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        <title>Portal Mundo Sindical - Noticias sobre Sindicalismo</title> 
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        <description>Sindicalismo levado a serio!</description> 
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        <copyright>MUNDO SINDICAL 2026</copyright>
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            <title>Portal Mundo Sindical - Sindicalismo levado a serio!</title>
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                        <title>FEM-CUT/SP avança e assina acordos com Sindifupi e Siescomet</title> 
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                    <title>FEM-CUT/SP avança e assina acordos com Sindifupi e Siescomet</title> 
                    <description>FEM-CUT/SP assina CCTs com Sindifupi e Siescomet, avança na Campanha Salarial 2026 e amplia direitos e proteção para mais metalúrgicos</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70060</link>
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                        <![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A FEM-CUT/SP (Federa&ccedil;&atilde;o Estadual dos Metal&uacute;rgicos) avan&ccedil;ou em mais uma etapa da Campanha Salarial 2026 com a assinatura das CCTs (Conven&ccedil;&otilde;es Coletivas de Trabalho) com o Sindifupi e o Siescomet, no &uacute;ltimo dia 28, na Fiesp. Os acordos ampliam o n&uacute;mero de metal&uacute;rgicos protegidos e refor&ccedil;am a press&atilde;o sobre os grupos patronais que ainda n&atilde;o fecharam negocia&ccedil;&atilde;o.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O processo &eacute; conduzido pela Federa&ccedil;&atilde;o com data-base em 1&ordm; de setembro. A maior parte dos setores j&aacute; garantiu reajuste de 5,4%, que contempla a reposi&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o pelo INPC e 1,37% de aumento real, al&eacute;m da renova&ccedil;&atilde;o das cl&aacute;usulas sociais por at&eacute; dois anos.<br /><br />Para o diretor executivo do Sindicato, Marcos Paulo Louren&ccedil;o, o Marquinhos, o fechamento de novas Conven&ccedil;&otilde;es mostra que a campanha continua ativa. &ldquo;Seguimos negociando porque precisamos garantir que todos sejam contemplados. H&aacute; grupos maiores e menores, mas a import&acirc;ncia da Conven&ccedil;&atilde;o &eacute; a mesma: proteger direitos no dia a dia. Onde for necess&aacute;rio, vamos negociar, mobilizar e fazer assembleias at&eacute; avan&ccedil;armos&rdquo;, afirmou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O coordenador da Regional Diadema, Ant&ocirc;nio Claudiano da Silva, o Da Lua, destacou que cada assinatura &eacute; fruto da luta da categoria. &ldquo;&Eacute; a conclus&atilde;o de um longo per&iacute;odo de tratativas com as bancadas patronais. O resultado &eacute; a reposi&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o, aumento real e, principalmente, a garantia das cl&aacute;usulas sociais, fundamentais para nos proteger. Precisamos ficar atentos neste segundo turno e votar no candidato que nos defende, trabalhadoras e trabalhadores&rdquo;.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prote&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">Para o coordenador de S&atilde;o Bernardo, Jonas Brito, expandir a cobertura das CCTs &eacute; prioridade. &ldquo;A Federa&ccedil;&atilde;o continua insistindo para que os demais setores assinem, pois a Conven&ccedil;&atilde;o &eacute; a maneira mais eficiente de alcan&ccedil;ar um grande n&uacute;mero de trabalhadores e garantir direitos. E n&atilde;o podemos esquecer que no governo anterior tivemos muita dificuldade em negociar com os empres&aacute;rios devido &agrave; reforma trabalhista e &agrave;s medidas adotadas pelos governos Temer e Bolsonaro.&rdquo;</p>
<p class="wp-block-paragraph">Jonas tamb&eacute;m cobrou a responsabilidade do setor patronal. &ldquo;O reajuste coloca dinheiro no bolso, movimenta o com&eacute;rcio e ajuda a economia a crescer. O patr&atilde;o precisa ter essa consci&ecirc;ncia e valorizar a negocia&ccedil;&atilde;o coletiva. A FEM tem agido com responsabilidade e vai continuar buscando acordos para os trabalhadores que ainda n&atilde;o foram contemplados&rdquo;.</p>
<p class="wp-block-paragraph">As assinaturas come&ccedil;aram ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o da proposta em assembleia, realizada em 27 de agosto na Regional Diadema. Desde ent&atilde;o, a FEM-CUT/SP firmou acordos com a maioria dos grupos e mant&eacute;m a press&atilde;o sobre os restantes, entre eles o Grupo 10 &mdash; onde a mobiliza&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m tem avan&ccedil;ado por meio de acordos por empresa em S&atilde;o Bernardo. A orienta&ccedil;&atilde;o &eacute; manter a luta na base para ampliar a prote&ccedil;&atilde;o da categoria.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Metalúrgicos do ABC / Foto: Adonis Guerra</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>No Chile, CNM/CUT defende negociação coletiva e igualdade salarial</title> 
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                    <title>No Chile, CNM/CUT defende negociação coletiva e igualdade salarial</title> 
                    <description>Maria de Jesus, secretária de Mulheres representa a CNM/CUT em oficina da IndustriALL no Chile e defende negociação coletiva, transparência e fiscalização</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70059</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A secret&aacute;ria de Mulheres da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Metal&uacute;rgicos da CUT (CNM/CUT), Maria de Jesus, participa da Oficina de Capacita&ccedil;&atilde;o da IndustriALL sobre Equidade Salarial, realizada nos dias 6 e 7 de outubro, em Santiago, no Chile.</p>
<p>A atividade re&uacute;ne representantes sindicais para aprofundar o debate sobre equidade salarial e igualdade de g&ecirc;nero. A programa&ccedil;&atilde;o aborda temas como transpar&ecirc;ncia, avalia&ccedil;&atilde;o de postos de trabalho e estrat&eacute;gias para fortalecer a atua&ccedil;&atilde;o sindical na defesa das trabalhadoras.</p>
<p>Para Maria de Jesus, conhecer a legisla&ccedil;&atilde;o sobre igualdade salarial &eacute; fundamental para que o movimento sindical possa atuar de forma efetiva. A dirigente ressaltou que o debate precisa ir al&eacute;m da remunera&ccedil;&atilde;o e considerar as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e de vida.</p>
<p>&ldquo;O movimento sindical precisa conhecer bem a Lei da Igualdade Salarial, porque n&atilde;o &eacute; s&oacute; dizer que o sal&aacute;rio tem que ser igual. &Eacute; preciso pensar na igualdade no trabalho e na vida das pessoas&rdquo;, afirmou Maria de Jesus.</p>
<p><strong>Debate permanente<br /></strong><br />A dirigente defendeu que a igualdade de g&ecirc;nero n&atilde;o seja tratada apenas em atividades espec&iacute;ficas, mas fa&ccedil;a parte do cotidiano das entidades sindicais. Segundo Maria, o di&aacute;logo precisa envolver mulheres e homens e chegar &agrave; base da categoria metal&uacute;rgica.</p>
<p>&ldquo;Esse tema precisa ser debatido diariamente com as mulheres e os homens metal&uacute;rgicos. Os debates da IndustriALL aprofundam muito a quest&atilde;o de g&ecirc;nero e do bem-estar em todos os setores&rdquo;, destacou a secret&aacute;ria de Mulheres da CNM/CUT.</p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o na oficina tamb&eacute;m permite a troca de experi&ecirc;ncias entre representantes sindicais sobre os desafios enfrentados pelas trabalhadoras. &ldquo;Para a CNM/CUT, o debate contribui para fortalecer a&ccedil;&otilde;es que possam ser incorporadas &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o e &agrave; negocia&ccedil;&atilde;o sindical&rdquo;, destaca Maria..</p>
<p><strong>Da forma&ccedil;&atilde;o &agrave; a&ccedil;&atilde;o<br /></strong><br />Maria apontou a forma&ccedil;&atilde;o de dirigentes, a negocia&ccedil;&atilde;o coletiva e a fiscaliza&ccedil;&atilde;o como caminhos para enfrentar as desigualdades. Ela tamb&eacute;m chamou a aten&ccedil;&atilde;o para a import&acirc;ncia de ampliar o conhecimento das trabalhadoras e dos trabalhadores sobre o acesso &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis.</p>
<p>&ldquo;As a&ccedil;&otilde;es passam pela forma&ccedil;&atilde;o dos dirigentes, por levar essa pauta para a mesa de negocia&ccedil;&atilde;o e por continuar a fiscaliza&ccedil;&atilde;o por meio do Portal da Transpar&ecirc;ncia. Precisamos mostrar &agrave;s trabalhadoras e aos trabalhadores como acessar essas informa&ccedil;&otilde;es e ajudar o sindicato na fiscaliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explicou.</p>
<p>Para a dirigente, aproximar forma&ccedil;&atilde;o, negocia&ccedil;&atilde;o e fiscaliza&ccedil;&atilde;o permite transformar o debate sobre igualdade salarial em a&ccedil;&atilde;o concreta nos locais de trabalho. &ldquo;A atua&ccedil;&atilde;o dos sindicatos, nesse sentido, &eacute; essencial para identificar desigualdades e cobrar avan&ccedil;os das empresas&rdquo;, completou Maria de Jesus.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Cadu Bazilevski | Editado por: Érica Aragão - CNM/CUT</author>
                </item>
            
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                        <title>Metalúrgicos de PE avançam em acordo após decretarem greve</title> 
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                    <title>Metalúrgicos de PE avançam em acordo após decretarem greve</title> 
                    <description>Mediação no TRT garante proposta de 6% para o piso não qualificado, 5,5% para o profissional e 5,25% de reajuste salarial</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70058</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Os metal&uacute;rgicos de Pernambuco chegaram a uma proposta conciliada para encerrar a Campanha Salarial 2026. O entendimento ocorreu nesta ter&ccedil;a-feira (6), em audi&ecirc;ncia no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), ap&oacute;s a categoria negociar e rejeitar a oferta patronal e decretar greve.</p>
<p>A proposta constru&iacute;da no Tribunal prev&ecirc; reajuste de 6% para o piso n&atilde;o qualificado, 5,5% para o piso profissional e 5,25% para os demais sal&aacute;rios. Os &iacute;ndices foram aceitos pelas representa&ccedil;&otilde;es dos trabalhadores e do setor patronal durante a audi&ecirc;ncia de concilia&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O resultado ser&aacute; apresentado aos metal&uacute;rgicos em assembleia de encerramento da campanha, marcada para sexta-feira (9), &agrave;s 18h30. A negocia&ccedil;&atilde;o ocorreu depois de dias de impasse entre o Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de Pernambuco (Sindmetal-PE) e a representa&ccedil;&atilde;o patronal.</p>
<p>&ldquo;Estamos buscando maior valoriza&ccedil;&atilde;o. Desde sexta-feira, a categoria rejeitou a proposta patronal e iniciamos as nossas mobiliza&ccedil;&otilde;es&rdquo;, afirmou Abinadabe Santos, presidente do Sindmetal-PE, ao fazer um balan&ccedil;o das negocia&ccedil;&otilde;es e da mobiliza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores.</p>
<p>Segundo Abinadabe, dirigentes sindicais estiveram nas portas das f&aacute;bricas na manh&atilde; de ter&ccedil;a-feira para reafirmar a rejei&ccedil;&atilde;o &agrave; oferta patronal. Mais tarde, representantes da categoria participaram da audi&ecirc;ncia convocada pelo TRT para tentar solucionar o impasse.</p>
<p>&ldquo;Neste Tribunal saiu a proposta do Tribunal e foi aceita pela classe patronal. N&atilde;o poderia ser diferente a classe trabalhadora tamb&eacute;m concordar com a proposta do Tribunal, porque jamais ir&iacute;amos aceitar a proposta patronal&rdquo;, explicou Abinadabe.</p>
<p><strong>Greve pressiona<br /></strong><br />A categoria havia rejeitado a proposta patronal de 5% em assembleia realizada na sexta-feira (2). Com a decis&atilde;o, os trabalhadores decretaram greve e iniciaram os procedimentos necess&aacute;rios para realizar paralisa&ccedil;&otilde;es nas empresas caso n&atilde;o houvesse avan&ccedil;o na negocia&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Esdras Vitorino, secret&aacute;rio de Organiza&ccedil;&atilde;o Sindical do Sindmetal-PE e dirigente da CNM/CUT, avaliou que a greve n&atilde;o havia sido motivada apenas pela diferen&ccedil;a entre os percentuais discutidos na mesa, mas pelo desgaste acumulado ao longo da campanha salarial.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o se trata apenas desse 0,5% de ganho real a mais ou a menos que tenha sido determinante para a decreta&ccedil;&atilde;o da greve. &Eacute; a falta de respeito com os trabalhadores que o patronal vem tendo nessas negocia&ccedil;&otilde;es&rdquo;, ressaltou Esdras.</p>
<p>Antes do acordo no TRT, os trabalhadores reivindicavam 6% para o menor piso e 5,5% para os demais sal&aacute;rios. Com INPC de 3,98%, os percentuais representavam ganhos reais de aproximadamente 1,94% e 1,46%, respectivamente, segundo os c&aacute;lculos apresentados pelo sindicato.</p>
<p>No in&iacute;cio das negocia&ccedil;&otilde;es, segundo o dirigente, o setor patronal chegou a propor reajuste equivalente a 70% do INPC, antes mesmo da divulga&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice. Com a infla&ccedil;&atilde;o de 3,98%, a oferta corresponderia a aproximadamente 2,78% de aumento nos sal&aacute;rios.</p>
<p>&ldquo;No princ&iacute;pio da campanha salarial, eles vieram oferecer aos trabalhadores apenas 70% do que desse no INPC. Quando saiu o valor do INPC, que foi 3,98%, os 70% significavam 2,78%. &Eacute; um absurdo muito grande&rdquo;, destacou Esdras.</p>
<p>Outro ponto de diverg&ecirc;ncia foi o pagamento das horas extras. Segundo Esdras, o setor patronal pretendia reduzir de 60% para 50% o adicional praticado para a categoria. A mudan&ccedil;a permaneceu na mesa at&eacute; a &uacute;ltima rodada de negocia&ccedil;&atilde;o anterior &agrave; decreta&ccedil;&atilde;o da greve.</p>
<p>&ldquo;Al&eacute;m disso, eles queriam reduzir as horas extras de 60% para 50%, como diz a CLT. E seguraram isso at&eacute; a &uacute;ltima rodada da negocia&ccedil;&atilde;o&rdquo;, pontuou o dirigente, ao explicar os motivos que levaram os trabalhadores a ampliar a mobiliza&ccedil;&atilde;o durante a campanha.</p>
<p><strong>Proposta avan&ccedil;a<br /></strong><br />A audi&ecirc;ncia no TRT mudou o cen&aacute;rio da campanha. A proposta de 5% que havia sido rejeitada pelos trabalhadores deu lugar aos &iacute;ndices conciliados no Tribunal. Para o piso n&atilde;o qualificado, o percentual chegou aos 6%, enquanto o piso profissional ter&aacute; reajuste de 5,5%.</p>
<p>Para os demais sal&aacute;rios, a proposta estabelece reajuste de 5,25%, percentual superior aos 5% apresentados pelo setor patronal antes da greve. Abinadabe relacionou o avan&ccedil;o obtido na audi&ecirc;ncia &agrave; mobiliza&ccedil;&atilde;o realizada pelos metal&uacute;rgicos desde a rejei&ccedil;&atilde;o da proposta anterior.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o &eacute; 5%. N&oacute;s conseguimos 6% para o piso n&atilde;o qualificado, 5,5% para o piso profissional e 5,25% para o reajuste salarial, trazendo uma verdadeira valoriza&ccedil;&atilde;o para toda a categoria metal&uacute;rgica&rdquo;, frisou o presidente do Sindmetal-PE.</p>
<p>Abinadabe convocou as trabalhadoras e os trabalhadores para a assembleia de sexta-feira, dia 9, quando o sindicato apresentar&aacute; os termos negociados no Tribunal. O encontro ser&aacute; a etapa de encerramento da Campanha Salarial 2026 ap&oacute;s o per&iacute;odo de mobiliza&ccedil;&atilde;o da categoria.</p>
<p>&ldquo;Queremos convidar voc&ecirc;, trabalhadora, voc&ecirc;, trabalhador metal&uacute;rgico, para estar presente na nossa assembleia de fechamento nesta sexta-feira, &agrave;s seis e meia da noite, porque iremos revelar a proposta&rdquo;, disse Abinadabe.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Cadu Bazilevski | Editado por: Érica Aragão - CNM/CUT / Foto: Sindmetal-PE</author>
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                        <title>Conselho Consultivo do Setor de Manutenção do SINDMOTORISTAS se reúne para discutir pautas de reivindicações</title> 
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                    <title>Conselho Consultivo do Setor de Manutenção do SINDMOTORISTAS se reúne para discutir pautas de reivindicações</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70057</link>
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                        <![CDATA[<p>Os membros do Conselho Consultivo do Setor de Manuten&ccedil;&atilde;o se reuniram nesta ter&ccedil;a-feira (6), na sede do SINDMOTORISTAS, sob a lideran&ccedil;a do secret&aacute;rio da pasta Nailton Francisco de Souza, o Porreta.<br /><br />Na conversa, as lideran&ccedil;as que representam mais de 6 mil companheiros e companheiros nas bases, que trabalham no &ldquo;cora&ccedil;&atilde;o das empresas&rdquo;, avaliaram os resultados da Campanha Salarial 2026. No plano macro, as conquistas da inclus&atilde;o de mais 02 dependentes no conv&ecirc;nio m&eacute;dico, ticket nas f&eacute;rias e aumento real nos sal&aacute;rios e benef&iacute;cios de impacto econ&ocirc;mico foram positivas.<br /><br />No entanto, as pautas espec&iacute;ficas seguem em processo de discuss&atilde;o entre as partes - sindicato e setor patronal - respectivamente. De acordo com Nailton, a proposta a ser apresentada &agrave; dire&ccedil;&atilde;o da entidade e depois colocada para aprecia&ccedil;&atilde;o do SPUrbanuss &ldquo;&eacute; que sejam feitas aferi&ccedil;&otilde;es das metas do PPR no per&iacute;odo a cada dois meses para melhor obten&ccedil;&atilde;o dos resultados, sem injusti&ccedil;as com nossa gente&rdquo;.<br /><br />Os companheiros, na oportunidade, discutiram outros pontos estrat&eacute;gicos da luta, como o plano de cargos e sal&aacute;rios, o programa de avalia&ccedil;&atilde;o e desempenho, a poss&iacute;vel substitui&ccedil;&atilde;o de representante do conselho por delegado sindical, inclus&atilde;o do programa de prote&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de e seguran&ccedil;a no trabalho, bem como a promo&ccedil;&atilde;o de cursos de atualiza&ccedil;&atilde;o e capacita&ccedil;&atilde;o profissional.<br /><br />&ldquo;Apesar dos desafios postos, estamos trabalhando s&eacute;rio, com organiza&ccedil;&atilde;o e unidade avan&ccedil;ando nas pautas deste setor composto por gente guerreira&rdquo;, destacou.&nbsp;<br /><br />O 4&ordm; Encontro dos Trabalhadores no Setor de Manuten&ccedil;&atilde;o pode &ldquo;sim&rdquo; sair do papel. Nailton, na reuni&atilde;o, disse que a expectativa &eacute; que o evento aconte&ccedil;a em novembro deste ano, em local ainda a ser definido. Ficou acertado que os companheiros e companheiras ter&atilde;o suas pautas discutidas com 03 representantes por garagem, sendo 01 do conselho, 01 cipeiro e 01 trabalhador ou trabalhadora.<br /><br />Outra a&ccedil;&atilde;o pontuada na reuni&atilde;o, que ser&aacute; levada para discuss&atilde;o com a diretoria do Sindicato, &eacute; a possibilidade de organiza&ccedil;&atilde;o de plen&aacute;rias, que foram feitas em Campanhas Salariais anteriores, com resultados positivos nas defini&ccedil;&otilde;es de pautas e reivindica&ccedil;&otilde;es do setor.<br /><br />Outras demandas relevantes para a categoria<br /><br />O secret&aacute;rio, que coordenou os trabalhos, pediu aos companheiros que intensificassem o processo de recadastramento sindical dentro das garagem, que ser&aacute; de grande valia para organiza&ccedil;&atilde;o do cadastro, sobretudo com a inser&ccedil;&atilde;o de novos dependentes ao conv&ecirc;nio m&eacute;dico.<br /><br />Da mesma forma, informou a respeito dos cursos de forma&ccedil;&atilde;o e qualifica&ccedil;&atilde;o, que em breve ser&atilde;o oferecidos na sede do Sindicato em parceria com institui&ccedil;&otilde;es de ensino como UNIMES, Centro Paula Souza e Prefeitura de S&atilde;o Paulo. &ldquo;Os beneficiados ser&atilde;o os nossos trabalhadores, trabalhadoras e seus dependentes. Um compromisso assumido pelo presidente Moleque, que tornou-se realidade&rdquo;, disse Nailton.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Motoristas de São Paulo</author>
                </item>
            
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                        <title>Na Pressão mobiliza pelo fim da escala 6×1</title> 
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                    <title>Na Pressão mobiliza pelo fim da escala 6×1</title> 
                    <description>Plataforma permite cobrar senadores pela aprovação do fim da escala 6×1 e redução da jornada semanal, sem redução dos salários</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70056</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A plataforma <a href="https://napressao.org.br/"><span><strong>Na Press&atilde;o</strong></span></a> intensifica a mobiliza&ccedil;&atilde;o para trabalhadores cobrarem dos senadores a aprova&ccedil;&atilde;o do fim da escala 6&times;1 e redu&ccedil;&atilde;o da jornada.</p>
<p>Atualmente, a campanha defende reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redu&ccedil;&atilde;o salarial, al&eacute;m de garantir o fim da escala 6&times;1.</p>
<p>A C&acirc;mara dos Deputados aprovou, em 27 de maio, a Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o que estabelece essas mudan&ccedil;as nas rela&ccedil;&otilde;es trabalhistas.</p>
<p>Entretanto, para que a mudan&ccedil;a avance, a PEC ainda precisa da aprova&ccedil;&atilde;o do Senado Federal, etapa considerada decisiva pela campanha organizada na plataforma digital.</p>
<p>Por isso, a iniciativa busca ampliar a participa&ccedil;&atilde;o popular e estimular trabalhadores, sindicalistas e movimentos sociais a cobrarem diretamente posicionamentos dos senadores sobre a proposta.</p>
<h3>Trabalhadores podem cobrar senadores</h3>
<p>Al&eacute;m disso, a ferramenta permite selecionar parlamentares e enviar mensagens diretamente por e-mail, WhatsApp e outras redes sociais, fortalecendo a mobiliza&ccedil;&atilde;o nacional dos trabalhadores.</p>
<p>A plataforma tamb&eacute;m permite acompanhar posicionamentos dos senadores, classificados entre favor&aacute;veis, contr&aacute;rios e indecisos, direcionando a mobiliza&ccedil;&atilde;o principalmente aos parlamentares que ainda n&atilde;o definiram voto.</p>
<h3>Luta hist&oacute;rica</h3>
<p>Conforme destaca a campanha, a mudan&ccedil;a representa uma reivindica&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica da classe trabalhadora, defendida pela CUT, demais centrais sindicais e diferentes movimentos sociais brasileiros organizados.</p>
<p>Nesse sentido, a mobiliza&ccedil;&atilde;o associa redu&ccedil;&atilde;o da jornada ao direito ao descanso, conviv&ecirc;ncia familiar e melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de vida, mantendo integralmente os sal&aacute;rios dos trabalhadores.</p>
<p>A campanha refor&ccedil;a que a participa&ccedil;&atilde;o popular pode ampliar a cobran&ccedil;a sobre o Senado e transformar uma reivindica&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica dos trabalhadores brasileiros em direito constitucional efetivo.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Força Sindical</author>
                </item>
            
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                        <title>Convocação à mobilização em defesa do Brasil e da classe trabalhadora no 2º turno</title> 
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                    <title>Convocação à mobilização em defesa do Brasil e da classe trabalhadora no 2º turno</title> 
                    <description>Em nota oficial, CUT parabeniza candidaturas do campo sindical eleitas e convoca classe trabalhadora a se mobilizar no 2º turno das eleições contra o risco de destruição do país</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70055</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A Central &Uacute;nica dos Trabalhadores - CUT Brasil - sa&uacute;da todas e todos que votaram em defesa dos direitos da classe trabalhadora no 1&ordm; turno das Elei&ccedil;&otilde;es 2026, com uma parabeniza&ccedil;&atilde;o especial &agrave;s candidaturas eleitas do campo sindical e popular para o Executivo e o Legislativo. Diante de todo o cen&aacute;rio do 1&ordm; turno, os resultados eleitorais demonstram uma vit&oacute;ria eleitoral e a for&ccedil;a da classe trabalhadora, mas a disputa ainda n&atilde;o acabou.</p>
<p>Estamos diante de uma elei&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica, um momento decisivo onde o futuro da democracia, dos direitos trabalhistas e da soberania do pa&iacute;s est&aacute; em jogo. N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para acomoda&ccedil;&atilde;o contra os riscos do retrocesso. Nossa milit&acirc;ncia aguerrida &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o dessa luta e ser&aacute; o fator determinante para a vit&oacute;ria final.</p>
<p>N&atilde;o h&aacute; tempo a perder! &Eacute; hora de retomar com energia total a mobiliza&ccedil;&atilde;o por conquistas hist&oacute;ricas da classe trabalhadora como a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho para 40 horas e o fim da escala 6x1. Exigir a vota&ccedil;&atilde;o imediata no Senado &eacute; demonstrar a for&ccedil;a do povo unido diante do risco de estagna&ccedil;&atilde;o e de perda de nossos direitos. Esse &eacute; o momento de transformar a nossa indigna&ccedil;&atilde;o com o risco de destrui&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s em organiza&ccedil;&atilde;o popular para defender o Brasil e o povo brasileiro.</p>
<p>Convocamos cada militante, cada trabalhadora e trabalhador a ocupar imediatamente as ruas e as redes sociais para dialogar com cada cidad&atilde;o e cidad&atilde; e manter a mobiliza&ccedil;&atilde;o total rumo ao 2&ordm; turno! Esse &eacute; o momento que a hist&oacute;ria exige de n&oacute;s refor&ccedil;ar nosso esfor&ccedil;o militante em defesa do povo brasileiro e de um Brasil livre e soberano. A nossa unidade e mobiliza&ccedil;&atilde;o nas ruas, nas redes e nos locais de trabalho ser&atilde;o decisivas para virar o jogo!</p>
<p>Orientamos as lideran&ccedil;as e dirigentes a organizar, imediatamente junto aos movimentos sociais, o planejamento das a&ccedil;&otilde;es de base nos locais de trabalho, ruas, bairros, periferias, redes sociais e grupos de mensagens como WhatsApp. O momento hist&oacute;rico destas Elei&ccedil;&otilde;es 2026 exige presen&ccedil;a total onde o povo est&aacute;. &Eacute; hora de dialogar diretamente com cada trabalhadora e trabalhador, alertar sobre os riscos de retrocesso e mobilizar o voto na candidatura que de fato representa e defende a classe trabalhadora!</p>
<p>Orientamos que dialoguem com candidaturas proporcionais, eleitas ou n&atilde;o, para manter suas estruturas de campanha e, assim, contribuir para manter e ampliar a mobiliza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Orientamos a nossa milit&acirc;ncia a ocupar as redes sociais e os grupos de mensageria como o Whatsapp para defender os direitos conquistados pela classe trabalhadora. O territ&oacute;rio digital &eacute; um espa&ccedil;o importante da luta em defesa do Brasil.</p>
<p>Orientamos toda a base da CUT a participar das atividades de mobiliza&ccedil;&atilde;o convocadas, seguir os comandos e manter a anima&ccedil;&atilde;o permanente, di&aacute;ria e aguerrida.</p>
<p>N&atilde;o permitiremos que o Brasil retroceda! O futuro da nossa soberania nacional, das nossas riquezas e de estatais estrat&eacute;gicas est&aacute; sob amea&ccedil;a real, assim como a pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia das pol&iacute;ticas sociais e do Minist&eacute;rio do Trabalho e do Emprego. N&atilde;o aceitaremos a entrega do nosso patrim&ocirc;nio, o desmonte dos servi&ccedil;os p&uacute;blicos, o fim da CLT nem a volta da fome e da precariza&ccedil;&atilde;o. O momento hist&oacute;rico destas Elei&ccedil;&otilde;es 2026 exige resist&ecirc;ncia total! Convocamos a milit&acirc;ncia e a classe trabalhadora a irem para as ruas e as redes sociais, de cabe&ccedil;a erguida, para defender a democracia, a soberania e os nossos direitos por vida digna, por trabalho decente e por comida na mesa!</p>
<p><strong>Que ningu&eacute;m nunca duvide da capacidade da classe trabalhadora! Vamos &agrave; luta!&nbsp;</strong></p>
<p><em>06 de outubro de 2026&nbsp;</em></p>
<p><em><strong>Dire&ccedil;&atilde;o Executiva Nacional da CUT</strong></em></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CUT</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Dialogar, ampliar alianças e defender o futuro do Brasil</title> 
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                    <title>Dialogar, ampliar alianças e defender o futuro do Brasil</title> 
                    <description>Centrais sindicais defendem diálogo com diferentes setores da sociedade, ampliação de alianças e mobilização em torno do projeto de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin no segundo turno</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70054</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Chegamos ao final do primeiro turno das elei&ccedil;&otilde;es presidenciais com fortes desafios e um grande trabalho por fazer.</p>
<p class="isSelectedEnd">Est&atilde;o em disputa duas vis&otilde;es de mundo contradit&oacute;rias: uma que valoriza o trabalhador e apoia sua ascens&atilde;o; outra que considera o empobrecimento e a desigualdade consequ&ecirc;ncias aceit&aacute;veis da manuten&ccedil;&atilde;o de privil&eacute;gios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Diante disso, ressaltamos a import&acirc;ncia do voto, especialmente agora.</p>
<p class="isSelectedEnd">O voto traz consequ&ecirc;ncias. Eleger <span>Luiz In&aacute;cio Lula da Silva</span> fortalecer&aacute; a atua&ccedil;&atilde;o do Executivo junto ao Congresso Nacional em defesa de pautas que beneficiem os trabalhadores, como o fim da escala 6&times;1 e a redu&ccedil;&atilde;o da jornada, sem redu&ccedil;&atilde;o salarial.</p>
<h2>&Eacute; hora de ouvir, corrigir rumos e ampliar o di&aacute;logo</h2>
<p class="isSelectedEnd">Nesta nova campanha do segundo turno, precisamos compreender o que as urnas nos disseram. Para tanto, devemos voltar os olhos tamb&eacute;m para n&oacute;s mesmos.</p>
<p class="isSelectedEnd">&Eacute; hora de recalibrar, reconhecer quais foram as limita&ccedil;&otilde;es e corrigir rumos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Se antes acredit&aacute;vamos que o caminho para o desenvolvimento e a inclus&atilde;o social estava claro, o resultado deste primeiro turno deixa claro que &eacute; preciso <span>explicar melhor quais projetos de desenvolvimento est&atilde;o em disputa</span>.</p>
<p class="isSelectedEnd"><span>Identificar. Esclarecer. Comparar.</span></p>
<p class="isSelectedEnd">&Eacute; preciso explicar melhor, ouvir mais e colocar os p&eacute;s no ch&atilde;o.</p>
<p class="isSelectedEnd">Se acredit&aacute;vamos que as rela&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas capazes de assegurar amplitude &agrave; nossa alian&ccedil;a estavam plenamente ativas, sabemos agora que &eacute; preciso fortalec&ecirc;-las e fazer essa amplitude valer.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mais do que isso, &eacute; preciso romper a bolha e olhar para o conjunto da sociedade, e n&atilde;o apenas para partes dela, compreendendo quais temas nos unem e quais nos dividem.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um governo deve trabalhar pela uni&atilde;o e criar condi&ccedil;&otilde;es para que toda a sociedade avance.</p>
<h2>Dialogar com toda a sociedade</h2>
<p class="isSelectedEnd">Precisamos dialogar com aqueles que votaram em <span>Augusto Cury, Renan Santos e Ronaldo Caiado</span>, assim como com aqueles que votaram em <span>Fl&aacute;vio Bolsonaro</span>.</p>
<p class="isSelectedEnd">Precisamos dialogar tamb&eacute;m com os brasileiros que votaram em branco, anularam o voto ou n&atilde;o compareceram &agrave;s urnas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Dialogar n&atilde;o &eacute; apenas apresentar uma opini&atilde;o: <span>&eacute; ouvir, compreender a realidade e as motiva&ccedil;&otilde;es do outro</span>.</p>
<p class="isSelectedEnd">&Eacute; preciso tamb&eacute;m reconstruir pontes com lideran&ccedil;as pol&iacute;ticas e partidos para al&eacute;m da alian&ccedil;a em torno desta chapa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Agora &eacute; a hora da grande pol&iacute;tica.</p>
<h2>O futuro do Brasil est&aacute; em jogo</h2>
<p class="isSelectedEnd">Acreditamos que a classe trabalhadora e o povo ainda t&ecirc;m muito a conquistar. E estas conquistas, necess&aacute;rias e justas, est&atilde;o alinhadas com apenas um dos projetos de governo que se apresentam: <span>o de Luiz In&aacute;cio Lula da Silva e Geraldo Alckmin</span>.</p>
<p class="isSelectedEnd">O futuro do Brasil e dos brasileiros est&aacute; em jogo!</p>
<p class="isSelectedEnd"><em><span>Bras&iacute;lia, 6 de outubro de 2026</span></em></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong><em>S&eacute;rgio Nobre</em></strong><br /><strong><em>Presidente da CUT &mdash; Central &Uacute;nica dos Trabalhadores</em></strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong><em>Miguel Torres</em></strong><br /><strong><em>Presidente da For&ccedil;a Sindical</em></strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong><em>Ricardo Patah</em></strong><br /><strong><em>Presidente da UGT &mdash; Uni&atilde;o Geral dos Trabalhadores</em></strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong><em>Ronaldo Leite</em></strong><br /><strong><em>Presidente em exerc&iacute;cio da CTB &mdash; Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil</em></strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong><em>Antonio Neto</em></strong><br /><strong><em>Presidente da CSB &mdash; Central dos Sindicatos Brasileiros</em></strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong><em>S&ocirc;nia Maria Zerino da Silva</em></strong><br /><strong><em>Presidente da NCST &mdash; Nova Central Sindical de Trabalhadores</em></strong></p>
<p class="isSelectedEnd"><strong><em>Nilza Pereira</em></strong><br /><strong><em>Secret&aacute;ria-geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora</em></strong></p>
<p><strong><em>Jos&eacute; Gozze</em></strong><br /><strong><em>Presidente da P&Uacute;BLICA &mdash; Central do Servidor</em></strong></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author></author>
                </item>
            
                <item>
                    <image>
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                        <title>Trabalho - os retrocessos que Flávio Bolsonaro propõe</title> 
                    </image>
                    <title>Trabalho - os retrocessos que Flávio Bolsonaro propõe</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70053</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Representantes das centrais sindicais acompanham, nesta quarta-feira (7), no Senado Federal, o debate sobre o fim da escala 6&times;1 e redu&ccedil;&atilde;o da jornada. A mobiliza&ccedil;&atilde;o re&uacute;ne dirigentes sindicais em Bras&iacute;lia para fortalecer uma das principais reivindica&ccedil;&otilde;es atuais dos trabalhadores: trabalhar menos horas, sem qualquer redu&ccedil;&atilde;o dos sal&aacute;rios.</p>
<p>O presidente da <a href="http://www.fsindical.org.br/">For&ccedil;a Sindical</a>, Miguel Torres, destaca que reduzir a jornada representa avan&ccedil;o social e melhora diretamente a qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Defendemos o fim da escala 6&times;1 e a redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem redu&ccedil;&atilde;o salarial. O trabalhador precisa ter mais tempo para viver, descansar e conviver com sua fam&iacute;lia&rdquo;, afirma Miguel Torres.</p>
</blockquote>
<p>Al&eacute;m disso, as centrais defendem que os ganhos de produtividade e os avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos tamb&eacute;m beneficiem trabalhadores, garantindo melhores condi&ccedil;&otilde;es laborais, sa&uacute;de, descanso e conviv&ecirc;ncia familiar.</p>
<h2>Centrais defendem mudan&ccedil;a hist&oacute;rica</h2>
<p>O presidente da <a href="https://www.cut.org.br/">CUT</a>, S&eacute;rgio Nobre, ressalta que a proposta resulta da constru&ccedil;&atilde;o coletiva, diferentemente das mudan&ccedil;as promovidas pela reforma trabalhista aprovada pelo Congresso em 2017.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;O texto &eacute; fruto de muita negocia&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, muito di&aacute;logo social. N&atilde;o se trata de uma mudan&ccedil;a abrupta&rdquo;, afirma Nobre durante debate realizado anteriormente no Senado.</p>
</blockquote>
<p>Segundo ele, a reforma trabalhista promoveu profundas altera&ccedil;&otilde;es na organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho brasileiro sem ouvir adequadamente as entidades representativas e organiza&ccedil;&otilde;es da classe trabalhadora.</p>
<p>Por sua vez, o vice-presidente da <a href="https://www.ctb.org.br/">CTB</a>, Ubiraci Dantas, destaca o car&aacute;ter hist&oacute;rico da mobiliza&ccedil;&atilde;o sindical para diminuir o tempo dedicado pelos brasileiros ao trabalho.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;O trabalhador brasileiro j&aacute; esperou 38 anos, esperou demais, e o Senado tem uma escolha hist&oacute;rica&rdquo;, declarou Bira.</p>
</blockquote>
<p>O dirigente acrescenta que os ganhos proporcionados pelo desenvolvimento tecnol&oacute;gico precisam retornar aos trabalhadores na forma de descanso, sa&uacute;de, estudo, cultura e maior conviv&ecirc;ncia familiar.</p>
<h2>Sa&uacute;de e qualidade de vida</h2>
<p>J&aacute; o presidente da <a href="https://www.ugt.org.br/">UGT</a>, Ricardo Patah, relaciona diretamente a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho &agrave; prote&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de f&iacute;sica e mental dos trabalhadores brasileiros.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;H&aacute; muitos problemas relacionados a essa escala. Al&eacute;m de sobrecarregar o sistema de sa&uacute;de, o trabalhador que n&atilde;o estiver doente fisicamente ou psicologicamente ter&aacute; mais produtividade&rdquo;, afirma.</p>
</blockquote>
<p>Para Patah, portanto, a mudan&ccedil;a ultrapassa o debate estritamente trabalhista e alcan&ccedil;a outra dimens&atilde;o fundamental para toda sociedade. &ldquo;A redu&ccedil;&atilde;o da jornada &eacute; uma quest&atilde;o de sa&uacute;de p&uacute;blica.&rdquo;</p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o conjunta das centrais refor&ccedil;a a unidade sindical em torno de uma pauta que ganhou apoio social e avan&ccedil;ou no debate pol&iacute;tico nacional.</p>
<h2>Mobiliza&ccedil;&atilde;o continua no Congresso</h2>
<p>As centrais defendem que o Congresso avance na redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem redu&ccedil;&atilde;o salarial, assegurando duas folgas semanais e melhores condi&ccedil;&otilde;es para milh&otilde;es de trabalhadores brasileiros.</p>
<p>Para o movimento sindical, diminuir o tempo de trabalho tamb&eacute;m significa distribuir os ganhos de produtividade, estimular empregos e permitir maior participa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores na sociedade.</p>
<p>Agora, dirigentes intensificam o di&aacute;logo com parlamentares para transformar a mobiliza&ccedil;&atilde;o constru&iacute;da nas ruas e locais de trabalho em uma conquista concreta para toda classe trabalhadora.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;A unidade das centrais &eacute; fundamental. Vamos continuar mobilizados e dialogando com o Congresso para conquistar uma jornada mais humana e justa&rdquo;, refor&ccedil;a Miguel Torres.</p>
</blockquote>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Centrais Sindicais acompanham debate pelo fim da escala 6×1 no Senado</title> 
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                    <title>Centrais Sindicais acompanham debate pelo fim da escala 6×1 no Senado</title> 
                    <description>Centrais sindicais acompanham debate no Senado pelo fim da escala 6×1 e defendem redução da jornada de trabalho sem redução salarial</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70052</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Representantes das centrais sindicais acompanham, nesta quarta-feira (7), no Senado Federal, o debate sobre o fim da escala 6&times;1 e redu&ccedil;&atilde;o da jornada. A mobiliza&ccedil;&atilde;o re&uacute;ne dirigentes sindicais em Bras&iacute;lia para fortalecer uma das principais reivindica&ccedil;&otilde;es atuais dos trabalhadores: trabalhar menos horas, sem qualquer redu&ccedil;&atilde;o dos sal&aacute;rios.</p>
<p>O presidente da <a href="http://www.fsindical.org.br/">For&ccedil;a Sindical</a>, Miguel Torres, destaca que reduzir a jornada representa avan&ccedil;o social e melhora diretamente a qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Defendemos o fim da escala 6&times;1 e a redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem redu&ccedil;&atilde;o salarial. O trabalhador precisa ter mais tempo para viver, descansar e conviver com sua fam&iacute;lia&rdquo;, afirma Miguel Torres.</p>
</blockquote>
<p>Al&eacute;m disso, as centrais defendem que os ganhos de produtividade e os avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos tamb&eacute;m beneficiem trabalhadores, garantindo melhores condi&ccedil;&otilde;es laborais, sa&uacute;de, descanso e conviv&ecirc;ncia familiar.</p>
<h2>Centrais defendem mudan&ccedil;a hist&oacute;rica</h2>
<p>O presidente da <a href="https://www.cut.org.br/">CUT</a>, S&eacute;rgio Nobre, ressalta que a proposta resulta da constru&ccedil;&atilde;o coletiva, diferentemente das mudan&ccedil;as promovidas pela reforma trabalhista aprovada pelo Congresso em 2017.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;O texto &eacute; fruto de muita negocia&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, muito di&aacute;logo social. N&atilde;o se trata de uma mudan&ccedil;a abrupta&rdquo;, afirma Nobre durante debate realizado anteriormente no Senado.</p>
</blockquote>
<p>Segundo ele, a reforma trabalhista promoveu profundas altera&ccedil;&otilde;es na organiza&ccedil;&atilde;o do trabalho brasileiro sem ouvir adequadamente as entidades representativas e organiza&ccedil;&otilde;es da classe trabalhadora.</p>
<p>Por sua vez, o vice-presidente da <a href="https://www.ctb.org.br/">CTB</a>, Ubiraci Dantas, destaca o car&aacute;ter hist&oacute;rico da mobiliza&ccedil;&atilde;o sindical para diminuir o tempo dedicado pelos brasileiros ao trabalho.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;O trabalhador brasileiro j&aacute; esperou 38 anos, esperou demais, e o Senado tem uma escolha hist&oacute;rica&rdquo;, declarou Bira.</p>
</blockquote>
<p>O dirigente acrescenta que os ganhos proporcionados pelo desenvolvimento tecnol&oacute;gico precisam retornar aos trabalhadores na forma de descanso, sa&uacute;de, estudo, cultura e maior conviv&ecirc;ncia familiar.</p>
<h2>Sa&uacute;de e qualidade de vida</h2>
<p>J&aacute; o presidente da <a href="https://www.ugt.org.br/">UGT</a>, Ricardo Patah, relaciona diretamente a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho &agrave; prote&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de f&iacute;sica e mental dos trabalhadores brasileiros.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;H&aacute; muitos problemas relacionados a essa escala. Al&eacute;m de sobrecarregar o sistema de sa&uacute;de, o trabalhador que n&atilde;o estiver doente fisicamente ou psicologicamente ter&aacute; mais produtividade&rdquo;, afirma.</p>
</blockquote>
<p>Para Patah, portanto, a mudan&ccedil;a ultrapassa o debate estritamente trabalhista e alcan&ccedil;a outra dimens&atilde;o fundamental para toda sociedade. &ldquo;A redu&ccedil;&atilde;o da jornada &eacute; uma quest&atilde;o de sa&uacute;de p&uacute;blica.&rdquo;</p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o conjunta das centrais refor&ccedil;a a unidade sindical em torno de uma pauta que ganhou apoio social e avan&ccedil;ou no debate pol&iacute;tico nacional.</p>
<h2>Mobiliza&ccedil;&atilde;o continua no Congresso</h2>
<p>As centrais defendem que o Congresso avance na redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem redu&ccedil;&atilde;o salarial, assegurando duas folgas semanais e melhores condi&ccedil;&otilde;es para milh&otilde;es de trabalhadores brasileiros.</p>
<p>Para o movimento sindical, diminuir o tempo de trabalho tamb&eacute;m significa distribuir os ganhos de produtividade, estimular empregos e permitir maior participa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores na sociedade.</p>
<p>Agora, dirigentes intensificam o di&aacute;logo com parlamentares para transformar a mobiliza&ccedil;&atilde;o constru&iacute;da nas ruas e locais de trabalho em uma conquista concreta para toda classe trabalhadora.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;A unidade das centrais &eacute; fundamental. Vamos continuar mobilizados e dialogando com o Congresso para conquistar uma jornada mais humana e justa&rdquo;, refor&ccedil;a Miguel Torres.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
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                        <title>Plano de Flávio ameaça aposentadorias, saúde e educação</title> 
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                    <title>Plano de Flávio ameaça aposentadorias, saúde e educação</title> 
                    <description>Equipe de Flávio Bolsonaro estuda ajuste de R$ 250 bilhões que ameaça ganhos de aposentados e investimentos em saúde e educação</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70051</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A campanha presidencial de Fl&aacute;vio Bolsonaro (PL) avalia medidas que podem comprometer conquistas sociais, limitar reajustes previdenci&aacute;rios e reduzir investimentos p&uacute;blicos em &aacute;reas essenciais brasileiras.</p>
<p>Segundo reportagem da <span><strong><a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2026/10/flavio-considera-mudar-correcao-da-previdencia-da-saude-e-da-educacao-para-obter-ate-r-250-bi.shtml">Folha de S.Paulo</a></strong></span>, publicada nesta quarta-feira (7), assessores econ&ocirc;micos estudam um ajuste fiscal de at&eacute; R$ 250 bilh&otilde;es, equivalente a 2% do PIB.</p>
<p>Entretanto, a estrat&eacute;gia provoca preocupa&ccedil;&atilde;o porque concentra parte importante da economia pretendida sobre aposentadorias, benef&iacute;cios assistenciais, sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o, atingindo principalmente a popula&ccedil;&atilde;o vulner&aacute;vel.</p>
<h3>Aposentados podem perder aumentos reais</h3>
<p>Entre as medidas estudadas, a equipe econ&ocirc;mica considera desvincular aposentadorias e benef&iacute;cios assistenciais dos aumentos reais do sal&aacute;rio m&iacute;nimo, alterando uma importante pol&iacute;tica de valoriza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Assim, aposentados do INSS e benefici&aacute;rios do BPC poderiam receber reajustes limitados &agrave; infla&ccedil;&atilde;o, mesmo quando trabalhadores da ativa conquistassem aumentos salariais acima dela.</p>
<p>Embora a corre&ccedil;&atilde;o inflacion&aacute;ria preserve formalmente o poder de compra, a mudan&ccedil;a impediria milh&otilde;es de benefici&aacute;rios de participar dos ganhos reais concedidos ao sal&aacute;rio m&iacute;nimo.</p>
<p>Atualmente, aproximadamente 70% dos mais de 41 milh&otilde;es de benef&iacute;cios pagos pelo INSS correspondem ao piso nacional, demonstrando a dimens&atilde;o social dessa poss&iacute;vel mudan&ccedil;a.</p>
<h3>Sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m est&atilde;o amea&ccedil;adas</h3>
<p>Al&eacute;m disso, a proposta em discuss&atilde;o pretende eliminar os pisos constitucionais que vinculam investimentos federais em sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o &agrave; arrecada&ccedil;&atilde;o, substituindo seus crit&eacute;rios atuais.</p>
<p>Hoje, a Constitui&ccedil;&atilde;o determina aplica&ccedil;&otilde;es m&iacute;nimas de 15% da Receita Corrente L&iacute;quida na sa&uacute;de e 18% da receita l&iacute;quida de impostos federais na educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica.</p>
<p>Consequentemente, corrigir essas despesas apenas pela infla&ccedil;&atilde;o poderia limitar sua expans&atilde;o, mesmo diante do crescimento populacional, das necessidades sociais e da arrecada&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica federal.</p>
<p>Na pr&aacute;tica, essa escolha fiscal poderia comprometer a amplia&ccedil;&atilde;o de hospitais, escolas, atendimentos m&eacute;dicos e pol&iacute;ticas educacionais, prejudicando especialmente fam&iacute;lias dependentes dos servi&ccedil;os p&uacute;blicos.</p>
<h3>Economia bilion&aacute;ria &agrave;s custas de direitos sociais</h3>
<p>De acordo com proje&ccedil;&otilde;es apresentadas na reportagem, limitar os reajustes previdenci&aacute;rios &agrave; infla&ccedil;&atilde;o produziria economia acumulada de R$ 1,1 trilh&atilde;o durante os pr&oacute;ximos dez anos.</p>
<p>Enquanto isso, mudan&ccedil;as nas regras de financiamento da sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o poderiam representar outros R$ 800 bilh&otilde;es em economia fiscal acumulada no mesmo per&iacute;odo analisado.</p>
<p>Portanto, os n&uacute;meros revelam a dimens&atilde;o das restri&ccedil;&otilde;es propostas e levantam questionamentos sobre quem suportaria os custos sociais desse eventual ajuste das contas p&uacute;blicas.</p>
<p>Embora o equil&iacute;brio fiscal seja necess&aacute;rio, retirar possibilidades de valoriza&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria e limitar investimentos essenciais representa uma escolha pol&iacute;tica que merece forte contesta&ccedil;&atilde;o e debate p&uacute;blico.</p>
<h3>Campanha nega que medidas sejam propostas oficiais</h3>
<p>Procurada pela Folha, a assessoria de Fl&aacute;vio Bolsonaro afirmou que as medidas discutidas n&atilde;o representam compromissos oficiais da candidatura presidencial apresentados aos eleitores brasileiros.</p>
<p>Segundo a campanha, &ldquo;n&atilde;o se pode transformar conversas informais, interpreta&ccedil;&atilde;o de terceiros ou especula&ccedil;&atilde;o sobre o cen&aacute;rio econ&ocirc;mico em posi&ccedil;&atilde;o oficial de uma candidatura, ocorridas antes mesmo do in&iacute;cio do per&iacute;odo eleitoral&rdquo;.</p>
<p>A assessoria tamb&eacute;m afirmou que as propostas n&atilde;o constam do plano de governo e rejeitou interpreta&ccedil;&otilde;es baseadas em relatos de interlocutores e conversas informais divulgadas.</p>
<p>Entretanto, a reportagem informa que integrantes da equipe econ&ocirc;mica apresentaram possibilidades de ajuste durante encontros com empres&aacute;rios e representantes do mercado financeiro ao longo do ano.</p>
<h3>Super PEC pode acelerar mudan&ccedil;as ap&oacute;s elei&ccedil;&atilde;o</h3>
<p>Outro ponto preocupante envolve a possibilidade de apresentar uma &ldquo;Super PEC da Transi&ccedil;&atilde;o&rdquo; ao Congresso logo depois das elei&ccedil;&otilde;es, antes da posse presidencial de 2027.</p>
<p>Conforme a reportagem, a estrat&eacute;gia permitiria negociar aproximadamente dez medidas fiscais, buscando acelerar mudan&ccedil;as constitucionais enquanto o novo governo ainda estivesse em fase de transi&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Al&eacute;m disso, o fortalecimento de partidos de direita no Congresso aumenta a relev&acirc;ncia desse debate, especialmente diante de poss&iacute;veis altera&ccedil;&otilde;es nas regras de prote&ccedil;&atilde;o social.</p>
<p>O coordenador da campanha, senador Rog&eacute;rio Marinho, j&aacute; declarou que reformas trabalhistas e previdenci&aacute;rias seriam &ldquo;revisitadas&rdquo;, enquanto Fl&aacute;vio Bolsonaro anteriormente prometeu realizar um &ldquo;tesoura&ccedil;o&rdquo; fiscal.</p>
<h3>Direitos sociais n&atilde;o podem pagar a conta</h3>
<p>Diante desse cen&aacute;rio, as medidas relatadas merecem condena&ccedil;&atilde;o pela possibilidade de transferir aos aposentados, estudantes e usu&aacute;rios do SUS parte significativa do esfor&ccedil;o de ajuste fiscal.</p>
<p>A responsabilidade fiscal precisa caminhar ao lado da justi&ccedil;a social, garantindo financiamento adequado aos servi&ccedil;os p&uacute;blicos e valoriza&ccedil;&atilde;o permanente dos benef&iacute;cios previdenci&aacute;rios e assistenciais brasileiros.</p>
<p>Por isso, qualquer proposta dessa natureza exige transpar&ecirc;ncia, amplo debate democr&aacute;tico e compromisso efetivo com a prote&ccedil;&atilde;o dos direitos conquistados pela popula&ccedil;&atilde;o trabalhadora ao longo das d&eacute;cadas.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>BC cria indicador para acompanhar reajustes salariais negociados</title> 
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                    <title>BC cria indicador para acompanhar reajustes salariais negociados</title> 
                    <description>Ganhos reais foram mais frequentes em períodos de baixa desocupação</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70050</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O <a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank">Banco Central (BC)</a> passar&aacute; a divulgar mensalmente um novo conjunto de indicadores sobre reajustes <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/salarios-2" target="_blank">salariais </a>negociados em conven&ccedil;&otilde;es coletivas de trabalho. A iniciativa deve ampliar a capacidade de monitorar as condi&ccedil;&otilde;es do mercado de trabalho e seus efeitos sobre a infla&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Com base em informa&ccedil;&otilde;es do Sistema de Negocia&ccedil;&otilde;es Coletivas de Trabalho (Mediador), do <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br" target="_blank">Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego</a>, os indicadores mostrar&atilde;o os percentuais de reajustes negociados e a propor&ccedil;&atilde;o de acordos que resultaram em aumentos acima, abaixo ou em linha com a infla&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>As estat&iacute;sticas incluir&atilde;o os reajustes nominais, que representam o aumento dos sal&aacute;rios em valores correntes, e os reajustes reais, que descontam a infla&ccedil;&atilde;o e indicam se houve ganho efetivo de poder de compra para os trabalhadores.</p>
<p>A nova base permitir&aacute; ao BC acompanhar com maior precis&atilde;o o comportamento das negocia&ccedil;&otilde;es salariais e avaliar como as condi&ccedil;&otilde;es do mercado de trabalho influenciam a din&acirc;mica dos sal&aacute;rios.</p>
<p>Estudo divulgado pelo BC mostra que ganhos reais de sal&aacute;rio tendem a ser mais frequentes em per&iacute;odos de mercado de trabalho aquecido e de baixa taxa de desemprego.</p>
<p>De acordo com a autoridade monet&aacute;ria, esse movimento foi observado entre 2012 e 2014 e voltou a aparecer a partir de 2023, quando cresceu a propor&ccedil;&atilde;o de conven&ccedil;&otilde;es coletivas com reajustes acima da infla&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Segundo a an&aacute;lise, os reajustes negociados mant&ecirc;m forte rela&ccedil;&atilde;o com a infla&ccedil;&atilde;o medida pelo &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor (INPC).</p>
<p>Embora n&atilde;o haja obriga&ccedil;&atilde;o legal de reposi&ccedil;&atilde;o integral das perdas inflacion&aacute;rias, a infla&ccedil;&atilde;o acumulada continua sendo uma das principais refer&ecirc;ncias para trabalhadores e empregadores durante as negocia&ccedil;&otilde;es.</p>
<h2>Ferramenta adicional</h2>
<p><strong>A divulga&ccedil;&atilde;o regular dos indicadores ampliar&aacute; o conjunto de informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis para a sociedade acompanhar a evolu&ccedil;&atilde;o dos sal&aacute;rios negociados no pa&iacute;s e sua rela&ccedil;&atilde;o com a infla&ccedil;&atilde;o.</strong></p>
<p>Os dados abrangem conven&ccedil;&otilde;es coletivas de todas as regi&otilde;es e dos principais setores da economia, como agropecu&aacute;ria, ind&uacute;stria, constru&ccedil;&atilde;o, com&eacute;rcio e servi&ccedil;os, e estar&atilde;o dispon&iacute;veis no Sistema Gerenciador de S&eacute;ries Temporais (SGS) do Banco Central.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Agência Brasil / Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Tema 1218 - Piso nas carreiras do magistério: STF pode retomar julgamento</title> 
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                    <title>Tema 1218 - Piso nas carreiras do magistério: STF pode retomar julgamento</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70049</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<div class="dd-m-editor">
<p>Foi publicada hoje (1/10), no site do Supremo Tribunal Federal, a libera&ccedil;&atilde;o do pedido de vista do ministro Gilmar Mendes, requerido na sess&atilde;o de julgamento do RE 1326541/SP (Tema 1218/STF), em 25/05/2026. Com isso, uma nova data dever&aacute; ser marcada pela Presid&ecirc;ncia do STF para retomada do julgamento acerca dos reflexos do piso salarial profissional nacional do magist&eacute;rio nos planos de carreira da categoria.</p>
<p>Embora o ministro relator, Cristiano Zanin, tenha reconhecido os reflexos do piso nos vencimentos iniciais das carreiras do magist&eacute;rio p&uacute;blico da educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, o magistrado optou em conceder prazo de dois anos para que os entes p&uacute;blicos adequem as legisla&ccedil;&otilde;es locais &agrave; norma nacional. O problema &eacute; que a Lei n&ordm; 11.738, em 2008, estipulou prazo id&ecirc;ntico com essa mesma finalidade e muitos entes simplesmente ignoraram a legisla&ccedil;&atilde;o. Agora, os estados e munic&iacute;pios que desrespeitaram a Lei, por quase duas d&eacute;cadas, pretendem contar com a benevol&ecirc;ncia do STF para n&atilde;o terem que pagar verbas retroativas &ndash; outro dispositivo concedido na decis&atilde;o do relator.&nbsp;</p>
<p>Al&eacute;m do relator, votaram na sess&atilde;o de 25 de maio os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Esses dois &uacute;ltimos reconheceram integralmente os reflexos do piso nas carreiras, caminhando suas decis&otilde;es para a concess&atilde;o de efeitos retroativos (<em>ex tunc</em>).</p>
<p>A CNTE e diversas outras entidades da sociedade civil, al&eacute;m de governadores e prefeitos, requereram ingresso como <em>amici curiae</em> no julgamento, mas o relator rejeitou todos os pedidos. Desse modo, quando o julgamento for retomado, apenas os ministros da Corte se manifestar&atilde;o na sess&atilde;o, podendo, inclusive, o relator e as duas diverg&ecirc;ncias manterem ou alterarem seus votos.</p>
<p>A CNTE espera que esse importante julgamento seja conclu&iacute;do ainda este ano, projetando uma nova perspectiva de valoriza&ccedil;&atilde;o e reconhecimento da carreira docente no pa&iacute;s.</p>
<p>Piso e Carreira andam juntos!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bras&iacute;lia, 1&ordm; de outubro de 2026</p>
<p>Diretoria da CNTE</p>
</div>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CNTE | Editado por: CNTE / Foto:  Fellipe Sampaio/STF</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>MPT em Mato Grosso capacita Rede de Proteção de Sinop para fortalecer combate ao trabalho infantil</title> 
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                    <title>MPT em Mato Grosso capacita Rede de Proteção de Sinop para fortalecer combate ao trabalho infantil</title> 
                    <description>Formação reuniu cerca de 90 representantes de órgãos e entidades e abordou prevenção, identificação de violações e aprendizagem profissional</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70048</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A articula&ccedil;&atilde;o entre os &oacute;rg&atilde;os que integram a Rede de Prote&ccedil;&atilde;o &eacute; uma das principais estrat&eacute;gias para prevenir e enfrentar o trabalho infantil. Em Sinop, a 480 km da capital, esse trabalho conjunto foi fortalecido com uma capacita&ccedil;&atilde;o realizada em 29 de setembro, com participa&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT). A atividade reuniu cerca de 90 representantes de institui&ccedil;&otilde;es que atuam na prote&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as e adolescentes e correspondeu &agrave; quinta etapa do Projeto Pol&iacute;ticas P&uacute;blicas de Combate ao Trabalho Infantil.</p>
<p>Durante o encontro, o MPT-MT, representado pela procuradora do Trabalho Thalma Rosa de Almeida Furlanetti, apresentou aspectos relacionados &agrave; preven&ccedil;&atilde;o e ao enfrentamento do trabalho infantil, abordando a legisla&ccedil;&atilde;o aplic&aacute;vel, os preju&iacute;zos provocados pelo trabalho precoce, as chamadas piores formas de trabalho infantil e o papel dos diferentes integrantes da Rede de Prote&ccedil;&atilde;o. A apresenta&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m tratou da aprendizagem profissional como alternativa de inser&ccedil;&atilde;o protegida de adolescentes no mundo do trabalho.</p>
<p>&ldquo;A partir dos 14 anos pode trabalhar como aprendiz. E n&atilde;o &eacute; s&oacute; uma possibilidade, &eacute; um direito constitucional do adolescente, o direito &agrave; profissionaliza&ccedil;&atilde;o e ao trabalho protegido, e n&atilde;o ao trabalho com explora&ccedil;&atilde;o&rdquo;, afirmou a procuradora.</p>
<p><span><strong>A&ccedil;&atilde;o em Sinop</strong></span></p>
<p>A participa&ccedil;&atilde;o na capacita&ccedil;&atilde;o d&aacute; continuidade &agrave; atua&ccedil;&atilde;o do MPT-MT junto &agrave; Rede de Prote&ccedil;&atilde;o de Sinop. Em janeiro deste ano, a institui&ccedil;&atilde;o participou de reuni&atilde;o da rede, que re&uacute;ne &oacute;rg&atilde;os e entidades envolvidos na promo&ccedil;&atilde;o e defesa dos direitos de crian&ccedil;as e adolescentes. Em fevereiro, o &oacute;rg&atilde;o apresentou suas atribui&ccedil;&otilde;es no combate ao trabalho infantil e na promo&ccedil;&atilde;o da aprendizagem profissional durante nova reuni&atilde;o da Rede de Prote&ccedil;&atilde;o. Na ocasi&atilde;o, as procuradoras do Trabalho Furlanetti e Paula Bueno Ravena representaram a institui&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Em mar&ccedil;o, o MPT-MT tamb&eacute;m promoveu reuni&atilde;o com representantes do poder p&uacute;blico municipal, Conselho Tutelar e auditores-fiscais do Trabalho para discutir estrat&eacute;gias integradas de preven&ccedil;&atilde;o ao trabalho infantil, encaminhamento de demandas e fomento &agrave; aprendizagem profissional. Foram discutidas situa&ccedil;&otilde;es de trabalho infantil em vias p&uacute;blicas, especialmente em sem&aacute;foros e no per&iacute;odo noturno, al&eacute;m de dados do Observat&oacute;rio da Preven&ccedil;&atilde;o e da Erradica&ccedil;&atilde;o do Trabalho Infantil, do SmartLab, que subsidiam a atua&ccedil;&atilde;o do projeto.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>MPT em Mato Grosso / Foto: Ascom do MPT em MT</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Sindicato acompanha debate no Senado pelo fim da escala 6×1</title> 
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                    <title>Sindicato acompanha debate no Senado pelo fim da escala 6×1</title> 
                    <description>Sindicato chama a atenção dos trabalhadores para a tramitação da PEC 221/2019, que acaba com a escala 6×1 e fixa jornada de 40h</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70047</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Sindicato segue vigilante sobre a tramita&ccedil;&atilde;o da PEC 221/2019, que acaba com a escala 6&times;1 e reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redu&ccedil;&atilde;o salarial. A proposta entra em uma etapa decisiva no Senado nesta semana, com sess&otilde;es de discuss&atilde;o no Plen&aacute;rio hoje, amanh&atilde; e quinta-feira (8), a partir das 14h.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para o secret&aacute;rio-geral do Sindicato, Claudionor Vieira, o debate vai al&eacute;m da redu&ccedil;&atilde;o da jornada e envolve a qualidade de vida de quem trabalha. &ldquo;Quando os interesses dos trabalhadores deixam de ser prioridade, direitos podem ser colocados em risco. Estamos falando de pessoas que precisam ter tempo para descansar, cuidar da sa&uacute;de, conviver com os filhos e com a fam&iacute;lia. N&atilde;o podemos tratar como normal uma vida resumida a trabalhar e recuperar as for&ccedil;as para trabalhar novamente&rdquo;.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A PEC foi aprovada em setembro pela CCJ (Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a), mantendo o texto na C&acirc;mara e rejeitando as 36 emendas apresentadas. O texto estabelece jornada de at&eacute; oito horas di&aacute;rias, cumprida em cinco dias, com dois dias de repouso semanal remunerado (sendo um deles preferencialmente aos domingos), al&eacute;m de permitir compensa&ccedil;&atilde;o de hor&aacute;rios e redu&ccedil;&atilde;o por acordo ou conven&ccedil;&atilde;o coletiva.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Antes da vota&ccedil;&atilde;o em primeiro turno, o texto precisa passar por cinco sess&otilde;es de discuss&atilde;o no Plen&aacute;rio. Se aprovado, haver&aacute; outras tr&ecirc;s antes do segundo turno, com possibilidade de encurtamento de prazos caso os senadores aprovem um calend&aacute;rio especial.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Claudionor chama aten&ccedil;&atilde;o para o fato de que o debate ocorre em per&iacute;odo eleitoral e defende que os trabalhadores acompanhem as posi&ccedil;&otilde;es assumidas sobre a pauta. &ldquo;O que est&aacute; acontecendo agora serve para mostrar que direitos n&atilde;o est&atilde;o garantidos para sempre. As decis&otilde;es tomadas na pol&iacute;tica chegam &agrave; porta da f&aacute;brica e interferem diretamente na vida dos trabalhadores e trabalhadoras. &Eacute; fundamental nesta disputa saber quem defende esta pauta e quem &eacute; contr&aacute;rio porque, afinal de contas, depois n&atilde;o adianta chorar pelo leite derramado&rdquo;.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Metalúrgicos do ABC / Foto: Adonis Guerra</author>
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                        <title>TST autoriza sindicato a executar sentença coletiva em benefício de 8,5 mil trabalhadores</title> 
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                    <title>TST autoriza sindicato a executar sentença coletiva em benefício de 8,5 mil trabalhadores</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70046</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) reconheceu que o Sindicato dos Empregados no Com&eacute;rcio de Osasco e Regi&atilde;o pode executar, de forma coletiva, uma senten&ccedil;a que beneficia mais de 8,5 mil trabalhadores da categoria. A decis&atilde;o envolve valores devidos pelo WMB Supermercados do Brasil Ltda., empresa ligada &agrave; rede Walmart.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O entendimento permite que o sindicato fa&ccedil;a a cobran&ccedil;a dos cr&eacute;ditos nos pr&oacute;prios autos da a&ccedil;&atilde;o coletiva, reunindo trabalhadores em grupos. A entidade sindical pretende executar os valores de 30 empregados por vez, evitando a necessidade de milhares de processos individuais.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><span><strong>A&ccedil;&atilde;o coletiva envolveu mais de 8,5 mil trabalhadores</strong></span></p>
<p class="wp-block-paragraph">A a&ccedil;&atilde;o foi ajuizada pelo sindicato para cobrar direitos relacionados ao descanso semanal remunerado (DSR), multas previstas em normas coletivas e honor&aacute;rios de sucumb&ecirc;ncia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, mais de 8,5 mil trabalhadores foram abrangidos pela decis&atilde;o. Depois que a senten&ccedil;a se tornou definitiva, por&eacute;m, a Justi&ccedil;a do Trabalho determinou que a execu&ccedil;&atilde;o dos valores fosse realizada individualmente, considerando que seria necess&aacute;rio verificar a situa&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica de cada empregado.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><span><strong>Sindicato buscou executar valores em blocos</strong></span></p>
<p class="wp-block-paragraph">Para dar in&iacute;cio &agrave; cobran&ccedil;a, o sindicato apresentou uma a&ccedil;&atilde;o de cumprimento de senten&ccedil;a envolvendo blocos de 30 trabalhadores. O valor devido ao primeiro grupo era de aproximadamente R$ 18 mil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Vara do Trabalho rejeitou o pedido e encerrou a execu&ccedil;&atilde;o sob o entendimento de que a decis&atilde;o anterior determinava a individualiza&ccedil;&atilde;o da cobran&ccedil;a.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O sindicato recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 2&ordf; Regi&atilde;o (TRT-2) e defendeu que poderia continuar atuando como substituto processual dos trabalhadores durante a fase de execu&ccedil;&atilde;o.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A entidade argumentou que a organiza&ccedil;&atilde;o dos benefici&aacute;rios em grupos de aproximadamente 30 pessoas tornaria a cobran&ccedil;a mais eficiente e evitaria a abertura de milhares de processos individuais para executar uma mesma decis&atilde;o coletiva.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O TRT-2, por&eacute;m, manteve o entendimento contr&aacute;rio &agrave; execu&ccedil;&atilde;o coletiva.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><span><strong>TST reconhece legitimidade sindical na fase de execu&ccedil;&atilde;o</strong></span></p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o recurso, a Terceira Turma do TST adotou entendimento favor&aacute;vel &agrave; atua&ccedil;&atilde;o do sindicato. O relator, ministro Mauricio Godinho Delgado, destacou que a Constitui&ccedil;&atilde;o Federal garante &agrave;s entidades sindicais legitimidade para defender direitos coletivos e individuais dos integrantes da categoria.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o entendimento, essa representa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o termina quando a senten&ccedil;a &eacute; proferida. A atua&ccedil;&atilde;o sindical tamb&eacute;m pode alcan&ccedil;ar a fase de liquida&ccedil;&atilde;o, quando s&atilde;o calculados os valores devidos, e a execu&ccedil;&atilde;o, etapa destinada &agrave; cobran&ccedil;a e ao pagamento dos cr&eacute;ditos reconhecidos pela Justi&ccedil;a.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O TST considerou ainda que esse entendimento j&aacute; havia sido consolidado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2006 e incorporado &agrave; jurisprud&ecirc;ncia trabalhista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O caso retornar&aacute; &agrave; Vara do Trabalho para prosseguimento do julgamento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CSB com informações de TST / Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Plenário analisa fim da escala 6x1 na terça-feira </title> 
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                    <title>Plenário analisa fim da escala 6x1 na terça-feira </title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70045</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O Senado analisa na pr&oacute;xima semana a proposta de emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) que acaba com a escala 6x1 &mdash; seis dias de trabalho e um de repouso. O texto reduz a jornada laboral de 44 para 40 horas semanais, que podem ser cumpridas em cinco dias de 8 horas di&aacute;rias com repouso semanal remunerado de dois dias. O Plen&aacute;rio realiza sess&otilde;es para debater a <a rel="noopener" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/174386" target="_blank">PEC 221/2019</a> na ter&ccedil;a (6), na quarta (7) e na quinta-feira (8) a partir das 14h.</p>
<p>A mat&eacute;ria foi aprovada em setembro na Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a (CCJ) e precisa passar por cinco sess&otilde;es de debates no Plen&aacute;rio antes de ser votada em primeiro turno. Se aprovada, segue para o segundo turno, com outras tr&ecirc;s sess&otilde;es de discuss&atilde;o. Mas os prazos podem ser reduzidos se os senadores aprovarem um calend&aacute;rio especial.</p>
<p>A PEC 221/2019 foi relatada na CCJ pelo senador Omar Aziz (PSD-AM). A mat&eacute;ria estabelece dois dias de repouso, um deles preferencialmente aos domingos, sem redu&ccedil;&atilde;o salarial. A proposta tamb&eacute;m fixa per&iacute;odo de at&eacute; 8 horas di&aacute;rias, com possibilidade de compensa&ccedil;&atilde;o de hor&aacute;rios e redu&ccedil;&atilde;o da jornada por acordo ou conven&ccedil;&atilde;o coletiva de trabalho.</p>
<p>O primeiro signat&aacute;rio da PEC 221/2019 &eacute; o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG). O texto da C&acirc;mara dos Deputados recebeu 36 emendas na CCJ, mas todas foram rejeitadas pela comiss&atilde;o. Segundo Omar Aziz, eventuais mudan&ccedil;as exigiriam o retorno do texto a uma nova an&aacute;lise pelos deputados.</p>
<h3><strong>"Ampla relev&acirc;ncia"</strong></h3>
<p>Em nota &agrave; imprensa, a Presid&ecirc;ncia do Senado destaca que o fim da escala 6x1 &eacute; um tema &ldquo;de ampla relev&acirc;ncia para a sociedade brasileira&rdquo; e &ldquo;ser&aacute; debatido com responsabilidade, equil&iacute;brio e respeito &agrave;s diferentes perspectivas envolvidas&rdquo;.</p>
<p>De acordo com o comunicado, o Senado reafirma o &ldquo;compromisso com o di&aacute;logo e com a constru&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es que considerem os trabalhadores, o setor produtivo e o desenvolvimento econ&ocirc;mico e social do pa&iacute;s&rdquo;.</p>
<p>Leia a &iacute;ntegra da nota:</p>
<p><em>COMUNICADO &Agrave; IMPRENSA</em></p>
<p><em>Na pr&oacute;xima ter&ccedil;a-feira (6), o Plen&aacute;rio do Senado Federal analisar&aacute; a Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o que trata do fim da escala de trabalho 6x1.</em></p>
<p><em>O tema, de ampla relev&acirc;ncia para a sociedade brasileira, ser&aacute; debatido com responsabilidade, equil&iacute;brio e respeito &agrave;s diferentes perspectivas envolvidas.</em></p>
<p><em>O Senado reafirma seu compromisso com o di&aacute;logo e com a constru&ccedil;&atilde;o de solu&ccedil;&otilde;es que considerem os trabalhadores, o setor produtivo e o desenvolvimento econ&ocirc;mico e social do pa&iacute;s.</em></p>
<p>Assessoria de Imprensa da Presid&ecirc;ncia do Senado Federal</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Agência Senado</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Novo Congresso ameaça avanço do fim da escala 6×1</title> 
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                    <title>Novo Congresso ameaça avanço do fim da escala 6×1</title> 
                    <description>Nova composição do Congresso dificulta fim da escala 6×1 e amplia preocupação sindical com possíveis mudanças nos direitos trabalhistas</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70044</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O resultado das elei&ccedil;&otilde;es de 2026 pode dificultar significativamente o avan&ccedil;o do fim da escala 6&times;1, uma das principais reivindica&ccedil;&otilde;es atuais dos trabalhadores brasileiros.</p>
<p>Embora Rick Azevedo e Erika Hilton tenham conquistado vagas na C&acirc;mara, a nova composi&ccedil;&atilde;o conservadora do Congresso cria obst&aacute;culos para reduzir legalmente a jornada semanal.</p>
<p>A proposta em discuss&atilde;o pretende reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais, garantindo dois dias de descanso, sem qualquer redu&ccedil;&atilde;o dos sal&aacute;rios atuais.</p>
<p>Al&eacute;m disso, o governo Lula busca manter o calend&aacute;rio de discuss&atilde;o no Senado, enquanto setores da oposi&ccedil;&atilde;o trabalham para adiar a aprecia&ccedil;&atilde;o dessa importante mat&eacute;ria.</p>
<p>Entretanto, o debate trabalhista poder&aacute; seguir caminho contr&aacute;rio, porque parlamentares conservadores defendem mudan&ccedil;as profundas na legisla&ccedil;&atilde;o aprovada durante d&eacute;cadas de organiza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores brasileiros.</p>
<h2>PEC prop&otilde;e pagamento pelas horas trabalhadas</h2>
<p>Nesse cen&aacute;rio, a PEC 12/2026, apresentada pelo senador Rog&eacute;rio Marinho, ganhou destaque ao propor mudan&ccedil;as significativas nas regras sobre jornada e remunera&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores.</p>
<p>A proposta elimina o conceito de jornada m&iacute;nima e estabelece pagamento pelas horas efetivamente trabalhadas, mantendo recolhimentos proporcionais relacionados aos direitos previstos pela legisla&ccedil;&atilde;o trabalhista.</p>
<p>Seus defensores apresentam a medida como amplia&ccedil;&atilde;o da &ldquo;liberdade ao trabalhador&rdquo;, permitindo que empregados negociem diretamente com empregadores a dura&ccedil;&atilde;o das respectivas jornadas de trabalho.</p>
<p>Por outro lado, sindicalistas e especialistas criticam a proposta porque enxergam riscos para previsibilidade salarial, negocia&ccedil;&atilde;o coletiva e prote&ccedil;&atilde;o garantida aos trabalhadores pela Constitui&ccedil;&atilde;o Federal.</p>
<p>Segundo essas avalia&ccedil;&otilde;es, o pagamento exclusivamente por horas trabalhadas poderia reduzir indiretamente sal&aacute;rios e enfraquecer acordos coletivos mediados pelos sindicatos nas diferentes categorias profissionais brasileiras.</p>
<h2>Negocia&ccedil;&atilde;o coletiva tamb&eacute;m entra no debate</h2>
<p>Al&eacute;m disso, propostas defendidas por setores conservadores pretendem ampliar novamente o chamado &ldquo;negociado sobre o legislado&rdquo;, princ&iacute;pio que marcou profundamente a reforma trabalhista aprovada em 2017.</p>
<p>O debate envolve ainda maior espa&ccedil;o para contratos individuais, enquanto sindicatos defendem negocia&ccedil;&otilde;es coletivas capazes de equilibrar rela&ccedil;&otilde;es entre trabalhadores e empresas nas diferentes categorias.</p>
<p>Outro ponto de preocupa&ccedil;&atilde;o envolve declara&ccedil;&otilde;es sobre uma eventual revis&atilde;o das reformas trabalhista e previdenci&aacute;ria, incluindo poss&iacute;veis mudan&ccedil;as nas atuais regras para aposentadoria dos brasileiros.</p>
<p>Diante desse cen&aacute;rio, o movimento sindical ter&aacute; papel decisivo na defesa dos direitos, fortalecendo mobiliza&ccedil;&atilde;o, negocia&ccedil;&atilde;o coletiva e di&aacute;logo com trabalhadores e parlamentares democraticamente eleitos.</p>
<p>Assim, temas como fim da escala 6&times;1, redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem redu&ccedil;&atilde;o salarial e prote&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria permanecem centrais na agenda sindical brasileira dos pr&oacute;ximos anos.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Proposta de Flávio de corte no PIB acaba com ensino público e precariza salários</title> 
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                    <title>Proposta de Flávio de corte no PIB acaba com ensino público e precariza salários</title> 
                    <description>Professores e trabalhadores da educação ficarão sem piso salarial se Flávio Bolsonaro for eleito e cortar 1,5% do PIB em 2027, como propõe sua equipe econômica, alerta presidenta da CNTE</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70043</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A coordenadora econ&ocirc;mica da campanha de Fl&aacute;vio Bolsonaro (PL), Daniella Marques, disse que o candidato &agrave; presid&ecirc;ncia quer implementar um &ldquo;card&aacute;pio de cortes&rdquo; caso seja eleito. Embora n&atilde;o tenha detalhado o plano, ela prev&ecirc; cortar cerca de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o equivalente a R$ 190 bilh&otilde;es no or&ccedil;amento da Uni&atilde;o em 2027. Esse an&uacute;ncio aliado &agrave; proposta de desvincular os gastos m&iacute;nimos com educa&ccedil;&atilde;o da receita l&iacute;quida de impostos (atualmente fixada pela Constitui&ccedil;&atilde;o em 18% para a Uni&atilde;o), com os recursos para a &aacute;rea passando a ser corrigidos apenas pela infla&ccedil;&atilde;o, preocupa os profissionais da educa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Para a presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores em Educa&ccedil;&atilde;o (CNTE), F&aacute;tima Silva, o efeito seria imediato sobre o Fundo de Manuten&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento da Educa&ccedil;&atilde;o B&aacute;sica e de Valoriza&ccedil;&atilde;o dos Profissionais da Educa&ccedil;&atilde;o (Fundeb) que tem como uma de suas finalidades o pagamento dos sal&aacute;rios, afetando o piso dos professores, suas corre&ccedil;&otilde;es e reajustes.</p>
<p>&ldquo;&Eacute; enterrar de vez a possibilidade de um piso para os demais profissionais da educa&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o seja professor&rdquo;, diz.</p>
<p>A presidenta da CNTE destaca que a proposta de desvincula&ccedil;&atilde;o dos recursos destinados constitucionalmente &agrave; &aacute;rea &ldquo;ter&aacute; um impacto em todas as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas para a educa&ccedil;&atilde;o, para os estudantes, bolsas de estudo, para tudo&rdquo;.</p>
<p>Segundo F&aacute;tima, os cortes atingiriam desde a educa&ccedil;&atilde;o infantil at&eacute; o ensino superior, al&eacute;m da pesquisa, ci&ecirc;ncia e extens&atilde;o. Os impactos negativos seriam sentidos ainda na infraestrutura das escolas, nas bolsas para estudantes e professores e no acesso e perman&ecirc;ncia nas universidades.</p>
<p><strong>&ldquo;Se n&atilde;o tem esse incentivo dessas pol&iacute;ticas, esses alunos v&atilde;o cair fora. Ningu&eacute;m entra e quem est&aacute; n&atilde;o vai conseguir ficar. N&atilde;o tem nenhuma pol&iacute;tica que n&atilde;o seja atingida com esse corte, inclusive a alimenta&ccedil;&atilde;o escolar porque muitas crian&ccedil;as v&atilde;o para comer na escola&rdquo;.</strong></p>
<p>&ldquo;A gente n&atilde;o quer retrocesso, a gente est&aacute; aqui para garantir conquistas, avan&ccedil;ar nos direitos, do acesso &agrave; educa&ccedil;&atilde;o do povo brasileiro, da ci&ecirc;ncia, da pesquisa, e ela tem como fundamento a educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica, a educa&ccedil;&atilde;o infantil. &Eacute; ali que come&ccedil;a&rdquo;, conclui a dirigente.</p>
<p><strong>Propostas de Fl&aacute;vio v&atilde;o na contram&atilde;o</strong></p>
<p>Ensino p&uacute;blico de qualidade, professores valorizados e ci&ecirc;ncia impulsionam o desenvolvimento, mas Fl&aacute;vio Bolsonaro aposta na militariza&ccedil;&atilde;o, sem responder aos desafios da educa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Ao propor a amplia&ccedil;&atilde;o das escolas c&iacute;vico-militares, oferecer vouchers e combater a chamada &ldquo;doutrina&ccedil;&atilde;o&rdquo;, o candidato do PL aponta para uma deteriora&ccedil;&atilde;o da qualidade do ensino, comprometendo a forma&ccedil;&atilde;o e capacita&ccedil;&atilde;o profissional e cientifica no pa&iacute;s.</p>
<p>Al&eacute;m das escolas c&iacute;vico-militares o seu programa de governo consta:</p>
<p><strong>Combate &agrave; &ldquo;doutrina&ccedil;&atilde;o&rdquo;:</strong> uma diretriz vaga pode abrir espa&ccedil;o para perseguir professores e restringir discuss&otilde;es leg&iacute;timas sobre hist&oacute;ria, desigualdade e direitos. A liberdade de consci&ecirc;ncia deve proteger o debate e o pensamento cr&iacute;tico.</p>
<p><strong>M&eacute;todo f&ocirc;nico:</strong> associar sons e letras faz parte da alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Priorizar uma metodologia n&atilde;o elimina a necessidade de compreens&atilde;o de textos, forma&ccedil;&atilde;o docente e respeito &agrave; autonomia pedag&oacute;gica.</p>
<p><strong>Vouchers para escolas e creches:</strong> direcionar recursos p&uacute;blicos ao atendimento privado pode oferecer vagas, mas exige fiscaliza&ccedil;&atilde;o e garantia de qualidade. A medida n&atilde;o dispensa ampliar e fortalecer a rede p&uacute;blica.</p>
<p><strong>Financiamento condicionado &agrave; renda:</strong> vincular o pagamento do empr&eacute;stimo estudantil &agrave; renda pode aliviar a cobran&ccedil;a sobre quem est&aacute; sem trabalho. Ainda assim, mant&eacute;m o acesso &agrave; faculdade associado a uma d&iacute;vida e n&atilde;o substitui vagas p&uacute;blicas gratuitas.</p>
<p>Fl&aacute;vio tamb&eacute;m prev&ecirc; forma&ccedil;&atilde;o continuada de professores, amplia&ccedil;&atilde;o do ensino t&eacute;cnico e integral, acesso a tecnologias, atendimento a estudantes com altas habilidades e atividades escolares nas f&eacute;rias, <strong>mas essas medidas precisam de or&ccedil;amento, condi&ccedil;&otilde;es de execu&ccedil;&atilde;o e crit&eacute;rios que reduzam desigualdades.</strong></p>
<p>O Programa Acolher prop&otilde;e remunerar estudantes com bom desempenho para dar refor&ccedil;o aos colegas. A tutoria pode complementar o ensino, mas exige supervis&atilde;o e n&atilde;o substitui o trabalho dos professores.</p>
<p>J&aacute; a vincula&ccedil;&atilde;o de repasses a metas de aprendizagem precisa considerar as condi&ccedil;&otilde;es de cada rede. Sem essa prote&ccedil;&atilde;o, escolas que atendem popula&ccedil;&otilde;es mais vulner&aacute;veis podem ser penalizadas justamente quando precisam de mais investimento.</p>
<p>No ensino superior, Fl&aacute;vio prop&otilde;e transferir a governan&ccedil;a para o Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&otilde;es e priorizar o impacto produtivo nas a&ccedil;&otilde;es da Capes e do CNPq. Aproximar pesquisa e produ&ccedil;&atilde;o pode trazer benef&iacute;cios, mas o financiamento tamb&eacute;m deve preservar ci&ecirc;ncia b&aacute;sica, humanidades e estudos cujo retorno social n&atilde;o se mede pelo lucro imediato.</p>
<p><strong>Essas s&atilde;o propostas s&atilde;o aceitas no papel, mas o futuro do Brasil exige uma pol&iacute;tica que articule todas as etapas da educa&ccedil;&atilde;o, da creche &agrave; p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o. Um ensino p&uacute;blico de qualidade, com professores valorizados, perman&ecirc;ncia estudantil e liberdade para produzir conhecimento s&atilde;o compromissos que precisam orientar esse caminho, o que se torna invi&aacute;vel com cortes or&ccedil;ament&aacute;rios atingindo a educa&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s.</strong></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CUT - Rosely Rocha e André Accarini /Foto: Tania Rego / Agência Brasil - arquivo</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Neste sábado (10): atos em todo o mundo vão denunciar o genocídio do povo palestino</title> 
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                    <title>Neste sábado (10): atos em todo o mundo vão denunciar o genocídio do povo palestino</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70042</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O pr&oacute;ximo s&aacute;bado, dia 10 de outubro, ser&aacute; marcado por protestos em todo o mundo em solidariedade ao povo palestino. A data marca 1.100 dias desde o in&iacute;cio do genoc&iacute;dio perpetuado por Israel, em Gaza, em 2023.</p>
<p>Organizada pela Alian&ccedil;a Global pela Palestina, o dia de luta j&aacute; re&uacute;ne mais de 200 organiza&ccedil;&otilde;es da sociedade civil, sindicatos, federa&ccedil;&otilde;es estudantis, redes de direitos humanos e grupos comunit&aacute;rios em seis continentes.</p>
<p>A a&ccedil;&atilde;o coordenada busca criar uma interven&ccedil;&atilde;o direta e unificada para denunciar a cumplicidade p&uacute;blica e exigir responsabilidade contra os crimes de guerra e contra a humanidade cometidos por Israel.</p>
<p>&ldquo;Defender a Terra e P&ocirc;r Fim ao Genoc&iacute;dio&rdquo; s&atilde;o os eixos que mobilizar&atilde;o os manifestantes. Isso significa abordar tanto o ataque cont&iacute;nuo de Israel a Gaza, quanto a escalada da viol&ecirc;ncia dos colonos apoiada com incurs&otilde;es militares em toda a Cisjord&acirc;nia ocupada.</p>
<p>Embora os dados oficiais indiquem que pelo menos 75 mil palestinos j&aacute; foram mortos em Gaza pelos ataques sionistas, estudos independentes publicados relatam estimativas que chegam at&eacute; a 10 vezes este n&uacute;mero.</p>
<p><span><strong>A&ccedil;&otilde;es pela Palestina</strong></span></p>
<p>Grandes manifesta&ccedil;&otilde;es j&aacute; est&atilde;o sendo convocadas em cidades como Londres, Sydney, Cidade do Cabo, S&atilde;o Paulo, Rabat, Quito, Cidade do M&eacute;xico, Istambul, Santiago, Reykjav&iacute;k e Bangcoc.</p>
<p>Aqui no Brasil, na capital paulista, a mobiliza&ccedil;&atilde;o dever&aacute; ocorrer a partir das 14h, com concentra&ccedil;&atilde;o na Pra&ccedil;a Roosevelt, regi&atilde;o central da cidade. A CSP-Conlutas dar&aacute; total apoio na organiza&ccedil;&atilde;o deste evento.</p>
<p>Ao redor do mundo tamb&eacute;m est&atilde;o programados bloqueios e interven&ccedil;&otilde;es contra sedes governamentais e comerciais israelenses.</p>
<p>Al&eacute;m disso, tamb&eacute;m haver&aacute; uma grande programa&ccedil;&atilde;o cultural com aulas p&uacute;blicas e exibi&ccedil;&otilde;es de filmes sobre a Palestina. Em Atenas, Modena e Kuala Lumpur, a programa&ccedil;&atilde;o se estender&aacute; por v&aacute;rios dias e incluir&atilde;o acampamentos e vig&iacute;lias culturais.</p>
<p>Em outros lugares, mobiliza&ccedil;&otilde;es de rua em massa ocorrer&atilde;o ao lado de a&ccedil;&otilde;es comunit&aacute;rias, culturais e educacionais. &Eacute; o caso das exibi&ccedil;&otilde;es de filmes na Nig&eacute;ria e vig&iacute;lias comemorativas na Rep&uacute;blica Democr&aacute;tica do Congo at&eacute; atividades educacionais lideradas por estudantes em Trinidad e Tobago.</p>
<p><span><strong>Todo apoio</strong></span></p>
<p>Ap&oacute;s tr&ecirc;s anos de genoc&iacute;dio e da crescente viol&ecirc;ncia dos colonos israelenses, com a coniv&ecirc;ncia dos governos ao redor do mundo, segue fundamental a mobiliza&ccedil;&atilde;o da classe trabalhadora para frear a m&aacute;quina de guerra sionista.</p>
<p>&Eacute; fundamental fortalecer as a&ccedil;&otilde;es do dia 10 de outubro com as bandeiras de solidariedade ao povo palestino, o fim do genoc&iacute;dio, o boicote ao estado assassino de Israel e a garantia de uma Palestina livre do apartheid e colonialismo, do Rio ao Mar.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CSP-CONLUTAS</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>CTB amplia comunicação com trabalhadores e reforça mobilização no segundo turno</title> 
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                    <title>CTB amplia comunicação com trabalhadores e reforça mobilização no segundo turno</title> 
                    <description>Canal da CTB no WhatsApp reúne notícias, informações e conteúdos de interesse da classe trabalhadora; entidade reforça importância da participação no processo eleitoral</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=70041</link>
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                        <![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) est&aacute; ampliando sua comunica&ccedil;&atilde;o com a classe trabalhadora por meio de seu canal oficial no WhatsApp. O espa&ccedil;o re&uacute;ne not&iacute;cias, informa&ccedil;&otilde;es e conte&uacute;dos relacionados aos direitos dos trabalhadores, &agrave;s lutas sociais e &agrave; conjuntura pol&iacute;tica e econ&ocirc;mica do pa&iacute;s.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em meio ao segundo turno das elei&ccedil;&otilde;es presidenciais, o canal tamb&eacute;m se torna um instrumento de comunica&ccedil;&atilde;o e mobiliza&ccedil;&atilde;o para trabalhadores e trabalhadoras que acompanham o debate pol&iacute;tico e sindical. Para a CTB, ampliar o acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o &eacute; parte importante da participa&ccedil;&atilde;o da classe trabalhadora no processo democr&aacute;tico.</p>
<p class="isSelectedEnd">A entidade defende a mobiliza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores neste novo momento da disputa eleitoral e destaca a import&acirc;ncia de acompanhar as propostas, os projetos e os posicionamentos apresentados durante a campanha. A CTB tamb&eacute;m tem chamado suas bases e entidades filiadas a fortalecer o di&aacute;logo nos locais de trabalho, nas comunidades e nos movimentos sociais.</p>
<h2>Informa&ccedil;&atilde;o e mobiliza&ccedil;&atilde;o</h2>
<p class="isSelectedEnd">O canal da CTB no WhatsApp permite que os trabalhadores recebam diretamente no celular as principais not&iacute;cias da Central, conte&uacute;dos sobre direitos trabalhistas, campanhas, mobiliza&ccedil;&otilde;es, decis&otilde;es que impactam a vida da popula&ccedil;&atilde;o e informa&ccedil;&otilde;es sobre a atua&ccedil;&atilde;o do movimento sindical.</p>
<p class="isSelectedEnd">Neste segundo turno, a comunica&ccedil;&atilde;o ganha ainda mais import&acirc;ncia diante da necessidade de ampliar o di&aacute;logo com os trabalhadores e levar informa&ccedil;&atilde;o para diferentes espa&ccedil;os da sociedade.</p>
<p class="isSelectedEnd">A CTB orienta suas bases a acompanhar a campanha eleitoral, participar do debate p&uacute;blico e exercer o direito de voto de forma consciente, considerando os projetos apresentados para o pa&iacute;s e seus impactos sobre os trabalhadores e trabalhadoras.</p>
<p><span>Acompanhe as not&iacute;cias da classe trabalhadora pelo canal da CTB no WhatsApp e fique por dentro das principais mobiliza&ccedil;&otilde;es, campanhas e informa&ccedil;&otilde;es do movimento sindical.</span></p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CTB</author>
                </item>
            
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