="dd-label"><span class="fa fa-camera">&nbsp;</span></span></p>
<p><strong>1991: a CUT reconhece a desigualdade dentro do sindicalismo</strong></p>
<p>O 4&ordm; CONCUT, em 1991, abriu uma nova etapa.</p>
<p>O congresso reconheceu que mulheres e homens n&atilde;o encontravam as mesmas oportunidades de participa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica. Embora estivessem presentes nas categorias e mobiliza&ccedil;&otilde;es, as trabalhadoras ainda eram minoria nos cargos de dire&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Esse reconhecimento permitiu avan&ccedil;ar no debate sobre a&ccedil;&otilde;es afirmativas. A proposta era adotar medidas concretas para modificar uma estrutura marcada pela desigualdade.</p>
<p>N&atilde;o bastava defender genericamente a participa&ccedil;&atilde;o das mulheres. Era necess&aacute;rio criar regras para que elas chegassem aos espa&ccedil;os de decis&atilde;o.</p>
<p>O congresso tamb&eacute;m aprovou a defesa da descriminaliza&ccedil;&atilde;o e da legaliza&ccedil;&atilde;o do aborto. A autonomia e os direitos reprodutivos passaram, assim, a integrar formalmente as resolu&ccedil;&otilde;es da CUT.</p>
<p>A decis&atilde;o mostrou que a pol&iacute;tica sindical poderia ultrapassar os limites das rela&ccedil;&otilde;es tradicionais de trabalho. Sa&uacute;de, autonomia sobre o corpo e direito de decidir tamb&eacute;m afetavam a vida das trabalhadoras.</p>
<p><strong>1993 e 1994: as cotas come&ccedil;am a mudar as dire&ccedil;&otilde;es</strong></p>
<p>Em 1993, a 6&ordf; Plen&aacute;ria Nacional aprovou uma cota m&iacute;nima de 30% e m&aacute;xima de 70% para cada sexo nas dire&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>A medida surgiu como recomenda&ccedil;&atilde;o. Mesmo assim, representou uma mudan&ccedil;a importante. Pela primeira vez, a CUT estabelecia um mecanismo objetivo para enfrentar a baixa presen&ccedil;a das mulheres no poder sindical.</p>
<p>Naquele ano, Sandra Rodrigues Cabral assumiu a coordena&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o Nacional sobre a Quest&atilde;o da Mulher Trabalhadora, sucedendo D&iacute;dice. Sandra permaneceu na fun&ccedil;&atilde;o at&eacute; 1994.</p>
<p>No 5&ordm; CONCUT, realizado em 1994, foi eleita a primeira dire&ccedil;&atilde;o nacional constitu&iacute;da conforme a pol&iacute;tica de cotas. A coordena&ccedil;&atilde;o da comiss&atilde;o das mulheres tamb&eacute;m passou a integrar a Executiva Nacional da CUT.</p>
<p>A mudan&ccedil;a permitiu que a pol&iacute;tica de g&ecirc;nero participasse mais diretamente das decis&otilde;es da Central.</p>
<p>Luci Paulino de Aguiar assumiu a coordena&ccedil;&atilde;o nacional naquele per&iacute;odo e permaneceu at&eacute; 1997. A continuidade do trabalho foi importante para acompanhar a aplica&ccedil;&atilde;o das cotas e ampliar a organiza&ccedil;&atilde;o nos estados e ramos.</p>
<p>As cotas n&atilde;o resolveram todas as desigualdades. Mas romperam uma barreira que dificilmente seria superada apenas com discursos favor&aacute;veis &agrave; participa&ccedil;&atilde;o feminina.</p>
<p>Em 1995, a Campanha pela Igualdade de Oportunidades na Vida, no Trabalho e no Movimento Sindical refor&ccedil;ou essa compreens&atilde;o.</p>
<p>O nome da campanha reunia tr&ecirc;s dimens&otilde;es da desigualdade. A discrimina&ccedil;&atilde;o estava presente nas rela&ccedil;&otilde;es sociais, no mercado de trabalho e nas estruturas sindicais. Era preciso atuar nas tr&ecirc;s frentes.</p>
<p><strong>De 1997 a 2003: Maria Ednalva e a transforma&ccedil;&atilde;o da comiss&atilde;o em secretaria</strong></p>
<p>Maria Ednalva Bezerra de Lima assumiu a coordena&ccedil;&atilde;o nacional em 1997. Durante sua gest&atilde;o, a organiza&ccedil;&atilde;o das mulheres avan&ccedil;ou na defesa da igualdade de oportunidades, da participa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e da incorpora&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es de g&ecirc;nero &agrave;s diferentes &aacute;reas de atua&ccedil;&atilde;o da CUT.</p>
<p>Em 2003, o 8&ordm; CONCUT aprovou a cria&ccedil;&atilde;o da Secretaria Nacional da Mulher Trabalhadora e das secretarias estaduais.</p>
<p>A decis&atilde;o foi tomada 17 anos depois da cria&ccedil;&atilde;o da comiss&atilde;o.</p>
<p>A passagem de comiss&atilde;o para secretaria deu car&aacute;ter permanente &agrave; pol&iacute;tica. Ampliou sua presen&ccedil;a na estrutura da CUT e fortaleceu as condi&ccedil;&otilde;es para formular propostas, realizar campanhas e dialogar com as diferentes secretarias, categorias e dire&ccedil;&otilde;es estaduais.</p>
<p>Maria Ednalva tornou-se a primeira secret&aacute;ria nacional da Mulher Trabalhadora da CUT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cria&ccedil;&atilde;o da secretaria n&atilde;o representou apenas uma altera&ccedil;&atilde;o de nome. Foi o reconhecimento de que a pol&iacute;tica para as mulheres deveria fazer parte da dire&ccedil;&atilde;o e do funcionamento cotidiano da Central.</p>
<p>No mesmo ano, a CUT desenvolveu a campanha &ldquo;Viol&ecirc;ncia contra as mulheres: toler&acirc;ncia nenhuma!&rdquo;.</p>
<p>A iniciativa ajudou a aproximar a atua&ccedil;&atilde;o sindical de um problema que, durante muito tempo, foi tratado como assunto privado. A viol&ecirc;ncia atingia a sa&uacute;de, a seguran&ccedil;a, a autonomia e a capacidade de perman&ecirc;ncia das mulheres no trabalho e na vida p&uacute;blica.</p>
<p>Maria Ednalva permaneceu &agrave; frente da secretaria at&eacute; sua morte, em setembro de 2007. Seu trabalho marcou a transi&ccedil;&atilde;o entre a fase de organiza&ccedil;&atilde;o por meio da comiss&atilde;o e a consolida&ccedil;&atilde;o de uma estrutura permanente.</p>
<p><strong>2008 e 2009: cotas obrigat&oacute;rias e novas bandeiras</strong></p>
<p>Em 2008, a 12&ordf; Plen&aacute;ria Nacional deu outro passo. A pol&iacute;tica de cotas passou a integrar o estatuto da CUT.</p>
<p>A medida deixou de ser uma recomenda&ccedil;&atilde;o. Tornou-se uma regra obrigat&oacute;ria para as inst&acirc;ncias da Central.</p>
<p>A mudan&ccedil;a mostrou que a presen&ccedil;a das mulheres n&atilde;o poderia depender apenas da disposi&ccedil;&atilde;o de cada dire&ccedil;&atilde;o. A igualdade precisava estar amparada pelas normas da organiza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Rosane da Silva assumiu a Secretaria Nacional da Mulher Trabalhadora em 2009 e permaneceu at&eacute; 2015.</p>
<p>No 10&ordm; CONCUT, realizado em 2009, a agenda apresentada pelas mulheres j&aacute; reunia um conjunto mais amplo de pol&iacute;ticas.</p>
<p>Entre as reivindica&ccedil;&otilde;es estavam a igualdade salarial e a equipara&ccedil;&atilde;o dos direitos das trabalhadoras dom&eacute;sticas. O congresso tamb&eacute;m reafirmou a defesa dos direitos reprodutivos e da aplica&ccedil;&atilde;o da Lei Maria da Penha.</p>
<p>As decis&otilde;es aproximaram a pol&iacute;tica sindical das condi&ccedil;&otilde;es concretas vividas pelas mulheres.</p>
<p>A diferen&ccedil;a salarial restringia a autonomia. A falta de direitos atingia especialmente as trabalhadoras dom&eacute;sticas. A viol&ecirc;ncia comprometia o direito ao trabalho, &agrave; sa&uacute;de e &agrave; pr&oacute;pria vida.</p>
<p>A organiza&ccedil;&atilde;o das mulheres ajudava a CUT a compreender que essas desigualdades faziam parte da explora&ccedil;&atilde;o do trabalho e precisavam estar presentes na a&ccedil;&atilde;o sindical.</p>
<p><strong>2010 e 2012: da experi&ecirc;ncia das cotas &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o da paridade</strong></p>
<p>A pol&iacute;tica de cotas ampliou a participa&ccedil;&atilde;o feminina, mas n&atilde;o encerrou a disputa pelo poder.</p>
<p>As mulheres continuavam enfrentando obst&aacute;culos para chegar aos principais cargos. Mesmo quando eleitas, muitas dirigentes n&atilde;o tinham libera&ccedil;&atilde;o sindical, infraestrutura ou condi&ccedil;&otilde;es iguais para participar das negocia&ccedil;&otilde;es e decis&otilde;es.</p>
<p>Em 2010, a 13&ordf; Plen&aacute;ria Nacional aprovou o in&iacute;cio do debate sobre a paridade.</p>
<p>A proposta era superar a participa&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima estabelecida pelas cotas. Mulheres e homens deveriam ocupar, em condi&ccedil;&otilde;es iguais, as dire&ccedil;&otilde;es da CUT.</p>
<p>Dois anos depois, no 11&ordm; CONCUT, a paridade foi aprovada.</p>
<p>A resolu&ccedil;&atilde;o estabeleceu a composi&ccedil;&atilde;o de 50% de mulheres e 50% de homens nas dire&ccedil;&otilde;es executivas nacional e estaduais.</p>
<p>A conquista foi resultado de mais de duas d&eacute;cadas de organiza&ccedil;&atilde;o. O caminho come&ccedil;ou com o reconhecimento da desigualdade, passou pelas a&ccedil;&otilde;es afirmativas e pela pol&iacute;tica de cotas e chegou &agrave; divis&atilde;o igualit&aacute;ria das vagas.</p>
<p>O 11&ordm; CONCUT tamb&eacute;m ampliou a agenda de direitos.</p>
<p>Entre as propostas estavam a amplia&ccedil;&atilde;o da licen&ccedil;a-maternidade e a defesa dos direitos das trabalhadoras dom&eacute;sticas. A CUT tamb&eacute;m apoiou a Conven&ccedil;&atilde;o 189 da Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho, voltada ao trabalho dom&eacute;stico decente.</p>
<p>A paridade foi uma mudan&ccedil;a interna. A defesa das trabalhadoras dom&eacute;sticas e da prote&ccedil;&atilde;o &agrave; maternidade apontava para transforma&ccedil;&otilde;es no mercado de trabalho e nas pol&iacute;ticas p&uacute;blicas.</p>
<p>As duas dimens&otilde;es faziam parte da mesma luta: garantir que as mulheres tivessem direitos, autonomia e poder de decis&atilde;o.</p>
<p><strong>2015: paridade sai da resolu&ccedil;&atilde;o e chega &agrave;s dire&ccedil;&otilde;es</strong></p>
<p>O 12&ordm; CONCUT, realizado em 2015, foi o primeiro com a aplica&ccedil;&atilde;o da paridade nas dire&ccedil;&otilde;es executivas nacional e estaduais.</p>
<p>A decis&atilde;o aprovada tr&ecirc;s anos antes finalmente chegou &agrave; composi&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os de poder.</p>
<p>Jun&eacute;ia Martins Batista assumiu a Secretaria Nacional da Mulher Trabalhadora naquele congresso e permaneceu na fun&ccedil;&atilde;o at&eacute; 2023.</p>
<p>A aplica&ccedil;&atilde;o da paridade representou uma mudan&ccedil;a vis&iacute;vel. Mas tamb&eacute;m deixou claro que igualdade num&eacute;rica n&atilde;o significa, automaticamente, igualdade pol&iacute;tica.</p>
<p>Para exercer os mandatos, as dirigentes precisam participar das negocia&ccedil;&otilde;es, acompanhar as decis&otilde;es e contar com condi&ccedil;&otilde;es concretas para a atividade sindical. Tamb&eacute;m precisam ocupar fun&ccedil;&otilde;es com poder real de interven&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O congresso manteve a defesa das creches p&uacute;blicas em per&iacute;odo integral e de pol&iacute;ticas capazes de distribuir as responsabilidades pelo cuidado.</p>
<p>O enfrentamento ao ass&eacute;dio moral e sexual permaneceu na pauta. As mulheres tamb&eacute;m resistiram &agrave;s tentativas de restringir os direitos reprodutivos.</p>
<p>A paridade alterou quem estava presente nas dire&ccedil;&otilde;es. As demais resolu&ccedil;&otilde;es mostraram que tamb&eacute;m era necess&aacute;rio transformar os temas debatidos e as prioridades da a&ccedil;&atilde;o sindical.</p>
<p><strong>2019: prote&ccedil;&atilde;o social, cuidado e combate &agrave;s viol&ecirc;ncias</strong></p>
<p>O 13&ordm; CONCUT, realizado em 2019, ocorreu em um per&iacute;odo marcado por ataques aos direitos trabalhistas, &agrave; Previd&ecirc;ncia e &agrave;s pol&iacute;ticas p&uacute;blicas.</p>
<p>As mulheres participaram das mobiliza&ccedil;&otilde;es contra as reformas e contra a precariza&ccedil;&atilde;o do trabalho. Nas resolu&ccedil;&otilde;es, relacionaram igualdade de g&ecirc;nero, emprego, renda e prote&ccedil;&atilde;o social.</p>
<p>As propostas inclu&iacute;am valoriza&ccedil;&atilde;o do sal&aacute;rio m&iacute;nimo, cria&ccedil;&atilde;o de empregos de qualidade e combate &agrave; discrimina&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Tamb&eacute;m defendiam pol&iacute;ticas para mulheres desempregadas e trabalhadoras informais. A maternidade n&atilde;o poderia significar aus&ecirc;ncia de renda ou exclus&atilde;o da prote&ccedil;&atilde;o social.</p>
<p>Os servi&ccedil;os p&uacute;blicos de cuidado voltaram a aparecer como condi&ccedil;&atilde;o para a autonomia econ&ocirc;mica. O congresso tamb&eacute;m apontou a necessidade de fortalecer a presen&ccedil;a feminina nos espa&ccedil;os de representa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O enfrentamento &agrave; viol&ecirc;ncia ganhou novas dimens&otilde;es.</p>
<p>Al&eacute;m do ass&eacute;dio nos locais de trabalho, as resolu&ccedil;&otilde;es trataram do feminic&iacute;dio, da viol&ecirc;ncia obst&eacute;trica e da necessidade de ampliar os servi&ccedil;os p&uacute;blicos de atendimento &agrave;s mulheres.</p>
<p>A agenda constru&iacute;da ao longo dos congressos se tornava mais abrangente. Passava a considerar que ra&ccedil;a, territ&oacute;rio, renda, atividade profissional e orienta&ccedil;&atilde;o sexual produzem experi&ecirc;ncias diferentes de desigualdade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2023: igualdade salarial, cuidado e enfrentamento ao ass&eacute;dio</strong></p>
<p>O 14&ordm; CONCUT, em 2023, abriu outro per&iacute;odo dessa trajet&oacute;ria.</p>
<p>Depois de anos de resist&ecirc;ncia &agrave; retirada de direitos, as trabalhadoras voltaram a discutir a reconstru&ccedil;&atilde;o e a amplia&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas.</p>
<p>A Lei da Igualdade Salarial, sancionada naquele ano, passou a integrar as prioridades da CUT. A luta envolvia defender a aplica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o, cobrar transpar&ecirc;ncia das empresas e combater as diferen&ccedil;as de remunera&ccedil;&atilde;o entre mulheres e homens.</p>
<p>A economia do cuidado tamb&eacute;m ganhou maior destaque.</p>
<p>As mulheres defenderam uma pol&iacute;tica nacional capaz de reconhecer o cuidado como direito e como responsabilidade compartilhada entre Estado, fam&iacute;lias, empresas e sociedade.</p>
<p>A reivindica&ccedil;&atilde;o dava continuidade &agrave; luta por creches iniciada nos primeiros anos da comiss&atilde;o. Ao mesmo tempo, ampliava o debate para incluir o cuidado com pessoas idosas, com defici&ecirc;ncia e com quem necessita de apoio.</p>
<p>O congresso tamb&eacute;m refor&ccedil;ou a necessidade de prevenir e enfrentar discrimina&ccedil;&atilde;o, ass&eacute;dio e viol&ecirc;ncia dentro do movimento sindical.</p>
<p>Essa discuss&atilde;o dialogava com a Conven&ccedil;&atilde;o 190 da Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho, que reconhece o direito a um mundo do trabalho livre de viol&ecirc;ncia e ass&eacute;dio.</p>
<p>Amanda Gomes Corcino foi eleita secret&aacute;ria nacional da Mulher Trabalhadora no 14&ordm; CONCUT.</p>
<p>Sua chegada &agrave; secretaria representa a continuidade de uma constru&ccedil;&atilde;o iniciada por D&iacute;dice e conduzida, em diferentes per&iacute;odos, por Sandra Rodrigues Cabral, Luci Paulino de Aguiar, Maria Ednalva Bezerra de Lima, Rosane da Silva e Jun&eacute;ia Martins Batista.</p>
<p>Cada dirigente atuou em um momento distinto. Todas participaram de uma trajet&oacute;ria coletiva, sustentada por mulheres dos sindicatos, ramos e CUTs estaduais.</p>
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer">A atual gest&atilde;o da Secretaria da Mulher Trabalhadora da CUT atua em um per&iacute;odo marcado pela extrema polariza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e por ofensivas conservadoras contra os direitos das mulheres. Nesse cen&aacute;rio, o avan&ccedil;o da ultradireita e de posi&ccedil;&otilde;es neofascistas se expressa tanto no crescimento das viol&ecirc;ncias &mdash; dos feminic&iacute;dios cotidianos &agrave;s diferentes formas de agress&atilde;o e ass&eacute;dio &mdash; quanto em tentativas de aprovar, nas casas legislativas, propostas que amea&ccedil;am direitos historicamente conquistados.</p>
<p>Como forma de enfrentar esse contexto, a Secretaria e o Coletivo de Mulheres da CUT t&ecirc;m fortalecido a&ccedil;&otilde;es de preven&ccedil;&atilde;o, forma&ccedil;&atilde;o e incid&ecirc;ncia pol&iacute;tica. Entre os destaques est&atilde;o o Protocolo de Preven&ccedil;&atilde;o e A&ccedil;&atilde;o em Casos de Discrimina&ccedil;&atilde;o, Ass&eacute;dio e Viol&ecirc;ncias por Raz&otilde;es de G&ecirc;nero; a forma&ccedil;&atilde;o de mulheres para a negocia&ccedil;&atilde;o coletiva; a participa&ccedil;&atilde;o e o monitoramento da Lei de Igualdade Salarial; e a Campanha Permanente da CUT de Combate ao Feminic&iacute;dio &mdash; Pela Vida das Mulheres, a Luta &eacute; de Todos.</p>
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<div class="z-0 flex min-h-[46px] justify-start"><strong>Coletivo</strong></div>
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<p>Inst&acirc;ncia de essencial import&acirc;ncia na CUT, o Coletivo de Mulheres organiza, fortalece e d&aacute; visibilidade &agrave;s demandas das trabalhadoras no movimento sindical.</p>
<p>O Coletivo de Mulheres da CUT &eacute; um espa&ccedil;o de organiza&ccedil;&atilde;o, forma&ccedil;&atilde;o e resist&ecirc;ncia das trabalhadoras. Sua atua&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental para que pautas como igualdade salarial, creches, combate &agrave; viol&ecirc;ncia e ao ass&eacute;dio e valoriza&ccedil;&atilde;o do trabalho das mulheres estejam presentes na luta sindical, nas negocia&ccedil;&otilde;es coletivas e no debate p&uacute;blico.</p>
<p>Em &acirc;mbito nacional, o coletivo &eacute; formado pela articula&ccedil;&atilde;o dos coletivos estaduais e dos ramos da CUT. Essa organiza&ccedil;&atilde;o fortalece a troca de experi&ecirc;ncias, a constru&ccedil;&atilde;o de propostas comuns e a presen&ccedil;a das demandas das trabalhadoras nas diferentes inst&acirc;ncias da central sindical.</p>
<p><strong>Mulheres que transformaram as decis&otilde;es da CUT</strong></p>
<p>Os congressos permitem acompanhar como as reivindica&ccedil;&otilde;es foram se transformando em pol&iacute;ticas da Central.</p>
<p>Em 1986, as mulheres conquistaram uma comiss&atilde;o nacional. Em 1991, a CUT reconheceu a desigualdade na participa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica. Em 1993, vieram as cotas. Em 2003, a comiss&atilde;o se tornou secretaria. Em 2008, as cotas entraram no estatuto. Em 2012, foi aprovada a paridade, aplicada a partir de 2015.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a agenda avan&ccedil;ou para al&eacute;m da estrutura interna.</p>
<p>Creches, igualdade salarial, trabalho dom&eacute;stico, prote&ccedil;&atilde;o &agrave; maternidade, direitos reprodutivos, cuidado e enfrentamento &agrave;s diferentes formas de viol&ecirc;ncia passaram a fazer parte das decis&otilde;es da CUT.</p>
<p>As conquistas n&atilde;o seguiram uma linha autom&aacute;tica. Entre a apresenta&ccedil;&atilde;o de uma proposta e sua aplica&ccedil;&atilde;o, muitas vezes houve anos de debate, organiza&ccedil;&atilde;o e press&atilde;o.</p>
<p>Tamb&eacute;m n&atilde;o foram obra de uma &uacute;nica dirigente.</p>
<p>D&iacute;dice e as coordenadoras e secret&aacute;rias que vieram depois representam uma constru&ccedil;&atilde;o feita por milhares de mulheres. Trabalhadoras que participaram de congressos, plen&aacute;rias, encontros, campanhas, greves e negocia&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Ao levar suas experi&ecirc;ncias para esses espa&ccedil;os, elas mudaram as resolu&ccedil;&otilde;es, a estrutura e a composi&ccedil;&atilde;o das dire&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Mudaram tamb&eacute;m o entendimento sobre o papel do sindicalismo.</p>
<p>Quest&otilde;es consideradas privadas, como o cuidado, a maternidade e a viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica, passaram a ser reconhecidas como problemas pol&iacute;ticos, sociais e relacionados ao mundo do trabalho.</p>
<p>Contar essa hist&oacute;ria significa tornar vis&iacute;veis as mulheres que mudaram a CUT. Significa reconhecer que cada pol&iacute;tica conquistada nasceu da organiza&ccedil;&atilde;o de trabalhadoras que decidiram participar, disputar e transformar os espa&ccedil;os de poder.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Redação CUT | texto: André Accarini - CUT / Foto: Roberto Parizotti</author>
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                        <title>Empresas devem prevenir riscos à saúde mental no trabalho</title> 
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                    <title>Empresas devem prevenir riscos à saúde mental no trabalho</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69768</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>As empresas brasileiras passar&atilde;o a ser obrigadas a identificar e tomar medidas para garantir a sa&uacute;de mental e a seguran&ccedil;a dos trabalhadores. &Eacute; o que estabelece a Norma Regulamentadora 1 (NR-1). As san&ccedil;&otilde;es previstas &agrave;s empresas que descumprissem a norma passariam a vigorar este m&ecirc;s, mas uma decis&atilde;o do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a aplica&ccedil;&atilde;o de multas outras san&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>A aplica&ccedil;&atilde;o da NR-1 foi um dos assuntos tratados no semin&aacute;rio Entre a norma e o real: desafios e perspectivas do mundo do trabalho, que ocorre nesta quinta-feira (20) e sexta-feira (21), na <strong><a rel="noopener" href="https://www.ufmg.br/" target="_blank">Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG</a></strong>), em Belo Horizonte.</p>
<p>A NR-1 entrou em vigor em 26 de maio deste ano e passou a abranger os fatores de riscos psicossociais no gerenciamento de riscos ocupacionais.</p>
<p>&ldquo;A norma obriga as empresas a identificar quais s&atilde;o os riscos para a sa&uacute;de e a seguran&ccedil;a dos trabalhadores e a tomar medidas de controle&rdquo;, disse o auditor-fiscal do Trabalho Airton Marinho, representante da DS-MG/SINAIT, que mediou o debate sobre o assunto.</p>
<p>A NR-1 &eacute; uma norma de 2022, que teve a aplica&ccedil;&atilde;o adiada em 2024 e 2025 e entrou em vigor em maio de 2026. Em junho, entretanto, uma decis&atilde;o do Tribunal Superior do Trabalho (TST) suspendeu por 90 dias o efeito da norma na parte relacionada aos riscos psicossociais.</p>
<p>Esta semana, por unanimidade, o Plen&aacute;rio do STF referendou a decis&atilde;o do ministro Andr&eacute; Mendon&ccedil;a que suspendeu a aplica&ccedil;&atilde;o de multas e outras san&ccedil;&otilde;es ligadas &agrave; inclus&atilde;o de fatores de riscos psicossociais nas regras de gerenciamento de riscos no ambiente de trabalho.</p>
<h2>Sa&uacute;de mental</h2>
<p>Dados da Previd&ecirc;ncia Social mostram que foram concedidos 546.254 benef&iacute;cios por incapacidade tempor&aacute;ria por transtornos mentais e comportamentais em 2025, aumento de 15,66% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior.</p>
<p>Os grupos de diagn&oacute;sticos mais frequentes em 2025 foram os transtornos ansiosos e os epis&oacute;dios depressivos.</p>
<p>Os n&uacute;meros n&atilde;o significam, entretanto, que todos os afastamentos tenham sido causados pelo trabalho. Eles ajudam a dimensionar o crescimento do adoecimento mental e refor&ccedil;am a import&acirc;ncia de discutir os fatores presentes na organiza&ccedil;&atilde;o e nas condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>
<p>Airton Marinho informou que, na Europa, onde, teoricamente, as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho s&atilde;o melhores do que as brasileiras, 19% dos afastamentos por doen&ccedil;a mental s&atilde;o relacionados ao trabalho.</p>
<p>&ldquo;Se a gente colocar esse item aqui, voc&ecirc; vai ter uma ideia da dimens&atilde;o disso no Brasil que, provavelmente, &eacute; at&eacute; maior&rdquo;, afirmou.</p>
<h2>Redu&ccedil;&atilde;o de riscos</h2>
<p>Segundo Marinho, excesso de trabalho, horas extras, trabalho noturno, viol&ecirc;ncia no trabalho, bullying e ass&eacute;dio s&atilde;o alguns exemplos de fatores presentes no trabalho que podem afetar a sa&uacute;de mental das pessoas.</p>
<p>&ldquo;A NR-1 exige das empresas que elas tenham programas de redu&ccedil;&atilde;o desses riscos&rdquo;, explicou o auditor.</p>
<p>Uma empresa de telemarketing, por exemplo, dever&aacute; adotar medidas para evitar a sobrecarga dos trabalhadores e poss&iacute;veis problemas mentais decorrentes dela. Os bancos tamb&eacute;m dever&atilde;o rever normas que estabelecem metas muito altas para gerentes e funcion&aacute;rios, com o objetivo de evitar o estresse.</p>
<p>Segundo Airton Marinho, a mesma preocupa&ccedil;&atilde;o se aplica aos trabalhadores de sistemas de produ&ccedil;&atilde;o submetidos a metas muito elevadas.</p>
<p>&ldquo;Aumenta o risco de acidentes, aumenta o risco de outras doen&ccedil;as que a gente chama de psicossom&aacute;ticas, como &uacute;lcera no est&ocirc;mago, press&atilde;o alta, problema de cora&ccedil;&atilde;o. Tudo isso tem um aumento nas empresas que demonstram excesso de riscos psicossociais.&rdquo;</p>
<h2>Al&iacute;vio da tens&atilde;o</h2>
<p>Segundo o auditor-fiscal, as empresas j&aacute; deveriam desenvolver por conta pr&oacute;pria programas voltados ao al&iacute;vio da tens&atilde;o e da press&atilde;o no trabalho e ao controle da viol&ecirc;ncia contra os trabalhadores.</p>
<p>Agora, por obriga&ccedil;&atilde;o legal, com a vig&ecirc;ncia da NR-1, o Minist&eacute;rio do Trabalho passa a ter uma ferramenta para multar as empresas que n&atilde;o tenham programas nessa &aacute;rea, quando as san&ccedil;&otilde;es entrarem em vigor.</p>
<p>Uma empresa onde tenha ocorrido um suic&iacute;dio que pudesse estar relacionado ao trabalho, por exemplo, dever&aacute; ter algum programa espec&iacute;fico para tentar identificar a origem do problema e as medidas que poderiam ter evitado o epis&oacute;dio.</p>
<p>&ldquo;Em alguns casos, recebem uma notifica&ccedil;&atilde;o para dar um prazo de pagamento. Pode tamb&eacute;m haver negocia&ccedil;&atilde;o de alguma situa&ccedil;&atilde;o que est&aacute; sendo resolvida. &Agrave;s vezes, a negocia&ccedil;&atilde;o &eacute; com o sindicato; &agrave;s vezes, &eacute; uma negocia&ccedil;&atilde;o coletiva. Mas a obriga&ccedil;&atilde;o do fiscal &eacute; verificar o cumprimento da lei. Se n&atilde;o estiver sendo cumprida, ele deve atuar com o poder de pol&iacute;cia, no caso a fiscaliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explica Marinho.</p>
<p>N&atilde;o h&aacute; um valor espec&iacute;fico para o descumprimento das normas relacionadas &agrave; sa&uacute;de mental e aos fatores de risco psicossociais. A penalidade integra o rol geral de multas do Minist&eacute;rio do Trabalho, com valores definidos de acordo com o tamanho da empresa, a gravidade da situa&ccedil;&atilde;o e o n&uacute;mero de empregados.</p>
<p>Marinho reconhece que s&atilde;o multas relativamente baixas, mas afirma que o valor pode aumentar caso a empresa receba v&aacute;rias penalidades.</p>
<h2>Entrada em vigor</h2>
<p>Por enquanto, a fiscaliza&ccedil;&atilde;o deve priorizar orienta&ccedil;&atilde;o, instru&ccedil;&atilde;o e notifica&ccedil;&atilde;o das organiza&ccedil;&otilde;es sobre a necessidade de adequa&ccedil;&atilde;o. Com a entrada em vigor da norma, constatado o descumprimento das obriga&ccedil;&otilde;es, poder&atilde;o ser adotadas as medidas administrativas cab&iacute;veis.</p>
<p>De acordo com as orienta&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego, n&atilde;o existe um &uacute;nico question&aacute;rio ou metodologia obrigat&oacute;ria para todas as organiza&ccedil;&otilde;es. A avalia&ccedil;&atilde;o deve considerar a realidade de cada ambiente e estar integrada ao processo de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, observando tamb&eacute;m as demais normas vigentes.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Após anos de luta, SINDMOTORISTAS fecha Campanha Salarial 2026 com a inclusão de dependentes no convênio médico</title> 
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                    <title>Após anos de luta, SINDMOTORISTAS fecha Campanha Salarial 2026 com a inclusão de dependentes no convênio médico</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69767</link>
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                        <![CDATA[<div class="p-6 md:p-14 overflow-y-auto custom-scrollbar flex-1">
<div class="prose prose-slate max-w-none">
<p class="text-slate-600 text-sm md:text-lg leading-relaxed whitespace-pre-wrap font-medium">Mais de 4 mil companheiros e companheiras de todas as garagens do sistema de transporte por &ocirc;nibus da capital foram at&eacute; o Sindicato, abarrotaram a rua, e transformaram o fechamento da Campanha Salarial 2026 em mais um momento inesquec&iacute;vel na hist&oacute;ria da categoria.<br /><br />Foram meses intensos de muita luta, discuss&otilde;es conjuntas, negocia&ccedil;&otilde;es com o setor patronal, mas ao final da jornada os mais de 60 mil trabalhadores sa&iacute;ram beneficiados com importantes conquistas.<br /><br />Sonho antigo da categoria, o conv&ecirc;nio m&eacute;dico ter&aacute; a inclus&atilde;o de dois dependentes GRATUITO, a partir de janeiro de 2027. &ldquo;Foram meses de batalha intensa, mas enfim conquistamos este benef&iacute;cio que vai transformar a vida de todos voc&ecirc;s&rdquo;, afirmou o presidente Valdemir dos Santos Soares (Moleque).<br /><br />Este benef&iacute;cio, al&eacute;m da qualidade de vida e bem-estar, deve gerar um desconto em torno de 500 reais no bolso dos trabalhadores. Moleque fez quest&atilde;o de agradecer ao prefeito de S&atilde;o Paulo, Ricardo Nunes, a primeira-dama, Regina Nunes, ao vereador Sidney Cruz, e ao delegado Roberto Monteiro pela ajuda nesta conquista hist&oacute;rica.<br /><br />O reajuste nos sal&aacute;rios e benef&iacute;cios como no VR foi de 5,74%, sendo 4,11% com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; infla&ccedil;&atilde;o do per&iacute;odo, e ganho real de 1,63 por cento. O programa de participa&ccedil;&atilde;o nos resultados, o PPR, ter&aacute; as metas revisadas para pagamento a partir de setembro deste ano.&nbsp;<br /><br />Al&eacute;m disso, a categoria tamb&eacute;m foi atendida com grandes benef&iacute;cios de car&aacute;ter social, como curso de qualifica&ccedil;&atilde;o de jovens aprendizes de 14 a 18 anos, a partir de conv&ecirc;nio com a Associa&ccedil;&atilde;o de Promo&ccedil;&atilde;o do Desenvolvimento Local. Ser&aacute; oferecido bolsa de R$ 700, mais lanche e transporte aos beneficiados.<br /><br />Em breve, a entidade receber&aacute; em sua sede diversos cursos t&eacute;cnicos e de bacharelado em parceria com Centro Paula Souza e centro universit&aacute;rio Unimes, respectivamente. E tamb&eacute;m ser&aacute; instalada uma farm&aacute;cia popular com medicamentos a pre&ccedil;os populares.<br /><br />E foi mantida na Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho, outra conquista hist&oacute;rica e j&aacute; repassada &agrave; categoria, o ticket nas f&eacute;rias, est&aacute; sendo pago.<br /><br />Todos os benef&iacute;cios desta Campanha Salarial ser&atilde;o pagos de forma retroativa a maio de 2026,&nbsp; garantidos na data-base.<br /><br />&ldquo;Esta jornada coroa o trabalho incans&aacute;vel da diretoria do Sindicato na luta por benef&iacute;cios relevantes que far&atilde;o a diferen&ccedil;a. Obrigado e avante condutores de S&atilde;o Paulo&rdquo;, celebrou Moleque ao final da assembleia.<br /><br /></p>
</div>
</div>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Motoristas de São Paulo</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Rassini e Sindicato dos Metalúrgicos do ABC mostram força da organização sindical </title> 
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                    <title>Rassini e Sindicato dos Metalúrgicos do ABC mostram força da organização sindical </title> 
                    <description>Último dia da oficina da CNM/CUT, participantes foram à fábrica e ao sindicato dos Metalúrgicos do ABC para conhecer experiências de organização no local de trabalho</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69766</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<div class="dd-m-editor">
<p>A visita &agrave; Rassini-NHK Automotive e ao Sindicato dos Metal&uacute;rgicos do ABC (SMABC) marcou, na quarta-feira (19), o encerramento da 1&ordf; Oficina Comunica&ccedil;&atilde;o Assertiva e Ferramentas Digitais na Pr&aacute;tica Sindical. A atividade reuniu dirigentes de diferentes regi&otilde;es do pa&iacute;s para conhecer experi&ecirc;ncias concretas de organiza&ccedil;&atilde;o no local de trabalho, di&aacute;logo com os trabalhadores e atua&ccedil;&atilde;o sindical na base.</p>
<p>Promovida pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Metal&uacute;rgicos da CUT (CNM/CUT) em parceria com o IG Metall e o SMABC, a forma&ccedil;&atilde;o buscou aproximar teoria e pr&aacute;tica. Depois de dois dias dedicados &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o, orat&oacute;ria e ferramentas digitais, os participantes tiveram a oportunidade de acompanhar de perto a atua&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; Sindical de Empresa (CSE) da Rassini e a estrutura organizativa constru&iacute;da pelos metal&uacute;rgicos do ABC.</p>
<p>Os participantes conheceram a organiza&ccedil;&atilde;o interna da Rassini, assistiram a uma apresenta&ccedil;&atilde;o sobre a empresa e percorreram diferentes setores da f&aacute;brica. Divididos em grupos, conversaram com representantes da planta, tiraram d&uacute;vidas e acompanharam a atua&ccedil;&atilde;o cotidiana do CSE, formado por trabalhadores que representam as companheiras e companheiros dentro do ambiente de trabalho.</p>
<p>&ldquo;O pessoal foi bem recebido, viu como o CSE se organiza, visitou a f&aacute;brica, dialogou e conheceu o movimento sindical que o CSE faz. Todos ficaram &agrave; vontade para fazer perguntas e conhecer a f&aacute;brica, com toda autonomia&rdquo;, afirmou Ant&ocirc;nio El&acirc;ndio, o Nando, coordenador interno do CSE dos trabalhadores da Rassini.</p>
<p>Nando ressaltou a import&acirc;ncia da atividade, que reuniu representantes de S&atilde;o Leopoldo, Jaragu&aacute; do Sul, Pernambuco, Sorocaba, Taubat&eacute; e tamb&eacute;m do ABC. A programa&ccedil;&atilde;o contou ainda com a presen&ccedil;a de dirigentes da CNM/CUT, monitores do projeto e representantes da empresa, permitindo aos participantes observar de perto a rela&ccedil;&atilde;o constru&iacute;da entre trabalhadores, sindicato e dire&ccedil;&atilde;o da f&aacute;brica.</p>
<p><strong>Modelo de organiza&ccedil;&atilde;o<br /></strong><br />Para a secret&aacute;ria de Forma&ccedil;&atilde;o da CNM/CUT, Maria do Amparo, um dos aspectos mais importantes da atividade foi permitir que os participantes observassem, na pr&aacute;tica, a rela&ccedil;&atilde;o constru&iacute;da entre os representantes sindicais e os trabalhadores da base dentro da f&aacute;brica.</p>
<p>&ldquo;Foi poss&iacute;vel ver como os trabalhadores chegavam at&eacute; os dirigentes, conversavam com eles, e como a dire&ccedil;&atilde;o da empresa se aproximava dos dirigentes sindicais para dialogar. Esse modelo de organiza&ccedil;&atilde;o e de aproxima&ccedil;&atilde;o com os trabalhadores &eacute; um fortalecimento&rdquo;, avaliou Amparo.</p>
<p>A dirigente ressaltou que o objetivo da visita n&atilde;o era apresentar o funcionamento da empresa, mas demonstrar um modelo de representa&ccedil;&atilde;o sindical baseado na proximidade com os trabalhadores e na negocia&ccedil;&atilde;o permanente. Para ela, a experi&ecirc;ncia mostrou como a organiza&ccedil;&atilde;o no local de trabalho pode fortalecer a atua&ccedil;&atilde;o sindical.</p>
<p>&ldquo;Essa oficina foi importante para os dirigentes sindicais, que tamb&eacute;m s&atilde;o trabalhadores na base, entenderem como falar e como ter, de fato, uma comunica&ccedil;&atilde;o assertiva com as trabalhadores e os trabalhadores no ch&atilde;o de f&aacute;brica&rdquo;, destacou Amparo.</p>
<p><strong>Resultados percebidos<br /></strong><br />Depois da visita &agrave; f&aacute;brica, o grupo seguiu para o Sindicato dos Metal&uacute;rgicos do ABC (SMABC), onde conheceu a estrutura da entidade e trocou experi&ecirc;ncias sobre os desafios da organiza&ccedil;&atilde;o sindical. A atividade integrou a etapa final da oficina, que buscou transformar o conte&uacute;do trabalhado durante a forma&ccedil;&atilde;o em a&ccedil;&otilde;es concretas nos locais de trabalho.</p>
<p>Jonas Brito, membro da Executiva do SMABC e coordenador da Regional de S&atilde;o Bernardo do Campo, explicou que a iniciativa promove uma troca de experi&ecirc;ncias entre dirigentes brasileiros e o movimento sindical alem&atilde;o, contribuindo para qualificar a atua&ccedil;&atilde;o sindical nas bases metal&uacute;rgicas.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o se trata s&oacute; de uma quest&atilde;o de sindicaliza&ccedil;&atilde;o, mas da rela&ccedil;&atilde;o dos dirigentes com os trabalhadores. O projeto d&aacute; condi&ccedil;&otilde;es para identificar as dificuldades do dia a dia, onde h&aacute; mais dificuldade para conversar e dialogar&rdquo;, observou Jonas Brito.</p>
<p>Segundo Jonas, seis CSEs de f&aacute;bricas de S&atilde;o Bernardo do Campo participam atualmente do projeto: Arteb, ZF, Samot, WEG, GROB e Rassini. A diversidade das experi&ecirc;ncias contribui para ampliar o interc&acirc;mbio entre dirigentes e fortalecer pr&aacute;ticas de organiza&ccedil;&atilde;o nos locais de trabalho.</p>
<p>&ldquo;Tivemos a oportunidade de conversar com eles e j&aacute; vimos um avan&ccedil;o e um resultado muito positivo, gra&ccedil;as a esse projeto&rdquo;, acrescentou Jonas. Para o dirigente, muitos participantes j&aacute; demonstram mudan&ccedil;as na forma de se comunicar e de se relacionar com os trabalhadores ap&oacute;s a forma&ccedil;&atilde;o.</p>
</div>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Cadu Bazilevski | Editado por: Érica Aragão - CNM/CUT / Foto: Dino Santos</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Eletricitários recebem orientação sobre assédio e NR-1</title> 
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                    <title>Eletricitários recebem orientação sobre assédio e NR-1</title> 
                    <description>Sindicato dos Eletricitários promove treinamento sobre NR-1, riscos psicossociais, prevenção ao assédio e canais seguros para denúncias internas</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69765</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O <a href="https://eletricitarios.org.br/"><strong>Sindicato dos Eletricit&aacute;rios de S&atilde;o Paulo</strong></a> realizou treinamento sobre a NR-1, abordando riscos psicossociais e preven&ccedil;&atilde;o ao ass&eacute;dio moral e sexual no trabalho.</p>
<p class="isSelectedEnd">A capacita&ccedil;&atilde;o reuniu funcion&aacute;rios, prestadores de servi&ccedil;os e toda diretoria da entidade, com atividades presenciais e on-line voltadas &agrave; constru&ccedil;&atilde;o de rela&ccedil;&otilde;es profissionais mais respeitosas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Al&eacute;m disso, a atividade apresentou as diretrizes do Regulamento Interno n&ordm; 01/2025, que estabelece pol&iacute;ticas para prevenir e enfrentar diferentes situa&ccedil;&otilde;es de ass&eacute;dio na entidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">O regulamento alcan&ccedil;a dirigentes, funcion&aacute;rios, estagi&aacute;rios e prestadores de servi&ccedil;os, independentemente de cargo, fun&ccedil;&atilde;o, g&ecirc;nero, idade ou tempo de v&iacute;nculo profissional mantido com Sindicato.</p>
<h2>Treinamento orienta sobre identifica&ccedil;&atilde;o das condutas</h2>
<p class="isSelectedEnd">Durante o treinamento, os participantes receberam orienta&ccedil;&otilde;es para identificar diferentes formas de ass&eacute;dio moral e reconhecer comportamentos capazes de prejudicar trabalhadores no ambiente profissional cotidiano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os exemplos, a capacita&ccedil;&atilde;o destacou isolamento intencional, cr&iacute;ticas desproporcionais, retirada de tarefas, sobrecarga deliberada, ridiculariza&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, dissemina&ccedil;&atilde;o de boatos e negativa injustificada de informa&ccedil;&otilde;es.</p>
<p class="isSelectedEnd">Al&eacute;m disso, os respons&aacute;veis explicaram as formas de ass&eacute;dio sexual, caracterizadas por condutas indesejadas e n&atilde;o consentidas capazes de provocar constrangimento, intimida&ccedil;&atilde;o ou humilha&ccedil;&atilde;o profissional.</p>
<p class="isSelectedEnd">A capacita&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m mostrou que essas situa&ccedil;&otilde;es podem envolver chantagem hier&aacute;rquica, intimida&ccedil;&atilde;o entre pessoas do mesmo n&iacute;vel profissional ou cria&ccedil;&atilde;o deliberada de ambiente hostil permanente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por outro lado, o treinamento diferenciou conflitos profissionais e ass&eacute;dio, esclarecendo que diverg&ecirc;ncias pontuais, cobran&ccedil;as leg&iacute;timas ou discuss&otilde;es relacionadas ao trabalho n&atilde;o caracterizam automaticamente essa pr&aacute;tica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para identificar o ass&eacute;dio, portanto, os respons&aacute;veis devem considerar elementos como abuso, humilha&ccedil;&atilde;o, intimida&ccedil;&atilde;o e repeti&ccedil;&atilde;o das condutas praticadas contra trabalhadores no ambiente profissional cotidiano.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd"><em>&ldquo;Esse treinamento &eacute; fundamental para que todos conhe&ccedil;am seus direitos, seus deveres e os limites que precisam ser respeitados nas rela&ccedil;&otilde;es de trabalho&rdquo;, afirma Chic&atilde;o.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>&ldquo;O Sindicato tem a responsabilidade de dar o exemplo, prevenindo situa&ccedil;&otilde;es de viol&ecirc;ncia e garantindo um ambiente baseado no respeito, na dignidade e no di&aacute;logo&rdquo;, completa.</em></p>
</blockquote>
<h2>Sindicato apresenta canais de den&uacute;ncia e acolhimento</h2>
<p class="isSelectedEnd">Al&eacute;m das orienta&ccedil;&otilde;es preventivas, a programa&ccedil;&atilde;o apresentou o canal interno de den&uacute;ncias e explicou os procedimentos adotados para acolher, registrar e investigar relatos recebidos pela entidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Os trabalhadores podem encaminhar den&uacute;ncias por e-mail, procurar o setor Jur&iacute;dico, conversar pessoalmente com Recursos Humanos ou relatar diretamente situa&ccedil;&otilde;es ao presidente da entidade sindical.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nesse sentido, o regulamento garante sigilo sobre a identidade dos denunciantes e pro&iacute;be qualquer forma de retalia&ccedil;&atilde;o contra pessoas que comuniquem poss&iacute;veis situa&ccedil;&otilde;es de ass&eacute;dio internamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Comiss&atilde;o Interna de Preven&ccedil;&atilde;o e Enfrentamento ao Ass&eacute;dio recebe, registra e analisa den&uacute;ncias, al&eacute;m de ouvir envolvidos, testemunhas e reunir provas necess&aacute;rias durante cada apura&ccedil;&atilde;o.</p>
<p class="isSelectedEnd">Al&eacute;m disso, o procedimento garante direito &agrave; defesa, contradit&oacute;rio, imparcialidade e preserva&ccedil;&atilde;o da integridade das pessoas envolvidas, assegurando crit&eacute;rios transparentes durante toda investiga&ccedil;&atilde;o interna realizada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando necess&aacute;rio, o Sindicato poder&aacute; adotar medidas protetivas, incluindo afastamento cautelar, mudan&ccedil;a do local de trabalho e acompanhamento psicol&oacute;gico, jur&iacute;dico ou sindical aos envolvidos diretamente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Caso confirme a ocorr&ecirc;ncia, a entidade poder&aacute; aplicar advert&ecirc;ncia, suspens&atilde;o, desligamento ou destitui&ccedil;&atilde;o do cargo, conforme gravidade, al&eacute;m de acionar autoridades competentes quando necess&aacute;rio oficialmente.</p>
<blockquote>
<p class="isSelectedEnd"><em>&ldquo;A preven&ccedil;&atilde;o precisa fazer parte da rotina da entidade. N&atilde;o basta agir somente quando aparece um problema. &Eacute; necess&aacute;rio informar, capacitar, acolher&rdquo;, refor&ccedil;a Chic&atilde;o.</em></p>
<p class="isSelectedEnd"><em>&ldquo;Tamb&eacute;m precisamos criar mecanismos seguros para que qualquer situa&ccedil;&atilde;o seja comunicada e apurada com seriedade&rdquo;, acrescenta o presidente do Sindicato dos Eletricit&aacute;rios de S&atilde;o Paulo.</em></p>
</blockquote>
<p>Por fim, o Sindicato reafirma toler&acirc;ncia zero ao ass&eacute;dio e continuar&aacute; promovendo a&ccedil;&otilde;es educativas para proteger a sa&uacute;de f&iacute;sica e emocional das pessoas ligadas &agrave; entidade.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Força Sindical</author>
                </item>
            
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                        <title>Sinthoresp amplia atuação internacional com filiação à ITF</title> 
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                    <title>Sinthoresp amplia atuação internacional com filiação à ITF</title> 
                    <description>Sinthoresp agora faz parte da Federação Internacional dos Trabalhadores em Transportes, ampliando sua atuação internacional</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69764</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<div id="attachment_174591" class="wp-caption aligncenter">
<p class="isSelectedEnd">O Sinthoresp passou a integrar a Federa&ccedil;&atilde;o Internacional dos Trabalhadores em Transportes, fortalecendo sua atua&ccedil;&atilde;o sindical e a defesa internacional dos direitos da categoria.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ITF re&uacute;ne organiza&ccedil;&otilde;es sindicais de diversos pa&iacute;ses e tamb&eacute;m desenvolve a&ccedil;&otilde;es relacionadas aos setores de turismo, hotelaria e alimenta&ccedil;&atilde;o, representados diretamente pelo Sinthoresp.</p>
<p class="isSelectedEnd">Al&eacute;m disso, a filia&ccedil;&atilde;o insere o Sindicato em uma rede internacional de trabalhadores e amplia possibilidades de interc&acirc;mbio, coopera&ccedil;&atilde;o e articula&ccedil;&atilde;o em defesa dos direitos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nesse sentido, a ITF conecta sindicatos de diferentes pa&iacute;ses e estimula a troca de informa&ccedil;&otilde;es, experi&ecirc;ncias e conhecimentos sobre desafios enfrentados atualmente pelos trabalhadores mundialmente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Assim, o Sinthoresp poder&aacute; conhecer boas pr&aacute;ticas internacionais, acompanhar transforma&ccedil;&otilde;es nos setores representados e participar de debates e a&ccedil;&otilde;es conjuntas com outras organiza&ccedil;&otilde;es sindicais internacionais.</p>
<h2>Filia&ccedil;&atilde;o re&uacute;ne dirigentes sindicais</h2>
<p class="isSelectedEnd">A filia&ccedil;&atilde;o foi formalizada durante reuni&atilde;o realizada em 14 de agosto, com representantes da ITF, dirigentes do Sinthoresp e lideran&ccedil;as de outras entidades sindicais brasileiras.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pela ITF, participaram Edgar D&iacute;az, secret&aacute;rio regional para Am&eacute;rica Latina e Caribe, e Emiliano Daniel Addisi, vice-secret&aacute;rio regional respons&aacute;vel pela atua&ccedil;&atilde;o sindical nessa regi&atilde;o.</p>
<p class="isSelectedEnd">Representando o Sinthoresp, participaram a presidente Elisabete Cordeiro, o vice-presidente Rubens Fernandes, o secret&aacute;rio-geral Valdir Farias, al&eacute;m de diretores executivos e outros dirigentes sindicais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tamb&eacute;m participaram C&iacute;cero Louren&ccedil;o Pereira, presidente da FETRHOTEL; Ant&ocirc;nio Carlos da Silva Filho, presidente do Sinthoresca; e Edmilson Cavalcante de Oliveira, presidente do Sinthoress.</p>
<h2>Coopera&ccedil;&atilde;o amplia atua&ccedil;&atilde;o internacional</h2>
<p class="isSelectedEnd">Al&eacute;m disso, a integra&ccedil;&atilde;o fortalece a coopera&ccedil;&atilde;o internacional diante de mudan&ccedil;as que ultrapassam fronteiras e afetam diretamente trabalhadores dos setores representados pelo Sindicato em S&atilde;o Paulo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Novas tecnologias, terceiriza&ccedil;&atilde;o, precariza&ccedil;&atilde;o, mudan&ccedil;as nas contrata&ccedil;&otilde;es e transforma&ccedil;&otilde;es produtivas representam desafios compartilhados por trabalhadores dos setores de turismo, hotelaria e alimenta&ccedil;&atilde;o em diversos pa&iacute;ses.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nesse contexto, o Sinthoresp poder&aacute; acompanhar experi&ecirc;ncias internacionais, compartilhar iniciativas brasileiras e ampliar o di&aacute;logo com organiza&ccedil;&otilde;es que representam trabalhadores de atividades profissionais semelhantes mundialmente.</p>
<p class="isSelectedEnd">A filia&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m abre oportunidades para participa&ccedil;&atilde;o em encontros, debates e iniciativas internacionais, fortalecendo a circula&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es e constru&ccedil;&atilde;o conjunta de estrat&eacute;gias sindicais entre pa&iacute;ses.</p>
<p>Por fim, a integra&ccedil;&atilde;o conecta reivindica&ccedil;&otilde;es dos trabalhadores paulistas a uma rede sindical internacional, ampliando a coopera&ccedil;&atilde;o pela valoriza&ccedil;&atilde;o profissional e defesa permanente dos direitos trabalhistas.</p>
</div>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>SINTHORESP</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Paralisação de 24h em todo o país consolida unidade nacional da categoria bancária </title> 
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                    <title>Paralisação de 24h em todo o país consolida unidade nacional da categoria bancária </title> 
                    <description>Trabalhadores realizaram a ação como advertência à Fenaban pela falta de respostas às reivindicações por aumento real e melhores condições de trabalho</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69763</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<div class="dd-m-editor">
<p>Banc&aacute;rias e banc&aacute;rios realizaram, nesta quinta-feira (20), uma paralisa&ccedil;&atilde;o nacional de 24h, como advert&ecirc;ncia &agrave; Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Bancos (Fenaban) pela falta de respostas &agrave;s reivindica&ccedil;&otilde;es por reajustes acima da infla&ccedil;&atilde;o nas remunera&ccedil;&otilde;es e melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.&nbsp;<br /><br />&ldquo;A paralisa&ccedil;&atilde;o foi um sucesso, com ades&atilde;o em todo o pa&iacute;s, reafirmando a <strong>tradi&ccedil;&atilde;o de unidade nacional </strong>das banc&aacute;rias e dos banc&aacute;rios. O recado est&aacute; dado de que a categoria quer respeito e valoriza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, avalia a presidenta da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira.<br /><br /><em><a rel="noopener" href="https://contrafcut.com.br/fotos/dia-de-paralisacao-nacional-20-de-agosto-de-2026/" target="_blank"><strong>Clique aqui </strong></a>para ver imagens dos atos em todo o pa&iacute;s.</em><br /><br />Neste ano, os trabalhadores do setor realizam a Campanha Nacional Unificada, para a renova&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho (CCT). &ldquo;Em oito rodadas de negocia&ccedil;&atilde;o com a Fenaban, iniciadas no come&ccedil;o de julho, <strong>n&atilde;o obtivemos nem uma proposta concreta &agrave;s nossas reivindica&ccedil;&otilde;es</strong>. Essa atitude dos banqueiros &eacute; que levou &agrave;s assembleias onde aprovamos, com 90%, o dia nacional de paralisa&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explica Juvandia Moreira, que tamb&eacute;m &eacute; coordenadora do Comando Nacional das Banc&aacute;rias e dos Banc&aacute;rios.<br /><br />A dirigente destaca que, nos &uacute;ltimos anos, o setor banc&aacute;rio vem passando por um processo r&aacute;pido de reestrutura&ccedil;&atilde;o com <strong>resultados agressivos sobre os trabalhadores</strong>.<br /><br />&ldquo;Fizemos uma consulta nacional com cerca de 55 mil banc&aacute;rios de todo o pa&iacute;s e 40% afirmaram que tomaram, no &uacute;ltimo ano, <strong>r</strong><strong>em&eacute;dios controlados, como antidepressivos, ansiol&iacute;ticos e estimulantes</strong>. O nosso levantamento corroborou um outro dado que n&oacute;s sempre apresentamos para a Fenaban, nas mesas de negocia&ccedil;&atilde;o, de que os banc&aacute;rios comp&otilde;em boa parte do &iacute;ndice de afastamentos pelo INSS por doen&ccedil;as mentais ligadas ao trabalho - em 2024, que &eacute; o dado mais recente que conseguimos obter, a nossa categoria representou 25% do total. Esse &eacute; o resultado do modelo de gest&atilde;o adoecedora empregado hoje no sistema financeiro&rdquo;, completa Juvandia.<br /><br />O movimento sindical aponta ainda que os<strong> banqueiros est&atilde;o bastante reticentes em atender &agrave;s reivindica&ccedil;&otilde;es por reajuste salarial</strong> e nas demais remunera&ccedil;&otilde;es (como PLR, vales refei&ccedil;&atilde;o e alimenta&ccedil;&atilde;o), acima da infla&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de melhorias no piso e cria&ccedil;&atilde;o de um piso para os trabalhadores de Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o (IA), &aacute;rea que mais tem crescido dentro dos bancos.<br /><br />&ldquo;Em 2025, o setor, como um todo, registrou lucro l&iacute;quido de <strong>R$ 171 bilh&otilde;es</strong>, sendo R$ 124 bilh&otilde;es s&oacute; dos cinco maiores bancos, que concentram a maior parte desse mercado. Mesmo nos anos recentes, durante a pandemia e p&oacute;s pandemia, em que outros setores sofreram com impactos internos e externos, os bancos continuaram com um bom desempenho e em seguran&ccedil;a. Ainda assim, estamos chegando pr&oacute;ximo ao fim da data base (31 de agosto), quando a CCT precisar&aacute; ser renovada, sem nenhuma sinaliza&ccedil;&atilde;o da Fenaban de qual ser&aacute; o reajuste para a categoria&rdquo;, observa Juvandia Moreira.<br /><br />Se de um lado, na mesa de negocia&ccedil;&atilde;o com os trabalhadores, os banqueiros enrolam para apresentar um &iacute;ndice, do outro, a <strong>remunera&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia para os altos executivos</strong> dos tr&ecirc;s maiores bancos privados do pa&iacute;s para 2026 j&aacute; est&aacute; prevista e <strong>ser&aacute; de R$ 12,5 milh&otilde;es</strong> - um valor 120 vezes superior &agrave; remunera&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia anual de um escritur&aacute;rio (somando sal&aacute;rio, 13&ordm;, f&eacute;rias, t&iacute;quetes e PLR).<br /><br />&ldquo;Como trabalhadores, estamos exigindo nossos direitos, que s&atilde;o a valoriza&ccedil;&atilde;o da remunera&ccedil;&atilde;o de quem constr&oacute;i os resultados dos bancos e um ambiente de trabalho livre de ass&eacute;dio moral, porque os altos &iacute;ndices de adoecimento na categoria est&atilde;o ligados ao abuso da gest&atilde;o por metas sobre equipes cada vez menores para atender os <strong>clientes</strong>, que tamb&eacute;m est&atilde;o sendo prejudicados com essa reestrutura&ccedil;&atilde;o de fechamento de ag&ecirc;ncias e elimina&ccedil;&atilde;o dos postos de trabalho&rdquo;, arremata Juvandia Moreira.</p>
<h2>Digitaliza&ccedil;&atilde;o e concorr&ecirc;ncia n&atilde;o justificam ritmo da reestrutura&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>Os trabalhadores contestam a tese defendida pelo setor patronal de que o encerramento de unidades f&iacute;sicas e postos de trabalho &eacute; consequ&ecirc;ncia inevit&aacute;vel da digitaliza&ccedil;&atilde;o e do aumento de concorr&ecirc;ncia dos bancos com empresas que passaram a prestar os mesmos servi&ccedil;os.<br /><br />&ldquo;O ramo financeiro, como um todo, n&atilde;o est&aacute; encolhendo. Pelo contr&aacute;rio, o saldo dos &uacute;ltimos anos &eacute; positivo, &eacute; de crescimento. O &uacute;nico setor do ramo no sentido contr&aacute;rio &eacute; o banc&aacute;rio&rdquo;, salienta Juvandia.<br /><br />Entre 2015 e 2025, enquanto o setor banc&aacute;rio fechava 88 mil postos e 9,5 mil ag&ecirc;ncias, os <strong>cinco maiores bancos aumentavam em 49% os contratos com correspondentes banc&aacute;rios</strong>, terceirizando seus servi&ccedil;os. No per&iacute;odo mais recente, entre janeiro de 2025 e maio de 2026, tirando o setor banc&aacute;rio (com movimenta&ccedil;&atilde;o negativa de 15.289 vagas), o ramo financeiro apresentou movimenta&ccedil;&atilde;o positiva de 23.939 postos de trabalho.<br /><br />&ldquo;Os bancos tradicionais reclamam da concorr&ecirc;ncia, mas foram eles mesmos que<strong> abriram espa&ccedil;o para outras empresas</strong>, com a decis&atilde;o de reduzir a qualidade de atendimento aos clientes por meio do fechamento de ag&ecirc;ncias e da sobrecarga dos funcion&aacute;rios&rdquo;, argumenta a presidenta da Contraf- CUT.<br /><br />Segundo levantamento do Dieese, <strong>o lucro por empregado nos bancos foi de R$ 438 mil</strong>, em 2025, ano em que foram realizadas 7,2 bilh&otilde;es de transa&ccedil;&otilde;es em ag&ecirc;ncias banc&aacute;rias f&iacute;sicas, n&uacute;mero que corresponde a uma m&eacute;dia de aproximadamente 28,6 milh&otilde;es de transa&ccedil;&otilde;es por dia &uacute;til.<br /><br />&ldquo;O quadro real que temos hoje &eacute; que os bancos continuam batendo recordes de lucros, mas com base em <strong>sal&aacute;rios achatados e no adoecimento de trabalhadores</strong>. &Eacute; por isso que, dentro das nossas v&aacute;rias lutas, est&aacute; a de que a sociedade saiba que os bancos n&atilde;o est&atilde;o assumindo as obriga&ccedil;&otilde;es para com os trabalhadores e para com os clientes. Pelo contr&aacute;rio, est&atilde;o visando cada vez mais o lucro&rdquo;, conclui Juvandia Moreira.</p>
</div>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Contraf-CUT</author>
                </item>
            
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                        <title>Após luta dos sindicatos, Alesp aprova PL que protege trabalhadores da CPTM </title> 
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                    <title>Após luta dos sindicatos, Alesp aprova PL que protege trabalhadores da CPTM </title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69762</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A articula&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores ferrovi&aacute;rios teve como resultado a aprova&ccedil;&atilde;o do PL 777/2026, ocorrida nesta ter&ccedil;a-feira, 18, pela Assembleia Legislativa do Estado de S&atilde;o Paulo (ALESP). De acordo com a categoria, o projeto &eacute; um passo para a manuten&ccedil;&atilde;o dos empregos dos trabalhadores da CPTM diante do cen&aacute;rio de privatiza&ccedil;&otilde;es do governo Tarc&iacute;sio de Freitas, mas a press&atilde;o pela implementa&ccedil;&atilde;o deve continuar.</p>
<p>&ldquo;A aprova&ccedil;&atilde;o do projeto &eacute; resultado direto da mobiliza&ccedil;&atilde;o, da greve hist&oacute;rica realizada em defesa dos direitos da categoria, da press&atilde;o nas redes sociais e da presen&ccedil;a massiva na ALESP&rdquo;, pontua o comunicado divulgado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferrovi&aacute;rias da Zona Central do Brasil, Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferrovi&aacute;rias de S. Paulo e Sindicato dos Engenheiros no Estado de S&atilde;o Paulo.&nbsp;</p>
<p>O diretor da Executiva do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferrovi&aacute;rias da Zona Central do Brasil, Luiz Barbosa Neto Junior, compartilha como foi a mobiliza&ccedil;&atilde;o para que o projeto fosse aprovado.</p>
<p>&ldquo;Conversamos com v&aacute;rios deputados, da direita e da esquerda, com a assessoria de alguns deles. Demos uma aten&ccedil;&atilde;o para aqueles deputados que colocaram emenda no projeto e para aqueles deputados que s&atilde;o l&iacute;deres dos partidos na C&acirc;mara. No dia da vota&ccedil;&atilde;o, iniciamos a mobiliza&ccedil;&atilde;o na Alesp de manh&atilde; e seguimos com os di&aacute;logos, explicando todo o anseio da categoria&rdquo;, contou o dirigente sindical.</p>
<div class="dd-m-editor">
<p>O pr&oacute;ximo passo &eacute; a san&ccedil;&atilde;o do projeto pelo governador, que tem at&eacute; 15 dias &uacute;teis para assinar. &ldquo;Essa &eacute; uma das lutas. A nossa luta contra a privatiza&ccedil;&atilde;o continua, contra a privatiza&ccedil;&atilde;o da Linha 10 - Turquesa. A gente entende que a linha 10 &eacute; uma linha essencial, estrat&eacute;gica e intransfer&iacute;vel. Temos um documento para isso. A gente j&aacute; encaminhou esse documento para todos os deputados e a gente quer continuar tratando desse assunto&rdquo;, pontua Luiz.</p>
<p><strong>O que diz o PL aprovado</strong></p>
<p>O projeto autoriza a transfer&ecirc;ncia de trabalhadores da CPTM afetados pelas privatiza&ccedil;&otilde;es para &oacute;rg&atilde;os e entidades da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica direta ou indireta do estado.</p>
<p>A vers&atilde;o aprovada tamb&eacute;m incluiu os trabalhadores da Linha 10-Turquesa, que permanece sob gest&atilde;o da CPTM, caso a linha seja desestatizada futuramente.</p>
<p>Os trabalhadores e trabalhadoras da CPTM somam um quadro de 4.700 pessoas. Nesta quarta-feira, 19, ainda haver&aacute; uma assinatura de um acordo coletivo entre os sindicatos e o TRT (Tribunal Regional do Trabalho), com toda a discuss&atilde;o das audi&ecirc;ncias e do projeto aprovado. &ldquo;O intuito &eacute; que a gente tenha mais um elemento para garantir o emprego de todos os ferrovi&aacute;rios da CPTM. Assinado esse acordo coletivo, queremos manter uma comiss&atilde;o que foi criada no ano passado dentro do tribunal para continuarmos discutindo as vagas de trabalho no Estado, os pr&eacute;-requisitos para ocupar as vagas, para darmos mais seguran&ccedil;a aos trabalhadores e trabalhadoras&rdquo;, explica Luiz.</p>
<p>&ldquo;A sociedade precisa entender o que est&aacute; acontecendo com as concess&otilde;es em S&atilde;o Paulo. Algumas mentiras s&atilde;o apresentadas nas m&iacute;dias, principalmente em rela&ccedil;&atilde;o ao investimento, que na verdade n&atilde;o tem investimento nenhum, todo esse dinheiro sai, o Estado devolve para a iniciativa privada&rdquo;, finaliza o dirigente.</p>
</div>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Laiza Lopes - CUT São Paulo</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>São Bernardo ganha ponto de apoio a motoristas de app</title> 
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                    <title>São Bernardo ganha ponto de apoio a motoristas de app</title> 
                    <description>Para o diretor da CNTTL, Wagner Menezes, a iniciativa garante dignidade para categoria</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69761</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<div class="dd-m-editor">
<p>A Prefeitura de S&atilde;o Bernardo do Campo, na regi&atilde;o do Grande ABC, em S&atilde;o Paulo, inaugurou, no &uacute;ltimo dia 7, o primeiro ponto de apoio voltado a motoristas e entregadores que trabalham por aplicativos.</p>
<p>A iniciativa, em parceria com o Governo Federal, por meio do Programa Parada Certa, tem como objetivo oferecer mais conforto, seguran&ccedil;a e melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho aos profissionais que atuam diariamente nas ruas da cidade.</p>
<p>O diretor da CNTTL (Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Log&iacute;stica) e Secret&aacute;rio de Transportes e Log&iacute;stica da CUT, Wagner Menezes, o Marrom, parabeniza a iniciativa. "&Eacute; importante a cria&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que garantam melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, seguran&ccedil;a, dignidade e espa&ccedil;os adequados de descanso e apoio aos motoristas e entregadores por aplicativos", frisa.</p>
<p>O espa&ccedil;o est&aacute; localizado na Pra&ccedil;a dos Bombeiros, na regi&atilde;o entre Santa Terezinha e Ferraz&oacute;polis, com f&aacute;cil acesso &agrave; Rodovia Anchieta.</p>
<p>O equipamento foi planejado para atender &agrave;s principais necessidades dos trabalhadores durante a jornada. O local funciona de segunda a s&aacute;bado, das 10h &agrave;s 19h, e tem capacidade para receber entre 12 e 15 pessoas simultaneamente.</p>
<p>&ldquo;Um dia importante para os trabalhadores por aplicativo e tamb&eacute;m para S&atilde;o Bernardo. &Eacute; mais uma entrega que fazemos e que est&aacute; em nosso Plano de Governo. E n&atilde;o para por aqui. Ainda em agosto teremos um local como esse, do outro lado da Anchieta, que ser&aacute; administrado 100% pela Prefeitura, funcionando 24 horas e ampliando as condi&ccedil;&otilde;es de apoio &agrave; categoria&rdquo;, declarou o prefeito Marcelo Lima.</p>
<h3><strong>Estrutura</strong></h3>
<p>A estrutura &eacute; composta por dois cont&ecirc;ineres adaptados. O primeiro re&uacute;ne banheiro masculino, banheiro feminino e banheiro acess&iacute;vel para pessoas com defici&ecirc;ncia, equipado tamb&eacute;m com chuveiro adaptado. J&aacute; o segundo abriga o m&oacute;dulo de conviv&ecirc;ncia, com copa equipada com micro-ondas, bancada e cadeiras para refei&ccedil;&otilde;es, ar-condicionado, televis&atilde;o e tomadas para recarga de celulares.</p>
<p>O local tamb&eacute;m conta com uma sala de aula destinada &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de cursos, capacita&ccedil;&otilde;es e atividades formativas, ampliando a proposta do equipamento para al&eacute;m do descanso e oferecendo oportunidades de qualifica&ccedil;&atilde;o aos profissionais.</p>
<p>Na &aacute;rea externa, o ponto de apoio disp&otilde;e de espa&ccedil;o para descanso ao ar livre, ilumina&ccedil;&atilde;o em LED e estacionamento com capacidade aproximada para 10 carros, 10 bicicletas e 18 motocicletas. O acesso ao equipamento ser&aacute; controlado por cancela. Inicialmente, n&atilde;o haver&aacute; tempo m&aacute;ximo de perman&ecirc;ncia para os usu&aacute;rios.</p>
<p>&ldquo;Um espa&ccedil;o desse &eacute; muito bom. N&oacute;s, entregadores, passamos por algumas necessidades de higiene, de poder parar para se alimentar e at&eacute; mesmo para carregar o celular. Agrade&ccedil;o a Deus e &agrave; Prefeitura por terem pensado na gente e nos dado essa dignidade. Era um espa&ccedil;o de que precis&aacute;vamos aqui em S&atilde;o Bernardo e vai ajudar muita gente&rdquo;, comemorou Leonardo Armando da Silva, entregador por aplicativo h&aacute; nove anos.</p>
</div>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Viviane Barbosa - CNTTL / Foto: Johnn Menezes/PMSBC</author>
                </item>
            
    </channel>
</rss>
