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        <title>Portal Mundo Sindical - Noticias sobre Sindicalismo</title> 
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        <description>Sindicalismo levado a serio!</description> 
        <language>pt-br</language> 
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            <title>Portal Mundo Sindical - Sindicalismo levado a serio!</title>
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                        <title>SINTETEL e FENATTEL participam de encontro com RH Mundial da Telefônica/VIVO</title> 
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                    <title>SINTETEL e FENATTEL participam de encontro com RH Mundial da Telefônica/VIVO</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69161</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>
<div>O SINTETEL e os sindicatos filiados &agrave; FENATTEL participaram do encontro anual promovido entre a UNI Global Union e a Vivo/Telef&ocirc;nica, realizado nos dias 19 e 20 de maio, em S&atilde;o Paulo. O evento reuniu representantes sindicais de diversas federa&ccedil;&otilde;es e teve como objetivo fortalecer o di&aacute;logo entre os trabalhadores e a multinacional espanhola.<br /><br />Pelo SINTETEL participaram o presidente, Gilberto Dourado, o secret&aacute;rio-geral Mauro Cava de Britto e a diretora secret&aacute;ria Cristiane do Nascimento. E pela FENATTEL participou o presidente, Jos&eacute; Roberto Silva.<br /><br />Tamb&eacute;m participaram companheiros de sindicatos representados pela Federa&ccedil;&atilde;o: Rog&eacute;rio Soares(Sinttel-SC), Hallisson Santos (Sinttel-GO), Celso Albano (Sinttel-PR) e Jo&atilde;o Cesar(Sinttel-CE).<br /><br />Representando a Telef&ocirc;nica, estiveram presentes importantes executivos da &aacute;rea de Recursos Humanos, entre eles Marta Machicot, representante Global de RH da Telef&ocirc;nica; Tatiana Espinosa e Raul do RH Global; Luiz Xavier, diretor de RH Brasil, al&eacute;m da equipe brasileira de RH formada por Daniela, Flavio e Vinicius.<br /><br />Segundo Gilberto Dourado, o encontro &eacute; uma oportunidade estrat&eacute;gica para debater o avan&ccedil;o das novas tecnologias e o futuro do setor de telecomunica&ccedil;&otilde;es. Ele destacou ainda que a rela&ccedil;&atilde;o entre os sindicatos e a Telef&ocirc;nica vem se fortalecendo ao longo dos anos, permitindo que as diverg&ecirc;ncias sejam tratadas de maneira objetiva, madura e construtiva.<br /><br />Durante a reuni&atilde;o, a empresa apresentou seu planejamento estrat&eacute;gico e respondeu &agrave;s demandas levantadas pelos sindicatos relacionadas &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de trabalho nos pa&iacute;ses em que atua. Entre os principais temas debatidos estiveram a requalifica&ccedil;&atilde;o profissional, forma&ccedil;&atilde;o de trabalhadores, benef&iacute;cios iguais para todos, diversidade, terceiriza&ccedil;&atilde;o, introdu&ccedil;&atilde;o de novas tecnologias, quest&otilde;es de g&ecirc;nero, poss&iacute;veis impactos das mudan&ccedil;as tecnol&oacute;gicas sobre o emprego, condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e sa&uacute;de mental.<br /><br />Sa&uacute;de f&iacute;sica e mental &eacute; uma das grandes preocupa&ccedil;&otilde;es do sindicato. Ter um local de trabalho decente, livre de ass&eacute;dios, com condi&ccedil;&otilde;es dignas, respeito aos trabalhadores, pol&iacute;ticas efetivas de prote&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de e ao bem-estar, &eacute; um dever da empresa&rdquo; Afirmou Cristiane, coordenadora das negocia&ccedil;&otilde;es com a VIVO.<br /><br />O SINTETEL e a FENATTEL demonstraram preocupa&ccedil;&atilde;o com o avan&ccedil;o das novas tecnologias, especialmente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; substitui&ccedil;&atilde;o de humanos por IA, e os impactos nos trabalhadores.&nbsp;&nbsp;<br /><br />Quando questionada sobre os rumores de uma poss&iacute;vel venda parcial da VIVO, a representante afirmou que o mercado brasileiro &eacute; estrat&eacute;gico e continuar&atilde;o investindo no Brasil. Os dirigentes sindicais destacaram que n&atilde;o aceitar&atilde;o a pejotiza&ccedil;&atilde;o, nem na Vivo nem nas empresas prestadoras de servi&ccedil;o.<br /><br />Ao final do encontro, ficou firmado o compromisso de continuidade do di&aacute;logo entre a Telef&ocirc;nica e as entidades sindicais, com discuss&otilde;es voltadas &agrave;s demandas espec&iacute;ficas de cada sindicato.</div>
</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 26 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sintetel</author>
                </item>
            
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                        <title>CNTE defende fé na luta e combate à privatização do ensino no XII Congresso do CPERS</title> 
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                    <title>CNTE defende fé na luta e combate à privatização do ensino no XII Congresso do CPERS</title> 
                    <description>De 22 a 24 de maio, trabalhadores/as em educação se reuniram em Novo Hamburgo para definir o plano de luta sindical da categoria</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69160</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A presidenta da CNTE, F&aacute;tima Silva, participou do XII Congresso Estadual do Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul (CPERS). De 22 a 24 de maio, cerca de 1.500 trabalhadores e trabalhadoras em educa&ccedil;&atilde;o se reuniram em Novo Hamburgo para tra&ccedil;ar as prioridades de luta sindical da regi&atilde;o ga&uacute;cha.</p>
<p>&ldquo;&Eacute; realizando encontros que fortalecemos nossas utopias, nossa esperan&ccedil;a, nossa f&eacute; na vida e nossa f&eacute; na luta. Que este congresso reafirme nossa solidariedade e unidade para vencer&rdquo;, disse F&aacute;tima durante a mesa de abertura.</p>
<p>Com o tema &ldquo;Exigir nossos direitos &eacute; ensinar democracia!&rdquo;, o evento promoveu debates sobre Parcerias P&uacute;blico-Privadas (PPPs), defesa de direitos sociais e os desafios para garantir uma escola p&uacute;blica de qualidade. As delibera&ccedil;&otilde;es do Congresso foram concretizadas em um documento que reafirma os compromissos assumidos pela categoria para o pr&oacute;ximo per&iacute;odo.</p>
<p>A presidenta do CPERS, Rosane Zan, afirmou que o sindicato seguir&aacute; mobilizado: &ldquo;Estaremos nas ruas, dialogando com a sociedade ga&uacute;cha sobre a import&acirc;ncia da defesa da escola p&uacute;blica e com a certeza de que, no pr&oacute;ximo per&iacute;odo, precisamos avan&ccedil;ar nos nossos direitos e discutir qual &eacute; o projeto de educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica que queremos para o Rio Grande do Sul. Educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se privatiza, educa&ccedil;&atilde;o se investe&rdquo;.</p>
<p><strong>Educa&ccedil;&atilde;o e o cen&aacute;rio global</strong></p>
<p>Para ampliar as discuss&otilde;es, F&aacute;tima conduziu, na segunda mesa do primeiro dia, uma an&aacute;lise da conjuntura nacional e internacional, al&eacute;m dos impactos do avan&ccedil;o do neoliberalismo sobre o ensino.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;&ldquo;A educa&ccedil;&atilde;o virou a bola da vez do mercado. E quando a educa&ccedil;&atilde;o vai para as m&atilde;os do mercado, ela n&atilde;o volta mais para as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas. Essa luta que estamos travando aqui n&atilde;o &eacute; isolada, ela &eacute; mundial. A defesa da escola p&uacute;blica e da valoriza&ccedil;&atilde;o profissional &eacute; uma luta internacional&rdquo;, ressaltou, ao mencionar a campanha global da Internacional da Educa&ccedil;&atilde;o por mais investimentos no setor.</p>
<p>F&aacute;tima tamb&eacute;m criticou a concentra&ccedil;&atilde;o do poder tecnol&oacute;gico nas m&atilde;os de grandes corpora&ccedil;&otilde;es internacionais e defendeu a soberania digital dos pa&iacute;ses. &ldquo;N&oacute;s n&atilde;o somos contra a intelig&ecirc;ncia artificial, nem contra o uso das tecnologias. O que somos contra &eacute; que tudo isso esteja concentrado nas m&atilde;os de cinco empresas que controlam os dados, as plataformas e os rumos da educa&ccedil;&atilde;o. Precisamos discutir plataformas p&uacute;blicas, nacionais e de dom&iacute;nio p&uacute;blico, porque a tecnologia n&atilde;o pode servir apenas ao lucro privado&rdquo;, destacou.</p>
<p>A dirigente denunciou projetos que ampliam a terceiriza&ccedil;&atilde;o e atacam o servi&ccedil;o p&uacute;blico, al&eacute;m de refor&ccedil;ar a import&acirc;ncia da disputa pol&iacute;tica e eleitoral. &ldquo;Hoje, muitas decis&otilde;es fundamentais n&atilde;o est&atilde;o mais no Executivo, est&atilde;o no Congresso Nacional. Quando os projetos interessam ao mercado, tudo anda rapidamente. Mas quando &eacute; para garantir direitos do povo trabalhador, eles sentam em cima e travam os debates. Por isso, nosso principal desafio tamb&eacute;m passa pelas elei&ccedil;&otilde;es. Precisamos eleger representantes comprometidos com a educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, com os direitos da classe trabalhadora e com um projeto de sociedade que enfrente o avan&ccedil;o da extrema direita&rdquo;, concluiu.</p>
<p><strong>Programa&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>A Carta do XII Congresso Estadual do CPERS/Sindicato foi consolidada ap&oacute;s tr&ecirc;s dias de intensa constru&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica. Fizeram parte da programa&ccedil;&atilde;o discuss&otilde;es estrat&eacute;gicas sobre os rumos da luta em defesa da educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, estudo da conjuntura pol&iacute;tica e organiza&ccedil;&atilde;o sindical, al&eacute;m de apresenta&ccedil;&otilde;es culturais e vota&ccedil;&atilde;o de pautas de reivindica&ccedil;&otilde;es e reforma estatut&aacute;ria.</p>
<p><a href="https://cpers.com.br/xii-congresso-do-cpers-encerra-com-aprovacao-da-carta-de-novo-hamburgo-e-fortalecimento-da-unidade-da-categoria/">Leia aqui a resolu&ccedil;&atilde;o do encontro</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 26 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>CNTE com informação do CPERS / Foto: CPERS/RS</author>
                </item>
            
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                        <title>UGT participa de ato na Avenida Paulista pede fim da escala 6x1</title> 
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                    <title>UGT participa de ato na Avenida Paulista pede fim da escala 6x1</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69159</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A Uni&atilde;o Geral dos Trabalhadores (UGT), o Sindicato dos Comerci&aacute;rios de S&atilde;o Paulo e centenas de trabalhadores de v&aacute;rios segmentos de atividades profissionais, participaram no in&iacute;cio da noite de segunda-feira (25), na Avenida Paulista, de um ato a favor do fim da escala 6x1. O ato &eacute; organizado por sindicatos, com apoio de movimentos sociais.<img class="CToWUd" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_Natfb2S9dErEweu-GwIbPepli1iwPpdLixMoJ8lM4HOpDd7nujGXCmQg6dUgFrEx7fS7MzZzCEj2Hzcttrs75Iagae9zayLNspjc76u8PQP=s0-d-e1-ft#https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690795&amp;o=node" alt="" /><img class="CToWUd" src="https://ci3.googleusercontent.com/meips/ADKq_NZ-8WKpVAHNhy7vIElYG-xmCKDa-j8RMR_k6rCyOg9gaFHZL3Z5kE-V0ydYfMf4NNI4I0kQr9THR9olKWraWnHrJiPFxYzFJpj0BngTegET=s0-d-e1-ft#https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690795&amp;o=node" alt="" /></p>
<p>As pautas defendidas s&atilde;o o fim da escala 6x1 (quando o trabalhador tem apenas um dia de folga) e diminui&ccedil;&atilde;o da jornada de 44 para 40 horas de trabalho semanais, sem redu&ccedil;&atilde;o salarial. Dirigentes da UGT, nos discursos,&nbsp; defenderam mais tempo do trabalhador com fam&iacute;lia, para o lazer e para o estudo.</p>
<p>Mais cedo, o presidente da C&acirc;mara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou um acordo entre o governo e a C&acirc;mara que estabelece o prazo de 60 dias para o fim da escala 6x1 ap&oacute;s a promulga&ccedil;&atilde;o da Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC). Com a mudan&ccedil;a, o trabalhador passar&aacute; a folgar dois dias por semana j&aacute; no in&iacute;cio da transi&ccedil;&atilde;o. Tamb&eacute;m neste prazo, a jornada ser&aacute; reduzida de 44 para 42 horas semanais. Neste momento, a Comiss&atilde;o Especial da C&acirc;mara analisa o texto, que pode ser votado ainda hoje.&nbsp;</p>
<p>No ato, na Paulista, os manifestantes criticam o per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o para a extin&ccedil;&atilde;o da escala e a falta de medidas efetivas para apoio &agrave;s mulheres e diminui&ccedil;&atilde;o das disparidades de g&ecirc;nero, como a jornada n&atilde;o remunerada do trabalho dom&eacute;stico.&nbsp;</p>
<p>Al&eacute;m de sindicalistas e trabalhadores de v&aacute;rios setores da economia, participaram do ato integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 26 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>UGT</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>CUT-PB e SINTECT-PB convocam ato em defesa dos Correios públicos na Paraíba</title> 
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                    <title>CUT-PB e SINTECT-PB convocam ato em defesa dos Correios públicos na Paraíba</title> 
                    <description>A mobilização denuncia o processo de desmonte da empresa pública, marcado pelo fechamento de agências, ameaça de demissões, retirada de direitos e perseguição a trabalhadores e dirigentes sindicais</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69158</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A Central &Uacute;nica dos Trabalhadores da Para&iacute;ba (CUT-PB) refor&ccedil;ou a convoca&ccedil;&atilde;o do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Tel&eacute;grafos da Para&iacute;ba (SINTECT-PB) para o &ldquo;Ato em Defesa dos Correios P&uacute;blicos&rdquo;, que ser&aacute; realizado na pr&oacute;xima quinta-feira (28), a partir das 7h, no Complexo Operacional e Administrativo dos Correios (COA), em Jo&atilde;o Pessoa, pr&oacute;ximo ao gin&aacute;sio Ronald&atilde;o.</p>
<p>A mobiliza&ccedil;&atilde;o denuncia o processo de desmonte da empresa p&uacute;blica, marcado pelo fechamento de ag&ecirc;ncias, amea&ccedil;a de demiss&otilde;es, retirada de direitos e persegui&ccedil;&atilde;o a trabalhadores e dirigentes sindicais.</p>
<p>De acordo com Tony S&eacute;rgio, dirigente da CUT-PB e presidente do SINTECT-PB, a dire&ccedil;&atilde;o da empresa utiliza o discurso de &ldquo;reestrutura&ccedil;&atilde;o&rdquo; para justificar medidas que, na pr&aacute;tica, enfraquecem os Correios enquanto patrim&ocirc;nio p&uacute;blico nacional.</p>
<p>&ldquo;Est&atilde;o fechando ag&ecirc;ncias, amea&ccedil;ando milhares de trabalhadores com demiss&otilde;es, vendendo patrim&ocirc;nio p&uacute;blico e perseguindo quem denuncia os problemas enfrentados diariamente nas unidades. O que est&aacute; em curso &eacute; um verdadeiro desmonte da estatal&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Segundo o sindicato, o plano da empresa prev&ecirc; o fechamento de at&eacute; mil ag&ecirc;ncias e a elimina&ccedil;&atilde;o de aproximadamente 15 mil postos de trabalho por meio de Programas de Demiss&atilde;o Volunt&aacute;ria (PDV). Ao mesmo tempo, trabalhadores denunciam aumento da sobrecarga nas unidades, crescimento do adoecimento laboral e piora no atendimento prestado &agrave; popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Para o movimento sindical, em vez de investir na contrata&ccedil;&atilde;o de concursados e no fortalecimento da empresa p&uacute;blica, a dire&ccedil;&atilde;o dos Correios aposta na precariza&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e na redu&ccedil;&atilde;o da estrutura de atendimento.</p>
<p>Tony S&eacute;rgio denuncia ainda que, na Para&iacute;ba, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; agravada por epis&oacute;dios de persegui&ccedil;&atilde;o contra dirigentes sindicais, grevistas e trabalhadores que se posicionam em defesa da categoria. &ldquo;&Eacute; inadmiss&iacute;vel que setores da pr&oacute;pria estrutura da empresa sejam utilizados para intimidar trabalhadores enquanto os verdadeiros problemas seguem sem solu&ccedil;&atilde;o&rdquo;, protestou.</p>
<p>A CUT-PB e o SINTECT-PB refor&ccedil;am que defender os Correios p&uacute;blicos significa defender empregos, soberania nacional, integra&ccedil;&atilde;o territorial e o direito da popula&ccedil;&atilde;o a um servi&ccedil;o postal acess&iacute;vel e presente em todos os munic&iacute;pios brasileiros.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o aceitaremos o sucateamento de uma empresa constru&iacute;da pelo povo brasileiro e fundamental para o desenvolvimento nacional&rdquo;, destacou o dirigente sindical.</p>
<p>Tony S&eacute;rgio convocou trabalhadores e a popula&ccedil;&atilde;o para fortalecer o ato da pr&oacute;xima quinta-feira. &ldquo;Este &eacute; um momento de unidade, mobiliza&ccedil;&atilde;o e luta em defesa dos direitos, dos empregos e de um patrim&ocirc;nio nacional. Nenhum direito foi conquistado sem luta&rdquo;, concluiu.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 26 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>SECOM/CUTPB | Editado por: SECOM/CUTPB / Foto: SECOM/CUTPB</author>
                </item>
            
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                        <title>Pressão pelo fim da escala 6x1 já continua com o povo nas ruas</title> 
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                    <title>Pressão pelo fim da escala 6x1 já continua com o povo nas ruas</title> 
                    <description>Atos no país reúnem milhares de pessoas pelo fim da escala 6x1 já! e redução de jornada já!</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69157</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><span>Em cinco capitais do pa&iacute;s milhares de pessoas participaram de atos nesta segunda-feira (25) pelo fim da escala 6x1 j&aacute;! e redu&ccedil;&atilde;o de jornada j&aacute;!. Houve atos no Rio de Janeiro, Vit&oacute;ria, S&atilde;o Lu&iacute;s, Cuiab&aacute; e Aracaju</span><strong>.</strong><span>&nbsp;Em S&atilde;o Paulo, a &nbsp;Avenida Paulista ficou lotada com os manifestantes ocupando a via antes de sa&iacute;rem em passeata em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; Pra&ccedil;a Roosevelt, no centro da cidade.</span></p>
<p>Na caminhada na Paulista, o presidente da CUT-SP, Raimundo Suzart, afirmou que &eacute; preciso continuar a press&atilde;o para que n&atilde;o haja tempo de transi&ccedil;&atilde;o. &ldquo;N&oacute;s vamos, a partir de amanh&atilde;, estar em Bras&iacute;lia, vamos pressionar pela redu&ccedil;&atilde;o para 40 horas. Temos que pressionar no Congresso, cobrando de todos os deputados e todas deputadas, para que aprova a redu&ccedil;&atilde;o da jornada j&aacute;&rdquo;.</p>
<p>O dirigente se referiu ao an&uacute;ncio de que a redu&ccedil;&atilde;o de jornada de 44 horas semanais para 40 horas e o fim da escala 6x1 sem redu&ccedil;&atilde;o salarial come&ccedil;ar&atilde;o em 60 dias e com transi&ccedil;&atilde;o final em um ano, nesta quinta-feira (25), pelos ministros do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais, Jos&eacute; Guimar&atilde;es e o presidente da C&acirc;mara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).</p>
<p>Leia mais&nbsp;<strong><a rel="noopener" href="https://www.cut.org.br/noticias/fim-da-escala-6x1-e-reducao-de-jornada-sem-reducao-salarial-podem-iniciar-em-60-6ece" target="_blank">Fim da escala 6x1 e redu&ccedil;&atilde;o de jornada sem redu&ccedil;&atilde;o salarial podem iniciar em 60 dias</a></strong></p>
<p><strong>&Eacute; preciso pressionar</strong></p>
<p>A proposta passa pela seguinte tramita&ccedil;&atilde;o: nesta segunda-feira foi lido o relat&oacute;rio do deputado L&eacute;o Prates (Republicanos-BA). Depois da leitura, o texto vai passar por aprova&ccedil;&atilde;o na Comiss&atilde;o Especial, na quarta-feira (27), e a vota&ccedil;&atilde;o no Plen&aacute;rio da C&acirc;mara ser&aacute; na quinta-feira (28). A proposta precisa ainda ser aprovada por 308 deputados federais e 49 senadores, em dois turnos, e tanto a C&acirc;mara como o Senado s&atilde;o formados por maioria de parlamentares a oposi&ccedil;&atilde;o ao governo Lula (PT), que apoia a mat&eacute;ria. Por isso a aten&ccedil;&atilde;o e press&atilde;o precisam ser firmes.</p>
<p><strong>Como pressionar</strong></p>
<p><strong>Outra forma de press&atilde;o s&atilde;o as redes sociais e a&nbsp;ferramenta da CUT &ldquo;Na Press&atilde;o&rdquo;. Pelo celular, tablet ou computador, voc&ecirc; pode mandar seu recado para os deputados pela plataforma Na Press&atilde;o, da CUT. Veja como pressionar os deputados para que votem a favor do fim da escala 6X1.&nbsp;<a rel="noopener" href="https://napressao.org.br/" target="_blank">Clique aqui</a></strong></p>
<p>O presidente da CUT mandou ainda um recado para os trabalhadores e trabalhadoras continuarem firmes firme na luta por seus direitos e lembrou que a pr&oacute;xima elei&ccedil;&atilde;o &eacute; vital para a classe trabalhadora.</p>
<p>&ldquo;Precisamos pensar em outubro, porque a gente viu que tem uma parte desse Congresso que &eacute; contra os trabalhadores, contra as trabalhadoras, contra as mulheres e qualquer avan&ccedil;o no nosso pa&iacute;s. Por isso, em outubro, vamos mandar um recado. Vamos mudar esse Congresso golpista e dar um Congresso que deixe o presidente Lula governar como esse pa&iacute;s merece&rdquo;, disse Raimundo.</p>]]>
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                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 26 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rosely Rocha e Luiz Cabral - CUT / Foto: Tiago Matias/Ahead</author>
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                        <title>Centrais sindicais intensificam pressão na Câmara pelo fim da escala 6x1</title> 
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                    <title>Centrais sindicais intensificam pressão na Câmara pelo fim da escala 6x1</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69156</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><span>A mobiliza&ccedil;&atilde;o das centrais sindicais pelo fim da escala 6x1 ganhou novo cap&iacute;tulo nesta segunda-feira (25), durante reuni&atilde;o da Comiss&atilde;o Especial da C&acirc;mara dos Deputados que analisa a proposta de redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho no Brasil. Representando a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), a presidente S&ocirc;nia Zerino e o vice-presidente Jos&eacute; Reginaldo acompanharam o debate e refor&ccedil;aram a press&atilde;o do movimento sindical pela aprova&ccedil;&atilde;o da medida.</span></p>
<p><span>Na reuni&atilde;o, o relator da proposta, deputado Leo Prates, apresentou parecer favor&aacute;vel &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da jornada para 40 horas semanais, sem redu&ccedil;&atilde;o salarial, al&eacute;m da garantia de dois dias de descanso por semana, sendo um deles preferencialmente aos domingos. A proposta integra uma Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) que ainda ser&aacute; analisada novamente pela comiss&atilde;o especial na pr&oacute;xima quarta-feira (27), antes de seguir para vota&ccedil;&atilde;o no plen&aacute;rio da C&acirc;mara e, posteriormente, no Senado Federal.</span><br /><br /><span>A vota&ccedil;&atilde;o prevista para esta segunda-feira acabou sendo adiada ap&oacute;s um pedido de vista coletiva apresentado pelos parlamentares. Apesar disso, representantes das centrais sindicais mantiveram a mobiliza&ccedil;&atilde;o em Bras&iacute;lia e defenderam o avan&ccedil;o das negocia&ccedil;&otilde;es em torno da pauta.</span><br /><br /><span>O parecer prev&ecirc; que a mudan&ccedil;a aconte&ccedil;a de forma gradual. Sessenta dias ap&oacute;s a promulga&ccedil;&atilde;o da PEC, a jornada m&aacute;xima passaria para 42 horas semanais, j&aacute; com dois dias de repouso remunerado. Ap&oacute;s um ano, a carga hor&aacute;ria seria reduzida definitivamente para 40 horas semanais.</span><br /><br /><span>O texto apresentado pelo relator re&uacute;ne pontos das PECs protocoladas pelos deputados Reginaldo Lopes e Erika Hilton, que defendiam jornadas ainda menores, de 36 horas semanais. Segundo Leo Prates, a transi&ccedil;&atilde;o dever&aacute; ocorrer com di&aacute;logo, negocia&ccedil;&atilde;o coletiva e medidas que permitam adapta&ccedil;&atilde;o dos setores produtivos sem impactos imediatos no emprego.</span></p>
<p><span><span>Para a presidente da NCST, S&ocirc;nia Zerino, o debate representa um avan&ccedil;o hist&oacute;rico para os trabalhadores brasileiros. &ldquo;As centrais sindicais est&atilde;o unidas na defesa de uma jornada mais humana, que respeite o direito ao descanso, &agrave; conviv&ecirc;ncia familiar e &agrave; qualidade de vida da classe trabalhadora&rdquo;, afirmou.</span><br /></span></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 26 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>NCST</author>
                </item>
            
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                        <title>MPT discute pejotização e combate ao assédio em formação do Programa Trabalho, Justiça e Cidadania</title> 
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                    <title>MPT discute pejotização e combate ao assédio em formação do Programa Trabalho, Justiça e Cidadania</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69155</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Nos dias 21 e 22 de maio de 2026, o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho PA-AP (MPT), por meio da Procuradoria do Trabalho no Munic&iacute;pio (PTM) de Macap&aacute;, participou do Curso de Forma&ccedil;&atilde;o de Multiplicadores do Programa Trabalho, Justi&ccedil;a e Cidadania (TJC). O evento foi realizado no audit&oacute;rio da Secretaria de Estado da Educa&ccedil;&atilde;o (SEED), em Macap&aacute;, e foi acompanhado por professores de escolas p&uacute;blicas e estudantes da Universidade Federal do Amap&aacute; (UNIFAP).</p>
<p>O TJC &eacute; desenvolvido pela Associa&ccedil;&atilde;o dos Magistrados da Justi&ccedil;a do Trabalho da 8&ordf; Regi&atilde;o (Amatra 8) e tem como objetivo levar no&ccedil;&otilde;es de direitos fundamentais do trabalho &agrave;s escolas p&uacute;blicas, capacitando professores para atuarem como multiplicadores em sala de aula. A atividade teve apoio de institui&ccedil;&otilde;es como a Cl&iacute;nica de Combate ao Trabalho Escravo &ndash; CTE da Universidade Federal do Par&aacute; (UFPA), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), entidades do Sistema S e empresas da regi&atilde;o.</p>
<p><span><strong>Riscos da &ldquo;pejotiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;</strong></span></p>
<p>Na mesa de abertura, o MPT foi representado pelo procurador do Trabalho e coordenador da PTM de Macap&aacute;, Hugo Anci&atilde;es, que destacou a import&acirc;ncia da educa&ccedil;&atilde;o em direitos como instrumento de preven&ccedil;&atilde;o a fraudes e retrocessos sociais. Em sua fala, o procurador chamou a aten&ccedil;&atilde;o para o avan&ccedil;o e os malef&iacute;cios da &ldquo;pejotiza&ccedil;&atilde;o&rdquo; &mdash; pr&aacute;tica il&iacute;cita em que trabalhadores s&atilde;o induzidos a constituir pessoa jur&iacute;dica para mascarar v&iacute;nculo empregat&iacute;cio.<br />Tal conduta suprime direitos b&aacute;sicos, como limita&ccedil;&atilde;o de jornada, f&eacute;rias, 13&ordm; sal&aacute;rio, FGTS e prote&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de e seguran&ccedil;a no trabalho, al&eacute;m de representar enorme risco para os cofres p&uacute;blicos e para a Previd&ecirc;ncia Social.</p>
<p>Segundo estudo conduzido pela FGV, caso metade dos celetistas migre para o regime de contrata&ccedil;&atilde;o via pessoa jur&iacute;dica, a perda anual ser&aacute; de R$ 384 bilh&otilde;es, correspondendo a 16,6% de toda a arrecada&ccedil;&atilde;o do Governo Federal.</p>
<p>O procurador recordou, ainda, que o n&uacute;mero de Microempreendedores Individuais - MEIs saltou de 44 mil, em 2009, para 16,3 milh&otilde;es em 2024.</p>
<p><span><strong>Combate ao ass&eacute;dio e &agrave; discrimina&ccedil;&atilde;o nas rela&ccedil;&otilde;es de trabalho</strong></span></p>
<div class="x_elementToProof">
<p>No segundo dia de forma&ccedil;&atilde;o, a procuradora do Trabalho Juliana Barbosa Guedes Rauh, integrante da Coordenadoria de Promo&ccedil;&atilde;o da Igualdade de Oportunidades e Elimina&ccedil;&atilde;o da Discrimina&ccedil;&atilde;o no Trabalho (Coordigualdade) do MPT PA-AP, ministrou palestra sobre &ldquo;Ass&eacute;dio e Discrimina&ccedil;&atilde;o nas Rela&ccedil;&otilde;es de Trabalho&rdquo;.</p>
<p>A exposi&ccedil;&atilde;o abordou fundamentos constitucionais da igualdade e conceitos centrais como discrimina&ccedil;&atilde;o direta, indireta e interseccional &mdash; esta &uacute;ltima caracterizada pela sobreposi&ccedil;&atilde;o de fatores de vulnerabilidade, como ra&ccedil;a e g&ecirc;nero. Juliana falou sobre igualdade salarial entre homens e mulheres, a partir da Lei n&ordm; 14.611/2023; prote&ccedil;&atilde;o &agrave; popula&ccedil;&atilde;o LGBTQIAPN+, com destaque para o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) que equipara a homofobia e a transfobia ao crime de racismo; e a inclus&atilde;o profissional de pessoas com defici&ecirc;ncia, enfatizando o dever de ado&ccedil;&atilde;o de adapta&ccedil;&otilde;es razo&aacute;veis no ambiente de trabalho.</p>
<p>Sobre o ass&eacute;dio no ambiente de trabalho, a procuradora do Trabalho diferenciou o ass&eacute;dio moral &mdash; caracterizado por condutas como o isolamento intencional do trabalhador, metas abusivas e esvaziamento de fun&ccedil;&otilde;es &mdash; do ass&eacute;dio sexual &ndash; que envolve comportamentos de natureza sexual, seja por chantagem ou intimida&ccedil;&atilde;o.&nbsp;</p>
<p>Nesse contexto, considerando que mulheres s&atilde;o mais sexualmente assediadas, foi ressaltada a import&acirc;ncia da utiliza&ccedil;&atilde;o do Protocolo de Julgamento com Perspectiva de G&ecirc;nero do Conselho Nacional de Justi&ccedil;a (CNJ), especialmente em situa&ccedil;&otilde;es em que a prova &eacute; de dif&iacute;cil produ&ccedil;&atilde;o, valorizando o relato da v&iacute;tima e evitando a revitimiza&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O TJC existe h&aacute; mais de 20 anos, aproximando estudantes do debate sobre o mundo do trabalho a partir da compreens&atilde;o cr&iacute;tica sobre direitos sociais, cidadania, desigualdades e transforma&ccedil;&otilde;es nas rela&ccedil;&otilde;es laborais. Ao longo do ano letivo, os estudantes participantes do programa integrar&atilde;o atividades como rodas de conversa, sa&iacute;das a campo e visitas institucionais para conhecer &oacute;rg&atilde;os e entidades que atuam na prote&ccedil;&atilde;o dos direitos trabalhistas. Na culmin&acirc;ncia da a&ccedil;&atilde;o, os estudantes ir&atilde;o sistematizar os conhecimentos produzidos e apresent&aacute;-los em materiais expositivos no encontro final do projeto, quando tamb&eacute;m acontece a entrega de certificados.</p>
</div>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 26 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>MPT no Pará e Amapá</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Centrais apoiam acordo por jornada de 40 horas</title> 
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                    <title>Centrais apoiam acordo por jornada de 40 horas</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69154</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><span>As centrais sindicais brasileiras saudaram o entendimento constru&iacute;do na C&acirc;mara dos Deputados sobre a redu&ccedil;&atilde;o da jornada e o fim da escala 6&times;1.</span></p>
<p>As entidades afirmaram que o acordo resulta de amplo processo democr&aacute;tico baseado na negocia&ccedil;&atilde;o institucional e no fortalecimento permanente do di&aacute;logo social.</p>
<p>As centrais reconheceram a atua&ccedil;&atilde;o do governo federal, liderado pelo presidente Lula, ao priorizar a pauta trabalhista nas discuss&otilde;es nacionais recentes.</p>
<p>Tamb&eacute;m destacaram a participa&ccedil;&atilde;o do presidente da C&acirc;mara, Hugo Motta, do relator L&eacute;o Prates e do deputado Alencar Santana nas negocia&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Segundo o entendimento apresentado, a proposta reduzir&aacute; imediatamente a jornada semanal para 42 horas, at&eacute; sessenta dias ap&oacute;s a promulga&ccedil;&atilde;o da medida.</p>
<p>Posteriormente, a transi&ccedil;&atilde;o avan&ccedil;ar&aacute; durante doze meses at&eacute; consolidar a jornada semanal de 40 horas, preservando sal&aacute;rios e garantindo previsibilidade produtiva.</p>
<p>As entidades avaliaram que a proposta melhora condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e oferece tempo adequado para que empresas reorganizem processos e adaptem atividades.</p>
<p>Al&eacute;m disso, as centrais defenderam que o fim da escala 6&times;1 representa avan&ccedil;o hist&oacute;rico alinhado &agrave;s reivindica&ccedil;&otilde;es constru&iacute;das pelo movimento sindical brasileiro.</p>
<p>De acordo com as entidades, experi&ecirc;ncias internacionais mostram que jornadas racionalizadas fortalecem produtividade, impulsionam inova&ccedil;&atilde;o e estimulam economias mais est&aacute;veis e sustent&aacute;veis.</p>
<p>As centrais reafirmaram mobiliza&ccedil;&atilde;o permanente pela aprova&ccedil;&atilde;o definitiva da proposta e defenderam crescimento econ&ocirc;mico associado &agrave; qualidade de vida dos trabalhadores.</p>
<h2>Confira a seguir a nota na &iacute;ntegra:</h2>
<blockquote>
<p><em><strong>Centrais Sindicais sa&uacute;dam entendimento sobre redu&ccedil;&atilde;o da jornada</strong></em></p>
<p><em>O entendimento constru&iacute;do no &acirc;mbito da C&acirc;mara dos Deputados em torno da proposta de redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho e do fim da escala 6&times;1 &eacute; resultado de um amplo processo democr&aacute;tico de negocia&ccedil;&atilde;o institucional e di&aacute;logo social.</em></p>
<p><em>As Centrais Sindicais brasileiras reconhecem o esp&iacute;rito p&uacute;blico demonstrado pelo Governo Federal, sob lideran&ccedil;a do Presidente Lula que deu urg&ecirc;ncia e centralidade &agrave; pauta, e pelo Congresso na constru&ccedil;&atilde;o deste entendimento.</em></p>
<p><em>Merecem destaque a postura do presidente da C&acirc;mara dos Deputados, Hugo Motta, a atua&ccedil;&atilde;o do relator, Leo Prates, e o trabalho pol&iacute;tico desenvolvido pelo presidente da Comiss&atilde;o Especial, Alencar Santana, na busca de converg&ecirc;ncia em torno de uma pauta que far&aacute; diferen&ccedil;a (para melhor) para a classe trabalhadora.</em></p>
<p><em>A proposta estabelece a redu&ccedil;&atilde;o imediata da jornada para 42 horas semanais, em at&eacute; 60 dias ap&oacute;s a promulga&ccedil;&atilde;o da medida, seguida de uma transi&ccedil;&atilde;o de um ano at&eacute; a consolida&ccedil;&atilde;o da jornada de 40 horas semanais, sem redu&ccedil;&atilde;o salarial. Dessa forma, assegura &agrave;s trabalhadoras e aos trabalhadores melhores condi&ccedil;&otilde;es de vida e de trabalho, ao mesmo tempo em que oferece aos setores econ&ocirc;micos um horizonte claro de adapta&ccedil;&atilde;o e transi&ccedil;&atilde;o, compat&iacute;vel com a reorganiza&ccedil;&atilde;o produtiva contempor&acirc;nea.</em></p>
<p><em>A supera&ccedil;&atilde;o da escala 6&times;1 e a redu&ccedil;&atilde;o da jornada constituem, nesse sentido, um avan&ccedil;o civilizat&oacute;rio alinhado &agrave;s expectativas hist&oacute;ricas do movimento sindical brasileiro. A experi&ecirc;ncia internacional demonstra que sociedades que avan&ccedil;aram na racionaliza&ccedil;&atilde;o das jornadas de trabalho e na distribui&ccedil;&atilde;o social dos ganhos de produtividade conseguiram construir economias mais din&acirc;micas, inovadoras e est&aacute;veis.</em></p>
<p><em>As Centrais Sindicais permanecer&atilde;o mobilizadas pela aprova&ccedil;&atilde;o definitiva da proposta. A expectativa &eacute; de que o Brasil d&ecirc; um passo decisivo na constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais equilibrada e humanizada, capaz de reconciliar crescimento econ&ocirc;mico, produtividade e qualidade de vida para trabalhadoras e trabalhadores.</em></p>
<p><em><strong>S&atilde;o Paulo, 25 de maio de 2026</strong></em></p>
<p><em><strong>S&eacute;rgio Nobre</strong>, presidente da CUT (Central &Uacute;nica dos Trabalhadores)</em></p>
<p><em><strong>Miguel Torres</strong>, presidente da For&ccedil;a Sindical</em></p>
<p><em><strong>Ricardo Patah</strong>, presidente da UGT (Uni&atilde;o Geral dos Trabalhadores)</em></p>
<p><em><strong>Adilson Ara&uacute;jo</strong>, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)</em></p>
<p><em><strong>Antonio Neto</strong>, presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)</em></p>
<p><em><strong>Sonia Zerino</strong>, presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)</em></p>
</blockquote>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 26 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Setor elétrico entra em alerta e ameaça greve geral</title> 
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                    <title>Setor elétrico entra em alerta e ameaça greve geral</title> 
                    <description>Mais de 20 mil eletricitários podem entrar em greve no dia 28 caso empresas não apresentem proposta para renovar a convenção coletiva</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69153</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O setor el&eacute;trico paulista enfrenta forte tens&atilde;o. Mais de 20 mil trabalhadores terceirizados poder&atilde;o iniciar greve no pr&oacute;ximo dia 28, caso negocia&ccedil;&otilde;es fracassem.</p>
<p>Al&eacute;m disso, trabalhadores que prestam servi&ccedil;os para concession&aacute;rias aguardam avan&ccedil;os na renova&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o Coletiva de Trabalho e cobram propostas consideradas aceit&aacute;veis pelas categorias.</p>
<p>Representantes do Sindinstala&ccedil;&atilde;o e do&nbsp;<a rel="noopener" href="https://eletricitarios.org.br/" target="_blank"><span><strong>Sindicato dos Eletricit&aacute;rios SP</strong></span></a>&nbsp;participaram de audi&ecirc;ncia de media&ccedil;&atilde;o no TRT-2 para tentar construir alternativas ao impasse atual.</p>
<p>Durante a reuni&atilde;o, as empresas assumiram o compromisso de apresentar proposta formal ao Tribunal at&eacute; 25 de maio para continuidade das negocia&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o Sindicato dos Eletricit&aacute;rios dever&aacute; consultar a categoria at&eacute; as 15 horas do dia 27 sobre os pr&oacute;ximos passos.</p>
<p>O presidente do Sindicato dos Eletricit&aacute;rios de S&atilde;o Paulo, Eduardo Annunciato, conhecido como Chic&atilde;o, refor&ccedil;ou o posicionamento da entidade diante das negocia&ccedil;&otilde;es atuais.</p>
<blockquote>
<p><em>&ldquo;Se n&atilde;o houver uma proposta minimamente digna, com avan&ccedil;os nos pontos enfatizados, poderemos paralisar 20 mil trabalhadores inicialmente durante 48 horas&rdquo;, afirmou Chic&atilde;o.</em></p>
</blockquote>
<p>De acordo com o Sindicato, a categoria respeitou todos os prazos legais e negociais previstos desde janeiro, m&ecirc;s que marca oficialmente a data-base dos trabalhadores.</p>
<p>Entretanto, a entidade afirma que empresas terceirizadas enfrentam limita&ccedil;&otilde;es contratuais impostas pelas concession&aacute;rias, dificultando avan&ccedil;os importantes durante as negocia&ccedil;&otilde;es coletivas atuais.</p>
<p>Al&eacute;m disso, trabalhadores relatam desgaste crescente nas opera&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias e cobram valoriza&ccedil;&atilde;o profissional, melhores condi&ccedil;&otilde;es laborais e maior respeito aos eletricit&aacute;rios.</p>
<p>A poss&iacute;vel paralisa&ccedil;&atilde;o poder&aacute; afetar servi&ccedil;os essenciais do sistema el&eacute;trico e reduzir equipes operacionais em diversas regi&otilde;es atendidas pelas concession&aacute;rias paulistas atualmente.</p>
<p>O Sindicato alerta que poder&aacute; ampliar as mobiliza&ccedil;&otilde;es com greve de 72 horas ou paralisa&ccedil;&atilde;o por tempo indeterminado, caso persistam impasses.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 26 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
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                        <title>Pedido de vista adia votação da PEC do fim da escala 6X1</title> 
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                    <title>Pedido de vista adia votação da PEC do fim da escala 6X1</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69152</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Um pedido de vista do deputado Maur&iacute;cio Macron (PL-RS) adiou a vota&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio do deputado Leo Prates (Republicanos-BA)&nbsp;sobre a proposta de emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) 221/19 que acaba com a jornada de trabalho 6X1. O texto, apresentado nessa segunda-feira&nbsp;(25) na comiss&atilde;o especial que analisa a PEC, prev&ecirc; a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso e sem redu&ccedil;&atilde;o salarial.</p>
<p>Com o pedido de&nbsp;vista, o presidente da comiss&atilde;o, Alencar Santana (PT-SP), marcou reuni&atilde;o para debate e vota&ccedil;&atilde;o da proposta nesta&nbsp;quarta-feira (27).&nbsp;</p>
<p><strong>O parecer apresentado por Prates, que modifica o artigo 7&ordm; da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal, determinando que a dura&ccedil;&atilde;o do trabalho normal n&atilde;o dever&aacute; ser superior a oito horas di&aacute;rias e 40 horas semanais, &ldquo;facultada a compensa&ccedil;&atilde;o de hor&aacute;rios e a redu&ccedil;&atilde;o da jornada, mediante acordo ou conven&ccedil;&atilde;o coletiva de trabalho.&rdquo;</strong></p>
<p>O texto tamb&eacute;m determina dois dias de repouso semanal remunerado, um deles&nbsp;preferencialmente aos domingos.</p>
<p>Pela proposta, o fim da escala 6x1, com garantia de ao menos duas folgas semanais, preferencialmente aos domingos, entrar&aacute; em vigor 60 dias ap&oacute;s a promulga&ccedil;&atilde;o do texto &ldquo;sem qualquer redu&ccedil;&atilde;o salarial, seja nominal, proporcional ou de qualquer outra esp&eacute;cie.&rdquo;</p>
<h2>Transi&ccedil;&atilde;o</h2>
<p>O relator rejeitou as emendas de deputados da oposi&ccedil;&atilde;o que previam uma transi&ccedil;&atilde;o de 10 anos para a redu&ccedil;&atilde;o da jornada e compensa&ccedil;&atilde;o para os empregadores,,&nbsp;manuten&ccedil;&atilde;o das 44 horas para servi&ccedil;os essenciais e&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/boulos-critica-compensacao-empresas-pelo-fim-da-escala-6x1" target="_blank">compensa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica</a>&nbsp;a empresas para aprovar o fim da escala 6x1.</p>
<p><strong>O relat&oacute;rio apresentado prev&ecirc; uma&nbsp;transi&ccedil;&atilde;o para a implementa&ccedil;&atilde;o da nova jornada de trabalho em dois per&iacute;odos. A medida foi inclu&iacute;da ap&oacute;s um&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/acordo-preve-regra-de-transicao-de-60-dias-para-fim-da-escala-6x1" target="_blank">acordo</a>&nbsp;do governo com o presidente da C&acirc;mara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).</strong></p>
<p>O primeiro per&iacute;odo de transi&ccedil;&atilde;o ser&aacute; 60 dias ap&oacute;s a promulga&ccedil;&atilde;o da emenda constitucional, com a dura&ccedil;&atilde;o do trabalho normal passando de 44 para 42 horas semanais.</p>
<p>Doze meses ap&oacute;s a entrada em vigor da mudan&ccedil;a para 42 horas, a dura&ccedil;&atilde;o do trabalho ser&aacute; reduzida em duas horas, ficando nas 40 horas semanais, com o m&aacute;ximo de 8 horas di&aacute;rias de trabalho.</p>
<p><strong>Ap&oacute;s o prazo de 60 dias e dentro do per&iacute;odo de redu&ccedil;&atilde;o da jornada, o texto prev&ecirc;, entretanto, a possibilidade de ampliar a dura&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria do trabalho normal para &ldquo;viabilizar a distribui&ccedil;&atilde;o da dura&ccedil;&atilde;o semanal do trabalho&rdquo;</strong>. Essa amplia&ccedil;&atilde;o dever&aacute; ser feita por negocia&ccedil;&atilde;o em conven&ccedil;&atilde;o ou acordo coletivo de trabalho.</p>
<p>A medida &eacute; prevista no artigo 3&ordm; do texto, que determina que decorridos 60 dias da publica&ccedil;&atilde;o da emenda constitucional, &ldquo;ficar&atilde;o sem efeito as cl&aacute;usulas de conven&ccedil;&otilde;es e acordos coletivos de trabalho sobre dura&ccedil;&atilde;o do trabalho e repouso semanal remunerado incompat&iacute;veis com as disposi&ccedil;&otilde;es dessa emenda.&rdquo;</p>
<p>Ao defender a redu&ccedil;&atilde;o da jornada, Prates reconheceu que a medida representa uma interven&ccedil;&atilde;o relevante no mercado de trabalho, &ldquo;cujas consequ&ecirc;ncias econ&ocirc;micas de curto prazo devem ser consideradas&rdquo;.</p>
<p><strong>O relator citou as cr&iacute;ticas de empregadores de que manter o mesmo sal&aacute;rio para uma quantidade menor de horas de trabalho implica aumento direto e imediato no custo do trabalho por hora efetivamente trabalhada, mas argumentou que a redu&ccedil;&atilde;o gradual da jornada &eacute; o mecanismo para reduzir eventuais riscos.</strong></p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Com a implementa&ccedil;&atilde;o progressiva, estamos permitindo que empresas e setores planejem investimentos em tecnologia e na reorganiza&ccedil;&atilde;o operacional, em vez de recorrerem imediatamente a eventuais cortes de empregos ou repasse de custos a consumidores&rdquo;, defendeu.</p>
</blockquote>
<p>O parecer diz ainda que uma lei ordin&aacute;ria poder&aacute; dispor sobre as hip&oacute;teses e condi&ccedil;&otilde;es em que a dura&ccedil;&atilde;o do trabalho e os dias de repouso semanal remunerado poder&atilde;o observar regimes diferenciados, a exemplo dos trabalhadores com jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Excepcionalmente, conven&ccedil;&atilde;o ou acordo coletivo de trabalho poder&atilde;o, inclusive para os trabalhadores sujeitos a regimes diferenciados de trabalho estabelecidos em lei ou norma regulamentadora, estabelecer regime compensat&oacute;rio que assegure, na m&eacute;dia, dois dias de repouso semanal remunerado dentro do m&ecirc;s-calend&aacute;rio, garantido o gozo de pelo menos um dos dias dentro do per&iacute;odo m&aacute;ximo de uma semana de trabalho&rdquo;, diz o texto.</p>
</blockquote>
<p><strong>Al&eacute;m disso, as novas regras n&atilde;o se aplicam a&nbsp;jornadas de trabalho j&aacute; fixadas em patamar igual ou inferior a 40 horas semanais.</strong></p>
<p>Ainda de acordo com o parecer, lei complementar poder&aacute; estabelecer medidas transit&oacute;rias, condicionadas &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o de n&iacute;veis de emprego, &ldquo;de mitiga&ccedil;&atilde;o dos impactos decorrentes desta emenda constitucional&rdquo;, para os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte.</p>
<p>Segundo o relator, o apoio aos empreendimentos de menor porte deve operar como instrumento de transi&ccedil;&atilde;o ordenada, preservando a coer&ecirc;ncia entre o regime de mitiga&ccedil;&atilde;o e os objetivos de prote&ccedil;&atilde;o ao trabalho.</p>
<p>"A vincula&ccedil;&atilde;o das medidas de mitiga&ccedil;&atilde;o &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de emprego reflete a premissa de que o tratamento diferenciado conferido a esse segmento deve servir &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o dos postos de trabalho&nbsp; existentes", afirmou.</p>
<p><strong>Em resumo, a proposta, ap&oacute;s a promulga&ccedil;&atilde;o da PEC, determina em 60 dias:</strong></p>
<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; - o in&iacute;cio da escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso;&nbsp;</p>
<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;-a&nbsp;jornada reduzida de 44 horas semanais para 42 horas.&nbsp;</p>
<p><strong>Em 14 meses:</strong></p>
<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- jornada deve cair de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5X2.&nbsp;</p>
<h2>Pejotiza&ccedil;&atilde;o</h2>
<p><strong>Outro ponto do texto diz que as novas regras n&atilde;o se aplicam aos empregados com diploma de n&iacute;vel superior, que percebam remunera&ccedil;&atilde;o mensal igual ou superior a duas vezes e meia o limite m&aacute;ximo dos benef&iacute;cios do Regime Geral de Previd&ecirc;ncia Social, atualmente em R$ 8.475,55.</strong></p>
<p>Nesses casos a redu&ccedil;&atilde;o s&oacute; ocorrer&aacute; por liberalidade do empregador ou se houver previs&atilde;o em acordo ou conven&ccedil;&atilde;o coletiva de trabalho.</p>
<p><strong>O texto deixa expl&iacute;cito que a exce&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se aplica aos empregados p&uacute;blicos da administra&ccedil;&atilde;o direta e indireta de quaisquer dos poderes da Uni&atilde;o, dos estados, do Distrito Federal e dos munic&iacute;pios.</strong></p>
<p>Segundo o relator, a medida se aplica aos trabalhadores por ele classificados como &ldquo;hipersuficientes&rdquo;, que t&ecirc;m&nbsp;&ldquo;significativa capacidade de negocia&ccedil;&atilde;o e autonomia na defini&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es em que desempenham suas atividades&rdquo;.</p>
<p><strong>Para Prates, a medida enfrenta o fen&ocirc;meno da &ldquo;pejotiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, no qual trabalhadores s&atilde;o contratados como pessoas jur&iacute;dicas.</strong></p>
<p>&ldquo;Em muitos casos, o motivo pelo qual esses trabalhadores optam pela formaliza&ccedil;&atilde;o como pessoa jur&iacute;dica n&atilde;o &eacute; somente para escapar ao controle de jornada, mas sim porque o regime atualmente existente n&atilde;o oferece a flexibilidade compat&iacute;vel com a natureza de suas atividades&rdquo;, afirmou.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Essa medida &eacute; importante para modernizar as rela&ccedil;&otilde;es laborais de profissionais hipersuficientes, combatendo diretamente o fen&ocirc;meno da &lsquo;pejotiza&ccedil;&atilde;o&rsquo;, que prejudica substancialmente o financiamento da Previd&ecirc;ncia Social&rdquo;, acrescentou.</p>
</blockquote>
<h2>Contratos com a administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica</h2>
<p>Nos casos de contratos celebrados pela administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica direta e indireta da Uni&atilde;o, dos estados, do Distrito Federal e dos munic&iacute;pios, que se encontrem vigentes na entrada em vigor das mudan&ccedil;as e cuja execu&ccedil;&atilde;o envolva emprego direto de m&atilde;o de obra, a redu&ccedil;&atilde;o da dura&ccedil;&atilde;o do trabalho ser&aacute; aplicada &ldquo;ap&oacute;s aditamento contratual para manuten&ccedil;&atilde;o do equil&iacute;brio econ&ocirc;mico-financeiro, conforme o regime jur&iacute;dico aplic&aacute;vel, a ser formalizado no prazo m&aacute;ximo de 12 meses contado da publica&ccedil;&atilde;o desta emenda constitucional.&rdquo;</p>
<p>A medida se aplica aos contratos regidos pela legisla&ccedil;&atilde;o de licita&ccedil;&otilde;es e contratos administrativos, de concess&otilde;es e permiss&otilde;es de servi&ccedil;os e obras p&uacute;blicas, de parcerias p&uacute;blico-privadas e de outros instrumentos de colabora&ccedil;&atilde;o com a iniciativa privada.</p>
<p>Nesses casos, os empregados desses contratos passam a ser abrangidos pela nova jornada na data da formaliza&ccedil;&atilde;o do aditamento ou ao&nbsp;final do prazo final de 12 meses previsto para a realiza&ccedil;&atilde;o do aditamento.</p>
<p>&ldquo;Os contratos aditados no prazo de 60 dias da data de publica&ccedil;&atilde;o desta emenda constitucional dever&atilde;o observar as disposi&ccedil;&otilde;es sobre redu&ccedil;&atilde;o da dura&ccedil;&atilde;o do trabalho normal e incremento do repouso semanal remunerado a partir do respectivo in&iacute;cio das vig&ecirc;ncias institu&iacute;das nesta emenda&rdquo;, diz o texto.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Tue, 26 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Agência Brasil / Foto: Lula Marques/Agência Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Em acordo com o governo federal, presidente da Câmara anuncia transição de um ano para a jornada de 40 horas</title> 
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                    <title>Em acordo com o governo federal, presidente da Câmara anuncia transição de um ano para a jornada de 40 horas</title> 
                    <description>Presidente da Câmara afirma que redução da jornada para 40 horas semanais, fim da escala 6x1 e manutenção de salários são inegociáveis </description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69151</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O presidente da C&acirc;mara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta segunda-feira (25), em entrevista coletiva, que o relat&oacute;rio final da proposta de emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) que elimina a escala de trabalho 6x1 ter&aacute; um ano de transi&ccedil;&atilde;o para reduzir a jornada de 44 horas para 40 horas semanais.</p>
<p>&ldquo;Ap&oacute;s 60 dias da promulga&ccedil;&atilde;o da PEC, colocaremos no texto a redu&ccedil;&atilde;o de duas horas imediatamente. Ap&oacute;s 12 meses, mais duas horas. A transi&ccedil;&atilde;o se dar&aacute; em um ano, n&atilde;o mais do que isso&rdquo;, declarou. &ldquo;Isso d&aacute; um tempo para que os setores possam se organizar.&rdquo;</p>
<p>Hugo Motta declarou que a redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho &eacute; um dos tr&ecirc;s pontos que considera inegoci&aacute;veis na PEC. Os outros dois seriam o fim da escala 6x1 e a proibi&ccedil;&atilde;o de redu&ccedil;&atilde;o salarial. &ldquo;Partimos do princ&iacute;pio de que estes tr&ecirc;s pontos s&atilde;o inegoci&aacute;veis para a C&acirc;mara dos Deputados e para o governo. Temos ampla converg&ecirc;ncia nessas tr&ecirc;s situa&ccedil;&otilde;es que trazem para o trabalhador uma nova realidade.&rdquo;</p>
<p><strong>Microempreendedores</strong><br /> Segundo o presidente da C&acirc;mara, o texto est&aacute; sendo ajustado para regras de funcion&aacute;rios p&uacute;blicos, prestadores de servi&ccedil;o para entes p&uacute;blicos e microempreendedores individuais (MEIs). &ldquo;Hoje, esses empreendedores s&oacute; podem empregar uma pessoa com carteira assinada. Queremos permitir que contratem mais pessoas, j&aacute; que estamos reduzindo a jornada de trabalho&rdquo;, ponderou. As mudan&ccedil;as para MEIs ser&atilde;o por projeto de lei.</p>
<p>Hugo Motta tamb&eacute;m afirmou que conversou hoje com o presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva sobre o reajuste do valor para microempreendedores individuais (MEIs). &ldquo;O presidente est&aacute; sens&iacute;vel a esse apelo feito por n&oacute;s; temos uma comiss&atilde;o tratando do assunto&rdquo;, relatou.</p>
<p>O presidente da C&acirc;mara ainda observou que a proposta foi amplamente discutida: &ldquo;Desde o primeiro momento, procuramos trabalhar de forma alinhada com o governo, procurando ouvir a todos, n&atilde;o s&oacute; os representantes dos trabalhadores, como tamb&eacute;m os representantes do setor produtivo. Tiveram a oportunidade de discutir tanto na Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a como na comiss&atilde;o especial, com in&uacute;meras audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas que foram realizadas tanto aqui na C&acirc;mara dos Deputados como tamb&eacute;m em todas as regi&otilde;es do Brasil. Essa comiss&atilde;o especial saiu do Parlamento para ouvir as pessoas, os movimentos sociais, o setor produtivo de cada regi&atilde;o, para que, com isso, n&oacute;s pud&eacute;ssemos construir o texto mais equilibrado poss&iacute;vel.&rdquo;</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 25 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Agência Câmara de Notícias / Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Metalúrgicos autorizam Sindicato a chamar GM para negociar processos</title> 
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                    <title>Metalúrgicos autorizam Sindicato a chamar GM para negociar processos</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69150</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O Sindicato vai dar in&iacute;cio a mais uma etapa de mobiliza&ccedil;&atilde;o em dire&ccedil;&atilde;o aos direitos dos metal&uacute;rgicos da General Motors em a&ccedil;&otilde;es coletivas judiciais. Os trabalhadores autorizaram o Sindicato a chamar a GM para negociar acordos sobre os processos de insalubridade e de catraca. Essas negocia&ccedil;&otilde;es podem levar &agrave; significativa redu&ccedil;&atilde;o da fase de execu&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Na assembleia, o presidente do Sindicato, Weller Gon&ccedil;alves, explicou a necessidade de os trabalhadores permanecerem junto &agrave; entidade nessa fase do processo.<a href="https://youtu.be/A73DBR-nRfY?si=lf_VQ3YJOpoZ16fv">&nbsp;(acesse aqui o v&iacute;deo da assembleia)</a></p>
<p>"&Eacute; muito comum advogados de fora tentarem convencer os trabalhadores a entrarem na fase de execu&ccedil;&atilde;o de forma individual e n&atilde;o pelo sindicato da categoria que ingressou com a&ccedil;&atilde;o. Isso &eacute; um grande erro. A experi&ecirc;ncia nos mostra que a negocia&ccedil;&atilde;o entre empresa e Sindicato &eacute; um importante atalho para que os trabalhadores antecipem a conclus&atilde;o do processo e, consequentemente, recebam seus direitos, como foi o caso da a&ccedil;&atilde;o de periculosidade dos eletricistas da GM&rdquo;, afirma Weller.</p>
<p><span><strong>Acordo dos eletricistas</strong></span><br />A maior a&ccedil;&atilde;o trabalhista j&aacute; homologada no pa&iacute;s resultou em um acordo negociado entre o Sindicato e a GM. Um montante de R$ 206 milh&otilde;es foi dividido entre 485 trabalhadores. Os contemplados receberam o equivalente a 30% de adicional de periculosidade retroativo, al&eacute;m da incorpora&ccedil;&atilde;o do benef&iacute;cio aos sal&aacute;rios daqueles que ainda est&atilde;o na empresa.</p>
<p><span><strong>Plant&atilde;o de atendimento</strong></span><br />O Sindicato mant&eacute;m uma forte estrutura voltada ao acompanhamento dos processos, com atendimento aos trabalhadores, ajuizamento de a&ccedil;&otilde;es, per&iacute;cia, c&aacute;lculos e execu&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>No caso da a&ccedil;&atilde;o coletiva 264/2003, por insalubridade na GM, o Sindicato mant&eacute;m um plant&atilde;o para cadastro de trabalhadores e an&aacute;lise de documentos. Em tr&ecirc;s meses, j&aacute; foram realizados cerca de 4 mil atendimentos.<a href="https://www.sindmetalsjc.org.br/arquivo/editor/file/Documentos%20para%20o%20Processo%20de%20insalubridade%20da%20GMB......%20(1).pdf" target="_blank">&nbsp;</a><a href="https://www.sindmetalsjc.org.br/arquivo/editor/file/Documentos%20para%20o%20Processo%20de%20insalubridade%20da%20GMB......%20(1).pdf">(acesse lista de documentos necess&aacute;rios)</a></p>
<p>Em breve, ser&aacute; aberto o plant&atilde;o para o processo da catraca (hora extra de percurso interno).</p>
<p>Advogados de fora cobram honor&aacute;rios muito superiores aos do Sindicato: 30% sobre o valor a ser recebido pelos trabalhadores. J&aacute; no Sindicato, a taxa &eacute; de apenas 5% para s&oacute;cios. O mais importante: todo o dinheiro arrecadado &eacute; usado na luta da categoria.</p>
<p>&ldquo;Nosso Departamento Jur&iacute;dico existe para defender os trabalhadores em todas as frentes, seja nas mobiliza&ccedil;&otilde;es, seja nos tribunais. Por isso, &eacute; fundamental que a categoria permane&ccedil;a unida ao Sindicato e n&atilde;o se deixe enganar por promessas que podem enfraquecer a luta coletiva&rdquo;, afirma o vice-presidente do Sindicato, Valmir Mariano.</p>
<p><span><strong>Notifica&ccedil;&atilde;o</strong></span><br />O Sindicato j&aacute; notificou a GM sobre a decis&atilde;o dos trabalhadores para abertura de negocia&ccedil;&atilde;o dos processos.&nbsp;<a href="https://www.sindmetalsjc.org.br/arquivo/editor/file/notifica%C3%A7%C3%A3o%20GM.pdf">(acesse aqui)</a></p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 25 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos / Foto: Roosevelt Cássio</author>
                </item>
            
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                        <title>Retomada da indústria naval impulsiona debate sobre emprego, direitos e qualificação</title> 
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                    <title>Retomada da indústria naval impulsiona debate sobre emprego, direitos e qualificação</title> 
                    <description>Atividade incluiu reforço de cláusulas sociais e trabalhistas para ampliar direitos já consolidados em outros setores metalúrgicos</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69149</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A retomada dos investimentos na ind&uacute;stria naval brasileira voltou a movimentar o debate sobre emprego, qualifica&ccedil;&atilde;o profissional e direitos trabalhistas no Amazonas. O tema esteve no centro do Encontro do Setor Naval, realizado nesta sexta-feira (22), em Manaus, pela Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Metal&uacute;rgicos (CNM/CUT) juntamente com o Sindicato dos Metal&uacute;rgicos do Amazonas.</p>
<p>O encontro reuniu trabalhadores, representantes sindicais, especialistas, pesquisadores e autoridades para discutir os impactos do novo ciclo de investimentos no setor naval e os reflexos desse crescimento no mercado de trabalho da regi&atilde;o. Tamb&eacute;m participaram do encontro Abinadabe Santos de Lima, presidente do Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de Pernambuco; o vereador Henrique Gomes do Nascimento; e Edson Carlos Rocha da Silva, representante do setor naval da CNM/CUT.</p>
<p>Entre os assuntos debatidos estiveram os investimentos federais voltados &agrave; constru&ccedil;&atilde;o naval, &agrave; infraestrutura hidrovi&aacute;ria e &agrave; expans&atilde;o log&iacute;stica da regi&atilde;o Norte, al&eacute;m dos desafios relacionados &agrave; qualifica&ccedil;&atilde;o da m&atilde;o de obra e &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de trabalho da categoria.</p>
<p>Durante o evento, o presidente do Sindicato dos Metal&uacute;rgicos do Amazonas, Valdemir Santana, afirmou que o crescimento da ind&uacute;stria naval precisa ser acompanhado pela valoriza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores.</p>
<p>&ldquo;O trabalhador precisa crescer junto com a ind&uacute;stria. O desenvolvimento econ&ocirc;mico precisa chegar para quem est&aacute; na linha de frente, com valoriza&ccedil;&atilde;o profissional, qualifica&ccedil;&atilde;o, seguran&ccedil;a no ambiente de trabalho e fortalecimento dos direitos da categoria&rdquo;, afirmou.</p>
<p>Valdemir tamb&eacute;m chamou aten&ccedil;&atilde;o para as mudan&ccedil;as tecnol&oacute;gicas dentro das linhas de produ&ccedil;&atilde;o e para os impactos da automa&ccedil;&atilde;o no cotidiano dos trabalhadores da ind&uacute;stria.</p>
<p>Segundo ele, o aumento da produtividade industrial exige cada vez mais qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, al&eacute;m de aten&ccedil;&atilde;o permanente &agrave; sa&uacute;de e &agrave; seguran&ccedil;a dos trabalhadores.</p>
<p>A discuss&atilde;o tamb&eacute;m avan&ccedil;ou para a necessidade de fortalecimento das cl&aacute;usulas sociais e trabalhistas da categoria naval, buscando ampliar garantias j&aacute; consolidadas em outros segmentos da base metal&uacute;rgica representada pelo sindicato.</p>
<p><strong>Investimentos para Manaus</strong><br />Durante o encontro, o presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Metal&uacute;rgicos, Loricardo de Oliveira, destacou que o Fundo da Marinha Mercante anunciou, em mar&ccedil;o deste ano, R$409 milh&otilde;es em investimentos para Manaus, contemplando 41 projetos ligados &agrave; ind&uacute;stria naval no Amazonas.</p>
<p>Para ele, o setor naval volta a ocupar papel estrat&eacute;gico no desenvolvimento econ&ocirc;mico do pa&iacute;s e precisa crescer aliado &agrave; gera&ccedil;&atilde;o de emprego de qualidade e valoriza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores.</p>
<p>&ldquo;Os avan&ccedil;os da ind&uacute;stria naval precisam acontecer junto com a participa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores nesse processo. &Eacute; fundamental garantir emprego, renda, valoriza&ccedil;&atilde;o profissional e melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho&rdquo;, destacou.</p>
<p>A superintendente regional do Trabalho, Francinete Lima, tamb&eacute;m refor&ccedil;ou a import&acirc;ncia da qualifica&ccedil;&atilde;o profissional diante da expans&atilde;o do setor naval no estado.</p>
<p>&ldquo;N&oacute;s acompanhamos de perto tanto a quest&atilde;o do trabalho informal quanto a qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, atuando junto aos auditores fiscais do trabalho e em projetos de capacita&ccedil;&atilde;o para preparar trabalhadores e trabalhadoras para esse setor, que vem crescendo cada vez mais no Amazonas&rdquo;, declarou.</p>
<p><strong>Seguran&ccedil;a no trabalho</strong><br />Al&eacute;m das discuss&otilde;es sobre investimentos e mercado de trabalho, o encontro tamb&eacute;m abordou temas ligados &agrave; seguran&ccedil;a no trabalho, prote&ccedil;&atilde;o social, qualifica&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica, letramento digital e fortalecimento da m&atilde;o de obra regional.</p>
<p>A programa&ccedil;&atilde;o contou ainda com a apresenta&ccedil;&atilde;o do Projeto Onda Verde, iniciativa voltada &agrave; capacita&ccedil;&atilde;o profissional para os setores naval e da constru&ccedil;&atilde;o civil, com foco em inclus&atilde;o produtiva, seguran&ccedil;a no trabalho e prepara&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica para os novos desafios da ind&uacute;stria.</p>
<p><em>*Com informa&ccedil;&otilde;es de Milena Reis, da Assessoria de Imprensa &ndash; Sindicato dos Metal&uacute;rgicos do Amazonas</em></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 25 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Milena Reis | Editado por: Érica Aragão</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Formação internacional da CNM/CUT, IG Metall e SMABC encerra segunda turma</title> 
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                    <title>Formação internacional da CNM/CUT, IG Metall e SMABC encerra segunda turma</title> 
                    <description>Curso terminou com debates sobre organização sindical, cooperação internacional e trabalho de base</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69148</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A segunda turma do projeto internacional &ldquo;Organiza&ccedil;&atilde;o Sindical e A&ccedil;&atilde;o Coletiva: Sindicalizados/as, somos mais fortes!&rdquo;, promovido pela CNM/CUT em parceria com o IG Metall, da Alemanha, e o Sindicato dos Metal&uacute;rgicos do ABC, encerrou suas atividades nesta sexta feira (22). Durante toda a semana, dirigentes e lideran&ccedil;as sindicais de diferentes regi&otilde;es participaram de atividades voltadas ao fortalecimento da organiza&ccedil;&atilde;o sindical e da atua&ccedil;&atilde;o junto &agrave;s bases.</p>
<p>A iniciativa faz parte de uma parceria internacional criada para ampliar a capacidade de organiza&ccedil;&atilde;o das trabalhadoras e trabalhadores metal&uacute;rgicos brasileiros. Durante a programa&ccedil;&atilde;o, participantes compartilharam experi&ecirc;ncias, discutiram desafios enfrentados pelo movimento sindical e constru&iacute;ram propostas voltadas ao fortalecimento das entidades junto &agrave;s categorias representadas.</p>
<p>Na abertura da segunda turma, a secret&aacute;ria de Forma&ccedil;&atilde;o da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Metal&uacute;rgicos da CUT (CNM/CUT), Maria do Amparo, destacou a expectativa em torno do novo grupo e a inten&ccedil;&atilde;o de ampliar o alcance do projeto.</p>
<p>Com a conclus&atilde;o das atividades, a dirigente avaliou que o principal resultado do processo est&aacute; diretamente ligado ao fortalecimento da organiza&ccedil;&atilde;o coletiva. &ldquo;A principal aprendizagem desta forma&ccedil;&atilde;o &eacute; que a organiza&ccedil;&atilde;o no ch&atilde;o de f&aacute;brica &eacute; a base da for&ccedil;a da classe trabalhadora&rdquo;, afirmou Maria do Amparo.</p>
<p>Ao longo dos encontros, os debates refor&ccedil;aram a import&acirc;ncia da forma&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e da constru&ccedil;&atilde;o coletiva para ampliar a participa&ccedil;&atilde;o das trabalhadoras e trabalhadores nas atividades sindicais. As discuss&otilde;es buscaram aproximar as lideran&ccedil;as da realidade vivida nas bases e fortalecer estrat&eacute;gias de atua&ccedil;&atilde;o dentro dos locais de trabalho. &ldquo;Forma&ccedil;&atilde;o, unidade e a&ccedil;&atilde;o coletiva seguem sendo fundamentais para enfrentar os desafios atuais&rdquo;, destacou Amparo.</p>
<p><strong>Coopera&ccedil;&atilde;o internacional<br /></strong><br />A representante do IG Metall, Ang&eacute;lica Gim&eacute;nez Romo, destacou durante a forma&ccedil;&atilde;o a import&acirc;ncia da coopera&ccedil;&atilde;o internacional entre entidades sindicais diante das mudan&ccedil;as no mundo do trabalho.</p>
<p>Segundo ela, muitos desafios enfrentados pelas trabalhadoras e trabalhadores s&atilde;o compartilhados por diferentes pa&iacute;ses e exigem a&ccedil;&otilde;es articuladas e respostas coletivas. &ldquo;A coopera&ccedil;&atilde;o entre sindicatos do Brasil e da Alemanha &eacute; essencial para enfrentar essa l&oacute;gica&rdquo;, disse.</p>
<p>Ainda de acordo com a Ang&eacute;lica, fortalecer organiza&ccedil;&otilde;es sindicais em diferentes pa&iacute;ses contribui para ampliar redes de solidariedade e construir respostas conjuntas diante de ataques aos direitos trabalhistas.</p>
<p>Ela ressaltou que a atua&ccedil;&atilde;o internacional se tornou ainda mais importante diante dos desafios enfrentados pela classe trabalhadora. &ldquo;Se fortalecermos os trabalhadores em cada pa&iacute;s, podemos construir redes de coopera&ccedil;&atilde;o capazes de enfrentar a chantagem e a concorr&ecirc;ncia desleal&rdquo;, explicou Ang&eacute;lica.</p>
<p><strong>Constru&ccedil;&atilde;o coletiva<br /></strong><br />Ao avaliar a experi&ecirc;ncia das forma&ccedil;&otilde;es, o secret&aacute;rio de Forma&ccedil;&atilde;o eleito do Sindicato dos Metal&uacute;rgicos do ABC, Charles Aur&eacute;lio, o Tuiui&uacute;, destacou a intensidade dos encontros e a constru&ccedil;&atilde;o coletiva realizada durante as atividades.</p>
<p>Para o dirigente, a troca de experi&ecirc;ncias fortalece o aprendizado e amplia a capacidade de atua&ccedil;&atilde;o sindical. &ldquo;Foi uma semana intensa, de planejamento, constru&ccedil;&atilde;o e ajustes no caminho&rdquo;, afirmou Tuiui&uacute;. Ele ressaltou ainda que a participa&ccedil;&atilde;o das lideran&ccedil;as demonstra compromisso com a amplia&ccedil;&atilde;o do conhecimento adquirido durante a forma&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>O objetivo &eacute; transformar o aprendizado em a&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas capazes de fortalecer a organiza&ccedil;&atilde;o sindical nos locais de trabalho e aproximar ainda mais as entidades das categorias representadas. &ldquo;Isso demonstra o compromisso de levar esse aprendizado para as bases e fortalecer a organiza&ccedil;&atilde;o nos locais de trabalho&rdquo;, ressaltou.</p>
<p><strong>Construindo unidade<br /></strong><br />O secret&aacute;rio de Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais da CNM/CUT, Maicon Michel, avaliou que a forma&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m representa uma ferramenta importante para ampliar a unidade entre diferentes experi&ecirc;ncias sindicais. Segundo ele, iniciativas voltadas &agrave; forma&ccedil;&atilde;o fortalecem a consci&ecirc;ncia coletiva e ajudam a construir estrat&eacute;gias de atua&ccedil;&atilde;o conjunta.</p>
<p>&ldquo;Essa forma&ccedil;&atilde;o mostrou que &eacute; poss&iacute;vel construir unidade, trabalhar diverg&ecirc;ncias e fortalecer a solidariedade&rdquo;, afirmou. Para o dirigente, o encerramento da segunda turma representa mais uma etapa de um trabalho voltado ao fortalecimento das entidades sindicais e &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de novas lideran&ccedil;as.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 25 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Cadu Bazilevski | Editado por: Érica Aragão - CNM/CUT</author>
                </item>
            
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                        <title>Nota oficial: apoio total ao STUHM e reintegração de sindicalistas da Honda México </title> 
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                    <title>Nota oficial: apoio total ao STUHM e reintegração de sindicalistas da Honda México </title> 
                    <description>CNM/CUT manifesta solidariedade aos trabalhadores da Honda México e exige reintegração imediata dos dirigentes do STUHM</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69147</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional dos Metal&uacute;rgicos da CUT (CNM/CUT), por meio da sua Secretaria de Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais, manifesta total solidariedade aos trabalhadores da Honda no M&eacute;xico e exige o cumprimento imediato da decis&atilde;o judicial que determinou a reintegra&ccedil;&atilde;o dos dirigentes do STUHM (Sindicato &Uacute;nico de Trabajadores de Honda M&eacute;xico), demitidos ilegalmente h&aacute; 16 anos por exercerem o leg&iacute;timo direito de organiza&ccedil;&atilde;o sindical.</p>
<p>A f&aacute;brica da Honda em Guadalajara foi a primeira planta da empresa instalada no M&eacute;xico, iniciando suas atividades em 1985. Em 2010, diante dos baixos sal&aacute;rios, das jornadas exaustivas e das prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, os trabalhadores decidiram construir um sindicato independente, comprometido com a defesa real dos direitos da categoria.</p>
<p>Naquele per&iacute;odo, muitos trabalhadores precisavam buscar outras atividades ap&oacute;s a jornada na f&aacute;brica para complementar a renda familiar. Foi nesse contexto de explora&ccedil;&atilde;o e indigna&ccedil;&atilde;o que nasceu o STUHM.</p>
<p>Ap&oacute;s o an&uacute;ncio oficial do registro do sindicato, realizado em coletiva de imprensa, a empresa iniciou uma intensa persegui&ccedil;&atilde;o contra seus dirigentes. Mesmo aparecendo encapuzados para preservar sua identidade, os membros da dire&ccedil;&atilde;o do STUHM foram identificados e posteriormente demitidos de forma ilegal.</p>
<p>Al&eacute;m de se negar a reconhecer a livre organiza&ccedil;&atilde;o sindical, a Honda apresentou um contrato coletivo firmado com um sindicato fantasma, numa clara tentativa de impedir a representa&ccedil;&atilde;o leg&iacute;tima dos trabalhadores. Pela legisla&ccedil;&atilde;o mexicana, deveria ter sido realizada uma elei&ccedil;&atilde;o para que os pr&oacute;prios trabalhadores escolhessem democraticamente qual entidade sindical os representaria.</p>
<p>A empresa tamb&eacute;m adotou diversas manobras antissindicais para atrasar o processo e ampliar a persegui&ccedil;&atilde;o contra os apoiadores do STUHM.</p>
<p>A gravidade do caso mobilizou uma ampla rede internacional de solidariedade organizada pela IndustriALL Global Union, ent&atilde;o FITIM, com participa&ccedil;&atilde;o ativa da CNM/CUT, do Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de Manaus, do Sindicato dos Metal&uacute;rgicos de Campinas, do UAW e USW, dos Estados Unidos, do UNIFOR, do Canad&aacute;, al&eacute;m da Funda&ccedil;&atilde;o Friedrich Ebert. O caso tamb&eacute;m foi levado &agrave; Organiza&ccedil;&atilde;o Internacional do Trabalho.</p>
<p>Mesmo ap&oacute;s anos de persegui&ccedil;&atilde;o e tentativas de destrui&ccedil;&atilde;o do sindicato, os oito dirigentes demitidos ilegalmente mantiveram sua luta em defesa da liberdade sindical, da dignidade e do direito &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores.</p>
<p><strong>Reintegra&ccedil;&atilde;o<br /></strong><br />Na &uacute;ltima semana, a Justi&ccedil;a mexicana determinou a reintegra&ccedil;&atilde;o do companheiro Sol&oacute;rio, secret&aacute;rio-geral do STUHM, com o pagamento integral dos sal&aacute;rios e benef&iacute;cios retroativos. Os demais companheiros aguardam decis&otilde;es que devem seguir o mesmo entendimento jur&iacute;dico.</p>
<p>No entanto, a Honda segue apresentando recursos meramente protelat&oacute;rios, sem alterar o m&eacute;rito da decis&atilde;o, prolongando ainda mais o sofrimento dos trabalhadores e de suas fam&iacute;lias.</p>
<p>Diante disso, a CNM/CUT exige que a Honda cumpra imediatamente a decis&atilde;o judicial, encerre as pr&aacute;ticas antissindicais e efetive a reintegra&ccedil;&atilde;o dos companheiros demitidos ilegalmente.</p>
<p>A CNM/CUT tamb&eacute;m refor&ccedil;ar&aacute;, junto &agrave; IndustriALL Global Union e demais entidades sindicais internacionais, a press&atilde;o e a solidariedade em defesa dos trabalhadores mexicanos.</p>
<p>Viva os companheiros que seguem resistindo com dignidade e coragem!</p>
<p>Reintegra&ccedil;&atilde;o j&aacute;!</p>
<p>S&oacute; a luta conquista!</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 25 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Érica Aragão - CNM/CUT</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Fim de semana de atos e manifestações reforçam pressão pelo fim da escala 6x1</title> 
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                    <title>Fim de semana de atos e manifestações reforçam pressão pelo fim da escala 6x1</title> 
                    <description>Mobilizações em defesa da redução da jornada e do fim da escala 6x1 e sem redução de salário ocorrem em todo o país e devem continuar nos próximos dias</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69146</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>A press&atilde;o pelo fim da escala 6x1 e pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho sem redu&ccedil;&atilde;o salarial tomou as ruas de v&aacute;rias cidades do pa&iacute;s neste fim de semana. Atos e manifesta&ccedil;&otilde;es convocadas pela CUT, centrais sindicais, movimentos populares e sindicatos foram programados para o s&aacute;bado (23) e domingo (24), em cidades como Salvador (BA), Fortaleza (CE), S&atilde;o Lu&iacute;s (MA), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Curitba (PR) e Porto Alegre (RS), e seguem nos pr&oacute;ximos dias em outras cidades, como S&atilde;o Paulo e Rio de Janeiro para pressionar o Congresso Nacional a avan&ccedil;ar com propostas que reduzem a jornada semanal de trabalho.</p>
<p><strong>Veja ao final da mat&eacute;ria os locais onde j&aacute; foram realizados atos</strong></p>
<p>A mobiliza&ccedil;&atilde;o ocorre em um momento decisivo do debate no Legislativo. A expectativa &eacute; de que a proposta sobre o tema avance durante a semana na C&acirc;mara dos Deputados. O cronograma prev&ecirc; a leitura do relat&oacute;rio na segunda-feira (25), vota&ccedil;&atilde;o na comiss&atilde;o na ter&ccedil;a (27) e an&aacute;lise no Plen&aacute;rio na quarta-feira (28). O movimento sindical avalia que a press&atilde;o popular ser&aacute; fundamental para impedir tentativas de adiar a medida e garantir avan&ccedil;os concretos para a classe trabalhadora.</p>
<p>Hoje, o Congresso debate diferentes propostas. O governo federal enviou, em regime de urg&ecirc;ncia, um projeto de lei que reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, garante dois dias de descanso remunerado e pro&iacute;be redu&ccedil;&atilde;o salarial &mdash; medida que, na pr&aacute;tica, acaba com a escala 6x1. Na C&acirc;mara, parlamentares tamb&eacute;m discutem Propostas de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PECs) que tratam da redu&ccedil;&atilde;o da jornada, incluindo mudan&ccedil;as graduais e a possibilidade de ado&ccedil;&atilde;o de novos formatos de semana de trabalho.</p>
<p>A pauta tem forte apoio popular. Levantamentos apontam ampla maioria da popula&ccedil;&atilde;o favor&aacute;vel ao fim da escala 6x1, enquanto setores empresariais e parte do Congresso defendem modelos de transi&ccedil;&atilde;o mais longos ou mudan&ccedil;as no texto em discuss&atilde;o. Para dirigentes sindicais, a continuidade das mobiliza&ccedil;&otilde;es nas ruas ser&aacute; decisiva para pressionar deputados e senadores a votarem a favor de jornadas mais humanas e melhores condi&ccedil;&otilde;es de vida para trabalhadores e trabalhadoras.</p>
<p><strong>Na Press&atilde;o</strong></p>
<p><strong>Al&eacute;m da mobiliza&ccedil;&atilde;o nas ruas, tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel pressionar os parlamentares pela plataforma Na Press&atilde;o, da CUT.</strong>&nbsp;Trabalhadores e trabalhadoras podem enviar mensagens por WhatsApp, redes sociais e e-mail aos deputados, cobrando voto favor&aacute;vel ao fim da escala 6x1 e &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem redu&ccedil;&atilde;o salarial pela plataforma.</p>
<p>Basta acessar &nbsp;<a rel="noopener" href="https://www.napressao.org.br/" target="_blank"><strong>Na Press&atilde;o</strong></a>&nbsp;e mostrar aos deputados e deputadas que o fim da escala 6x1 &eacute; fundamental a classe trabalhadora.</p>
<p>A ferramenta &eacute; simples de usar, basta fazer o recorte dos deputados, por partido e/ou por estado e escolher onde quer que a mensagem chegue (whatsapp, redes sociais do deputado ou seu e-mail), depois disso &eacute; s&oacute; clicar e enviar uma mensagem padr&atilde;o pedindo o voto pela aprova&ccedil;&atilde;o da medida.</p>
<p><strong>Os atos do fim de semana:</strong></p>
<p>At&eacute; o momento, j&aacute; foram registradas mobiliza&ccedil;&otilde;es e atividades em diferentes regi&otilde;es do pa&iacute;s em defesa da redu&ccedil;&atilde;o da jornada e do fim da escala 6x1 sem redu&ccedil;&atilde;o salarial. Confira:</p>
<p><strong>S&aacute;bado, 23 de maio:</strong></p>
<p><strong>Mato Grosso do Sul &ndash; Campo Grande</strong>: manifesta&ccedil;&atilde;o na Avenida Afonso Pena, regi&atilde;o central da cidade, com participa&ccedil;&atilde;o de sindicatos, federa&ccedil;&otilde;es e entidades ligadas &agrave; Frente Brasil Popular-MS.</p>
<p><strong>Santa Catarina</strong><span>: movimentos sindical, popular, o Povo Sem Medo e o VAT realizaram mobiliza&ccedil;&atilde;o e di&aacute;logo com a popula&ccedil;&atilde;o sobre a urg&ecirc;ncia do fim da escala 6x1 e da redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem redu&ccedil;&atilde;o salarial.</span></p>
<p><strong>Domingo, 24 de maio:</strong></p>
<p><strong>Bahia &ndash; Salvador</strong>: ato e caminhada no Farol da Barra, com participa&ccedil;&atilde;o de dirigentes sindicais, movimentos populares e lideran&ccedil;as pol&iacute;ticas.</p>
<p><strong>Paran&aacute; &ndash; Curitiba</strong><span>: panfletagem e di&aacute;logo com a popula&ccedil;&atilde;o na Pra&ccedil;a Jo&atilde;o C&acirc;ndido, no Largo da Ordem, durante a Feirinha do Largo.</span></p>
<p><strong>Pernambuco - Reife:&nbsp;</strong><span>ato na Rua da Aurora reuniu trabalhadores, movimentos sociais e dirigentes sindicais em defesa da redu&ccedil;&atilde;o da jornada e do fim da escala 6x1, refor&ccedil;ando a luta por mais qualidade de vida, dignidade e melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.</span></p>
<p><strong>Rio Grande do Sul &ndash; Porto Alegre</strong><span>: mobiliza&ccedil;&atilde;o na Reden&ccedil;&atilde;o, reunindo trabalhadores e centrais sindicais em defesa da redu&ccedil;&atilde;o da jornada.</span></p>
<p><strong>Aten&ccedil;&atilde;o:</strong><span>&nbsp;a rela&ccedil;&atilde;o de cidades e atividades segue em atualiza&ccedil;&atilde;o, com novos atos previstos nos pr&oacute;ximos dias em diferentes regi&otilde;es do pa&iacute;s.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pr&oacute;ximos dias&nbsp;</strong></p>
<p>Novas atividades, panfletagens, plen&aacute;rias e manifesta&ccedil;&otilde;es devem ocorrer ao longo dos pr&oacute;ximos dias em diversas cidades do pa&iacute;s, refor&ccedil;ando a campanha nacional pelo fim da escala 6x1 e pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada j&aacute;.</p>
<p><strong>Pr&oacute;ximos atos pelo fim da escala 6x1</strong></p>
<h3><strong>Segunda-feira (25)</strong></h3>
<ul>
<li>
<p><strong>Esp&iacute;rito Santo &ndash; Vit&oacute;ria</strong>: ato em frente &agrave; Assembleia Legislativa, &agrave;s 18h.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Maranh&atilde;o &ndash; S&atilde;o Lu&iacute;s</strong>: caminhada na Rua Grande, com concentra&ccedil;&atilde;o na Pra&ccedil;a Jo&atilde;o Lisboa (Centro Hist&oacute;rico), &agrave;s 16h.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Mato Grosso &ndash; Cuiab&aacute;</strong>: mobiliza&ccedil;&atilde;o no TRR, na Avenida do CPA, &agrave;s 14h.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Rio de Janeiro &ndash; Rio de Janeiro</strong>: ato na Candel&aacute;ria, &agrave;s 16h.</p>
</li>
<li>
<p><strong>Sergipe &ndash; Aracaju</strong>: panfletagem e di&aacute;logo com a popula&ccedil;&atilde;o no Terminal do DIA, &agrave;s 6h.</p>
</li>
<li>
<p><strong>S&atilde;o Paulo &ndash; S&atilde;o Paulo</strong>: ato na Avenida Paulista, em frente ao MASP, &agrave;s 17h.</p>
</li>
</ul>
<h3><strong>Quarta-feira (27)</strong></h3>
<ul>
<li>
<p><strong>Piau&iacute; &ndash; Teresina</strong>: mobiliza&ccedil;&atilde;o na Pra&ccedil;a Rio Branco, &agrave;s 9h.</p>
</li>
<li>
<p><strong>S&atilde;o Paulo &ndash; Osasco</strong>: ato no in&iacute;cio do Cal&ccedil;ad&atilde;o, &agrave;s 10h.</p>
</li>
<li>
<p><strong>S&atilde;o Paulo &ndash; Sorocaba</strong>: mobiliza&ccedil;&atilde;o na Avenida Independ&ecirc;ncia, 2757, no &Eacute;den, &agrave;s 5h. Concentra&ccedil;&atilde;o no Sindicato dos Metal&uacute;rgicos, na Rua J&uacute;lio Hanser, 140, Jardim Faculdade, &agrave;s 4h.</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 25 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Redação CUT | texto: André Accarini - CUT / Foto: Matheus Piccini</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Trabalhadores do CREA-SP entram em greve</title> 
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                    <title>Trabalhadores do CREA-SP entram em greve</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69145</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Os trabalhadores e trabalhadoras do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de S&atilde;o Paulo (CREA-SP) iniciaram, na manh&atilde; desta quinta-feira, 21, uma greve por tempo indeterminado em defesa de direitos, valoriza&ccedil;&atilde;o profissional e melhores condi&ccedil;&otilde;es de trabalho.</p>
<p>A paralisa&ccedil;&atilde;o foi aprovada em assembleia da categoria ap&oacute;s sucessivas tentativas de negocia&ccedil;&atilde;o sem avan&ccedil;os junto &agrave; dire&ccedil;&atilde;o do conselho. Entre as principais reivindica&ccedil;&otilde;es est&atilde;o a recomposi&ccedil;&atilde;o salarial, melhorias nas condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, valoriza&ccedil;&atilde;o do quadro funcional e respeito aos direitos dos servidores.</p>
<p>Desde as primeiras horas do dia, trabalhadores realizaram mobiliza&ccedil;&otilde;es e atos em unidades do CREA-SP na capital e no interior do estado.</p>
<p>Segundo o Sinsexpro, sindicato representante da categoria, a greve &eacute; resultado do esgotamento das negocia&ccedil;&otilde;es e da aus&ecirc;ncia de respostas concretas &agrave;s demandas apresentadas pelos trabalhadores.</p>
<p>&ldquo;O movimento &eacute; leg&iacute;timo e necess&aacute;rio diante da falta de valoriza&ccedil;&atilde;o dos funcion&aacute;rios que garantem o funcionamento do conselho e o atendimento &agrave; sociedade&rdquo;, afirmam os representantes sindicais.</p>
<p>Os trabalhadores seguem abertos &agrave; negocia&ccedil;&atilde;o, desde que haja apresenta&ccedil;&atilde;o de propostas concretas por parte da dire&ccedil;&atilde;o do CREA-SP.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 25 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Sinsexpro</author>
                </item>
            
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                        <title>Em São Paulo, movimentos convocam ato para 25 de maio pelo fim da escala 6x1</title> 
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                    <title>Em São Paulo, movimentos convocam ato para 25 de maio pelo fim da escala 6x1</title> 
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                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69144</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>Em meio ao ataque de deputados federais do centro e da extrema direita contra o fim da escala 6x1, movimentos sindicais e sociais convocam um ato para o<strong>&nbsp;dia 25 de maio, &agrave;s 17h, no Masp, na Avenida Paulista</strong>, em S&atilde;o Paulo. Est&atilde;o programadas diversas mobiliza&ccedil;&otilde;es ao redor do Brasil no domingo, 24.&nbsp;</p>
<p>A press&atilde;o popular pela redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho sem redu&ccedil;&atilde;o salarial, al&eacute;m do fim da escala 6x1, se tornou prioridade, especialmente ap&oacute;s 163 parlamentares, de oposi&ccedil;&atilde;o ao governo Lula, assinarem emendas para travar o avan&ccedil;o do projeto de lei que beneficia trabalhadores e trabalhadoras.</p>
<p>Entre as emendas que deputados federais apresentaram est&aacute; o adiamento do fim da redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho para 10 anos, sendo implementada apenas em 2036, al&eacute;m de abrir brecha para jornadas de at&eacute; 52 horas, um retrocesso &agrave;s 44 horas conquistadas em 1988.&nbsp;<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3130349&amp;filename=Tramitacao-2-EMC-1-PEC22119-=%3E-PEC-221-2019">A lista de deputados que apoiam a emenda inclui, principalmente, parlamentares do PL, PP, Uni&atilde;o, Republicanos e MDB.</a>&nbsp;</p>
<p>Em contrapartida ao Congresso inimigo do povo, a luta pelo fim da escala 6x1 ganha for&ccedil;a em todo o pa&iacute;s diante da realidade de milh&otilde;es de trabalhadores e trabalhadoras submetidos a jornadas exaustivas, sem tempo para descanso, conviv&ecirc;ncia familiar, lazer ou qualifica&ccedil;&atilde;o profissional.&nbsp;</p>
<p>&ldquo;A redu&ccedil;&atilde;o da jornada sem redu&ccedil;&atilde;o salarial &eacute; uma pauta hist&oacute;rica do movimento sindical e representa mais qualidade de vida, gera&ccedil;&atilde;o de empregos e valoriza&ccedil;&atilde;o do trabalho. N&atilde;o podemos permitir que parlamentares do centr&atilde;o e extrema direita mudem ou tentem tirar o projeto da pauta&rdquo;, ressalta Raimundo Suzart, presidente da CUT-SP.</p>
<p>O ato no dia 25 de maio faz parte da Semana de Mobiliza&ccedil;&atilde;o, nas ruas e nas redes, organizada para ampliar a press&atilde;o popular sobre o Congresso Nacional em defesa de melhores condi&ccedil;&otilde;es de vida e trabalho para a classe trabalhadora.</p>
<p>Entre os dias 20 e 27 de maio, a CUT tamb&eacute;m intensifica a press&atilde;o popular sobre os parlamentares por meio da plataforma&nbsp;<a href="https://napressao.org.br/">&ldquo;Na Press&atilde;o&rdquo;</a>. Pelo celular, tablet ou computador, qualquer pessoa pode enviar mensagens aos deputados exigindo voto favor&aacute;vel ao fim da escala 6x1.</p>
<p>Para fortalecer a campanha, tamb&eacute;m &eacute; poss&iacute;vel assinar a peti&ccedil;&atilde;o oficial:&nbsp;<a href="https://brasilquermaistempo.com.br/?utm_source=chatgpt.com">brasilquermaistempo.com.br</a></p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 25 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Laiza Lopes - CUT São Paulo</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Eletricitários de São Paulo mantêm mobilização e podem deflagrar greve no dia 28</title> 
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                    <title>Eletricitários de São Paulo mantêm mobilização e podem deflagrar greve no dia 28</title> 
                    <description>A categoria dos Eletricitários de São Paulo busca melhorias e pode entrar em greve. Confira as pautas discutidas no Tribunal Regional do Trabalho</description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69143</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p><span>A possibilidade de uma&nbsp;</span><a href="https://radiopeaobrasil.com.br/eletricitarios-mobilizacao-leva-a-acordo-provisorio-e-evita-greve/">greve</a><span>&nbsp;envolvendo cerca de 20 mil trabalhadores terceirizados do setor el&eacute;trico em S&atilde;o Paulo segue mantida ap&oacute;s audi&ecirc;ncia realizada nesta sexta-feira (22) no Tribunal Regional do Trabalho da 2&ordf; Regi&atilde;o (TRT-2). O encontro reuniu representantes das empresas prestadoras de servi&ccedil;os, dirigentes do&nbsp;</span><a href="https://eletricitarios.org.br/">Sindicato dos Eletricit&aacute;rios de S&atilde;o Paulo&nbsp;</a><span>e membros do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho.</span></p>
<p>Segundo o presidente do sindicato, Eduardo Annunciato (Chic&atilde;o), apesar de alguns avan&ccedil;os nas negocia&ccedil;&otilde;es, a categoria ainda n&atilde;o conquistou nenhum acordo definitivo. De acordo com ele, entre os principais temas discutidos na audi&ecirc;ncia est&atilde;o:</p>
<ul>
<li>reajustes no piso salarial das diferentes fun&ccedil;&otilde;es da categoria,</li>
<li>pagamento integral mensal do vale-refei&ccedil;&atilde;o,</li>
<li>aumento da Participa&ccedil;&atilde;o nos Lucros e Resultados (PLR) e</li>
<li>mudan&ccedil;as nas regras do vale-alimenta&ccedil;&atilde;o.</li>
</ul>
<p>A discuss&atilde;o tamb&eacute;m abordou a jornada de trabalho.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;N&oacute;s fizemos o pleito da exclus&atilde;o da escala 6&times;1 das tabelas de escala. Na contrapartida da discuss&atilde;o, seria inclu&iacute;da como op&ccedil;&atilde;o a escala 6&times;3&rdquo;, explicou Chic&atilde;o.</p>
</blockquote>
<p>Outro ponto debatido foi a aplica&ccedil;&atilde;o do IPCA sobre sal&aacute;rios e benef&iacute;cios retroativos &agrave; data-base da categoria, em janeiro. A proposta discutida prev&ecirc; pagamento parcelado das diferen&ccedil;as salariais e benef&iacute;cios econ&ocirc;micos.</p>
<p>O presidente do sindicato destacou ainda que o tribunal reconheceu a legitimidade da mobiliza&ccedil;&atilde;o realizada pelos trabalhadores durante o processo de negocia&ccedil;&atilde;o.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;O tribunal entendeu que n&oacute;s cumprimos o acordo e tivemos apoio na nossa mobiliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, afirmou.</p>
</blockquote>
<h2>Nova audi&ecirc;ncia ser&aacute; dia 27</h2>
<p>A&nbsp;<a href="https://radiopeaobrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Documento_31f9e6a.pdf">ata da audi&ecirc;ncia</a>&nbsp;refor&ccedil;a os principais pontos defendidos pelo Sindicato dos Eletricit&aacute;rios de S&atilde;o Paulo durante a negocia&ccedil;&atilde;o. O documento oficial registra a proposta de aumento dos pisos salariais da categoria, reajuste pelo IPCA, amplia&ccedil;&atilde;o da Participa&ccedil;&atilde;o nos Lucros e Resultados (PLR), pagamento mensal do vale-refei&ccedil;&atilde;o e mudan&ccedil;as nas regras do vale-alimenta&ccedil;&atilde;o. A ata tamb&eacute;m confirma a reivindica&ccedil;&atilde;o do sindicato pela retirada da escala 6&times;1 da conven&ccedil;&atilde;o coletiva, com possibilidade de ado&ccedil;&atilde;o da escala 6&times;3. Al&eacute;m disso, o tribunal definiu prazo para que o sindicato patronal apresente proposta oficial at&eacute; o dia 25 de maio e marcou nova audi&ecirc;ncia para o dia 27, quando os trabalhadores dever&atilde;o informar se aprovam a proposta ou se ir&atilde;o deflagrar greve.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Tivemos pontos positivos na discuss&atilde;o, mas n&atilde;o ganhamos nada por enquanto. Est&aacute; mantido o plano de luta&rdquo;, afirmou o dirigente em&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/reel/DYqVNYUsSbV/?igsh=bDZheW9qcHgyeW5i">v&iacute;deo</a>&nbsp;postado em suas redes sociais ap&oacute;s a audi&ecirc;ncia.</p>
</blockquote>
<p>Durante a media&ccedil;&atilde;o, o TRT estabeleceu um cronograma para a continuidade das negocia&ccedil;&otilde;es. As empresas ter&atilde;o at&eacute; o dia 25 de maio para realizar assembleia patronal e apresentar oficialmente uma proposta ao sindicato. A categoria dever&aacute; avaliar o conte&uacute;do da proposta em assembleias at&eacute; as 15 horas do dia 27, quando ocorrer&aacute; nova audi&ecirc;ncia no tribunal.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Se a proposta vier boa, n&oacute;s vamos aprovar. Se vier ruim, vamos rejeitar e avisar ao tribunal que estaremos em greve a partir do dia 28&rdquo;, declarou Chic&atilde;o.</p>
</blockquote>
<p>O sindicato informou que a paralisa&ccedil;&atilde;o poder&aacute; atingir trabalhadores que prestam servi&ccedil;os para concession&aacute;rias como Enel, EDP, CPFL e Elektro, em &aacute;reas de manuten&ccedil;&atilde;o, constru&ccedil;&atilde;o e zeladoria das redes de distribui&ccedil;&atilde;o de energia el&eacute;trica.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Essa greve pode afetar servi&ccedil;os essenciais com redu&ccedil;&atilde;o de contingente&rdquo;, alertou o presidente da entidade.</p>
</blockquote>
<h2>Insatisfa&ccedil;&atilde;o cresce</h2>
<p>A campanha salarial se arrasta desde janeiro e, segundo o sindicato, enfrenta dificuldades em raz&atilde;o das restri&ccedil;&otilde;es impostas pelas concession&aacute;rias &agrave;s empresas terceirizadas, o que estaria limitando avan&ccedil;os econ&ocirc;micos e sociais nas negocia&ccedil;&otilde;es.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Os trabalhadores n&atilde;o suportam mais tanto descaso. Caso o impasse se arraste, j&aacute; temos previs&atilde;o futura de paralisa&ccedil;&atilde;o de 72 horas e, posteriormente, por tempo indeterminado&rdquo;, disse Chic&atilde;o.</p>
</blockquote>
<p>Ao final da mensagem aos trabalhadores, Chic&atilde;o refor&ccedil;ou o chamado para a unidade da categoria e defesa do sindicato.</p>
<blockquote>
<p>&ldquo;Esse sindicato tem lado. O nosso lado &eacute; o lado do trabalhador. Estamos juntos na luta e vamos vencer se voc&ecirc;s estiverem junto com a gente&rdquo;, concluiu.</p>
</blockquote>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 25 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil</author>
                </item>
            
                <item>
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                        <title>Lula defende redução imediata da jornada para 40 horas e fim da escala 6×1 sem corte salarial</title> 
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                    <title>Lula defende redução imediata da jornada para 40 horas e fim da escala 6×1 sem corte salarial</title> 
                    <description></description>
                    <link>https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69142</link>
                    <content:encoded>
                        <![CDATA[<p>O presidente&nbsp;<a rel="noopener" href="https://x.com/LulaOficial" target="_blank">Luiz In&aacute;cio Lula da Silva</a>&nbsp;criticou, nesta sexta-feira (22), a possibilidade de ado&ccedil;&atilde;o gradual da redu&ccedil;&atilde;o da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e do fim da escala 6&times;1. Em entrevista ao programa&nbsp;<span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline">Sem Censura</span>, o presidente defendeu que a mudan&ccedil;a seja implementada de forma imediata, sem redu&ccedil;&atilde;o salarial.</p>
<p>&ldquo;Defendemos que a redu&ccedil;&atilde;o seja feita de uma vez, de 44 horas para 40 horas, sem redu&ccedil;&atilde;o de sal&aacute;rio. Evidentemente, sabemos que ser&aacute; necess&aacute;rio negociar, porque nem sempre temos for&ccedil;a para aprovar tudo o que queremos&rdquo;, afirmou Lula.</p>
<p>Segundo o presidente, uma reuni&atilde;o no in&iacute;cio da pr&oacute;xima semana com o presidente da C&acirc;mara dos Deputados,&nbsp;<span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline">Hugo Motta</span>, e com o ministro do Trabalho,&nbsp;<span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline">Luiz Marinho</span>, dever&aacute; discutir o cen&aacute;rio da tramita&ccedil;&atilde;o da proposta no Congresso Nacional.</p>
<p>Na C&acirc;mara, a comiss&atilde;o especial que analisa a Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) adiou para segunda-feira (25) a apresenta&ccedil;&atilde;o do parecer do relator, o deputado&nbsp;<span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline">Leo Prates</span>. A vota&ccedil;&atilde;o no colegiado est&aacute; prevista para quarta-feira (27), enquanto a an&aacute;lise em plen&aacute;rio poder&aacute; ocorrer at&eacute; o fim da semana.</p>
<p>A proposta prev&ecirc; a redu&ccedil;&atilde;o da jornada semanal para 40 horas e o fim da escala 6&times;1, estabelecendo como limite m&aacute;ximo a escala 5&times;2, com pelo menos dois dias de descanso semanal remunerado.</p>
<p>Durante a entrevista, Lula defendeu que o texto seja levado &agrave; vota&ccedil;&atilde;o e afirmou que parlamentares contr&aacute;rios &agrave; medida devem assumir publicamente sua posi&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>&ldquo;N&atilde;o d&aacute; para aceitar uma transi&ccedil;&atilde;o de anos, reduzindo meia hora ou uma hora por ano. Isso &eacute; brincar de fazer redu&ccedil;&atilde;o da jornada. O projeto est&aacute; a&iacute;: vota contra quem quiser, mas &eacute; preciso mostrar ao povo quem &eacute; quem neste pa&iacute;s&rdquo;, declarou o presidente.</p>
<p>Lula tamb&eacute;m destacou os impactos positivos da proposta para a sa&uacute;de e a educa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores.</p>
<p>Na entrevista, o presidente ainda afirmou que o governo est&aacute; empenhado em garantir o controle dos pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis e defendeu uma fiscaliza&ccedil;&atilde;o rigorosa contra reajustes abusivos. Al&eacute;m disso, fez um apelo para que o Senado Federal vote rapidamente a PEC da Seguran&ccedil;a P&uacute;blica e anunciou que pretende vetar o projeto de lei que autoriza o envio de mensagens em massa durante o per&iacute;odo eleitoral.</p>]]>
                    </content:encoded>
                    <category>Noticias</category>
                    <pubDate>Mon, 25 May 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
                    <author>Rádio Peão Brasil com informações da Agência Brasil / Foto: Tânia Rego</author>
                </item>
            
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