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        <title>Portal Mundo Sindical - Noticias sobre Sindicalismo</title> 
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        <description>Sindicalismo levado a serio!</description> 
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        <copyright>MUNDO SINDICAL 2026</copyright>
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            <title>Portal Mundo Sindical - Sindicalismo levado a serio!</title>
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                        <title>Ricardo Patah destaca papel dos sindicatos na defesa da democracia durante evento do MPT sobre assédio eleitoral</title> 
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                    <title>Ricardo Patah destaca papel dos sindicatos na defesa da democracia durante evento do MPT sobre assédio eleitoral</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69023</link>
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                        <![CDATA[<p>O presidente da Uni&atilde;o Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, participou, no &uacute;ltimo dia 4 de maio, do evento &ldquo;Di&aacute;logos com o MPT: Sindicatos, Democracia e Ass&eacute;dio Eleitoral&rdquo;, realizado na sede do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho, no Distrito Federal. A iniciativa marcou o in&iacute;cio de uma s&eacute;rie de encontros promovidos pela Coordenadoria Nacional de Promo&ccedil;&atilde;o da Liberdade Sindical e do Di&aacute;logo Social (Conalis), dentro das a&ccedil;&otilde;es da campanha Maio Lil&aacute;s.</p>
<p>Representando a UGT, Patah destacou a import&acirc;ncia hist&oacute;rica do movimento sindical na defesa da democracia e enfatizou o papel das entidades sindicais no combate ao ass&eacute;dio eleitoral no ambiente de trabalho. &ldquo;O movimento sindical teve um papel extraordin&aacute;rio na conquista da liberdade e hoje seguimos falando da manuten&ccedil;&atilde;o dessa liberdade e dessa democracia. N&oacute;s n&atilde;o estamos fazendo campanha para ningu&eacute;m, estamos fazendo a campanha da democracia&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Durante o encontro, Patah tamb&eacute;m ressaltou a necessidade de fortalecer os sindicatos para que possam cumprir sua fun&ccedil;&atilde;o de conscientiza&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores. Segundo ele, pr&aacute;ticas de ass&eacute;dio eleitoral ainda s&atilde;o recorrentes, especialmente em per&iacute;odos de elei&ccedil;&atilde;o, quando empregadores tentam influenciar o voto dos funcion&aacute;rios por meio de amea&ccedil;as ou intimida&ccedil;&otilde;es. &ldquo;O trabalhador precisa ter liberdade para votar em quem acredita. N&atilde;o pode existir press&atilde;o ou amea&ccedil;a dentro do ambiente de trabalho. O voto precisa ser exercido com independ&ecirc;ncia e consci&ecirc;ncia&rdquo;, declarou Ricardo.&nbsp;</p>
<p>O dirigente refor&ccedil;ou tamb&eacute;m a uni&atilde;o das centrais sindicais em defesa de um pa&iacute;s mais justo e democr&aacute;tico. Segundo ele, o movimento sindical tem o compromisso de construir, de forma solid&aacute;ria, caminhos que fortale&ccedil;am a cidadania, ampliem direitos, promovam a distribui&ccedil;&atilde;o de renda e garantam mais oportunidades para toda a popula&ccedil;&atilde;o brasileira.</p>
<p>Lan&ccedil;ada em 1&ordm; de maio, a campanha Maio Lil&aacute;s deste ano temcomo foco a valoriza&ccedil;&atilde;o da liberdade sindical, o fortalecimento do di&aacute;logo social e o enfrentamento ao ass&eacute;dio eleitoral. Ao longo do m&ecirc;s, o MPT promover&aacute; debates, semin&aacute;rios e a&ccedil;&otilde;es de conscientiza&ccedil;&atilde;o em diversas regi&otilde;es do pa&iacute;s, al&eacute;m da divulga&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos informativos nas redes sociais e na imprensa.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>UGT</author>
                </item>
            
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                        <title>Sindicato dos Servidores Municipais de Inhapim-MG e SINDTAXI-PB oficializam filiação à CSB</title> 
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                    <title>Sindicato dos Servidores Municipais de Inhapim-MG e SINDTAXI-PB oficializam filiação à CSB</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69022</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (7), a Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) ampliou sua base de representa&ccedil;&atilde;o sindical com a filia&ccedil;&atilde;o de duas importantes lideran&ccedil;as de categorias profissionais de Minas Gerais e da Para&iacute;ba.</p>
<p>Passaram a integrar oficialmente a central a presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Inhapim, Norma Darc Fialho Pereira, e o presidente do Sindicato Intermunicipal dos Condutores Aut&ocirc;nomos de Ve&iacute;culos Rodovi&aacute;rios Taxistas, Caminhoneiros, Escolares e Auxiliares de Condutores (SINDTAXI), Wellington Bosisio De Macedo.</p>
<p><span>LEIA:&nbsp;<a id="https://csb.org.br/nacional/encontro-direcao-nacional-csb-programacao-confirmada" rel="noreferrer noopener" type="link" href="https://csb.org.br/nacional/encontro-direcao-nacional-csb-programacao-confirmada" target="_blank">Encontro da Dire&ccedil;&atilde;o Nacional da CSB tem programa&ccedil;&atilde;o confirmada; confira!</a></span></p>
<p><span><strong>Expans&atilde;o fortalece atua&ccedil;&atilde;o sindical</strong></span></p>
<p>O Sindicato dos Servidores Municipais de Inhapim, presidido por Norma, atua na defesa dos interesses dos servidores, acompanhando pautas relacionadas a remunera&ccedil;&atilde;o, condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e demais direitos do funcionalismo p&uacute;blico.</p>
<p>O SINDTAXI da regional da Para&iacute;ba, liderado por Wellington, representa categorias que enfrentam desafios ligados &agrave; regulamenta&ccedil;&atilde;o da profiss&atilde;o, financiamento de ferramentas de trabalho (como a troca de ve&iacute;culos e aquisi&ccedil;&atilde;o de acess&oacute;rios), custos operacionais de manuten&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos e demais pol&iacute;ticas relacionadas ao transporte e mobilidade, servi&ccedil;o essencial para o pleno funcionamento da sociedade.</p>
<p>A chegada das entidades refor&ccedil;a o objetivo da central de fortalecer a organiza&ccedil;&atilde;o sindical em diversas regi&otilde;es do pa&iacute;s, ampliando a capacidade de mobiliza&ccedil;&atilde;o e articula&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica em pautas ligadas aos direitos trabalhistas, valoriza&ccedil;&atilde;o profissional e melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CSB</author>
                </item>
            
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                        <title>Fim da escala 6×1: jornal britânico afirma que mudança alinharia Brasil ao Ocidente</title> 
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                    <title>Fim da escala 6×1: jornal britânico afirma que mudança alinharia Brasil ao Ocidente</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69021</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Em an&aacute;lise publicada na &uacute;ltima quinta-feira (7) pelo jornal brit&acirc;nico Financial Times, o ve&iacute;culo afirmou que a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho colocaria o Brasil &ldquo;em linha com grande parte do mundo ocidental&rdquo;, onde modelos com mais dias de descanso j&aacute; s&atilde;o realidade.</p>
<p>A proposta em discuss&atilde;o no Congresso Nacional prev&ecirc; mudan&ccedil;as na atual escala em que trabalhadores atuam durante seis dias consecutivos e descansam apenas um. O texto abre caminho para a redu&ccedil;&atilde;o da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redu&ccedil;&atilde;o salarial.</p>
<p><span>LEIA:&nbsp;<a id="https://csb.org.br/noticias/pec-fim-escala-6x1-relator-jornadas-especiais-projeto-separado" rel="noreferrer noopener" type="link" href="https://csb.org.br/noticias/pec-fim-escala-6x1-relator-jornadas-especiais-projeto-separado" target="_blank">PEC fim da escala 6&times;1: relator diz que jornadas especiais ter&atilde;o projeto separado</a></span></p>
<p>Segundo a reportagem, o governo federal estima que cerca de 15 milh&otilde;es de trabalhadores formais seriam diretamente impactados pelo fim da escala 6&times;1. Outros 37 milh&otilde;es poderiam ser beneficiados pela redu&ccedil;&atilde;o da carga hor&aacute;ria semanal.</p>
<p>O Financial Times destacou que a redu&ccedil;&atilde;o da jornada acompanha tend&ecirc;ncias j&aacute; consolidadas em diversos pa&iacute;ses ocidentais, impulsionadas por ganhos de produtividade e melhores condi&ccedil;&otilde;es salariais.</p>
<p>Contextualizando que enquanto pa&iacute;ses discutem a implementa&ccedil;&atilde;o da semana de quatro dias de trabalho diante dos avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos, o Brasil ainda debate a transi&ccedil;&atilde;o de seis para cinco dias de trabalho semanal.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;Enquanto alguns no Ocidente defendem uma semana de trabalho de quatro dias na era da intelig&ecirc;ncia artificial, o Brasil s&oacute; agora busca reduzir a jornada de milh&otilde;es de seus trabalhadores de seis para cinco dias&rdquo;, afirmou o jornal.</p>
</blockquote>
<p>O texto tamb&eacute;m comparou a carga hor&aacute;ria brasileira &agrave; de outros pa&iacute;ses. Dados citados mostram que os brasileiros trabalharam, em m&eacute;dia, quase 2 mil horas em 2023, cerca de 50% acima da m&eacute;dia registrada na Alemanha.</p>
<p>Entre os argumentos utilizados pela oposi&ccedil;&atilde;o e apresentados pela reportagem est&aacute; uma estimativa da Fecom&eacute;rcio-SP indicando que a diminui&ccedil;&atilde;o para 40 horas semanais poderia elevar em cerca de 10% o custo da hora trabalhada.</p>
<p>Por outro lado, o Financial Times tamb&eacute;m mencionou estudos do Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada (Ipea), que avaliam que os impactos financeiros seriam suport&aacute;veis e sem evid&ecirc;ncias concretas de aumento do desemprego. A publica&ccedil;&atilde;o destacou que especialistas internacionais defendem que o aumento da produtividade n&atilde;o depende necessariamente de jornadas mais extensas.</p>
<p>Pesquisadores ligados ao Fundo Monet&aacute;rio Internacional (FMI) argumentam que pol&iacute;ticas de inclus&atilde;o no mercado de trabalho, como amplia&ccedil;&atilde;o da licen&ccedil;a parental e incentivo &agrave; perman&ecirc;ncia de trabalhadores mais velhos na ativa, podem trazer resultados mais sustent&aacute;veis.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&ldquo;Est&aacute; longe de ter sua aprova&ccedil;&atilde;o garantida em um legislativo cada vez mais hostil e dominado por conservadores&rdquo;, ressaltou o ve&iacute;culo sobre a resist&ecirc;ncia dentro do Congresso para a aprova&ccedil;&atilde;o da proposta.</p>
</blockquote>
<p>O deputado L&eacute;o Prates (Republicanos-BA), respons&aacute;vel pela relatoria das propostas de redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho e do fim da escala 6&times;1, apresentou na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira (5) um cronograma que estabelece a vota&ccedil;&atilde;o do parecer para o dia 26 de maio. Ap&oacute;s vota&ccedil;&atilde;o na C&acirc;mara, caso aprovado, o projeto segue para vota&ccedil;&atilde;o no Senado.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CSB com informações de BBC Brasil / Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</author>
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                <item>
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                        <title>CTB divulga materiais da campanha pelo fim da escala 6×1 e convoca sindicatos para fortalecer mobilização nacional</title> 
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                    <title>CTB divulga materiais da campanha pelo fim da escala 6×1 e convoca sindicatos para fortalecer mobilização nacional</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69020</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) disponibilizou novos materiais de comunica&ccedil;&atilde;o para fortalecer a campanha nacional pelo fim da escala 6&times;1 e pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho sem redu&ccedil;&atilde;o salarial. A iniciativa integra a ampla mobiliza&ccedil;&atilde;o em defesa de mais qualidade de vida, sa&uacute;de e dignidade para milh&otilde;es de trabalhadores e trabalhadoras em todo o pa&iacute;s.</p>
<p><span>Acesse e compartilhe os materiais da campanha:&nbsp;</span><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1boJzmlRZhZxQsKZWycqJcqgGvxcMBx03?utm_source=chatgpt.com">Materiais da campanha pelo fim da escala 6&times;1</a></p>
<p>Com o lema&nbsp;<span>&ldquo;Mais tempo para viver&rdquo;</span>, a campanha ganha ainda mais for&ccedil;a em um momento decisivo do debate p&uacute;blico sobre a jornada de trabalho no Brasil. O governo federal tamb&eacute;m lan&ccedil;ou recentemente uma campanha nacional em defesa do fim da escala 6&times;1, destacando que a proposta pode beneficiar cerca de 37 milh&otilde;es de trabalhadores brasileiros.</p>
<p>Os materiais produzidos pela CTB incluem artes para redes sociais, cards, pe&ccedil;as gr&aacute;ficas e conte&uacute;dos de mobiliza&ccedil;&atilde;o que podem ser utilizados por sindicatos, federa&ccedil;&otilde;es, confedera&ccedil;&otilde;es e movimentos sociais em suas a&ccedil;&otilde;es de base, assembleias, plen&aacute;rias e atividades p&uacute;blicas.</p>
<p>A orienta&ccedil;&atilde;o &eacute; que todas as entidades sindicais se apropriem dos materiais para ampliar o alcance da campanha e fortalecer a press&atilde;o social pela aprova&ccedil;&atilde;o de medidas que garantam o fim da escala 6&times;1, consolidando uma jornada mais justa para a classe trabalhadora.</p>
<p>Para a CTB, a luta pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem redu&ccedil;&atilde;o salarial &eacute; uma pauta hist&oacute;rica do movimento sindical e representa um passo fundamental para assegurar mais tempo para o conv&iacute;vio familiar, descanso, lazer, estudo e cuidados com a sa&uacute;de.</p>
<p>A Central refor&ccedil;a que este &eacute; um momento estrat&eacute;gico para ampliar o debate nas categorias, nas ruas e nas redes, conectando trabalhadores e trabalhadoras em torno de uma reivindica&ccedil;&atilde;o que expressa uma necessidade urgente da sociedade brasileira:&nbsp;<span>trabalhar para viver, e n&atilde;o viver para trabalhar.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span><strong>Mobiliza&ccedil;&atilde;o nacional</strong></span><br />??&nbsp;<span>13 de maio, &agrave;s 19h</span>&nbsp;&ndash; Assembleia Nacional Virtual pelo fim da escala 6&times;1<br />??&nbsp;<span>19 de maio</span>&nbsp;&ndash; Dia Nacional de Luta pelo fim da escala 6&times;1</p>
<p>A CTB convoca toda sua base sindical a fortalecer essa mobiliza&ccedil;&atilde;o e fazer ecoar em todo o Brasil uma reivindica&ccedil;&atilde;o que une milh&otilde;es de trabalhadores:&nbsp;<span>mais tempo para viver, sem perder sal&aacute;rio.</span></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CTB</author>
                </item>
            
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                        <title>Sindicato estadual vence disputa com interestadual para representar petroleiros no Amazonas</title> 
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                    <title>Sindicato estadual vence disputa com interestadual para representar petroleiros no Amazonas</title> 
                    <description>A 2ª Turma do TST decidiu que o Sindipetro/Amazonas é o legítimo representante dos petroleiros em todo o estado</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69019</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho decidiu que o Sindicato dos Trabalhadores na Ind&uacute;stria de Petr&oacute;leo e Derivados do Estado do Amazonas (Sindipetro-AM) representa os trabalhadores da extra&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo no estado. Assim, a fun&ccedil;&atilde;o n&atilde;o cabe mais ao Sindicato dos Trabalhadores na Ind&uacute;stria da Extra&ccedil;&atilde;o do Petr&oacute;leo nos estados do Par&aacute;, Amazonas, &nbsp;Maranh&atilde;o e Amap&aacute; (Sindipetro-PA/AM/MA/AP). O colegiado decidiu o caso pelo crit&eacute;rio da base territorial mais restrita (especificidade), que, segundo a relatora, ministra Dela&iacute;de Miranda Arantes, atende melhor aos interesses da categoria local.</p>
<h4>Sindipetro-AM aumentou sua representatividade</h4>
<p>Os dois sindicatos foram fundados na d&eacute;cada de 1960, mas a entidade estadual representava apenas quem atuava nas ind&uacute;strias de destila&ccedil;&atilde;o e refina&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo, enquanto o interestadual, desde a cria&ccedil;&atilde;o, abrangia os trabalhadores na ind&uacute;stria de extra&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo. Em 2002, O Sindipetro-AM mudou seu estatuto para estender sua atua&ccedil;&atilde;o a todos os trabalhadores dos setores de petr&oacute;leo e petroqu&iacute;mico.&nbsp;</p>
<p>Surgiu da&iacute; o conflito de compet&ecirc;ncia, e o Sindipetro-AM apresentou a a&ccedil;&atilde;o declarat&oacute;ria de representatividade contra o Sindipetro/PA/AM/MA/AP. A quest&atilde;o se potencializa porque os sindicatos se envolvem em negocia&ccedil;&otilde;es coletivas com a Petrobras S.A., que atua no Amazonas.</p>
<h4>TRT decidiu pela antiguidade</h4>
<p>O ju&iacute;zo de primeiro grau julgou procedente o pedido do Sindipetro-AM, mas o Tribunal Regional do Trabalho da 11&ordf; Regi&atilde;o deu provimento a recurso para declarar a legitimidade do sindicato interestadual. &nbsp;Segundo o TRT, antes da altera&ccedil;&atilde;o estatut&aacute;ria de 2002, ele j&aacute; representava os interesses de todos os trabalhadores do setor no Amazonas. Para o Regional, o crit&eacute;rio de escolha &eacute; o da antiguidade.&nbsp;</p>
<h4>Especificidade se sobrep&otilde;e &agrave; antiguidade</h4>
<p>A ministra Dela&iacute;de, relatora do recurso do Sindipetro-AM, explicou que o sistema sindical brasileiro n&atilde;o admite a atua&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea de mais de uma entidade em nome de uma categoria na mesma base geogr&aacute;fica. Como houve o registro da altera&ccedil;&atilde;o estatut&aacute;ria do Sindipetro-AM no Minist&eacute;rio do Trabalho, o desmembramento da categoria foi leg&iacute;timo.&nbsp;</p>
<p>A decis&atilde;o foi un&acirc;nime, mas o sindicato interestadual apresentou embargos de declara&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>TST</author>
                </item>
            
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                        <title>Ministério do Trabalho inaugura terceiro Ponto de Apoio ao Trabalhador de Mobilidade Urbana no DF</title> 
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                    <title>Ministério do Trabalho inaugura terceiro Ponto de Apoio ao Trabalhador de Mobilidade Urbana no DF</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69018</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O secret&aacute;rio-executivo do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE), Chico Macena, participou nesta quarta-feira (7) da inaugura&ccedil;&atilde;o do terceiro Ponto de Apoio ao Trabalhador de Mobilidade Urbana do Distrito Federal, localizado no Setor Hoteleiro Norte, em Bras&iacute;lia.</p>
<p>O espa&ccedil;o &eacute; resultado de uma parceria entre o MTE e o Governo do Distrito Federal (GDF) e foi criado para oferecer melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, conforto e acolhimento aos trabalhadores da mobilidade urbana, como motoristas de aplicativos. O local conta com infraestrutura equipada com banheiros, acesso &agrave; internet, pontos de recarga para celulares, espa&ccedil;o para refei&ccedil;&otilde;es e &aacute;rea de descanso.</p>
<p>Outras duas unidades j&aacute; foram implantadas no Gama e em &Aacute;guas Claras, ampliando a rede de apoio aos trabalhadores do setor no Distrito Federal.</p>
<p>Durante a inaugura&ccedil;&atilde;o, Chico Macena anunciou que uma parceria entre o Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego e a Funda&ccedil;&atilde;o Banco do Brasil permitir&aacute; a implanta&ccedil;&atilde;o de 100 Pontos de Apoio ao Trabalhador de Mobilidade Urbana em diferentes regi&otilde;es do pa&iacute;s.</p>
<p>Segundo o secret&aacute;rio-executivo, a iniciativa representa um avan&ccedil;o na valoriza&ccedil;&atilde;o desses profissionais e na promo&ccedil;&atilde;o de condi&ccedil;&otilde;es mais dignas de trabalho. &ldquo;Esses trabalhadores precisam ter direitos e espa&ccedil;os adequados de apoio. Esse ponto representa mais dignidade, acolhimento e qualidade de vida para quem passa horas nas ruas trabalhando&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Macena tamb&eacute;m destacou a import&acirc;ncia da parceria com o GDF, respons&aacute;vel pela cess&atilde;o dos espa&ccedil;os utilizados para implanta&ccedil;&atilde;o das unidades. Al&eacute;m disso, informou que o governo federal estuda alternativas de financiamento para facilitar a renova&ccedil;&atilde;o da frota de ve&iacute;culos utilizada por motoristas de aplicativos e taxistas.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Ministério do Trabalho e Emprego</author>
                </item>
            
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                        <title>"Escala 5x2 já beneficia quase 30 milhões de trabalhadores formais no Brasil", afirma Chico Macena</title> 
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                    <title>"Escala 5x2 já beneficia quase 30 milhões de trabalhadores formais no Brasil", afirma Chico Macena</title> 
                    <description>Secretário-executivo do MTE defende redução da jornada para 40 horas semanais sem redução salarial e afirma que proposta aumenta a produtividade e melhora a qualidade de vida dos trabalhadores</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69017</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O secret&aacute;rio-executivo do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE), Francisco Macena, afirmou nesta sexta-feira (8), durante entrevista &agrave; TV Senado, que a jornada de trabalho com cinco dias de trabalho e dois de descanso j&aacute; &eacute; realidade no Brasil para quase 30 milh&otilde;es de trabalhadores formais. &ldquo;Dois ter&ccedil;os dos trabalhadores j&aacute; est&atilde;o na escala 5x2. Cerca de 15 milh&otilde;es ainda permanecem na escala 6x1&rdquo;, afirmou. &ldquo;O desafio agora &eacute; fazer com que a jornada 5x2 deixe de ser privil&eacute;gio de parte do mercado formal e alcance todos os trabalhadores formais brasileiros, garantindo mais qualidade de vida, sa&uacute;de e equil&iacute;brio entre trabalho e vida pessoal&rdquo;, afirmou Macena.</p>
<p>O secret&aacute;rio participou do programa TV Senado Live em debate com o especialista em rela&ccedil;&otilde;es do trabalho da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI), Pablo Rolim Carneiro.</p>
<p>Macena explicou que a proposta n&atilde;o prev&ecirc; compensa&ccedil;&atilde;o das quatro horas reduzidas e que as especificidades de setores que exigem jornadas diferenciadas, como sa&uacute;de, com&eacute;rcio, atividades embarcadas e escalas 12x36, dever&atilde;o ser tratadas por meio de negocia&ccedil;&atilde;o coletiva entre trabalhadores e empregadores.</p>
<p>Macena ressaltou ainda que estudos do MTE indicam que o impacto econ&ocirc;mico da medida tende a ser residual e pode ser absorvido pelas empresas. Segundo ele, a redu&ccedil;&atilde;o da jornada contribui para diminuir o absente&iacute;smo, as doen&ccedil;as relacionadas ao trabalho e os afastamentos, al&eacute;m de melhorar a produtividade.</p>
<p>&ldquo;O debate n&atilde;o &eacute; novo. Essa discuss&atilde;o est&aacute; no Congresso desde 2006 e experi&ecirc;ncias internacionais mostram que a redu&ccedil;&atilde;o da jornada pode melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores e aumentar a produtividade das empresas&rdquo;, afirmou.</p>
<p>O secret&aacute;rio tamb&eacute;m citou estudo da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas (FGV) com empresas que adotaram redu&ccedil;&atilde;o de jornada. Segundo ele, 72% registraram aumento de receita e 44% melhoraram o cumprimento de prazos operacionais ap&oacute;s a mudan&ccedil;a.</p>
<p>Para Macena, a discuss&atilde;o envolve n&atilde;o apenas melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, mas tamb&eacute;m ganhos para a economia. &ldquo;Quando h&aacute; menos estafa, menos adoecimento e melhores rela&ccedil;&otilde;es no ambiente de trabalho, o trabalhador produz mais e a empresa tamb&eacute;m ganha&rdquo;, concluiu.</p>
<p>Durante o debate no programa TV Senado Live, o especialista em rela&ccedil;&otilde;es do trabalho da CNI, Pablo Rolim Carneiro, observou que setores como a ind&uacute;stria j&aacute; operam com jornadas menores, pr&oacute;ximas de 42 horas semanais, e alertou para a necessidade de considerar as diferen&ccedil;as entre os segmentos econ&ocirc;micos na discuss&atilde;o sobre a redu&ccedil;&atilde;o da jornada.</p>
<p>Para o especialista, a principal preocupa&ccedil;&atilde;o do setor produtivo est&aacute; em uma eventual imposi&ccedil;&atilde;o legal uniforme para todas as atividades. &ldquo;Os setores que mais competem interna e internacionalmente podem ser os mais impactados&rdquo;, afirmou.</p>
<p><span>Confira aqui o debate sobre a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho para 40 horas semanais com dois dias de descanso:</span></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=XEIUkC9Pff4">https://www.youtube.com/watch?v=XEIUkC9Pff4</a></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Ministério do Trabalho e Emprego</author>
                </item>
            
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                        <title>Elaborado com apoio da OIT, relatório final da II Conferência Nacional do Trabalho é aprovado</title> 
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                    <title>Elaborado com apoio da OIT, relatório final da II Conferência Nacional do Trabalho é aprovado</title> 
                    <description>Documento reúne propostas construídas por governo, trabalhadores e empregadores e será apresentado na Conferência Internacional do Trabalho da OIT como referência de diálogo social tripartite</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69016</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE) aprovou, nesta ter&ccedil;a-feira (5), o Relat&oacute;rio Final da II Confer&ecirc;ncia Nacional do Trabalho (II CNT), consolidando um amplo processo de di&aacute;logo social tripartite que envolveu representantes do governo, dos trabalhadores e dos empregadores em todas as etapas da II CNT. A aprova&ccedil;&atilde;o ocorreu durante reuni&atilde;o da Comiss&atilde;o Organizadora Nacional, com a participa&ccedil;&atilde;o do ministro Luiz Marinho.&nbsp;</p>
<p>Coordenada pelo MTE, a II CNT foi um espa&ccedil;o tripartite, parit&aacute;rio e democr&aacute;tico e contou com a assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e a assessoria do escrit&oacute;rio da OIT para o Brasil, brindadas no &acirc;mbito do Programa de Coopera&ccedil;&atilde;o Sul&ndash;Sul Brasil&ndash;OIT &ldquo;Justi&ccedil;a Social para o Sul Global&rdquo;.&nbsp; A OIT tamb&eacute;m foi respons&aacute;vel pela elabora&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio final.&nbsp;</p>
<p>O documento, apresentado pela coordenadora da &Aacute;rea de Coopera&ccedil;&atilde;o Sul-Sul e Parcerias Estrat&eacute;gicas da OIT no Brasil, Fernanda Barreto, sistematiza todo o processo de constru&ccedil;&atilde;o da II CNT, desde sua inser&ccedil;&atilde;o na agenda p&uacute;blica at&eacute; os resultados alcan&ccedil;ados na etapa nacional, realizada em mar&ccedil;o de 2026. A metodologia adotada assegurou a participa&ccedil;&atilde;o equilibrada das tr&ecirc;s bancadas, garantindo escuta qualificada, negocia&ccedil;&atilde;o e delibera&ccedil;&atilde;o conjunta sobre pol&iacute;ticas p&uacute;blicas voltadas ao mundo do trabalho.</p>
<p>Ao longo do processo de debates, com mais de 4.500 mil participantes mobilizados em todo o pa&iacute;s, nas etapas 27 estaduais e distrital e na etapa nacional, reafirmando o papel do tripartismo como base para a constru&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas mais leg&iacute;timas, eficazes e sustent&aacute;veis. O relat&oacute;rio evidencia a atua&ccedil;&atilde;o articulada das bancadas, que contribu&iacute;ram ativamente na formula&ccedil;&atilde;o, sistematiza&ccedil;&atilde;o e delibera&ccedil;&atilde;o das propostas.</p>
<p>De acordo com o coordenador nacional da II CNT e secret&aacute;rio de Rela&ccedil;&otilde;es do Trabalho, Marcos Perioto, a confer&ecirc;ncia evidenciou a retomada concreta do di&aacute;logo social nos estados e nas regi&otilde;es. &ldquo;Em muitos casos, esse di&aacute;logo praticamente n&atilde;o existia desde a confer&ecirc;ncia anterior, nem mesmo entre as pr&oacute;prias bancadas. A Confer&ecirc;ncia conseguiu reconstruir esses espa&ccedil;os entre trabalhadores, empregadores e governo, e agora o desafio do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego &eacute; dar continuidade e institucionalizar esse processo como base permanente de negocia&ccedil;&atilde;o e constru&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas&rdquo;, explicou.</p>
<p>Como resultado da II CNT, foram aprovadas 10 propostas com amplo consenso entre os delegados e as delegadas tripartites, todas com mais de 80% de votos favor&aacute;veis. As medidas priorizam o fortalecimento da produ&ccedil;&atilde;o, organiza&ccedil;&atilde;o e transpar&ecirc;ncia das informa&ccedil;&otilde;es sobre o mundo do trabalho, al&eacute;m do aprimoramento da gest&atilde;o das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de emprego, trabalho e renda.</p>
<p>Entre os principais destaques est&atilde;o a cria&ccedil;&atilde;o e amplia&ccedil;&atilde;o de observat&oacute;rios e sistemas de informa&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito do MTE, a implementa&ccedil;&atilde;o de portais para ampliar a transpar&ecirc;ncia sobre normas trabalhistas e a aplica&ccedil;&atilde;o de recursos do FAT e do FGTS, e a moderniza&ccedil;&atilde;o do Sistema Nacional de Emprego (Sine), com foco na efici&ecirc;ncia da intermedia&ccedil;&atilde;o de m&atilde;o de obra e na inclus&atilde;o no mercado de trabalho. Tamb&eacute;m integram o conjunto de propostas o fortalecimento institucional do Minist&eacute;rio, com medidas voltadas &agrave; reestrutura&ccedil;&atilde;o da carreira administrativa e ao aprimoramento da capacidade de planejamento e execu&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas.</p>
<p>Para o ministro Luiz Marinho, a II CNT representa um marco na reconstru&ccedil;&atilde;o do di&aacute;logo social no pa&iacute;s.</p>
<p>&nbsp;&ldquo;A Confer&ecirc;ncia demonstra que o Brasil est&aacute; reconstruindo pontes institucionais essenciais ao desenvolvimento econ&ocirc;mico e social. O &ecirc;xito do processo refor&ccedil;a o papel do MTE como articulador do di&aacute;logo social&rdquo;, afirmou. Segundo ele, a apresenta&ccedil;&atilde;o do caso brasileiro na OIT projeta o pa&iacute;s como refer&ecirc;ncia internacional na reconstru&ccedil;&atilde;o do di&aacute;logo tripartite.</p>
<p>O diretor do Escrit&oacute;rio da OIT para o Brasil, Vin&iacute;cius Pinheiro, destacou que o relat&oacute;rio e os resultados da II CNT ser&atilde;o apresentados pelo Brasil na 114&ordf; Confer&ecirc;ncia Internacional do Trabalho (CIT), que ser&aacute; realizada entre os dias 1&ordm; e 12 de junho de 2026, em Genebra. A iniciativa ser&aacute; apresentada como um caso de sucesso na reconstru&ccedil;&atilde;o e fortalecimento do di&aacute;logo social, refor&ccedil;ando a posi&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s na promo&ccedil;&atilde;o do trabalho decente e da governan&ccedil;a democr&aacute;tica.</p>
<p>&ldquo;A II Confer&ecirc;ncia Nacional do Trabalho &eacute; um feito hist&oacute;rico e uma experi&ecirc;ncia que precisa ganhar visibilidade global. J&aacute; no pr&oacute;ximo m&ecirc;s, vamos apresentar esse processo na Confer&ecirc;ncia Internacional do Trabalho, com eventos e espa&ccedil;os dedicados ao di&aacute;logo social, al&eacute;m de inclu&iacute;-lo em iniciativas de coopera&ccedil;&atilde;o entre o Brasil e a OIT. Essa experi&ecirc;ncia brasileira ser&aacute; colocada como refer&ecirc;ncia e continuar&aacute; orientando nossas a&ccedil;&otilde;es no pa&iacute;s, inclusive na implementa&ccedil;&atilde;o das propostas aprovadas e na constru&ccedil;&atilde;o de um plano de trabalho para os pr&oacute;ximos anos&rdquo;, ressaltou.</p>
<p>Tanto o representante da bancada dos trabalhadores, Paulo Oliveira, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, quanto o representante da bancada dos empregadores, Rafael Ernesto Kieckbusch, da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI), destacaram a II Confer&ecirc;ncia Nacional do Trabalho como um marco na retomada do di&aacute;logo social tripartite no pa&iacute;s.</p>
<h2>Relat&oacute;rio final da II CNT</h2>
<p>O relat&oacute;rio final registra de forma sistem&aacute;tica todo o processo da II Confer&ecirc;ncia Nacional do Trabalho, destacando sua relev&acirc;ncia como instrumento de participa&ccedil;&atilde;o social e formula&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas. A Confer&ecirc;ncia representou a retomada do di&aacute;logo social no Brasil, reunindo, de forma tripartite, representantes do governo, dos trabalhadores e dos empregadores em um processo estruturado de escuta, negocia&ccedil;&atilde;o e delibera&ccedil;&atilde;o.</p>
<h2>II Confer&ecirc;ncia Nacional do Trabalho</h2>
<p>A II Confer&ecirc;ncia Nacional do Trabalho (II CNT) foi realizada ao longo de um processo nacional iniciado com sua convoca&ccedil;&atilde;o em 30 de junho de 2025, seguido pelas 27 etapas estaduais e distrital entre 16 de setembro e 11 de dezembro de 2025, culminando na etapa nacional realizada de 3 a 5 de &nbsp;mar&ccedil;o de 2026, em S&atilde;o Paulo.&nbsp;</p>
<p>Nesse per&iacute;odo, reuniu representantes do governo, dos trabalhadores e dos empregadores em um amplo processo de di&aacute;logo social tripartite, com o objetivo de formular propostas e diretrizes para pol&iacute;ticas p&uacute;blicas voltadas &agrave; promo&ccedil;&atilde;o do emprego e do trabalho decente.</p>
<p>O processo reafirmou o di&aacute;logo social e o tripartismo como pilares fundamentais para a constru&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas mais inclusivas, leg&iacute;timas e alinhadas &agrave;s transforma&ccedil;&otilde;es do mundo do trabalho.</p>
<p>Confira&nbsp;<a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/conferencia-nacional-do-trabalho">aqui&nbsp;</a>todas as informa&ccedil;&otilde;es sobre a II Confer&ecirc;ncia Nacional do Trabalho</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>OIT com informações da Ascom do MTE </author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>MPT destaca o papel de sindicatos no combate ao assédio eleitoral em congresso internacional</title> 
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                    <title>MPT destaca o papel de sindicatos no combate ao assédio eleitoral em congresso internacional</title> 
                    <description>Instituição participou do 10º Congresso Internacional de Direito Sindical, realizado entre os dias 7 e 8 de maio em Fortaleza</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69015</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">A atua&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho (MPT) no enfrentamento ao ass&eacute;dio eleitoral nas rela&ccedil;&otilde;es de trabalho foi&nbsp;</span><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">destacada nesta quinta-feira (7) pelo procurador-geral do Trabalho, Gl&aacute;ucio Ara&uacute;jo de Oliveira, durante o&nbsp;10&ordm; Congresso Internacional de Direito Sindical. Promovido pela&nbsp;Excola, o evento acontece at&eacute; esta sexta-feira (8) em Fortaleza e&nbsp;tem como tema &ldquo;Trabalho, tecnologia e geopol&iacute;tica&rdquo;.</span></p>
<p class="cvGsUA direction-ltr align-start para-style-body"><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Em painel coordenado pelo subprocurador-geral do Trabalho Francisco Gerson Marques de Lima, Gl&aacute;ucio Oliveira destacou a import&acirc;ncia da atua&ccedil;&atilde;o conjunta entre a institui&ccedil;&atilde;o e as entidades sindicais para garantir a liberdade pol&iacute;tica dos trabalhadores.&nbsp;Segundo o procurador-geral do Trabalho, pr&aacute;ticas de coa&ccedil;&atilde;o, intimida&ccedil;&atilde;o ou constrangimento pol&iacute;tico no ambiente laboral representam grave viola&ccedil;&atilde;o de direitos fundamentais. &ldquo;O voto &eacute; um exerc&iacute;cio livre da cidadania. Nenhum trabalhador pode sofrer press&atilde;o, amea&ccedil;a ou qualquer forma de constrangimento em raz&atilde;o de suas escolhas pol&iacute;ticas&rdquo;, afirmou.</span></p>
<p><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Oliveira defendeu o papel das organiza&ccedil;&otilde;es sindicais na prote&ccedil;&atilde;o coletiva dos trabalhadores em per&iacute;odos eleitorais. &ldquo;Os sindicatos possuem papel estrat&eacute;gico na orienta&ccedil;&atilde;o da categoria e na defesa das garantias democr&aacute;ticas dentro das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho. A prote&ccedil;&atilde;o da liberdade pol&iacute;tica tamb&eacute;m integra a prote&ccedil;&atilde;o da dignidade do trabalhador&rdquo;, acrescentou.</span></p>
<p>Gl&aacute;ucio Ara&uacute;jo ressaltou ainda que o combate ao ass&eacute;dio eleitoral exige vigil&acirc;ncia permanente das institui&ccedil;&otilde;es e fortalecimento dos canais de den&uacute;ncia. &ldquo;O ambiente de trabalho n&atilde;o pode ser utilizado como espa&ccedil;o de manipula&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica ou de viola&ccedil;&atilde;o da liberdade de consci&ecirc;ncia. O MPT seguir&aacute; atuando para prevenir abusos e responsabilizar condutas il&iacute;citas&rdquo;, declarou.</p>
<p>Al&eacute;m da participa&ccedil;&atilde;o de Gl&aacute;ucio Oliveira, a programa&ccedil;&atilde;o contou com o painel &ldquo;O sindicalismo no cen&aacute;rio internacional&rdquo;, apresentado pelo coordenador nacional de Promo&ccedil;&atilde;o da Liberdade Sindical e do Di&aacute;logo Social (Conalis) do MPT, Alberto Emiliano, e retrospectiva dos dez anos do congresso feita pelo subprocurador-geral do Trabalho Francisco Gerson Marques de Lima.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Procuradoria-Geral do Trabalho / Foto: Divulgação/Excola Social</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Rendimento médio da população brasileira atinge R$ 3.367 em 2025</title> 
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                    <title>Rendimento médio da população brasileira atinge R$ 3.367 em 2025</title> 
                    <description>O rendimento médio mensal real de todas as fontes da população residente com rendimento no Brasil alcançou R$ 3.367 em 2025, ficando 5,4% acima do registrado em 2024</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69014</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O rendimento m&eacute;dio mensal real de todas as fontes da popula&ccedil;&atilde;o residente com rendimento no Brasil alcan&ccedil;ou R$ 3.367 em 2025, o maior valor da s&eacute;rie hist&oacute;rica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&iacute;lios Cont&iacute;nua (PNAD Cont&iacute;nua), iniciada em 2012. O resultado representa um crescimento de 5,4% em rela&ccedil;&atilde;o a 2024 e consolida o quarto ano consecutivo de expans&atilde;o dos rendimentos no Pa&iacute;s, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) nesta sexta-feira (08).</p>
<p>Em compara&ccedil;&atilde;o com o per&iacute;odo pr&eacute;-pandemia, o avan&ccedil;o &eacute; ainda mais expressivo: o rendimento m&eacute;dio de todas as fontes, que abrange os rendimentos provenientes tanto do trabalho quanto de outras fontes, ficou 8,6% acima do registrado em 2019 e 12,8% superior ao observado em 2012. Ap&oacute;s as perdas verificadas durante a pandemia de COVID-19, especialmente em 2020 e 2021, a recupera&ccedil;&atilde;o iniciada em 2022 se manteve de forma consistente at&eacute; 2025.</p>
<p>Do total de 212,7 milh&otilde;es de pessoas residentes no Brasil em 2025, 67,2% possu&iacute;am algum tipo de rendimento, o equivalente a 143,0 milh&otilde;es de pessoas. Esse percentual &eacute; superior ao observado em 2024 e representa o maior n&iacute;vel da s&eacute;rie hist&oacute;rica da pesquisa.&nbsp;A Regi&atilde;o Sul manteve a maior propor&ccedil;&atilde;o de pessoas com rendimento (70,9%), enquanto Norte (60,6%) e Nordeste (64,4%) apresentaram os menores percentuais, apesar dos avan&ccedil;os registrados nos &uacute;ltimos anos.</p>
<p>O rendimento proveniente do trabalho continuou sendo a principal fonte de renda da popula&ccedil;&atilde;o brasileira. Em 2025, 47,8% dos residentes tinham rendimento habitual do trabalho, o que representa uma varia&ccedil;&atilde;o positiva de 0,7 p.p.&nbsp;em rela&ccedil;&atilde;o a 2024, enquanto 27,1% recebiam rendimentos de outras fontes, como aposentadorias, pens&otilde;es e programas sociais do governo, oscilando 0,6 p.p. frente ao ano anterior. O crescimento da popula&ccedil;&atilde;o com rendimento do trabalho manteve a tend&ecirc;ncia observada desde 2021, ainda que em ritmo mais moderado do que nos anos imediatamente anteriores.</p>
<p>O rendimento m&eacute;dio mensal real habitualmente recebido de todos os trabalhos foi estimado em R$ 3.560 em 2025, alta de 5,7% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, atingindo tamb&eacute;m o maior valor da s&eacute;rie hist&oacute;rica. Em rela&ccedil;&atilde;o a 2019, o crescimento acumulado foi de 11,1%.</p>
<p>Assim como observado no rendimento de todas as fontes, as Regi&otilde;es Nordeste (R$ 2.475) e Norte (R$ 2.777) registraram os menores valores para o rendimento habitual do trabalho, ao passo que as Regi&otilde;es Centro-Oeste (R$ 4.133), Sul (R$ 4.026) e Sudeste (R$ 3.958), os maiores. Em rela&ccedil;&atilde;o ao ano de 2024, foi registrada eleva&ccedil;&atilde;o do rendimento habitual do trabalho em todas as Grandes Regi&otilde;es, com destaque para as Regi&otilde;es Centro-Oeste (9,5%) e Norte (8,1%). Na compara&ccedil;&atilde;o com 2019, as maiores expans&otilde;es tamb&eacute;m foram observadas nessas duas Reg&otilde;es, com crescimento de 19,5% na Centro-Oeste e de 19,8% na Norte. A Regi&atilde;o Sudeste (7,2%), por outro lado, apresentou a menor varia&ccedil;&atilde;o do rendimento m&eacute;dio do trabalho no per&iacute;odo.</p>
<p>A massa de rendimento mensal real de todos os trabalhos atingiu R$ 361,7 bilh&otilde;es em 2025, o maior valor da s&eacute;rie, com crescimento real de 7,5% frente a 2024 e de 23,5% em rela&ccedil;&atilde;o a 2019. Com o resultado do &uacute;ltimo ano, somam-se quatro anos consecutivos de crescimento da massa de rendimento do trabalho a taxas anuais superiores a 6,0%. Esse avan&ccedil;o foi impulsionado principalmente pelo aumento do rendimento m&eacute;dio do trabalho, al&eacute;m da expans&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o ocupada com rendimento, que chegou a 101,6 milh&otilde;es de pessoas.</p>
<p>No que se refere &agrave;s outras fontes de rendimento, aposentadorias e pens&otilde;es seguiram como a principal categoria, alcan&ccedil;ando 13,8% da popula&ccedil;&atilde;o residente. Em 2025, 9,1% da popula&ccedil;&atilde;o recebia rendimentos de programas sociais do governo, percentual que se manteve relativamente est&aacute;vel em rela&ccedil;&atilde;o a 2024, mas em patamar superior ao per&iacute;odo anterior &agrave; pandemia. As Regi&otilde;es Nordeste (15,8%) e Norte (13,7%) tinham os maiores percentuais de pessoas com rendimentos de programas sociais.</p>
<p>Dentre todas as categorias que comp&otilde;em o rendimento de outras fontes, o item aposentadoria e pens&atilde;o manteve-se como o de maior valor m&eacute;dio em 2025 (R$ 2 697), permanecendo pr&oacute;ximo dos valores registrados em 2024 e 2019. O valor m&eacute;dio dos rendimentos de programas sociais do governo, incluindo programas das esferas federal, estadual e municipal, era de R$ 870 em 2025, similar ao valor observado em 2024 (R$ 875). Em rela&ccedil;&atilde;o a 2019 (R$ 508), o valor m&eacute;dio dos rendimentos de programas sociais do governo cresceu 71,3% no Pa&iacute;s.</p>
<p>O rendimento m&eacute;dio mensal real domiciliar per capita tamb&eacute;m atingiu valor recorde em 2025, ao chegar a R$ 2.264, com crescimento de 6,9% frente a 2024. Entre 2019 e 2025, a eleva&ccedil;&atilde;o acumulada foi de 18,9%. Em 2025, o rendimento de todos os trabalhos compunha 75,1% do rendimento m&eacute;dio mensal real domiciliar per capita, mantendo-se em patamar pr&oacute;ximo do registrado no ano anterior. Os 24,9% provenientes de outras fontes se dividiam em rendimentos de aposentadoria e pens&atilde;o (16,4%), que correspondiam &agrave; maior parte, mas tamb&eacute;m em rendimentos de programas sociais do governo (3,5%), aluguel e arrendamento (2,1%), pens&atilde;o aliment&iacute;cia, doa&ccedil;&atilde;o e mesada de n&atilde;o morador (0,9%) e outros rendimentos (2,0%).</p>
<p>As Regi&otilde;es Nordeste e Norte apresentaram os menores valores de rendimento m&eacute;dio domiciliar per capita (R$ 1 470 e R$ 1 558, respectivamente), substancialmente abaixo do valor registrado nas demais Regi&otilde;es: R$ 2 734, na Regi&atilde;o Sul, R$ 2 712, na Centro-Oeste, e R$ 2 669, na Sudeste. Entre 2024 e 2025, a Regi&atilde;o Centro-Oeste (11,3%) se destacou pelo crescimento do rendimento m&eacute;dio domiciliar per capita, ao passo que a Regi&atilde;o Sul apresentou a menor varia&ccedil;&atilde;o (4,9%). Se comparado a 2019, as Regi&otilde;es Norte (33,6%), Centro-Oeste (27,4%) e Nordeste (23,8%) apresentaram as maiores eleva&ccedil;&otilde;es do indicador, enquanto a Regi&atilde;o Sudeste (14,1%), a menor.</p>
<p>Os domic&iacute;lios beneficiados por programas sociais apresentavam rendimentos significativamente inferiores aos dos domic&iacute;lios n&atilde;o abrangidos por esses programas. O rendimento m&eacute;dio mensal real domiciliar per capita nos domic&iacute;lios que recebiam o Bolsa Fam&iacute;lia, em 2025, foi de R$ 774, o que corresponde a menos de 30% do rendimento m&eacute;dio daqueles que n&atilde;o recebiam tal benef&iacute;cio, cujo valor foi de R$ 2 682. Para os domic&iacute;lios que recebiam o BPC-LOAS, o rendimento m&eacute;dio domiciliar per capita foi de R$ 1 218 e, entre aqueles que recebiam outros programas sociais, o rendimento m&eacute;dio foi de R$ 948. Considerando o total de domic&iacute;lios que recebiam rendimento de algum programa social do governo, seja o Bolsa Fam&iacute;lia, o BPC-LOAS ou seja algum outro programa social, o rendimento m&eacute;dio domiciliar per capita foi de R$ 886, ao passo que aqueles que n&atilde;o eram abrangidos por programa social registraram um rendimento de R$ 2.787. Assim, os domic&iacute;lios beneficiados por algum programa social do governo registravam, em m&eacute;dia, um rendimento inferior a 1/3 do rendimento per capita dos domic&iacute;lios n&atilde;o abrangidos por programas sociais.</p>
<p>Os indicadores de desigualdade mostraram estabilidade relativa em 2025. O &iacute;ndice de Gini do rendimento do trabalho foi estimado em 0,491, valor pr&oacute;ximo ao de 2024 (0,487) e abaixo dos patamares observados nos dois anos que precederam a pandemia, quando tal indicador atingiu o m&aacute;ximo da s&eacute;rie (0,506). J&aacute; o &iacute;ndice de Gini do rendimento domiciliar per capita apresentou leve varia&ccedil;&atilde;o, passando de 0,504, em 2024, para 0,511 no &uacute;ltimo ano, mas permaneceu inferior ao n&iacute;vel registrado em 2019 (0,543) e em todo o per&iacute;odo que precedeu a pandemia.</p>
<p>A an&aacute;lise da distribui&ccedil;&atilde;o de renda indica que, embora a desigualdade tenha recuado em rela&ccedil;&atilde;o aos anos anteriores &agrave; pandemia, ela segue elevada. Considerando o rendimento domiciliar per capita, em 2025, os 10% da popula&ccedil;&atilde;o com os maiores rendimentos receberam, em m&eacute;dia, 13,8 vezes mais do que os 40% com os menores rendimentos. Al&eacute;m disso, os 10% da popula&ccedil;&atilde;o com os maiores rendimentos detinham, em 2025, 40,3% do total da massa de rendimentos domiciliares, parcela superior aos 70% da popula&ccedil;&atilde;o com os menores rendimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Marcos Filipe Sousa - IBGE Notícias / Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>FEM-CUT/SP organiza mobilização em duas frentes: na Campanha Salarial e no Congresso Nacional</title> 
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                    <title>FEM-CUT/SP organiza mobilização em duas frentes: na Campanha Salarial e no Congresso Nacional</title> 
                    <description>Reunião definiu estratégia de luta por direitos no chão das fábricas e nas casas legislativas</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69013</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A dire&ccedil;&atilde;o da FEM-CUT/SP definiu, em reuni&atilde;o realizada nesta quarta-feira (6), uma estrat&eacute;gia de mobiliza&ccedil;&atilde;o da categoria estruturada em duas frentes de luta: a Campanha Salarial 2026 e a atua&ccedil;&atilde;o no Congresso Nacional. O objetivo &eacute; fortalecer a press&atilde;o por avan&ccedil;os concretos, tanto nas negocia&ccedil;&otilde;es diretas com o setor patronal quanto nos espa&ccedil;os do Parlamento.</p>
<p>Em ambas as frentes, os metal&uacute;rgicos defendem pautas centrais, como a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho, o fim da escala 6&times;1, a valoriza&ccedil;&atilde;o dos sal&aacute;rios e a melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de vida da classe trabalhadora. Para os dirigentes, o avan&ccedil;o dessas reivindica&ccedil;&otilde;es depende diretamente de uma base mobilizada e organizada, al&eacute;m da amplia&ccedil;&atilde;o da representa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores nos espa&ccedil;os de decis&atilde;o pol&iacute;tica, como a Assembleia Legislativa e o Congresso Nacional.</p>
<p>Durante o encontro, os participantes tamb&eacute;m contaram com a contribui&ccedil;&atilde;o do ex-deputado Jos&eacute; Geno&iacute;no, que apresentou uma an&aacute;lise da conjuntura pol&iacute;tica, destacando os desafios e as oportunidades para a classe trabalhadora no cen&aacute;rio atual. O DIEESE trouxe um panorama econ&ocirc;mico, subsidiando o debate com dados sobre o custo de vida dos trabalhadores, as condi&ccedil;&otilde;es do mercado de trabalho e os impactos sobre a categoria.</p>
<p><span>O presidente Erick Silva destacou a import&acirc;ncia de articular as duas frentes de atua&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Nossa luta n&atilde;o se limita &agrave; mesa de negocia&ccedil;&atilde;o. Precisamos estar organizados tamb&eacute;m no campo pol&iacute;tico, pressionando por mudan&ccedil;as que impactem diretamente a vida dos trabalhadores. &Eacute; essa combina&ccedil;&atilde;o que pode garantir avan&ccedil;os reais para um futuro melhor&rdquo;, afirmou.</span></p>
<p>O secret&aacute;rio-geral, Max Pinho, refor&ccedil;ou a import&acirc;ncia da consci&ecirc;ncia de classe nesse processo. &ldquo;A for&ccedil;a da categoria est&aacute; na sua capacidade de mobiliza&ccedil;&atilde;o. Seja nas f&aacute;bricas, nas ruas ou nas redes, &eacute; a participa&ccedil;&atilde;o consciente dos trabalhadores que sustenta nossas reivindica&ccedil;&otilde;es e d&aacute; peso &agrave;s nossas pautas na mesa de negocia&ccedil;&atilde;o e no Congresso Nacional&rdquo;, disse.</p>
<p>J&aacute; o tesoureiro Claudi&atilde;o Batista ressaltou a necessidade de disposi&ccedil;&atilde;o e compromisso. &ldquo;Estamos construindo uma campanha que dialoga com a realidade da categoria e enfrenta os desafios atuais. Com organiza&ccedil;&atilde;o e unidade, vamos fortalecer nossa press&atilde;o tanto nas negocia&ccedil;&otilde;es quanto no Parlamento&rdquo;, pontuou.</p>
<p>Ao final da reuni&atilde;o, foi aprovado um calend&aacute;rio de lutas que inclui o ato de lan&ccedil;amento da Campanha Salarial 2026, al&eacute;m de mobiliza&ccedil;&otilde;es e a&ccedil;&otilde;es de press&atilde;o junto aos parlamentares em S&atilde;o Paulo e em Bras&iacute;lia. A orienta&ccedil;&atilde;o da dire&ccedil;&atilde;o &eacute; intensificar a presen&ccedil;a na base e ampliar o engajamento da categoria em todas as etapas dessas duas frentes de luta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>FEM-CUT</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>FENAJ e ABI ingressam no STF contra lei que cria profissão de "multimídia"</title> 
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                    <title>FENAJ e ABI ingressam no STF contra lei que cria profissão de "multimídia"</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69012</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><span>A Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Imprensa (ABI) ingressaram no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma A&ccedil;&atilde;o Direta de Inconstitucionalidade (ADI), com pedido de medida cautelar, contra a Lei n&ordm; 15.325/2026, que institui a chamada profiss&atilde;o de &ldquo;multim&iacute;dia&rdquo;.</span></p>
<p><span>A a&ccedil;&atilde;o questiona a constitucionalidade da norma, por entender que ela promove uma indevida sobreposi&ccedil;&atilde;o de atribui&ccedil;&otilde;es com o exerc&iacute;cio profissional do Jornalismo, abrindo caminho para a precariza&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho, o enfraquecimento da profiss&atilde;o e riscos ao direito fundamental &agrave; informa&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p><span>De acordo com o documento protocolado, a lei cria uma nova categoria profissional com compet&ecirc;ncias amplas e pouco delimitadas, permitindo que atividades t&iacute;picas do Jornalismo, como produ&ccedil;&atilde;o, edi&ccedil;&atilde;o, difus&atilde;o e an&aacute;lise de conte&uacute;dos informativos, sejam exercidas sem a exig&ecirc;ncia de forma&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica ou observ&acirc;ncia de par&acirc;metros &eacute;ticos e t&eacute;cnicos pr&oacute;prios da profiss&atilde;o.</span></p>
<p><span>A presidenta da FENAJ, Samira de Castro, afirmou que a a&ccedil;&atilde;o no STF representa uma a&ccedil;&atilde;o em defesa da sociedade e da democracia, diante da tentativa de desregulamentar atividades pr&oacute;prias do Jornalismo. &ldquo;Essa lei representa uma grave amea&ccedil;a ao Jornalismo profissional, &agrave;s rela&ccedil;&otilde;es de trabalho e ao direito da sociedade &agrave; informa&ccedil;&atilde;o de qualidade. N&atilde;o se trata apenas de uma disputa corporativa, mas da defesa de uma atividade essencial &agrave; democracia&rdquo;, disse.&nbsp;</span></p>
<p><span>Para Samira, o Jornalismo exige forma&ccedil;&atilde;o, compromisso &eacute;tico, responsabilidade social e t&eacute;cnicas espec&iacute;ficas de apura&ccedil;&atilde;o e verifica&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Ao criar uma categoria gen&eacute;rica, com atribui&ccedil;&otilde;es amplas e indefinidas, a lei abre caminho para a precariza&ccedil;&atilde;o e o enfraquecimento da profiss&atilde;o. A FENAJ e a ABI recorrem ao STF para impedir que o exerc&iacute;cio do Jornalismo seja dilu&iacute;do em meio &agrave; l&oacute;gica da desinforma&ccedil;&atilde;o e da explora&ccedil;&atilde;o do trabalho&rdquo;, completou.</span></p>
<h3><strong>Risco &agrave; democracia</strong></h3>
<p><span>A ADI sustenta que o Jornalismo possui papel institucional essencial no Estado Democr&aacute;tico de Direito, sendo respons&aacute;vel por mediar a rela&ccedil;&atilde;o entre fatos e sociedade, com base em crit&eacute;rios t&eacute;cnicos como apura&ccedil;&atilde;o, verifica&ccedil;&atilde;o, contextualiza&ccedil;&atilde;o e responsabilidade &eacute;tica. Ao diluir essas atribui&ccedil;&otilde;es em uma categoria gen&eacute;rica, a lei fragiliza o sistema de comunica&ccedil;&atilde;o social e compromete a produ&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o de interesse p&uacute;blico.</span></p>
<p><span>O documento alerta que a medida ocorre em um contexto j&aacute; marcado pela dissemina&ccedil;&atilde;o de desinforma&ccedil;&atilde;o,&nbsp;</span><em>fake news</em><span>&nbsp;e uso intensivo de tecnologias, como intelig&ecirc;ncia artificial, na produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos supostamente informativos. Nesse cen&aacute;rio, a exist&ecirc;ncia de profissionais qualificados, submetidos a padr&otilde;es &eacute;ticos rigorosos, &eacute; apontada como elemento essencial para a prote&ccedil;&atilde;o da sociedade e das institui&ccedil;&otilde;es democr&aacute;ticas.</span></p>
<h3><strong>Precariza&ccedil;&atilde;o e pejotiza&ccedil;&atilde;o</strong></h3>
<p><span>Outro ponto central da a&ccedil;&atilde;o &eacute; o impacto da lei sobre as rela&ccedil;&otilde;es de trabalho. Ao permitir o reenquadramento de jornalistas como &ldquo;multim&iacute;dia&rdquo;, a norma pode estimular pr&aacute;ticas como a pejotiza&ccedil;&atilde;o e a substitui&ccedil;&atilde;o de profissionais qualificados por m&atilde;o de obra sem prote&ccedil;&atilde;o trabalhista.</span></p>
<p><span>A ADI destaca que a medida favorece a contrata&ccedil;&atilde;o de trabalhadores fora dos marcos regulat&oacute;rios do Jornalismo, reduzindo custos para empresas, mas ampliando a precariza&ccedil;&atilde;o da atividade e o risco de perda de direitos hist&oacute;ricos da categoria.</span></p>
<h3><strong>Amea&ccedil;a &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o sindical</strong></h3>
<p><span>A a&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m aponta viola&ccedil;&atilde;o ao princ&iacute;pio constitucional da unicidade sindical. Ao criar uma nova categoria com atribui&ccedil;&otilde;es semelhantes &agrave;s dos jornalistas, a lei abre espa&ccedil;o para fragmenta&ccedil;&atilde;o da representa&ccedil;&atilde;o sindical e enfraquecimento das entidades que historicamente defendem a categoria.</span></p>
<p><span>Segundo o documento, essa sobreposi&ccedil;&atilde;o artificial pode gerar conflitos de representa&ccedil;&atilde;o, inseguran&ccedil;a jur&iacute;dica e enfraquecimento da capacidade de negocia&ccedil;&atilde;o coletiva dos jornalistas.</span></p>
<h3><strong>Pedido de suspens&atilde;o imediata</strong></h3>
<p><span>Diante dos riscos apontados, FENAJ e ABI solicitaram ao STF a concess&atilde;o de medida cautelar para suspender imediatamente os efeitos da Lei n&ordm; 15.325/2026 at&eacute; o julgamento final da a&ccedil;&atilde;o.</span></p>
<p><span>O pedido se baseia na presen&ccedil;a dos requisitos jur&iacute;dicos de relev&acirc;ncia do tema e risco de dano irrepar&aacute;vel, uma vez que a manuten&ccedil;&atilde;o da norma pode produzir efeitos concretos sobre o mercado de trabalho, a organiza&ccedil;&atilde;o sindical e a qualidade da informa&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s.</span></p>
<h3><strong>Defesa do Jornalismo</strong></h3>
<p><span>Para as entidades, a a&ccedil;&atilde;o reafirma a necessidade de proteger o Jornalismo como atividade essencial &agrave; democracia, com identidade pr&oacute;pria, regras claras e compromisso com o interesse p&uacute;blico.</span></p>
<p><span>&ldquo;Com esta a&ccedil;&atilde;o, o principal objetivo da ABI e da FENAJ &eacute; preservar os direitos e o mercado de trabalho dos jornalistas. Nossas entidades n&atilde;o questionam a legitimidade das atividades profissionais atreladas &agrave;s plataformas digitais, como influenciadores e criadores de conte&uacute;do.&nbsp; Mas se sentem obrigadas a reagir contra a usurpa&ccedil;&atilde;o de atividades essencialmente jornal&iacute;sticas pela nova lei que cria e rege a profiss&atilde;o de &lsquo;multim&iacute;dia&rsquo;. Ao atribuir aos &ldquo;multim&iacute;dias&rdquo; tarefas inerentes &agrave; atividade jornal&iacute;stica, o texto investe contra a liberdade de imprensa e o pluralismo democr&aacute;tico. Por isso, estamos recorrendo &agrave; Justi&ccedil;a. Confiamos em que o STF atender&aacute; ao nosso pedido e suspender&aacute; os efeitos da lei 15.325&rdquo;, explicou Ot&aacute;vio Costa, presidente da ABI.</span></p>
<p><span>A iniciativa dialoga com uma agenda mais ampla de defesa da profiss&atilde;o, que inclui a luta pela regulamenta&ccedil;&atilde;o atualizada do exerc&iacute;cio profissional, a valoriza&ccedil;&atilde;o da forma&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica e o combate &agrave; precariza&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho, pautas que v&ecirc;m sendo defendidas pela FENAJ em mobiliza&ccedil;&otilde;es nacionais, como o Ocupa Bras&iacute;lia, e em sua atua&ccedil;&atilde;o permanente junto aos poderes da Rep&uacute;blica.</span></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Fenaj </author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Sindicato dos Rodoviários de São Leopoldo e Região dá início ao processo de filiação à UGT</title> 
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                    <title>Sindicato dos Rodoviários de São Leopoldo e Região dá início ao processo de filiação à UGT</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69011</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Rodovi&aacute;rios de S&atilde;o Leopoldo e Regi&atilde;o deu mais um passo importante no fortalecimento pol&iacute;tico e institucional da entidade ao avan&ccedil;ar no processo de filia&ccedil;&atilde;o &agrave; UGT &mdash; Uni&atilde;o Geral dos Trabalhadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em agenda realizada na sede estadual da UGT, em Porto Alegre, o presidente Wilson Caetano, acompanhado de dirigentes sindicais e lideran&ccedil;as parceiras, foi recebido pelo presidente estadual da central, Norton Jubelli, e pelo secret&aacute;rio nacional de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais da UGT, Miguel Salaberry.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O encontro teve como objetivo consolidar os encaminhamentos pol&iacute;ticos e institucionais para oficializa&ccedil;&atilde;o da filia&ccedil;&atilde;o do sindicato &agrave; central sindical, fortalecendo a representa&ccedil;&atilde;o da categoria rodovi&aacute;ria em &acirc;mbito estadual e nacional.</p>
<p>Durante a reuni&atilde;o, tamb&eacute;m foram debatidas estrat&eacute;gias de atua&ccedil;&atilde;o conjunta, organiza&ccedil;&atilde;o sindical, articula&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e amplia&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a da entidade nos espa&ccedil;os de constru&ccedil;&atilde;o das pautas dos trabalhadores.</p>
<p>A aproxima&ccedil;&atilde;o com a UGT j&aacute; vem sendo constru&iacute;da em di&aacute;logo direto com o presidente nacional da central, Ricardo Patah, com quem a dire&ccedil;&atilde;o do sindicato tamb&eacute;m mant&eacute;m articula&ccedil;&atilde;o permanente. Como parte desse processo, j&aacute; est&aacute; sendo organizada uma visita institucional &agrave; sede nacional da UGT, em S&atilde;o Paulo, al&eacute;m de agendas junto a diversas entidades sindicais ligadas &agrave; central, visando estreitar rela&ccedil;&otilde;es e ampliar a integra&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e sindical.</p>
<p>Para o presidente Wilson Caetano, a filia&ccedil;&atilde;o representa um novo momento para o sindicato, ampliando a capacidade de articula&ccedil;&atilde;o, representa&ccedil;&atilde;o e defesa dos interesses da categoria rodovi&aacute;ria.</p>
<p>&ldquo;A constru&ccedil;&atilde;o de alian&ccedil;as s&oacute;lidas fortalece a luta sindical e amplia nossa capacidade de representar os trabalhadores nos grandes debates nacionais. Estamos trabalhando para posicionar nossa entidade de forma cada vez mais forte, organizada e presente nos espa&ccedil;os de decis&atilde;o&rdquo;, destacou.</p>
<p>A iniciativa reafirma o compromisso da atual dire&ccedil;&atilde;o com a moderniza&ccedil;&atilde;o da atua&ccedil;&atilde;o sindical, a valoriza&ccedil;&atilde;o da categoria e a constru&ccedil;&atilde;o de uma entidade cada vez mais conectada &agrave;s pautas dos trabalhadores e aos desafios do movimento sindical brasileiro.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>UGT</author>
                </item>
            
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                        <title>Garis e margaridas param dia 15 em defesa do piso nacional da categoria</title> 
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                    <title>Garis e margaridas param dia 15 em defesa do piso nacional da categoria</title> 
                    <description>Projeto sobre piso já foi aprovado na Câmara, mas o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, até o momento, não sinalizou a sua admissão e o encaminhamento na Casa</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69010</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><strong>Cerca de 1,1 milh&atilde;o de garis e margaridas, trabalhadores e trabalhadoras da limpeza urbana,</strong>&nbsp;v&atilde;o parar em todo o pa&iacute;s no dia 15, pr&oacute;xima sexta-feira, em defesa da aprova&ccedil;&atilde;o pelo Senado Federal do&nbsp;<a rel="noopener" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/173143" target="_blank">Projeto de Lei n&ordm; 4146/2020</a>, que institui o&nbsp;<strong>Piso Nacional da categoria de R$ 3.036,00.&nbsp;</strong></p>
<p><strong>No Projeto de Lei est&atilde;o tamb&eacute;m inclu&iacute;das as seguintes reivindica&ccedil;&otilde;es:</strong></p>
<p>- Regulamenta&ccedil;&atilde;o da profiss&atilde;o;</p>
<p>- Jornada de trabalho de 40 horas semanais;</p>
<p>- Adicional de insalubridade de 40%;</p>
<p>- Aposentadoria especial com 25 anos de trabalho para homens e mulheres</p>
<p>- Vale-alimenta&ccedil;&atilde;o</p>
<p>- Cesta b&aacute;sica e,</p>
<p>- Plano de sa&uacute;de.</p>
<p><strong>O que falta para a aprova&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>O Projeto de Lei (PL), aprovado pela C&acirc;mara dos Deputados, foi enviado ao Senado Federal no &uacute;ltimo m&ecirc;s de mar&ccedil;o, mas o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (Uni&atilde;o Brasil - AP), ainda n&atilde;o aprovou nem a admiss&atilde;o, nem o encaminhamento do seu&nbsp;<strong>car&aacute;ter de urg&ecirc;ncia</strong>, apesar de j&aacute; ter alcan&ccedil;ado 60 assinaturas de senadores para ser colocado em vota&ccedil;&atilde;o. Um PL para passar a valer tem de ser aprovado pelos deputados federais e os senadores.</p>
<p>Julimar Roberto de Oliveira Nonato, presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores no Com&eacute;rcio e Servi&ccedil;os (Contracs), entidade filiada &agrave; CUT, explica que se o PL n&ordm; 4140/2020 n&atilde;o entrar em vota&ccedil;&atilde;o em regime de urg&ecirc;ncia, precisar&aacute; passar por comiss&otilde;es no Senado e n&atilde;o ter&aacute; data para ir ao Plen&aacute;rio.</p>
<p>O dirigente critica a atitude do presidente da Casa para com os trabalhadores e trabalhadoras da limpeza urbana. &ldquo;O Alcolumbre n&atilde;o recebe e n&atilde;o quer ouvir os seus representantes, apesar de outros senadores, de diferentes partidos pol&iacute;ticos, nos atenderem e declararem apoio &agrave; nossa reivindica&ccedil;&atilde;o&rdquo;, diz.</p>
<p><strong>&ldquo;N&oacute;s lutamos pelo piso nacional desde 2019. Por isso que ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o na C&acirc;mara, n&oacute;s queremos que o Alcolumbre coloque em vota&ccedil;&atilde;o esse projeto em regime de urg&ecirc;ncia para que seja aprovado ainda este ano&rdquo;</strong>, complementa.</p>
<p><strong>Piso salarial</strong></p>
<p>O presidente da Contracs ressalta que milhares de garis e margaridas trabalham em regime de terceiriza&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o ganham, em muitos munic&iacute;pios, nem um sal&aacute;rio m&iacute;nimo, e que o piso salarial &eacute; fundamental para dar maior dignidade &agrave; categoria.</p>
<p>&ldquo;Eles formam uma categoria essencial para a sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o, trabalhando sob o sol, chuva, correndo atr&aacute;s de caminh&atilde;o. S&atilde;o milhares de trabalhadores terceirizados nessa situa&ccedil;&atilde;o nas cidades do pa&iacute;s e, por isso que a Contracs e a Confetam [Confedera&ccedil;&atilde;o dos Trabalhadores no Servi&ccedil;o P&uacute;blico Municipal] est&atilde;o juntas nessa jornada&rdquo;, conta Julimar.</p>
<p><strong>Recursos financeiros</strong></p>
<p>A Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) afirma que o pagamento de um piso nacional impactar&aacute; no or&ccedil;amento das cidades em R$ 3,5 bi ao ano e, que n&atilde;o est&aacute; prevista uma compensa&ccedil;&atilde;o de encargos financeiros aos entes, mas Julimar rebate dizendo que essa quest&atilde;o j&aacute; foi resolvida quando o projeto estava sendo analisado pelos deputados federais.</p>
<p>&ldquo;Para resolver esse impasse j&aacute; foi aprovado em uma das comiss&otilde;es da C&acirc;mara que a Uni&atilde;o dever&aacute; utilizar os recursos do Fundo Social para auxiliar estados e munic&iacute;pios. O dinheiro existe&rdquo;, conclui o dirigente.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rosely Rocha - CUT / Foto: Claudio Vieira / PMSJC -arquivo</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Dieese lança jornada de debates nacionais pela redução da jornada e o fim da 6x1</title> 
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                    <title>Dieese lança jornada de debates nacionais pela redução da jornada e o fim da 6x1</title> 
                    <description>Lançada em São Paulo, iniciativa do Dieese com participação da CUT e centrais sindicais promoverá debates, mobilizações e pressão no Congresso pela aprovação da PEC que reduz jornada sem corte salarial</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69009</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Com o objetivo de fortalecer a mobiliza&ccedil;&atilde;o pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho sem redu&ccedil;&atilde;o salarial e pelo fim da escala 6x1, o Departamento Intersindical de Estat&iacute;stica e Estudos Socioecon&ocirc;micos (Dieese), com participa&ccedil;&atilde;o da CUT e demais centrais sindicais, lan&ccedil;ou nesta quinta-feira (7), em S&atilde;o Paulo, a&nbsp;<strong>Jornada Nacional de Debates &ldquo;Disputar a Renda, Reduzir a Jornada &ndash; o trabalho no centro do desenvolvimento&rdquo;.</strong></p>
<p>O evento de lan&ccedil;amento reuniu sindicalistas de v&aacute;rias centrais e sindicatos na sede do Dieese e contou com a apresenta&ccedil;&atilde;o de um estudo detalhado sobre o tema que traz informa&ccedil;&otilde;es e dados sobre o mercado de trabalho brasileiro, sob a &oacute;tica da jornada de trabalho e seus impactos aos trabalhadores e trabalhadoras.</p>
<p><strong>Jornada de debates</strong>: a proposta &eacute; &nbsp;construir uma ampla campanha de mobiliza&ccedil;&atilde;o social e sindical em defesa da aprova&ccedil;&atilde;o da Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) que reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e estabelece o fim da escala 6x1. As atividades acontecer&atilde;o em estados onde o Dieese possui escrit&oacute;rios regionais e combinar&atilde;o debates, forma&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, produ&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;do, articula&ccedil;&atilde;o sindical e mobiliza&ccedil;&otilde;es populares.</p>
<p>Segundo a coordenadora-t&eacute;cnica do Dieese, Adriana Marcolino, a Jornada Nacional foi organizada para&nbsp;<strong>fornecer instrumentos pol&iacute;ticos, t&eacute;cnicos e de comunica&ccedil;&atilde;o ao movimento sindical em um momento considerado decisivo para a tramita&ccedil;&atilde;o da proposta no Congresso Nacional.</strong>&nbsp;A data prevista para a vota&ccedil;&atilde;o final no plen&aacute;rio do Congresso Nacional sobre o fim da escala 6x1 e a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho &eacute; o dia 27 de maio de 2026.</p>
<p>&ldquo;A primeira preocupa&ccedil;&atilde;o da Jornada Nacional &eacute; colaborar com instrumentos, argumentos e dados para que o movimento sindical possa fazer essa luta&rdquo;, afirmou Adriana durante o lan&ccedil;amento.</p>
<p>Ela explicou que a discuss&atilde;o sobre redu&ccedil;&atilde;o da jornada n&atilde;o pode ser tratada apenas como um debate sobre tempo de trabalho, mas como uma disputa direta sobre a&nbsp;<strong>riqueza produzida pela classe trabalhadora e apropriada pelo setor financeiro e pelos grandes grupos econ&ocirc;micos.</strong></p>
<p>&ldquo;A desigualdade de renda tamb&eacute;m est&aacute; relacionada &agrave; jornada e &agrave; forma como os empregadores superexploram os trabalhadores com jornadas exaustivas&rdquo;, disse.</p>
<p><strong>Material de trabalho</strong></p>
<p>Para subsidiar os debates e municiar o movimento sindical com argumentos sobre o tema, o Dieese preparou um estudo que traz dados, informa&ccedil;&otilde;es e conclus&otilde;es sobre o mercado de trabalho. Adriana destacou, ao apresentar o estudo, que o cen&aacute;rio atual &eacute; marcado por aumento da intensidade do trabalho, amplia&ccedil;&atilde;o da precariza&ccedil;&atilde;o e deteriora&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de vida da popula&ccedil;&atilde;o trabalhadora.</p>
<p>Ela explicou que o avan&ccedil;o das tecnologias e o crescimento da produtividade n&atilde;o foram convertidos em melhoria da qualidade de vida da classe trabalhadora. Pelo contr&aacute;rio, houve intensifica&ccedil;&atilde;o do ritmo de trabalho, maior controle sobre o tempo dos trabalhadores e expans&atilde;o de modelos de contrata&ccedil;&atilde;o prec&aacute;rios.</p>
<p>Ainda de acordo com Adriana, todos os subs&iacute;dios servir&atilde;o para fortalecer a atua&ccedil;&atilde;o sindical nas redes sociais, nos locais de trabalho, nas categorias e junto &agrave; popula&ccedil;&atilde;o. O objetivo &eacute; ampliar o alcance do debate e consolidar press&atilde;o social sobre os parlamentares.</p>
<p>Adriana tamb&eacute;m alertou para o curto prazo de tramita&ccedil;&atilde;o da proposta no Congresso Nacional e ressaltou que as pr&oacute;ximas semanas ser&atilde;o decisivas para garantir a aprova&ccedil;&atilde;o da PEC.</p>
<p>&ldquo;Temos um tempo muito curto para conseguir essa conquista&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Segundo ela, ser&aacute; necess&aacute;ria uma verdadeira for&ccedil;a-tarefa nacional envolvendo sindicatos, movimentos sociais, dirigentes e trabalhadores para garantir press&atilde;o permanente sobre deputados e senadores.</p>
<p><strong>Prazo curto</strong></p>
<p>Vice-presidenta nacional da CUT e presidenta da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira afirmou que as pr&oacute;ximas semanas ser&atilde;o decisivas para garantir a aprova&ccedil;&atilde;o da proposta de redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho sem redu&ccedil;&atilde;o salarial e do fim da escala 6x1 e destacou que o movimento sindical ter&aacute; pouco tempo para ampliar a press&atilde;o sobre o Congresso Nacional.</p>
<p>Ela alertou que o calend&aacute;rio j&aacute; prev&ecirc; vota&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio no dia 26 de maio e aprecia&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria no dia 27, o que&nbsp;<strong>exige mobiliza&ccedil;&atilde;o intensa das centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais em todo o pa&iacute;s.&nbsp;</strong>&ldquo;&Eacute; uma jornada r&aacute;pida, curta e fundamental&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Juvandia ressaltou que a pauta avan&ccedil;ou por conta da mobiliza&ccedil;&atilde;o constru&iacute;da pelo movimento sindical nos &uacute;ltimos anos, incluindo o plebiscito popular realizado em 2025, que reuniu cerca de 2 milh&otilde;es de assinaturas em defesa da redu&ccedil;&atilde;o da jornada e da taxa&ccedil;&atilde;o dos super-ricos e o papel do governo federal no avan&ccedil;o da pauta.</p>
<p>&ldquo;A gente s&oacute; tem essa pauta colocada nesse cen&aacute;rio nacional porque estamos no governo do presidente Lula&rdquo;, declarou, refor&ccedil;ando que o governo apoiou a proposta e encaminhou o Projeto de Lei 1838/20267, em regime de urg&ecirc;ncia, permitindo que o debate avan&ccedil;asse no Congresso. Foi ap&oacute;s esse inciativa que o presidente da C&acirc;mara dos Deputados, Hugo Motta, decidiu dar andamento &agrave;s PEC&acute;s sobre o tema.</p>
<p>Por isso, para Juvandia, a reta final da tramita&ccedil;&atilde;o exige presen&ccedil;a permanente das entidades sindicais nas ruas, nas redes sociais e junto aos parlamentares, ela afirmou.</p>
<p>&ldquo;&Eacute; hora de mobilizar&rdquo;, afirmou, defendendo a&ccedil;&otilde;es conjuntas das centrais sindicais nos estados, atos p&uacute;blicos e press&atilde;o direta sobre deputados e senadores.</p>
<p><strong>Apoio popular</strong></p>
<p>Juvandia lembra que a pauta j&aacute; conquistou apoio majorit&aacute;rio da popula&ccedil;&atilde;o. Ela citou pesquisas que apontam cerca de 70% de apoio popular ao fim da escala 6x1 e afirmou que parlamentares j&aacute; sentem o impacto pol&iacute;tico da discuss&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;Os deputados est&atilde;o com medo tamb&eacute;m. Quem votar contra pode ter impacto grande na elei&ccedil;&atilde;o&rdquo;, declarou.</p>
<p>A dirigente rebateu ainda os argumentos do setor empresarial de que a redu&ccedil;&atilde;o da jornada provocaria desemprego ou fechamento de empresas. &ldquo;&Eacute; terrorismo&rdquo;, afirmou. &ldquo;Falaram a mesma coisa quando foi reduzido de 48 para 44 horas.&rdquo;</p>
<p><strong>Qualidade de vida</strong></p>
<p>Em sua fala, al&eacute;m de ressaltar o impacto para as mulheres, a dirigente explicou reduzir a jornada significa ampliar tempo para descanso, conviv&ecirc;ncia familiar, estudo, sa&uacute;de e qualidade de vida, al&eacute;m de melhorar a produtividade e reduzir o absente&iacute;smo, ou seja, aus&ecirc;ncias, atrasos ou sa&iacute;das antecipadas de funcion&aacute;rios no trabalho.</p>
<p><strong>Por que a redu&ccedil;&atilde;o &eacute; desenvolvimento</strong></p>
<p>Durante o lan&ccedil;amento da Jornada Nacional, o Dieese apresentou estudo t&eacute;cnico que fundamenta a defesa da redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho como instrumento de desenvolvimento econ&ocirc;mico e social.</p>
<p>Os dados apresentados mostram que o Brasil produz riqueza suficiente para reduzir a jornada sem reduzir sal&aacute;rios.</p>
<p>Segundo o estudo, o pa&iacute;s possui atualmente 102,9 milh&otilde;es de pessoas ocupadas e um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 10,9 trilh&otilde;es. Apesar disso, a distribui&ccedil;&atilde;o da renda produzida continua extremamente desigual.</p>
<p>O Dieese destacou que parte significativa dessa riqueza &eacute; apropriada pelo sistema financeiro ou remetida ao exterior.</p>
<p>Somente em 2025, o Brasil enviou US$ 44 bilh&otilde;es em lucros e dividendos para fora do pa&iacute;s.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o endividamento das fam&iacute;lias brasileiras atingiu o recorde de 80,4%, demonstrando deteriora&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de vida da popula&ccedil;&atilde;o trabalhadora.</p>
<p>Durante a apresenta&ccedil;&atilde;o, Adriana Marcolino afirmou que o debate sobre redu&ccedil;&atilde;o da jornada est&aacute; diretamente relacionado &agrave; disputa pela renda produzida no pa&iacute;s.</p>
<p>Segundo ela, os ganhos de produtividade registrados nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas n&atilde;o foram convertidos em melhoria proporcional das condi&ccedil;&otilde;es de vida da classe trabalhadora.</p>
<p>&ldquo;O aumento da produtividade ficou concentrado no capital&rdquo;, afirmou.</p>
<p>O estudo apresentado pelo Dieese tamb&eacute;m desmonta a tese patronal de que jornadas mais longas significam sal&aacute;rios maiores.</p>
<p>Os dados revelam ainda que trabalhadores submetidos a jornadas entre 41 e 44 horas semanais recebem, em m&eacute;dia, menos do que aqueles que trabalham exatamente 40 horas.</p>
<p>Os setores com maior incid&ecirc;ncia de jornadas superiores a 40 horas &mdash; como agropecu&aacute;ria, com&eacute;rcio e constru&ccedil;&atilde;o civil &mdash; tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o os setores de maiores sal&aacute;rios.</p>
<p>Outro eixo importante da apresenta&ccedil;&atilde;o foi a rela&ccedil;&atilde;o entre jornada de trabalho e sa&uacute;de. Os dados tamb&eacute;m mostram crescimento de 27% nos transtornos mentais relacionados ao trabalho, com incid&ecirc;ncia duas vezes maior entre mulheres.</p>
<p>Ainda segundo o levantamento, as mulheres acumulam, em m&eacute;dia, 58 horas semanais entre trabalho remunerado e trabalho dom&eacute;stico. Entre os homens, a soma chega a 50,6 horas.</p>
<p>O Dieese destacou ainda os impactos provocados pelo tempo excessivo de deslocamento.</p>
<p>Atualmente, cerca de 1,3 milh&atilde;o de pessoas gastam mais de duas horas di&aacute;rias apenas no trajeto entre casa e trabalho.</p>
<p>Durante a apresenta&ccedil;&atilde;o, Adriana ressaltou que produtividade n&atilde;o pode ser confundida com explora&ccedil;&atilde;o intensiva da for&ccedil;a de trabalho.</p>
<p><strong>Audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas e calend&aacute;rio de mobiliza&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>O calend&aacute;rio de debates e mobiliza&ccedil;&otilde;es nos estados para discutir a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 ter&aacute; como datas:</p>
<ul>
<li><strong>07 de maio:</strong>&nbsp;<strong>Para&iacute;ba</strong>&nbsp;(Semin&aacute;rio),&nbsp;<strong>S&atilde;o Paulo</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Distrito Federal</strong>&nbsp;(Mobiliza&ccedil;&atilde;o).</li>
<li><strong>12 de maio:</strong>&nbsp;<strong>Santa Catarina</strong>.</li>
<li><strong>13 de maio:</strong>&nbsp;<strong>Bahia</strong>,&nbsp;<strong>Cear&aacute;</strong>,&nbsp;<strong>Mato Grosso do Sul</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Paran&aacute;</strong>.</li>
<li><strong>14 de maio:</strong>&nbsp;<strong>S&atilde;o Paulo</strong>&nbsp;(Semin&aacute;rio no Pal&aacute;cio do Trabalhador &ndash; For&ccedil;a Sindical, &agrave;s 09h30),&nbsp;<strong>Esp&iacute;rito Santo</strong>,&nbsp;<strong>Rio de Janeiro</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Sergipe</strong>.</li>
<li><strong>15 de maio:</strong>&nbsp;<strong>Rio Grande do Sul</strong>&nbsp;(Semin&aacute;rio &agrave;s 10h) e&nbsp;<strong>Par&aacute;</strong>.</li>
<li><strong>16 de maio:</strong>&nbsp;<strong>Maranh&atilde;o</strong>&nbsp;(Semin&aacute;rio).</li>
<li><strong>19 de maio:</strong>&nbsp;<strong>Pernambuco</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Rio Grande do Sul</strong>.</li>
<li><strong>20 de maio:</strong>&nbsp;<strong>Rio Grande do Norte</strong>.</li>
<li><strong>21 de maio:</strong>&nbsp;<strong>Belo Horizonte</strong>&nbsp;(Semin&aacute;rio &agrave;s 10h).</li>
<li><strong>22 de maio:</strong>&nbsp;<strong>Manaus</strong>&nbsp;(Semin&aacute;rio).</li>
<li><strong>28 de maio:</strong>&nbsp;<strong>Para&iacute;ba</strong>.</li>
</ul>
<p>Essas atividades fazem parte da&nbsp;<strong>Jornada Nacional de Debates</strong>&nbsp;e de semin&aacute;rios promovidos pelo&nbsp;<strong>DIEESE</strong>&nbsp;em conjunto com as centrais sindicais.</p>
<p>Durante a apresenta&ccedil;&atilde;o do cronograma da campanha, Adriana Marcolino destacou que o Congresso Nacional ter&aacute; uma agenda intensa de debates e audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas ao longo das pr&oacute;ximas semanas.</p>
<p>Segundo ela, as audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas da comiss&atilde;o especial que analisa a PEC 221/2019 (de autoria do deputado Reginaldo Lopes do PT-MG) e a PEC 8/2025 (de autoria da deputada Erika Hilton do Psol de SP) ser&atilde;o realizadas todas as ter&ccedil;as e quartas-feiras at&eacute; a vota&ccedil;&atilde;o final da proposta.</p>
<p>A orienta&ccedil;&atilde;o das centrais sindicais &eacute; manter presen&ccedil;a permanente em Bras&iacute;lia durante todo o per&iacute;odo de tramita&ccedil;&atilde;o. O calend&aacute;rio apresentado durante o lan&ccedil;amento prev&ecirc;:</p>
<ul>
<li>12 de maio &mdash; debate sobre impactos econ&ocirc;micos, produtividade e financiamento;</li>
<li>13 de maio (manh&atilde;) &mdash; apresenta&ccedil;&atilde;o de experi&ecirc;ncias concretas de redu&ccedil;&atilde;o da jornada;</li>
<li>13 de maio (tarde) &mdash; di&aacute;logo social com movimentos e entidades;</li>
<li>18 de maio &mdash; audi&ecirc;ncia com representantes patronais;</li>
<li>19 de maio (manh&atilde;) &mdash; debate sobre mulheres, sa&uacute;de e dupla jornada;</li>
<li>19 de maio (tarde) &mdash; participa&ccedil;&atilde;o das centrais sindicais e entidades de trabalhadores;</li>
<li>25 de maio &mdash; discuss&atilde;o sobre trabalho rural;</li>
<li>26 de maio &mdash; vota&ccedil;&atilde;o do parecer na comiss&atilde;o especial;</li>
<li>27 de maio &mdash; vota&ccedil;&atilde;o no plen&aacute;rio e mobiliza&ccedil;&atilde;o nacional convocada pelas centrais sindicais.</li>
</ul>
<p><strong>Dieese: instrumento fundamental de luta</strong></p>
<p>Presidente do Dieese, Jos&eacute; Gonzaga afirmou que a Jornada Nacional de Debates faz parte da miss&atilde;o hist&oacute;rica da entidade de assessorar o movimento sindical brasileiro e contribuir para melhorar as condi&ccedil;&otilde;es de vida da classe trabalhadora.</p>
<p>&ldquo;O Dieese tem a miss&atilde;o de educar, formar e indicar caminhos. E o caminho &eacute; a unidade, a solidariedade e estarmos juntos em defesa dos interesses dos trabalhadores&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Gonzaga destacou que o Dieese possui papel estrat&eacute;gico na produ&ccedil;&atilde;o de estudos, pesquisas e dados que subsidiam as lutas sindicais em todo o pa&iacute;s.</p>
<p>Segundo ele, a entidade ajuda a transformar reivindica&ccedil;&otilde;es hist&oacute;ricas dos trabalhadores em propostas concretas, sustentadas tecnicamente e capazes de enfrentar os argumentos do setor patronal.</p>
<p>O dirigente afirmou que a redu&ccedil;&atilde;o da jornada possui potencial para gerar impactos positivos em diversas &aacute;reas da vida social.</p>
<p>&ldquo;Redu&ccedil;&atilde;o da jornada significa mais sa&uacute;de, mais tempo para estudar, mais tempo com a fam&iacute;lia, mais qualidade de vida e mais desenvolvimento&rdquo;, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>André Accarini - CUT / Foto: André Accarini </author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Reunião de Lula com Trump dura 3 horas em Washington</title> 
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                    <title>Reunião de Lula com Trump dura 3 horas em Washington</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69008</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (7), ap&oacute;s reuni&atilde;o com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington, que equipes dos dois governos dever&atilde;o fechar uma proposta para resolver o impasse sobre tarifas de exporta&ccedil;&atilde;o e de uma investiga&ccedil;&atilde;o comercial aberta pelos norte-americanos contra o Brasil desde o ano passado.</p>
<p>O objetivo &eacute; que uma proposta seja levada aos dois l&iacute;deres em cerca de 30 dias. O Brasil voltou a defender o encerramento da apura&ccedil;&atilde;o aberta com base na Se&ccedil;&atilde;o 301 da Lei de Com&eacute;rcio dos EUA.</p>
<p>&ldquo;Eu falei assim: &lsquo;Vamos colocar um grupo de trabalho e vamos permitir que esse mo&ccedil;o [do Minist&eacute;rio] da Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio do Brasil, junto com o teu ministro do Com&eacute;rcio, sentem em 30 dias e apresentem para n&oacute;s uma proposta para a gente poder bater o martelo&rsquo;. Quem estiver errado vai ceder. Se a gente tiver que ceder, n&oacute;s vamos ceder&rdquo;, disse Lula a jornalistas na sede da Embaixada do Brasil em Washington.</p>
<p>No procedimento, os EUA acusam o Brasil de concorr&ecirc;ncia desleal, mencionando o Pix, tarifas sobre etanol, desmatamento ilegal e prote&ccedil;&atilde;o de propriedade intelectual.</p>
<p>Em abril deste ano, t&eacute;cnicos brasileiros reuniram-se nos EUA para esclarecimentos, defendendo o pa&iacute;s contra a alega&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas desleais.</p>
<p>O governo brasileiro n&atilde;o reconhece a legitimidade de instrumentos unilaterais como a Se&ccedil;&atilde;o 301, argumentando inconsist&ecirc;ncia com as regras da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial do Com&eacute;rcio (OMC).</p>
<p>Segundo Lula, o tema do Pix n&atilde;o foi mencionado durante a reuni&atilde;o entre os presidentes.</p>
<p>Lula e Trump se reuniram por mais de 3 horas na Casa Branca, em Washington, incluindo um almo&ccedil;o oferecido pelo norte-americano.</p>
<p>A expectativa era que ambos atendessem &agrave; imprensa no Sal&atilde;o Oval antes da reuni&atilde;o, mas o presidente brasileiro pediu para que a conversa com a imprensa ocorresse ap&oacute;s o encontro.</p>
<p>Em postagem nas redes sociais, Trump informou que discutiu &ldquo;muitos t&oacute;picos&rdquo; com Lula, incluindo quest&otilde;es comerciais e de tarifas, e chamou Lula de &ldquo;um presidente muito din&acirc;mico&rdquo;.</p>
<p>&ldquo;A reuni&atilde;o foi muito produtiva. Nossos representantes t&ecirc;m reuni&otilde;es agendadas para discutir alguns pontos-chave. Outras reuni&otilde;es ser&atilde;o agendadas nos pr&oacute;ximos meses, conforme necess&aacute;rio&rdquo;, escreveu o norte-americano.</p>
<p>Lula chegou &agrave; Casa Branca pouco depois do meio-dia (hor&aacute;rio de Bras&iacute;lia). O encontro foi previamente negociado pelas equipes dos dois pa&iacute;ses, com a expectativa de tratar diversos temas, como com&eacute;rcio, combate ao crime organizado, al&eacute;m de quest&otilde;es geopol&iacute;ticas e de minerais cr&iacute;ticos.</p>
<p>A jornalistas, Lula disse ter sa&iacute;do muito otimista da reuni&atilde;o bilateral.</p>
<p>&ldquo;Eu acho que o Brasil est&aacute; preparado para discutir com qualquer pa&iacute;s do mundo, qualquer assunto. N&atilde;o tem assunto proibido. A &uacute;nica coisa que n&atilde;o abrimos m&atilde;o &eacute; da nossa democracia e da nossa soberania. O resto &eacute; tudo discutido&rdquo;, afirmou o presidente.</p>
<h2>Crime organizado</h2>
<p>Durante a coletiva de imprensa, Lula anunciou que o governo brasileiro vai lan&ccedil;ar um plano de combate ao crime organizado &ldquo;na semana que vem&rdquo; e que, na conversa com Trump, ficou acertado que uma das frentes de trabalho entre dos dois governos ser&aacute; a coopera&ccedil;&atilde;o para asfixiar financeiramente as organiza&ccedil;&otilde;es criminosas transnacionais que atuam no Brasil e nos EUA.</p>
<p>&ldquo;Precisamos destruir o potencial financeiro do crime organizado e das fac&ccedil;&otilde;es&rdquo;, defendeu.</p>
<p>Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, equipes da Receita Federal brasileira e a contraparte norte-americana dever&atilde;o fazer opera&ccedil;&otilde;es conjuntas para bloquear o contrabando de armas e outros produtos, incluindo o tr&aacute;fico ilegal de drogas sint&eacute;ticas provenientes dos EUA.</p>
<p>Ainda segundo Lula, eles n&atilde;o trataram sobre fac&ccedil;&otilde;es criminosas que atuam no Brasil. O governo dos EUA estuda mudar a designa&ccedil;&atilde;o de fac&ccedil;&otilde;es brasileiras como grupo terroristas, o que na avalia&ccedil;&atilde;o do Brasil e de especialistas &eacute; um risco &agrave; soberania e n&atilde;o ajuda no combate ao crime</p>
<p>Em abril, Brasil e Estados Unidos j&aacute; haviam anunciado um acordo de coopera&ccedil;&atilde;o m&uacute;tua visando combater o tr&aacute;fico internacional de armas e drogas.</p>
<p>A parceria prev&ecirc; o compartilhamento de informa&ccedil;&otilde;es sobre apreens&otilde;es feitas nas aduanas dos dois pa&iacute;ses, de forma a viabilizar uma investiga&ccedil;&atilde;o c&eacute;lere de padr&otilde;es, rotas e v&iacute;nculos entre remetentes e destinat&aacute;rios de produtos il&iacute;citos.</p>
<h2>Terras raras</h2>
<p>Outro ponto abordado na reuni&atilde;o entre Lula e Trump foi os investimentos na explora&ccedil;&atilde;o dos minerais cr&iacute;ticos e das terras raras, que s&atilde;o fundamentais na fabrica&ccedil;&atilde;o de componentes eletr&ocirc;nicos de equipamentos de alta tecnologia.</p>
<p>Na coletiva de imprensa, Lula disse ter informado a Trump da aprova&ccedil;&atilde;o, nesta quarta-feira (6), da lei que institui Pol&iacute;tica Nacional de Minerais Cr&iacute;ticos e Estrat&eacute;gicos (PNMCE).</p>
<p>O projeto prev&ecirc;, entre outros pontos, a cria&ccedil;&atilde;o de um comit&ecirc; ou conselho respons&aacute;vel por definir quais s&atilde;o os minerais cr&iacute;ticos e estrat&eacute;gicos do pa&iacute;s.</p>
<p>Com cerca de 21 milh&otilde;es de toneladas, a reserva brasileira de terras raras &eacute; a segunda maior j&aacute; mapeada no mundo, ficando atr&aacute;s apenas da China, que det&eacute;m aproximadamente 44 milh&otilde;es de toneladas. Por&eacute;m, apenas cerca de 25% do territ&oacute;rio nacional foi mapeado, o que indica um enorme potencial ainda desconhecido.</p>
<p>&ldquo;Qualquer um que quiser, o Brasil estar&aacute; aberto a construir parceria. O que n&oacute;s n&atilde;o queremos &eacute; ser meros exportadores dessas coisas. N&atilde;o queremos repetir o que aconteceu com a prata na Am&eacute;rica Latina, com o ouro no Brasil, com o min&eacute;rio de ferro que a gente manda muito para fora e a gente poderia fazer um processo de transforma&ccedil;&atilde;o interna que a gente n&atilde;o fez. Ent&atilde;o, com as terras raras, a gente vai mudar de comportamento&rdquo;, garantiu o presidente.</p>
<h2>Vistos revogados</h2>
<p>Lula disse ter entregue a Trump uma lista de autoridades e seus familiares brasileiros que ainda est&atilde;o sofrendo com restri&ccedil;&atilde;o de vistos norte-americanos como retalia&ccedil;&atilde;o por conta do julgamento da tentativa de golpe de Estado no Brasil.</p>
<p>Parte da suspens&atilde;o de vistos teria sido interrompida, mas algumas pessoas seguem sancionadas, incluindo, segundo Lula, a filha de 10 anos de idade do ministro da Sa&uacute;de, Alexandre Padilha, e alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Fazem parte da comitiva presidencial os ministros das Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores, Mauro Vieira; da Justi&ccedil;a e Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, Wellington C&eacute;sar; da Fazenda, Dario Durigan; do Desenvolvimento, Ind&uacute;stria, Com&eacute;rcio e Servi&ccedil;os, M&aacute;rcio Elias Rosa; de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o diretor-geral da Pol&iacute;cia Federal, Andrei Rodrigues.</p>
<h2>Hist&oacute;rico</h2>
<p>A rela&ccedil;&atilde;o comercial entre Brasil e Estados Unidos atravessa, desde 2025, uma fase de tens&otilde;es decorrentes da pol&iacute;tica tarif&aacute;ria adotada pelo presidente Donald Trump, que retomou medidas protecionistas j&aacute; observadas em seu primeiro mandato.</p>
<p>O ciclo de disputas come&ccedil;ou com a imposi&ccedil;&atilde;o de tarifas de 25% sobre as importa&ccedil;&otilde;es de a&ccedil;o e alum&iacute;nio, afetando diretamente o Brasil, um dos principais fornecedores desses produtos ao mercado norte-americano.</p>
<p>As justificativas apresentadas pelos EUA para tais medidas combinavam argumenta&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas e pol&iacute;ticas.</p>
<p>Houve tamb&eacute;m cr&iacute;ticas &agrave; Suprema Corte brasileira, no contexto das decis&otilde;es do Judici&aacute;rio brasileiro relacionadas ao processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, envolvido com os atos golpistas que culminaram com o 8 de janeiro de 2023.</p>
<p>Em abril, os Estados Unidos adotaram tarifas adicionais sobre diversos produtos brasileiros, sob o argumento de falta de reciprocidade comercial. O governo brasileiro intensificou algumas tratativas diplom&aacute;ticas e, mais adiante, levou o tema &agrave; Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial do Com&eacute;rcio (OMC).</p>
<p>Al&eacute;m disso, o Brasil fortaleceu alguns de seus instrumentos legais, como medidas de reciprocidade e retalia&ccedil;&atilde;o, na tentativa de evitar uma escalada ainda maior por parte do governo dos EUA.</p>
<p>No fim de 2025 e no in&iacute;cio deste ano, houve recuo parcial dos Estados Unidos, com exclus&otilde;es de produtos e substitui&ccedil;&atilde;o do tarifa&ccedil;o por uma tarifa global tempor&aacute;ria de cerca de 10%. Setores como a&ccedil;o e alum&iacute;nio, por&eacute;m, seguem com taxas elevadas.</p>
<p>A comitiva brasileira retorna a Bras&iacute;lia ainda esta noite com previs&atilde;o de chegada nesta sexta-feira (8).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Agência Brasil / Foto: Ricardo Stuckert/PR</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Adilson Araújo defende redução da jornada e fortalecimento sindical no 30º Painéis da Engenharia</title> 
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                    <title>Adilson Araújo defende redução da jornada e fortalecimento sindical no 30º Painéis da Engenharia</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69007</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O presidente nacional da ,&nbsp;<span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline">Adilson Ara&uacute;jo</span>, participou nesta quarta-feira do 30&ordm; Pain&eacute;is da Engenharia, promovido pelo (SENGE-RS), no&nbsp;<span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline">Teatro de C&acirc;mara T&uacute;lio Piva</span>, em Porto Alegre. O encontro debateu a valoriza&ccedil;&atilde;o do trabalho, a jornada da classe trabalhadora e os desafios do mundo do trabalho diante das transforma&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas e sociais no pa&iacute;s.</p>
<p>A atividade reuniu dirigentes sindicais, operadores do Direito, estudantes e representantes de movimentos sociais para refletir sobre os impactos das reformas trabalhistas, a precariza&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es de trabalho e a necessidade de fortalecer a organiza&ccedil;&atilde;o da classe trabalhadora.</p>
<p>Durante sua interven&ccedil;&atilde;o, Adilson Ara&uacute;jo destacou a import&acirc;ncia da unidade sindical e da mobiliza&ccedil;&atilde;o social para enfrentar os ataques aos direitos trabalhistas. O dirigente refor&ccedil;ou que a luta pela valoriza&ccedil;&atilde;o do trabalho passa pela defesa da redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem redu&ccedil;&atilde;o salarial e pela amplia&ccedil;&atilde;o da prote&ccedil;&atilde;o social aos trabalhadores e trabalhadoras.</p>
<p>&ldquo;O movimento sindical precisa ampliar sua capacidade de organiza&ccedil;&atilde;o e mobiliza&ccedil;&atilde;o para enfrentar os retrocessos impostos pelas pol&iacute;ticas neoliberais e garantir dignidade &agrave; classe trabalhadora&rdquo;, ressaltou o presidente da CTB.</p>
<p>O debate tamb&eacute;m contou com a participa&ccedil;&atilde;o da advogada especialista em Direito Coletivo do Trabalho,&nbsp;<span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline">Zilmara Alencar</span>, que abordou os desafios da negocia&ccedil;&atilde;o coletiva e da defesa dos instrumentos jur&iacute;dicos respons&aacute;veis pela garantia de direitos hist&oacute;ricos da classe trabalhadora.</p>
<p>J&aacute; o desembargador do Trabalho do ,&nbsp;<span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline">Marcelo D&rsquo;Ambroso</span>, destacou o papel da Justi&ccedil;a do Trabalho na preserva&ccedil;&atilde;o da democracia e dos direitos sociais, alertando para os impactos da flexibiliza&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es trabalhistas.</p>
<p>O 30&ordm; Pain&eacute;is da Engenharia refor&ccedil;ou a necessidade de ampliar os espa&ccedil;os de di&aacute;logo sobre o futuro do trabalho, reunindo diferentes vis&otilde;es em defesa da democracia, da valoriza&ccedil;&atilde;o profissional e de melhores condi&ccedil;&otilde;es de vida para a classe trabalhadora.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Fri, 08 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CTB</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>SINDEEPRES promove curso de capacitação para suas equipes com especialistas da Escola da ANPT sobre decisões do STF e atendimento sindical</title> 
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                    <title>SINDEEPRES promove curso de capacitação para suas equipes com especialistas da Escola da ANPT sobre decisões do STF e atendimento sindical</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69006</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O <strong>Sindicato dos Empregados em Empresas de Presta&ccedil;&atilde;o de Servi&ccedil;os a Terceiros, Coloca&ccedil;&atilde;o e Administra&ccedil;&atilde;o de M&atilde;o de Obra, Trabalho Tempor&aacute;rio, Leitura de Medidores e Entrega de Avisos do Estado de S&atilde;o Paulo (SINDEEPRES) </strong>realiza, nesta segunda ( 11) terca-feira (12) de maio, o curso presencial &ldquo;Do STF &agrave; Pr&aacute;tica Sindical: Estrat&eacute;gias Jur&iacute;dicas Atualizadas&rdquo;, iniciativa voltada &agrave; capacita&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica e jur&iacute;dica de seus funcion&aacute;rios e colaboradores para ampliar a efici&ecirc;ncia do atendimento aos trabalhadores sindicalizados e representados pela entidade.</p>
<p>A forma&ccedil;&atilde;o ser&aacute; realizada no audit&oacute;rio do sindicato, no centro da capital paulista, e reunir&aacute; procuradores e especialistas do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho para debater os principais desafios jur&iacute;dicos enfrentados atualmente pelo movimento sindical e pelas rela&ccedil;&otilde;es de trabalho no Brasil.</p>
<p>O objetivo do curso &eacute; atualizar as equipes do sindicato sobre os impactos das recentes decis&otilde;es do Supremo Tribunal Federal (STF), al&eacute;m de fortalecer a atua&ccedil;&atilde;o sindical, jur&iacute;dica e institucional da entidade no atendimento di&aacute;rio aos trabalhadores.</p>
<p>Segundo a dire&ccedil;&atilde;o do SINDEEPRES, investir na qualifica&ccedil;&atilde;o permanente dos profissionais da entidade &eacute; fundamental para garantir uma representa&ccedil;&atilde;o sindical moderna, eficiente e preparada para responder &agrave;s transforma&ccedil;&otilde;es do mundo do trabalho.</p>
<p>&ldquo;O fortalecimento da atua&ccedil;&atilde;o sindical passa necessariamente pela capacita&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica das equipes. As recentes decis&otilde;es do STF v&ecirc;m alterando significativamente as rela&ccedil;&otilde;es trabalhistas e sindicais, exigindo atualiza&ccedil;&atilde;o constante para que possamos atender nossos representados com ainda mais qualidade, seguran&ccedil;a jur&iacute;dica e efici&ecirc;ncia&rdquo;, destaca a diretora Administrativo&nbsp; Financeira do SINDEEPRES, &nbsp;Dra. Clara Bernadete Ferreira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Programa&ccedil;&atilde;o Completa</strong></p>
<p><strong>Segunda-feira &ndash; 11</strong></p>
<ul>
<li><strong>08h30</strong> 
<ul>
<li>Credenciamento       e abertura oficial</li>
</ul>
</li>
<li><strong>09h00 &agrave;s      12h30</strong> 
<ul>
<li><strong>Tema:</strong>&nbsp;&ldquo;Repercuss&otilde;es       pr&aacute;ticas da decis&atilde;o do STF no RE 1.298.647 &ndash; Tema 1118: &ocirc;nus da prova na       responsabilidade subsidi&aacute;ria da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica e medidas a serem       implementadas pelas entidades sindicais&rdquo;</li>
<li><strong>Palestrante:</strong> Ileana Neiva Mousinho, subprocuradora-geral do Trabalho</li>
</ul>
</li>
<li><strong>14h30</strong> 
<ul>
<li><strong>Tema:</strong>&nbsp;&ldquo;A       transi&ccedil;&atilde;o do direito social para o direito privado nas decis&otilde;es do STF:       ruptura do modelo celetista &ndash; Temas 1291 e 1389&rdquo;</li>
<li><strong>Palestrante:</strong> Adriana Augusta de Moura Souza, procuradora regional do Trabalho</li>
</ul>
</li>
<li><strong>16h15</strong> 
<ul>
<li><strong>Tema:</strong>&nbsp;&ldquo;Movimenta&ccedil;&atilde;o       de mercadorias, precariza&ccedil;&atilde;o, legitima&ccedil;&atilde;o e representa&ccedil;&atilde;o sindical&rdquo;</li>
<li><strong>Palestrante:</strong> Geraldo Emediato de Souza, procurador do Trabalho</li>
</ul>
</li>
</ul>
<div>
<hr size="2" />
</div>
<p><strong>Ter&ccedil;a-feira &ndash; 12</strong></p>
<ul>
<li><strong>08h30</strong> 
<ul>
<li><strong>Tema:</strong>&nbsp;&ldquo;Financiamento       e custeio sindical: formas de custeio, Tema 935/STF e modula&ccedil;&atilde;o de       efeitos, direito de oposi&ccedil;&atilde;o e suas formas&rdquo;</li>
<li><strong>Palestrante:</strong> Alberto Emiliano de Oliveira, procurador regional do Trabalho</li>
</ul>
</li>
<li><strong>10h30</strong> 
<ul>
<li><strong>Tema:</strong>&nbsp;&ldquo;Tema       1046/STF: negociado x legislado &mdash; validade de norma coletiva de trabalho       que limita ou restringe direito trabalhista n&atilde;o assegurado       constitucionalmente&rdquo;</li>
<li><strong>Palestrante:</strong> Alberto Emiliano de Oliveira, procurador regional do Trabalho</li>
</ul>
</li>
<li><strong>11h15</strong> 
<ul>
<li><strong>Tema:</strong>&nbsp;&ldquo;Assistencialismo       sindical&rdquo;</li>
<li><strong>Palestrante:</strong> Alberto Emiliano de Oliveira, procurador regional do Trabalho</li>
</ul>
</li>
<li><strong>14h30 &agrave;s      18h00</strong> 
<ul>
<li><strong>Temas:</strong>&nbsp;&ldquo;A&ccedil;&atilde;o       Popular, a&ccedil;&atilde;o individual trabalhista, a&ccedil;&atilde;o civil p&uacute;blica, a&ccedil;&atilde;o civil       coletiva, arbitragem, media&ccedil;&atilde;o e substitui&ccedil;&atilde;o processual&rdquo;</li>
<li><strong>Palestrante:</strong> Cristiano Louren&ccedil;o Rodrigues, procurador do Trabalho&nbsp;</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Perfil dos palestrantes</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Adriana Augusta de Moura Souza</strong></p>
<p><strong>Coordenadora</strong></p>
<p>Presidenta da ANPT. Integra o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho (MPT) desde 1999. Atualmente &eacute; Procuradora Regional do Trabalho e j&aacute; ocupou diversas fun&ccedil;&otilde;es de coordena&ccedil;&atilde;o nacional e regional no MPT. Participou de v&aacute;rios grupos de trabalho e for&ccedil;as-tarefa em temas estrat&eacute;gicos. &Eacute; autora de artigos jur&iacute;dicos e foi professora de Direito Processual do Trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ileana Neiva Mousinho</strong></p>
<p><strong>Subprocuradora-geral do Trabalho</strong></p>
<p>Graduada em Direito pela Universidade Federal do Piau&iacute;, mestre em Direito Constitucional pela UFC. Capacitadora da ESMPU. Especialista em Direito Processual Civil pela UFSC e em Direito Sanit&aacute;rio pela Fiocruz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alberto Emiliano de Oliveira Neto</strong></p>
<p><strong>Procurador Regional do Trabalho</strong></p>
<p>Doutor em Direito pela UFPR, mestre e bacharel pela PUC-PR. Atua nas &aacute;reas de liberdade sindical, negocia&ccedil;&atilde;o coletiva e direitos sociais. &Eacute; autor de livros sobre financiamento sindical e acordos transnacionais e professor convidado da ESMPU.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Geraldo Emediato de Souza</strong></p>
<p><strong>Procurador do Trabalho</strong></p>
<p>Integra o MPT desde 1999. Foi Coordenador Nacional da Conafret e atualmente &eacute; o Coordenador Regional da Conalis em Minas Gerais. Foi coordenador de diversas for&ccedil;as-tarefas no Brasil e atualmente coordena o Grupo Especial de Atua&ccedil;&atilde;o Final&iacute;stica do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho e preside o Conselho Gestor dos recursos para a repara&ccedil;&atilde;o moral coletiva decorrente do acidente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cristiano Louren&ccedil;o Rodrigues</strong></p>
<p><strong>Procurador do Trabalho</strong></p>
<p>Mestre em Direito Negocial pela Universidade Estadual de Londrina e especialista e doutorando em Direito do Trabalho e da Seguridade Social pela Universidade de S&atilde;o Paulo.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 07 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Assessoria de Imprensa SINDEEPRES / Foto: Luiz Silveira/STF</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Lula deixa a Casa Branca após reunião com Trump</title> 
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                    <title>Lula deixa a Casa Branca após reunião com Trump</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69005</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><strong>O presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva deixou a Casa Branca, em Washington, ap&oacute;s reuni&atilde;o seguida de almo&ccedil;o nesta quinta-feira (7) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O encontro durou cerca de tr&ecirc;s horas, com participa&ccedil;&atilde;o de ministros de ambos os pa&iacute;ses</strong>.&nbsp;A expectativa era que Lula e Trump atendessem &agrave; imprensa no Sal&atilde;o Oval, mas o plano foi alterado e&nbsp;<strong>o l&iacute;der brasileiro dever&aacute; falar&aacute; a jornalistas na sede da embaixada brasileira na capital norte-americana ainda nesta tarde.</strong></p>
<p>Em postagem nas redes sociais,&nbsp;<strong>Trump informou que discutiu com Lula "muitos t&oacute;picos", incluindo quest&otilde;es comerciais e de tarifas</strong>.</p>
<p>"A reuni&atilde;o foi muito produtiva.&nbsp;Nossos representantes t&ecirc;m reuni&otilde;es agendadas para discutir alguns pontos-chave. Outras reuni&otilde;es ser&atilde;o agendadas nos pr&oacute;ximos meses, conforme necess&aacute;rio", escreveu o presidente norte-americano, que chamou Lula de "muito din&acirc;mico".</p>
<p>Lula&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-05/lula-chega-casa-branca-pra-encontro-com-trump" target="_blank">chegou &agrave; Casa Branca</a>&nbsp;pouco depois do meio-dia (hor&aacute;rio de Bras&iacute;lia). O encontro foi previamente negociado pelas equipes dos dois pa&iacute;ses, com a expectativa de tratar diversos temas, como com&eacute;rcio, combate ao crime organizado, al&eacute;m de quest&otilde;es geopol&iacute;ticas e de minerais cr&iacute;ticos.</p>
<p>No m&ecirc;s passado, Brasil e Estados Unidos&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/brasil-e-eua-anunciam-acordo-de-combate-ao-trafico-de-armas-e-drogas" target="_blank">anunciaram um acordo de coopera&ccedil;&atilde;o m&uacute;tua</a>&nbsp;visando combater o tr&aacute;fico internacional de armas e drogas.</p>
<p>A parceria prev&ecirc; o compartilhamento de informa&ccedil;&otilde;es sobre apreens&otilde;es feitas nas aduanas dos dois pa&iacute;ses, de forma a viabilizar uma investiga&ccedil;&atilde;o c&eacute;lere de padr&otilde;es, rotas e v&iacute;nculos entre remetentes e destinat&aacute;rios de produtos il&iacute;citos.</p>
<p>Fazem parte da comitiva presidencial os ministros das Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores, Mauro Vieira; da Justi&ccedil;a e Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, Wellington C&eacute;sar; da Fazenda, Dario Durigan; do Desenvolvimento, Ind&uacute;stria, Com&eacute;rcio e Servi&ccedil;os, M&aacute;rcio Elias Rosa; de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o diretor-geral da Pol&iacute;cia Federal, Andrei Rodrigues.</p>
<h2>Hist&oacute;rico</h2>
<p>A rela&ccedil;&atilde;o comercial entre Brasil e Estados Unidos atravessa, desde 2025, uma fase de tens&otilde;es decorrentes da pol&iacute;tica tarif&aacute;ria adotada pelo presidente Donald Trump, que retomou medidas protecionistas j&aacute; observadas no seu primeiro mandato.</p>
<p>O ciclo de disputas come&ccedil;ou com a imposi&ccedil;&atilde;o de&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-02/trump-eleva-para-25-tarifas-sobre-importacoes-de-aco-e-aluminio" target="_blank">tarifas de 25% sobre as importa&ccedil;&otilde;es de a&ccedil;o e alum&iacute;nio</a>, afetando diretamente o Brasil &ndash; um dos principais fornecedores desses produtos ao mercado norte-americano.</p>
<p>As justificativas apresentadas pelos EUA para tais medidas combinavam argumenta&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas e pol&iacute;ticas.</p>
<p>Houve tamb&eacute;m cr&iacute;ticas &agrave; Suprema Corte do Brasil, no contexto das decis&otilde;es do Judici&aacute;rio brasileiro relacionadas ao processo envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro,<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2025-09/stf-condena-bolsonaro-27-anos-e-tres-meses-de-prisao" target="_blank">&nbsp;condenado pelos atos golpistas</a>&nbsp;que culminaram com o 8 de janeiro de 2023.</p>
<p>Em abril, os Estados Unidos<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-04/trump-anuncia-taxa-de-10-para-produtos-brasileiros" target="_blank">&nbsp;</a><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/em-carta-lula-trump-anuncia-tarifa-de-50-produtos-brasileiros" target="_blank">adotaram tarifas adicionais&nbsp;</a>sobre diversos produtos brasileiros, sob o argumento de falta de reciprocidade comercial. O governo brasileiro intensificou algumas tratativas diplom&aacute;ticas e, mais adiante,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-08/brasil-aciona-omc-contra-tarifaco-dos-estados-unidos" target="_blank">levou o tema &agrave; Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial do Com&eacute;rcio (OMC)</a>.</p>
<p>Al&eacute;m disso, o Brasil fortaleceu alguns de seus instrumentos legais, como<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/lula-regulamenta-lei-de-reciprocidade-comercial" target="_blank">&nbsp;medidas de reciprocidade&nbsp;</a>e retalia&ccedil;&atilde;o, na tentativa de evitar uma escalada ainda maior por parte do governo dos EUA.</p>
<p>No<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-11/trump-retira-tarifa-de-40-sobre-produtos-do-brasil-como-cafe-e-carne" target="_blank">&nbsp;fim de 2025</a>&nbsp;e no in&iacute;cio de 2026, houve recuo parcial dos Estados Unidos, com exclus&otilde;es de produtos e substitui&ccedil;&atilde;o do tarifa&ccedil;o por uma tarifa global tempor&aacute;ria de cerca de 10%. Setores como a&ccedil;o e alum&iacute;nio, por&eacute;m, seguem com taxas elevadas.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 07 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Agência Brasil / Foto: Ricardo Stuckert/PR</author>
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                <item>
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                        <title>Metroviários podem entrar em greve no dia 13 de maio</title> 
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                    <title>Metroviários podem entrar em greve no dia 13 de maio</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69004</link>
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                        <![CDATA[<p>Os trabalhadores do Metr&ocirc; de S&atilde;o Paulo est&atilde;o prestes a realizar uma greve no dia 13 de maio, pois o governo estadual e a dire&ccedil;&atilde;o da empresa t&ecirc;m dificultado as negocia&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>O Sindicato dos Metrovi&aacute;rios de S&atilde;o Paulo reivindica a abertura de concurso para novos funcion&aacute;rios. J&aacute; s&atilde;o 10 anos sem a contrata&ccedil;&atilde;o de trabalhadores.</p>
<p>Em postagem em sua rede social, o sindicato escreveu menciona reportagem do programa Fant&aacute;stico, da TV Globo, que destaca a excel&ecirc;ncia do trabalho e a alta aprova&ccedil;&atilde;o dos passageiros, mas ressalta que isso ocorre &agrave;s custas da sa&uacute;de dos trabalhadores.</p>
<p>&ldquo;Em 10 anos, o quadro de funcion&aacute;rios do Metr&ocirc; reduziu-se para praticamente a metade: hoje, h&aacute; 5.663 funcion&aacute;rios distribu&iacute;dos em todas as &aacute;reas de atendimento, opera&ccedil;&atilde;o dos trens, seguran&ccedil;a p&uacute;blica, manuten&ccedil;&atilde;oe administra&ccedil;&atilde;o.&rdquo;</p>
<p>Outra quest&atilde;o que a dire&ccedil;&atilde;o do sindicato tem destacado &eacute; o grave ataque aos planos de sa&uacute;de dos trabalhadores, al&eacute;m da recusa em negociar quest&otilde;es como a igualdade salarial para fun&ccedil;&otilde;es equivalentes e a garantia de negocia&ccedil;&otilde;es sobre Participa&ccedil;&atilde;o nos Resultados.</p>
<p>O sindicato realizar&aacute;, no dia 12 de maio, assembleia para decidir sobre a paralisa&ccedil;&atilde;o no dia 13 de maio.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Thu, 07 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Redação Mundo Sindical</author>
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